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7 razões pelas quais algumas mulheres precisam fazer xixi o tempo todo

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Women's Health

Você está tomando um café, e, de repente, tem que sair correndo de uma reunião com medo de molhar as calças. Ou, uma hora depois de fazer uma parada na estrada, você precisa parar em outro posto de gasolina para ir ao banheiro. Parece que ultimamente você está sentindo vontade de fazer muito xixi – e não sabe ao certo o que está acontecendo com sua bexiga.

mulher no banheiro
shutterstock
Quantas vezes você sente vontade de fazer xixi por dia?

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“Há uma série de razões que influenciam a frequência com que temos que urinar. Isso inclui idade, dieta, condições médicas, medicamentos, volume e tipo de ingestão de líquidos”, explica Ekene Enemchukwu, urologista do Stanford Medical Center (EUA).

Mas a verdade é que algumas pessoas só têm uma anatomia diferente e uma bexiga menor, ou seu corpo produz mais urina. Também é possível que você conheça alguém que beba uma tonelada de água, mas que nunca precise fazer xixi , por exemplo.

Outra das razões mais comuns por trás do desejo de fazer muito xixi: a idade. Conforme você envelhece, há um risco maior de bexiga hiperativa e incontinência urinária, como a perda do controle da bexiga , o que pode causar problemas incrivelmente irritantes.

Mas ei, e se você ainda se considera jovem para isso? No seu caso, aqui estão algumas das razões pelas quais você pode fazer muito xixi – e o que fazer para melhorar isso.

Por que você precisa fazer muito xixi?

1. Você está tomando muito café

Irritantes da bexiga, como bebidas carbonatadas, comidas apimentadas, frutas ácidas, adoçantes artificiais, açúcares e álcool, podem deixar você urinando bastante. As bebidas com cafeína têm um efeito particularmente forte.

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“A cafeína é tanto um irritante direto da bexiga, e também é um diurético ”, explica Bilal Chughtai, professor de urologia da Weill Cornell Medicine (EUA). “Isso torna a bexiga mais hiperativa, e também faz com que você produza mais urina.”

Para reduzir o seu desejo de fazer xixi, limite-se a duas xícaras de bebidas com cafeína por dia – esse é o máximo antes de começar a aumentar sua frequência urinária, descobriu um estudo no International Urogynecology Journal .

2. Você está estressada

Como se a ansiedade e o estresse não fossem o suficiente, aqui está um efeito colateral menos falado: fazer muito xixi. “Às vezes, se você está ansiosa ou estressada, isso pode levar a uma alta sensibilidade da bexiga”, explica Chughtai.

3. Você tem uma infecção do trato urinário

Sim, você adivinhou: infecções urinárias (também conhecidas como “cistite” se as bactérias atingirem a bexiga) adoram fazer você sentir muita vontade de urinar.

Se você tem uma infecção do trato urinário, provavelmente precisará de um antibiótico para manter os sintomas sob controle (e começar a fazer xixi normalmente novamente).

4. Você está com constipação

Se você já está constipada há algum tempo, a micção frequente pode acompanhar seus sintomas. Por quê? Muito esforço sobrecarrega os músculos da bexiga e o assoalho pélvico, que são essenciais para ajudar você a controlar o desejo de fazer xixi. Com o tempo, esse excesso de pressão enfraquece os músculos, dificultando sua manutenção. Muitas vezes, aumentar a ingestão de fibras é suficiente para mover as coisas.

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5. O bebê está colocando pressão extra na sua bexiga

Fazer xixi ou vazar enquanto está grávida? Isso é típico. Na verdade, quatro em cada dez mulheres grávidas lutam com a incontinência urinária, segundo uma revisão no International Urogynecology Journal .

O ganho de peso e o crescimento do bebê também podem exercer mais pressão sobre o assoalho pélvico e os músculos da bexiga, enfraquecendo sua capacidade de manter o xixi. O que mais? Quanto mais fraca a bexiga, menos urina você pode armazenar, provocando o desejo de fazer xixi e mais vazamentos.

Boas notícias, no entanto: depois de dar à luz, seus músculos normalmente curam e você recupera o controle da bexiga. Com isso, sua frequência urinária também diminui). Se ainda tiver problemas de bexiga seis semanas depois do bebê, faça uma consulta ao seu médico.

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6. Você tem diabetes

Alguns sintomas de diabetes descontrolado? Excesso de sede e micção frequente (micção noturna também pode ser um sinal). Se você tem diabetes não tratada, seu corpo está tentando se livrar do excesso de açúcar no sangue. Isso significa que você acaba fazendo muito xixi. A desidratação pode seguir fazendo por um ciclo vicioso.

7. Você tem cistite intersticial

A bexiga cronicamente inflamada e irritada pode ser seu grande problema. Se você está sofrendo disso, sua área pélvica provavelmente dói. E fazer uma pequena quantidade de urina já lhe dá algum alívio. Porém, assim que sua bexiga se enche, você sente dor novamente. Às vezes, o desejo de fazer xixi é constante – mesmo que já tenha ido ao banheiro. Soa familiar? Vá ao médico (que pode encaminhá-lo para um urologista) para identificar a condição e obter tratamento, que geralmente é uma mistura de medicamentos e estilo de vida.

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Lembre-se: fazer muito xixi também pode ser totalmente normal!

Honestamente, talvez você apenas exagere na água ou o café um dia. Assim, além de abordar as questões acima, Enemchukwu fez seus pacientes praticarem técnicas de retenção da bexiga como esta:

Se você normalmente urina a cada duas horas, tente esticar para duas e meia ou três entre os intervalos. “O objetivo é treinar a bexiga ao longo do tempo para manter mais urina”, diz ela.

E, é claro, sempre há exercícios de que fortalecem o assoalho pélvico para dar aos músculos da bexiga o apoio de que precisam para manter seu xixi.

Fonte: IG Delas
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Homem rouba banco um dia antes do casamento para pagar por alianças

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Que os custos de uma festa de casamento fazem com que muitos queiram cometer uma loucura, não é segredo para ninguém. Um homem identificado como Heath Bumpous, porém, foi um pouco mais longe: ele confessou ter roubado um banco um dia antes do próprio casamento com a intenção de pagar pelas alianças e outras despesas.

alianças de casamento
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Homem disse, durante assalto, que não tinha dinheiro para as alianças que gostaria de comprar

De acordo com o Woody Wallace, xerife da pequena cidade de Groveton, no Texas, o crime aconteceu no único banco da cidade com pouco mais de 1.000 habitantes, localizado a cerca de 1km da delegacia.

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“Ele basicamente declarou que se casaria no dia seguinte, disse que não tinha dinheiro para as alianças que queria comprar e ainda precisava pagar pelo local do casamento . Então pediu pelo dinheiro e indicou que possuía uma arma”, disse o xerife em um vídeo no Facebook, no qual publicou fotos do suspeito e a descrição do caso para que outros usuários ajudassem a identificar o homem.

A estratégia de Wallace funcionou: a esposa de Bumpeous reconheceu o parceiro na postagem. De acordo com a rede CNN, a mulher foi responsável por convencer o então noivo a se entregar para a polícia, e assim ele o fez.

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Heath confessou o crime e agora será julgado por roubo qualificado. A maior parte do dinheiro também foi recuperada e a polícia encontrou a arma utilizada no assalto dentro do carro do suspeito.

Fonte: IG Delas
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“Não imagino minha vida sem minha barba”, diz mulher sobre aceitar pelos faciais

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Rose Geil lutou contra os pelos faciais por 20 anos e investiu em inúmeros tratamentos para conter o surgimento deles e evitar que isso interferisse em sua autoestima. A norte-americana de 42 anos revela ao Daily Star que precisava se barbear desde os 13.

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mulher decide aceitar pelos faciais
Reprodução/Instagram/@lunchboxscoresagain
Rose resolveu parar de lutar contra os pelos faciais e se sente bem melhor. “Não imagino minha vida sem minha barba”

Rose sofre da síndrome dos ovários policísticos, doença que eleva a produção de hormônios masculinos em mulheres, e mantinha os sintomas em segredo para evitar sofrer bullying. Para isso, um dos artifícios usados por ela era carregar sempre na bolsa uma lâmina para cortar os pelos faciais durante o dia.

Depois de anos de tratamento para combater a síndrome, Rose decidiu aceitar o corpo e abriu mão de aparar os pelos e, com isso, passou a cultivá-los. Desde então, a mulher já ganhou até prêmios de barbas mais bonitas e derrotou vários homens nas competições.

“Fiquei cerca de cinco dias sem me barbear, com amor próprio e me olhando no espelho, dizendo: ‘Não sou medonha e repugnante e isso realmente me agrada’”, conta ela ao portal.

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O amor próprio tem papel importante nessa história de autoaceitação. Apesar de ser vítima de comentários “cruéis” devido aos sintomas da síndrome dos ovários policísticos , Rose se sente bem com os pelos faciais. “Os homens me perguntam por que estou de vestido, tenho problemas quando uso banheiros femininos”, fala a mulher.

“As pessoas levam um tempo para aceitar que sou mulher. Elas ficam procurando alguma coisa na minha calça que não existe. É embaraçoso”, diz Rose. “Se eu não tivesse barba , isso não aconteceria”, opina.

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A norte-americana faz questão de enfatizar ter mais coisas positivas do que negativas em parar de lutar contra a natureza e assumir os pelos faciais . “Agora, meus banhos passaram de 20 minutos para sete minutos e eu não posso nem imaginar quanto dinheiro gastei com navalhas na minha vida”, afirma ela. “Não imagino minha vida sem minha barba”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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“Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário”, relata fisioterapeuta carioca

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Foto: Reprodução

Do site Maria Claire – “Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.

Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele

Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela.

Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.

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A chegada de nossa segunda filha, em março de 2012, coincidiu com sua brusca mudança de comportamento comigo. Rafael dizia que eu havia engravidado de propósito, como se isso fosse algum castigo. Com isso, começaram as agressões verbais, as brigas, o descaso e o abandono. Ele começou a chegar muito tarde em casa, inventava mil plantões no hospital, falava que estava sempre trabalhando. Nessa época, pedi demissão para cuidar das meninas e mergulhei numa depressão profunda.

Nas duas gestações engordei bastante, desenvolvi hipertensão e hiperêmese gravídica (uma complicação da gravidez que causa vômitos e sensação de desmaio), chegando até a ficar internada muitas vezes. O descaso dele era tanto que, quando nossa segunda filha nasceu, ele não queria pegar a criança no colo. Dizia que seu choro era chato, irritante e ainda que ela era feia. Era uma total rejeição absoluta. Nossa relação ia de mal a pior, nem sexo nós fazíamos mais. Me lembro que ele me humilhava de todas as formas, vivi o caos!

Em dezembro de 2012, minha caçula teve uma pneumonia e ficou internada. Quando teve alta, ele pediu a separação. Até então, éramos da igreja e frequentávamos os cultos evangélicos. Desesperada, recorri ao pastor que fez com que ele voltasse atrás. Mantivemos o casamento, mas ele sempre inventava plantões atrás de plantões para justificar sua ausência em casa. E continuava sem me tocar. A relação homem e mulher já não mais existia. Eu suportava isso por causa das crianças, mas não era fácil.

Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.

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Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.

Fiquei em estado de choque. Passei dias sem comer nem tomar banho. Paralisada em frente à TV assistindo àqueles programas evangélicos, na esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo. Minha mãe teve que buscar minhas filhas, estava totalmente fora de mim, não tinha condição alguma de cuidar delas. Não conseguia aceitar. Depois de três anos casada, meu marido havia saído do armário.

Depois disso, ele me pediu um prazo para sair de casa, organizar sua vida e procurar um canto pra viver. Nesse período, foram sumindo várias coisas sem que eu percebesse. Os presentes que havíamos ganhado no casamento desapareceram. E, como se não bastasse toda a humilhação de ser trocada por um homem, o safado ainda começou a me difamar no Facebook, no hospital onde eu trabalhava… Dizia a todos que estávamos nos separando porque eu o havia traído com meu ex noivo, pode?

Se passaram dois meses até eu sair do choque, mas esse dia chegou. Aí dei um basta! Expulsei Rafael de casa. Ele foi, mas me deixou com as dívidas que fez em meu nome enquanto éramos casados. Algumas pago até hoje, seis anos depois de separada, como a de um carro que ele comprou e não pagou. Acredito que ele só pague a pensão das meninas por medo de ir preso. Raramente dá algum presente para elas.

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Elas sabem que o pai é gay, não gosto de esconder nada das minhas filhas. Já estão com sete e oito anos e passam os fins de semana com Rafael a cada 15 dias. Parece que agora ele se assumiu mesmo. Menos mal!

Há dois anos, descobri como é ser amada e respeitada por um homem. Reencontrei o Leonardo, meu primeiro namorado ainda da época escola. Ele é marceneiro e me adicionou nas redes sociais após minha separação. Na época, comprei um armário novo para o quarto das meninas e chamei ele para montar. Começamos a nos falar sempre, até que marcamos um jantar. Nunca mais nos largamos. Depois de dez meses, ele veio morar comigo.

Em dezembro de 2017, já estava divorciada e nos casamos no civil. De véu e grinalda, com festa, tudo como manda o figurino. Leonardo, meu atual marido, é um supercompanheiro, íntegro e sincero. E se dá muito bem com minhas filhas.  O filho dele Patrick, de 14 anos, também mora com a gente. Ele tem síndrome de ‘Gorlin-Goltz’, uma doença rara que atrapalha o desenvolvimento, e perdeu a mãe ano retrasado.

Também voltei a estudar, estou no terceiro período de direito. Quero ser advogada para ajudar todas as mulheres que passam por situações humilhantes, como eu. Tive alta da terapia, e não tenho mais vergonha do que vivi. Tudo foi muito doído, mas me fez crescer imensamente e me tornar a mulher forte e determinada que sou hoje.”

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