conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

A Astronomia em 2019: passado e futuro

Publicado

Imagem de eclipse solar total: astronomia em 2019 e 1919
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Imagem de eclipse solar total: astronomia em 2019 e 1919

Passado o ano novo, é importante começar a pensar nos meses pela frente. O que acontecerá no mundo da astronomia em 2019?

Sem dúvida, podemos esperar grandes descobertas. Os astrônomos estão loucos para ver, finalmente, a foto do buraco negro obtida com o Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT), um projeto que teve início em 2017. Mas isso é assunto pra outra coluna.

Astrônomos amadores, por outro lado, esperam ansiosamente os grandes eventos de 2019. O destaque será, sem dúvida, o eclipse solar total de junho, observável do Chile. Brasileiros poderão acompanhar um eclipse parcial. Por outro lado, teremos (mais) uma superlua de sangue em janeiro, na madrugada do dia 21. Mas isso tudo eu também deixo pra depois, mesmo porque há outro eclipse importante para celebrarmos este ano.

Centenários astronômicos

Hoje gostaria de falar sobre as comemorações históricas. A União Astronômica Internacional, a maior sociedade internacional na área de astronomia, está completando 100 anos. Para celebrar, está organizando diversos eventos no mundo todo, e o Brasil não poderia ficar de fora.

Mesmo porque um outro centenário importante, com protagonismo brasileiro, acontece este ano: em 1919, astrônomos se reuniram em Sobral, no Ceará, e na ilha de Príncipe, na costa da África, para observar o eclipse solar total de 29 de maio — este, há cem anos. O objetivo? Confirmar a Relatividade Geral de Einstein.

Veja Mais:  Bolsonaro tem hoje sua primeira reunião com aliados para definir transição

Modelos e previsões

Esta é, na minha opinião, uma das mais belas histórias da astronomia. Com sua teoria da Relatividade Geral, Einstein previu que o espaço-tempo se curvaria na presença de um campo gravitacional. Uma ideia revolucionária, e certamente inesperada.

Mas a matemática da Relatividade Geral era precisa. Ao realizar seus cálculos, Einstein previa que uma estrela atrás do Sol teria sua posição no céu alterada, devido à curvatura do espaço gerada pelo astro-rei, como se este fosse uma gigantesca lente cósmica. O problema é que o próprio Sol é muito brilhante, ofuscando as estrelas ao seu redor. Afinal, quem já ouviu falar de observar as estrelas durante o dia?

A solução foi realizar as observações durante um eclipse total, quando a Lua tapa o Sol e escurece o céu durante alguns minutos. As imagens (sobretudo aquelas obtidas no Ceará, com o céu menos encoberto no dia) confirmaram as previsões de maneira inequívoca. Einstein estava certo.

Celebrando a história

Ao comemorar o centenário do eclipse de 1919, assim como o seu próprio, a União Astronômica Internacional pretende demonstrar ao público a importância de 100 anos de história de descobertas científicas.

Os centenários e comemorações históricas são uma grande oportunidade de deixar claro como a ciência evoluiu, através de experiências e modelos cuidadosamente testados. Para podermos avançar, é fundamental refletir sobre o que foi alcançado. Afinal, como já dizia Isaac Newton, se conseguimos enxergar mais longe, é por nos apoiarmos nos ombros de gigantes.

Veja Mais:  Planalto gastará R$ 7,1 milhões com carros para Bolsonaro e Mourão, diz revista

Comentários Facebook

Nacional

Bolsonaro diz que Moro no governo é “motivo de honra para brasileiros de bem”

Publicado

Moro e Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR – 11.6.19

Bolsonaro volta a defender Moro no governo: “Motivo de honra para brasileiros de bem”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, nesta segunda-feira (17). Segundo Bolsonaro, é motivo de “honra, satisfação e orgulho” ter o ex-juiz em seu governo.

“Eu quero dizer ao prezado Sergio Moro que é motivo de honra, satisfação, orgulho… não pra mim, mas para todos brasileiros de bem, tê-lo nessa função que se encontra”, afirmou Bolsonaro ao abrir sua fala sobre a assinatura da medida provisória (MP) que facilita a venda de bens apreendidos do tráfico de drogas , sob aplausos dos presentes, entre eles, o próprio ministro.

“Pra mim foi um motivo de honra e satisfação um homem que é um símbolo que quer mudar o seu País. Que em cima daquilo que ele aprendeu, naquilo que se propôs a servir a pátria como juiz estava fazendo e nos orgulhava a todos. E após essa conversa lá em casa ele falou da sua vontade, e era meu interesse também, de ocupar o Ministério para poder, por mais meios, combater o crime organizado, a lavagem de dinheiro e a corrupção”, acrescentou.

Direcionando sua fala ao general Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o presidente ainda disse que passou a ser alvo “por parte do inimigo” por conta do trabalho de Sergio Moro . “Quando se tem a verdade e Deus ao se lado, ninguém nos atinge”.

Veja Mais:  Bolsonaro tem hoje sua primeira reunião com aliados para definir transição

O texto assinado por Bolsonaro prevê que a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) seja dotada de instrumentos legais para transformar os produtos apreendidos ou confiscados em recursos para aplicar em políticas públicas.

Em pronunciamento, o ministro disse saber que medidas provisórias só devem ser editadas em “casos excepcionais”, mas disse que essa é bastante simples e considerá-la muito “relevante e urgente”.

De acordo com o Ministério da Justiça , as novas regras sobre itens confiscados devem dar mais eficiência e racionalidade na gestão de bens apreendidos. Além disso, o documento assinado pelo presidente deve autorizar a contratação temporária de engenheiros em projetos de contrução de presídios.

Leia também: Moro quer usar bens confiscados de criminosos para construir mais cadeias

Em nota, o Ministério afirmou ainda que, com a assinatura da MP, “será possível transformar, mais rapidamente, os bens apreendidos em recursos financeiros para aplicação em investimentos sociais”.

“Os valores arrecadados com a venda já poderão ser utilizados em políticas públicas antes mesmo do fim do processo judicial”, afirma o comunicado emitido pela pasta do governo Bolsonaro .

Decreto das armas

O presidente também aproveitou seu pronunciamento para pedir o apoio de parlamentares no que classificou de “batalha do decreto das armas “. “Quer desarmar o povo quem quer o poder absoluto”, declarou.

No sábado, durante cerimônia militar em Santa Maria (RS), o presidente defendeu que o povo tenha o direito de andar armado “para que tentações não passem na cabeça de governantes para assumir o poder de prova absoluta”.

Veja Mais:  Furacão Florence toca o solo dos EUA na Carolina do Norte

“A nossa vida tem valor. Mas tem algo muito mais valoroso que nossa vida, que é nossa liberdade. Além das Forças Armadas, defendo o armamento individual para nosso povo para que tentações não passem na cabeça de governantes para assumir o poder de prova absoluta”, disse o presidente, durante evento em memória ao marechal Emilio Mallet, o patrono da Artilharia.

Leia também: Após derrota, Bolsonaro renova apelo para Congresso manter decreto das armas

No sábado, ele também publicou em suas redes sociais um pedido para que a população cobre dos senadores a manutenção de seu decretos que flexibilizaram o porte de armas.

Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado votou pela revogação dos atos do presidente. A decisão, porém, ainda precisa ser referendada pelo plenário da Casa. 

O governo foi derrotado na CCJ , na última quarta-feira, por 15 votos a nove. Senadores aliados de Bolsonaro admitem preocupação com a possibilidade de o resultado contra os decretos seja mantido no plenário da Casa. A votação seria na própria quarta, mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), em acordo com os líderes, decidiu adiar para esta semana e deve acontecer na terça-feira (18).

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Sem Carlos Bolsonaro, Mourão é homenageado na Câmara do Rio

Publicado

Mourão
Divulgação

Mourão é homenageado na Câmara de Vereadores do Rio

O vice-presidente Antônio Hamilton Martins Mourão recebeu nesta segunda-feira (17) a medalha Pedro Ernesto e o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro na Câmara de Vereadores da capital. A homenagem ocorreu sem a presença do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

Leia também: Bolsonaro diz que Moro no governo é “motivo de honra para brasileiros de bem”

Ele saiu no meio da tarde antes mesmo do vice chegar e não falou com a imprensa. A homenagem foi solicitada por Jimmy Pereira, integrante do mesmo partido de Mourão, o PRTB. Ele é suplente do vereador Paulo Messina (PROS). Em fevereiro deste ano, Carlos chegou a assinar a moção de homenagem. No entanto, meses depois ele fez duras críticas públicas ao vice. Em especial, após a viagem de Mourão aos EUA.

Ao lado da mulher, Paula, o vice-presidente discursou e fez elogios ao Rio.

“Venho trazer a grande mensagem do governo do presidente Bolsonaro . A mensagem de fé, de que não temos que estar em depressão, que vamos superar as dificuldades”, disse o vice.

“Considero desde muito tempo essa cidade como minha segunda terra. Quem anda pelo Centro respira história”, comentou o general.

Mourão lembrou que veio morar na cidade em 1961. Lembrou de vitórias e derrotas do Flamengo e de sua experiência no Maracanã. “Torcedor é torcedor. Nossa família foi muito feliz aqui”, disse. Há poucos dias, Mourão também recebeu o título de Cidadão Emérito de Porto Alegre.

Veja Mais:  Futuro ministro do Meio Ambiente questiona dados sobre desmatamento no país

A imprensa teve diversas restrições para acompanhar o evento na Câmara de Vereadores e, segundo a assessoria da vice-presidência, apenas oito cinegrafistas e fotógrafos puderam acompanhar a cerimônia pública no plenário. Alguns jornalistas que tentaram credenciamento para o evento tiveram o pedido negado com a justificativa de que só iriam ser autorizados cinegrafistas ou fotógrafos.

Leia também: Relação entre juízes e partes é comum, mas não pode influenciar processos

O repórter do jornal “Folha de S. Paulo” foi o único autorizado a entrar no plenário. Mesmo os pedidos para acompanhar a cerimônia de homenagem a Mourão da galeria foram negados. A assessoria alegou que faltava espaço para que outros jornalistas pudessem acompanhar o evento. No entanto, as imagens feitas durante a homenagem mostraram espaços vazios no plenário. 

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Relação entre juízes e partes é comum, mas não pode influenciar processos

Publicado

Moro
José Cruz/Agência Brasil

Relação entre juízes e partes é comum, mas não pode influenciar processos, dizem juristas

A divulgação das conversas entre o procurador da Lava-Jato Deltan Dallagnol e o então juiz do processo e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, trouxe à tona a discussão sobre o limite ético da relação entre promotores, procuradores, advogados e juízes . Para o professor de Direito da Uerj e desembargador aposentado do TJRJ Luis Gustavo Grandinetti relações de amizades entre esses profissionais são comuns, mas não devem influenciar nos processos.

Leia também: PGR contesta ato de Gilmar que tirou ação contra Aécio Neves da Justiça Federal

“É muito comum promotores, juízes e advogados serem mais que colegas de trabalho. Serem amigos, saírem juntos. Isso é mais que comum e normal. O anormal é quando essas relações são transportadas para dentro de um processo e com o objetivo de prejudicar a outra parte. Isto ofende a moral, a ética, a legislação e a Constituição. Mas ser amigo do promotor, do juiz, ou do advogado não interfere. Quando o Ministério Pública postula uma causa pública e o promotor é amigo do juiz não há problema. O problema é transportar essa amizade para o processo e agir no interesse de uma das partes”, afirma.

O coordenador do Centro de Justiça e Sociedade da FGV, Michael Mohallem afirma que as relações pessoais entre esses profissionais são difíceis de mapear e fazem parte da sociedade .

Veja Mais:  Referendo na Suíça aprova restrição à posse de armas

Leia também: Ministério da Infraestrutura identifica 23 possíveis casos de irregularidade

“Como em vários campos da sociedade, existe a relação formal que é conhecida do público e visível, e em muitos outros setores existe outros tipos de relações que são pessoais. Como por exemplo, de juízes e advogados que foram colegas de faculdade, isto é muito difícil de mapear, e faz parte dessas relações profissionais”, destaca.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana