conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Saúde

5 cuidados básicos para sobreviver às mudanças de tempo sem ficar doente

Publicado

A combinação entre baixa umidade do ar e mudanças de tempo pode ser hostil para o sistema respiratório de muita gente. Com previsão de mais uma queda brusca de temperatura para este fim de semana em São Paulo, quem vive na cidade já procura maneiras de diminuir o desconforto e o risco de contrair doenças.

mudança no tempo arrow-options
shutterstock
Mudanças no tempo podem agravar problemas respiratórios

Leia mais: Não há alternativas saudáveis ao cigarro, diz especialista

De acordo com a médica otorrinolaringologista Maura Neves, os problemas – que vão desde o agravamento de alergias até infecções virais – acontecem devido a uma espécie de “sobrecarga” nas funções do corpo.

“É um estresse para o sistema respiratório, que precisa adaptar-se às novas condições de umidade e temperatura. Além disso, o tempo seco prejudica as defesas do nariz por causa do muco ressecado, o que abre portas para algumas infecções”, explica. 

Diminuir os riscos e o desconforto do temido “efeito gangorra”, porém, é possível com alguns cuidados simples. Veja quais são: 

1. Beba água! 

A dica parece simples, mas de acordo com Maura Neves é justamente nisso que muita gente descuida. Principal fonte de hidratação, a ingestão de água ainda é fundamental para repor os líquidos que, durante o tempo seco, sempre são perdidos para o ambiente.

2. Faça lavagens nasais 

Para limpar as impurezas do ar, umidificar as vias nasais e garantir o conforto pelo melhor funcionamento do nariz, a dica é lavá-lo com soluções salinas ou soro fisiológico . “É ideal para diminuir o desconforto de pessoas alérgicas ou não. A lavagem pode ser feita de duas a três vezes por dia”, recomenda a profissional.

Veja Mais:  Entenda o que é câncer de boca, doença que afastou apresentador da GloboNews

3. Umidifique o ambiente 

Umidificadores, bacias com água dentro do quarto ou até mesmo uma toalha molhada na cabeceira da cama podem garantir uma noite mais tranquila. Para quem é adepto de melhorar o ambiente com recipientes cheios d’água, porém, a médica alerta: “Não adianta uma bacia muito cheia d’água, porque o mais importante é que ela evapore. Um prato com água ou bacia rasa são ideais para deixar o cômodo mais úmido”.

4. Não descuide da alimentação 

Outra orientação básica, mas fundamental. A profissional destaca que “não é possível olhar o corpo como partes separadas. Independente das mudanças de tempo ou umidade do ar, o sistema respiratório depende do bom funcionamento de todas as outras partes” e, por isso, um prato colorido e equilibrado não pode ficar de fora! 

Leia mais: Uso de produtos de limpeza pode provocar problemas respiratórios

5. Lave as mãos 

Muitas das crises alérgicas e infecções são ocasionadas por microorganismos que são levados das mãos para o resto do corpo. Para evitar complicações, ainda mais com as mudanças de tempo , é importante não descuidar da higiene das mãos. “Caso não seja possível lavar com água e sabão, o álcool gel também é uma boa opção nos momentos de pressa”, recomenda Maura.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook

Saúde

“Meu peito vazava um fluido verde”: 5 sinais do câncer de mama além dos caroços

Publicado

Women's Health

Você sabia que é possível detectar sinais de câncer de mama que não têm nada a ver com caroços? Foi o que aconteceu com a norte-americana Meghan Hall, de 34 anos, que descobriu seu diagnóstico sem que ela ou seu médico tivessem sentido a presença de algum nódulo.  “Eu notei algo verde escorrendo na frente da minha camiseta. Eu não pensei nada sobre, até que tentei tirá-la e vi que ela estava presa ao meu mamilo”, relata Meghan. “Meu peito estava vazando um fluido verde.”

Leia também: 5 pontos essenciais sobre câncer de mama que você precisa saber agora

câncer de mama arrow-options
shutterstock
Confira cinco sinais do câncer de mama que vão além dos caroços e saiba como identificar cada um deles corretamente

É isso mesmo: o sintoma de câncer de mama de Meghan foi um fluido verde que saiu de seus mamilos – e sua experiência não foi a única. De acordo com a pesquisa preliminar apresentada na conferência de 2016 do UK National Cancer Research Institute’s (NCRI), no Reino Unido, uma em cada seis mulheres que descobriu o câncer foi com base em um sintoma menos óbvio que a presença de um caroço, como anormalidades nos mamilos e perda de peso, por exemplo.

“É importante ficar atenta a quaisquer mudanças que possam estar ocorrendo, além de acompanhar suas mamografias e exames anuais”, diz Neelima Denduluri, doutora e presidente associada do The U.S. Oncology Network Breast Committee (EUA).

Veja Mais:  Brasil fecha acordo para Reino Unido ajudar com R$ 75 milhões na saúde pública

“Por isso a importância de examinar seus seios como um todo, acompanhando sempre sua aparência e como você os sente. Assim, será possível notar qualquer alteração, independentemente de ser câncer ou não”, acrescenta. Ela indica abaixo outros possíveis sintomas da doença.

5 sinais de câncer de mama que não têm nada a ver com caroços

1. Pele com escamação, irregular ou inflamada

Você conhece seus peitos e todas as suas pequenas peculiaridades. “Portanto, se você notar alguma mudança em sua aparência normal, preste atenção”, orienta Debra Patt, ginecologista e obstetra especialista em câncer de mama no Texas Oncology, do The US Oncology Network (EUA). “Qualquer sinal incomum, vermelhidão, inchaço, ondulação ou rugas na pele da mama ou ao redor do mamilo deve ser verificado pelo seu médico”, explica ela.

2. Alterações no mamilo

“Somente manequins têm mamilos perfeitos, pontudos e bem comportados. A realidade é que nós, pessoas normais, temos que lidar com diferentes cores e tamanhos, posições, texturas e pelos” diz Neelima. “Tudo isso é normal, desde que você já conheça seus seios dessa forma”, completa.

Ela explica: se os seus mamilos têm um formato diferente desde que se desenvolveram, eles simplesmente são assim. Contudo, se eles mudaram repentinamente, é necessário procurar um médico. Qualquer mudança nos mamilos, incluindo cor e textura, precisa ser verificada para descartar o câncer. “E, diga-se de passagem, mamilos com pelos não têm nada a ver com câncer e são totalmente normais! Uma em cada três mulheres tem, mesmo que não admita”, acrescenta.

Veja Mais:  Entenda o que é câncer de boca, doença que afastou apresentador da GloboNews

3. Vazamento pelo mamilo

Há algo mais preocupante do que seus seios esguicharem líquidos quando não há um bebê envolvido? “É normal ‘perder’ leite durante a gravidez, durante a amamentação, e até um ano após o desmame do bebê. Contudo, se você notar qualquer vazamento em qualquer outro momento, você precisa ser avaliada por um médico”, diz Debra.

Leia também: Homens representam 1% dos casos de câncer de mama no Brasil; veja sintomas

“Líquidos aleatórios, especialmente vermelho, verde ou se tiver algum odor, podem significar que você está com um problema, incluindo câncer de mama ou da glândula pituitária (ou hipófise, glândula pertencente ao sistema endócrino)”, explica ela.

4. Inchaço com dor

Seios inchados e doloridos também podem estar ligados ao câncer de mama. “Tudo está relacionado com o tamanho e a localização do tumor, que pode ser responsável por uma mudança de tamanho ou formato do seu peito”, explica Debra.

“A maioria das mulheres que relatam dor nas mamas não tem câncer. Contudo, se isso não tiver relação com seu ciclo menstrual, você não está amamentando ou esse incômodo não desaparece, vá ao médico”, acrescenta.

5. Alterações que não estão relacionadas aos seus seios

Dor nas costas, no pescoço e perda de peso inexplicável são outros sintomas que levaram mulheres a procurar atendimento médico e obter o diagnóstico de câncer de mama, segundo o estudo do NCRI. Isso porque essa doença pode se espalhar antes de ser detectada, causando sintomas em partes do corpo que não têm relação com os seios.

Veja Mais:  Rio de Janeiro registra 85 mortes por febre amarela no estado

Leia também: Câncer de mama: crença nos mitos piora estigma sobre a doença

“Não é possível identificar todos os possíveis sinais de câncer de mama – essa lista seria longa demais para ser significativa. Então, quando se trata de detecção precoce, você é sua melhor arma”, aponta Neelima. “No geral, qualquer alteração persistente e perceptível deve ser verificada por um médico”, completa.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Homem que sentia dor ao fazer xixi tem bala removida da bexiga após 18 anos

Publicado

Um americano de 42 anos que sentia dor ao fazer xixi e ejacular teve uma bala removida de sua bexiga após 18 anos. À época do ferimento, em 1990, os médicos decidiram não operá-lo para não danificar sua saúde. Com o passar do tempo, contudo, uma pedra na bexiga foi formada ao redor do projétil, ficando grande demais para passar pela uretra.

Leia também: Condição rara deixou instrutora de pilates sem fazer xixi por dois anos

Homem segurando a virilha com dor arrow-options
shutterstock
A dor ao fazer xixi e ejacular era causada por uma bala alojada na bexiga do homem desde 1990

O caso foi publicado no periódico científico Urology Case Reports por Joanna Marantidis, da Frank H. Netter MD School of Medicine da Quinnipac University e Grace Biggs, da Griffin Faculty Physicians em Derby, Connecticut.

Segundo as autoras do relato, os casos de ferimentos a bala no sistema urinário/reprodutivo, como o que fazia o paciente sentir  dor ao fazer xixi,  são considerados raros, correspondendo a cerca de 10% dos 2,8 milhões de pacientes de traumatismo que dão entrada nos hospitais americanos.

Leia também: Entenda o que a cor do seu xixi pode dizer sobre sua saúde

Os procedimentos usados para tratar a dor ao fazer xixi

Para retirar a bala e a pedra na bexiga  foi realizada uma cistolitolapaxia, procedimento que consistiu em fragmentar o cálculo com um laser de 1000 μm (equivalente a 1 mm). De acordo com o relato, tanto os fragmentos do projétil  como da pedra foram eliminados pela uretra.

Veja Mais:  É possível morrer de emoção? Entenda como o corpo reage em situações extremas

Apenas um dos restos da bala, que era afiado demais, não pode ser eliminado seguramente pelo canal urniário. Para terminar de remover os fragmentos, foi realizada uma cistolitotomia , na qual uma incisão foi feita logo abaixo do umbigo para remover um pedaço da bala que media aproximadamente 30 x 25 mm.

Na conclusão, as autoras lembraram que, embora este não seja um caso isolado , ele é um dos que teve maior intervalo entre a data do ferimento e a remoção do projétil de que se tem conhecimento.

Leia também: Faz mal ficar com muita vontade de fazer xixi? Veja o que dizem os médicos

Segundo elas, o procedimento correto para os clínicos deveria ser tratar o ferimento de imediato da melhor maneira possível e, em seguida, considerar a remoção completa da bala para evitar complicações a longo prazo, como a pedra na bexiga que causava dor ao fazer xixi e ejacular no paciente em questão.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Neurocientista ensina como não deixar o estresse levar à depressão

Publicado

Você sabia que o estresse pode ser a porta de entrada para doenças mentais como a depressão e a ansiedade ? Essa é a conclusão de cientistas foi detalhadamente explicada pelo  neurocientista, Dean Burnett, no jornal The Guardian neste domingo (13). 

Leia também: Preconceito ainda impede que pessoas busquem tratamento contra depressão

estresse arrow-options
shutterstock
O estresse pode causar esgotamento cerebral e levar à depressão

O especialista afirma que o estresse é o primeiro estágio de uma luta ou fuga. “Uma reação clássica ao perigo, o reflexo arraigado que nos obriga a enfrentar o perigo de frente ou a gritar com ele”, escreveu. Porém, a resposta não se resume a sim ou não. Existem os sistemas neurológico, bioquímico e o cérebro que trabalham em conjunto.

Você já deve ter percebido que nosso corpo é uma máquina. Qualquer pequeno defeito acaba refletindo em outras áreas e pode causar uma “ pane ”.

Quando o cérebro decide que o estresse é necessário, o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal) libera algumas substâncias químicas em nosso organismo, como o cortisol no sangue, que causa aumento da frequência cardíaca e tensão muscular e a glicocorticoide.

Só que o HPA não sabe como interromper os estímulos dessas substâncias e é a partir daí que vem a depressão. “Aqueles que sofrem de depressão crônica e muitos dos que já morreram pela doença demonstraram ter níveis significativamente elevados de glicocorticoides, cortisol e outros produtos químicos de estresse no sangue e nos tecidos”, afirma o Dr. Burnett.

Veja Mais:  Duas vacinas devem ser adicionadas ao calendário de vacinação no próximo ano

Dentre os sintomas físicos da depressão está o ganho de peso, a hipertensão, um sistema imunológico suprimido e problemas cardíacos . Todos esses problemas advêm de um fenômeno aliado ao estresse chamado excitotoxidade , pelo qual muita atividade danifica e prejudica os neurônios.

Da excitoxidade vem outra anomalia: a neuroplasticidade . Esse fenômeno acontece pelo uso excesso do cérebro e os cientistas acreditam que essa seja uma parte essencial da depressão.

O que causa o estresse e como lidar com ele?

yoga arrow-options
shutterstock
Aprender a respirar com técnicas de yoga pode ser útil no combate ao estresse

No artigo do Dr. Burnett, ele cita um curso chamado “ manuseio do estresse ” ministrado em Cardiff e que se baseia nos trabalhos do psicólogo Jim White. Os frequentadores do curso aprendem pequenos passos e progresso incremental para superar seus problemas.

Entre as causas do estresse justificadas no curso e pelo Dr. Burnett estão:

  • Falha em atender as expectativas;
  • Ter que fazer mais do que podemos suportar;
  • Perda de status;
  • Perda de padrão de vida;
  • Perda de segurança;
  • Perder alguém importante

“Perguntas como “sobre o que você deve se estressar?” não fazem sentido. Graças a forma como nosso cérebro funciona, se você não gosta de algo ou não quer que isso aconteça, ele pode e vai estressa-lo”, explica o médico.

E quais são os métodos para superar o estresse ? No curso apenas 10 letras dão o tom da recuperação. “ Enfrente seus medos . Seja mais ativo. Cuidado com o que você bebe”. Segundo Barnett, a bebida indicada não é apenas as alcoólicas, mas também a cafeína que deixa o cérebro ativo por muitas horas.

Veja Mais:  Nova substância mostra eficácia no tratamento de câncer cerebral infantil

Na área científica, a técnica de biofeedback ou neurofeedback já está sendo implementada em pacientes afetados pelo estresse. O procedimento funciona da seguinte forma: a pessoa é conectada a monitores que exibem saídas físicas do corpo como frequência cardíaca, tensão muscular, condutâncias da pele e ondas cerebrais. O objetivo é identificar as ações que ocorrem no inconsciente para que as pessoas possam controlá-las com as mentes conscientes.

Leia também: Ansiedade engloba distúrbios como as fobias e a síndrome do pânico

Exercícios de respiração, exercícios físicos e até ter adotar um pet podem ajudar contra o  estresse . Mas o mais importante é lembrar-se do conselho do Dr. Burnett. “Dê a eles [neurônios] tempo para reabastecer depois de serem levados ao limite e eles ficarão bem”.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana