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Saúde

A importância da língua em nossa saúde bucal, por Bruno Puglisi

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Quando falamos em saúde bucal, logo pensamos em dentes, mas há muito mais coisas envolvidas e um delas é a condição de nossa língua. Nesta coluna, doutor Bruno Puglisi fala sobre sua importância, anatomia, prevenção de doenças em nossa boca e maneiras de manter sua higiene.

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Doutor Bruno Puglisi explica os cuidados que devemos ter com a nossa língua
Thinkstock/Getty Images

Doutor Bruno Puglisi explica os cuidados que devemos ter com a nossa língua

A língua tem duas partes: a anterior e posterior. A anterior ocupa aproximadamente dois terços da língua e é visível quando você abre a boca. A posterior está localizada em direção à sua garganta.

O ponto aqui é que sua língua abrange o comprimento de sua cavidade oral. Assim, naturalmente desempenha um grande papel na sua saúde bucal . Se não estiver limpa, então tem o potencial de espalhar bactérias pelo resto da boca.

Quando você mastiga comida, a língua ajuda na digestão, movendo as partículas parcialmente dissolvidas em direção à garganta para engolir. A ponta da língua é capaz de se mover de modo que pode ajudar a limpar os detritos das partes superiores da nossa boca .

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Outro atributo da nossa  língua é que ela tem entre 3.000 a 10.000 papilas gustativas  que a revestem. Eles abrigam os receptores de sabor, que lhe permitem desfrutar de uma infinidade de sabores.

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É importante manter a língua limpa, porque as bactérias podem ficar presas entre as papilas e contribuir para problemas de saúde bucal e mau hálito.

Infelizmente, na língua pode crescer ninhos de bactérias. Com o tempo, eles ficam mais suscetíveis a doenças na gengiva, cárie dentária e uma série de outros problemas. Além disso, eles impedem os mecanismos naturais de defesa da língua que protegem seu corpo de germes invasores.

Dicas para uma língua mais saudável:

Depois de terminar de escovar os dentes, não se esqueça de passar suavemente sua escova de dentes sobre sua língua para remover qualquer excesso de detritos.

Use um raspador de língua – o raspador é projetado especificamente para limpar a superfície da sua língua. Usando um movimento de deslizamento, mova-o de trás para a frente. Isso ajuda a tirar as bactérias e partículas de alimentos que podem estar escondidos entre as papilas.

Lave com enxaguatório bucal – Uma maneira final para ajudar na saúde da sua língua e sua boca inteira é enxaguar com bochechos após uma refeição ou escovar. Isso fornece fortificação extra contra intrusos.

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Agora que você sabe como a sua língua é vital para a sua saúde bucal, certifique-se de dedicar mais tempo à sua manutenção. Para ir mais longe em sua busca, entre em contato com seu dentista local para agendar uma consulta de cuidados preventivos hoje.

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Uma das principais maneiras de proteger a saúde de sua língua é visitando seu dentista semestralmente para limpezas e exames. Tenha em mente que essas consultas não são apenas para monitorar a condição de seus dentes. Seu dentista também examinará sua língua para ter certeza de que ela está saudável.

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Saúde

São Paulo tem 267,6 mil casos confirmados de dengue neste ano

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Mosquito dengue
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas

O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos.

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São elas: São José do Rio Preto (25.107); Bauru (24.515); Campinas (22.355); Araraquara (12.863); São Paulo (12.144); Ribeirão Preto (7.263); Birigui (6.836); São Joaquim da Barra (5.410); Barretos (5.059) e Guarulhos (4.812).

“Devido à circulação do sorotipo 2 de dengue , mesmo os pacientes que já tiveram dengue tipo 1, por exemplo, estão suscetíveis a infecções, o que contribui para o aumento de casos e até mesmo para a ocorrência de quadros clínicos mais graves”, diz a nota da Secretaria Estadual de Saúde.

Acrescenta que a dengue é sazonal e sua incidência tende a aumentar no verão, período que favorece a proliferação do mosquito  Aedes aegypti .

“Além disso, trata-se de uma doença cíclica, com oscilação de casos e aumento a cada três ou quatro anos, em média”, explica a secretaria.

Combate ao mosquito

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho de campo para combate ao mosquito transmissor da dengue é de responsabilidade dos municípios, conforme a diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).

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“O estado presta auxílio por meio de treinamentos técnicos, além de apoio, sempre que necessário, do efetivo da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) para ações de nebulização, entre outras. Há ainda a realização de exames de sorologia com finalidade epidemiológica por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz”, finalizou a secretaria.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Seis meses após saída de médicos cubanos, governo não sabe como suprir demanda

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médicos cubanos
Luciano Lanes / PMPA

Médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos por decisão do país caribenho após eleição de Bolsonaro

O governo Bolsonaro parece ainda não ter encontrado uma solução para preencher as vagas deixadas por médicos cubanos no Brasil. Seis meses após o governo de Cuba anunciar o fim de sua participação no programa Mais Médicos, em decorrência de falas ameaçadoras de Bolsonaro à presença dos profissionais no país, 28 milhões de brasileiros estão sem assistência médica.

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Os dados sobre o desmonte da saúde no país foram expostos pelo The New York Times. Em recente reportagem, o jornal norte-amricano mostra que quase três mil municípios continuam desassistidos após a saída dos médicos cubanos , principalmente as comunidades indígenas e ribeirinhas e as populações das regiões periféricas. Uma situação que ocorre por conta do descaso com que o governo Bolsonaro trata a saúde pública, segundo avaliação do ex-ministro Arthur Chioro , em entrevista à Rádio Brasil Atual .

“São dirigentes inescrupulosos que fundamentam suas ações por um viés meramente ideológico, sendo incapazes de enfrentar a realidade e admitirem que o programa Mais Médicos poderia inclusive ser aperfeiçoado”, afirma o ex-ministro.

Em fevereiro, o Ministério da Saúde chegou a anunciar que as vagas deixadas tinham sido preenchidas por médicos brasileiros. No entanto, já em abril, milhares desses profissionais desistiram, muitos sequer compareceram ao trabalho. O governo afirmou que mais de mil municípios, além de dez Distritos Sanitários Especiais Indígenas, começariam a receber 1.975 médicos , a partir desta segunda-feira (24). Um número ainda abaixo da demanda.

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Estudo realizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) mostra ainda que o Brasil poderá registrar, até 2030, 100 mil mortes consideradas evitáveis devido à paralisação do programa Mais Médicos e saída dos médicos cubanos  e do congelamento dos gastos federais na saúde do país com a Emenda Constitucional 95, conhecida como PEC do Teto de Gastos. “Lamentavelmente nós estamos lidando com um governo, um presidente da República e ministro da Saúde que não têm nenhum compromisso com a vida”, critica Chioro.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mais de 53,5 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe

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Agência Brasil

Profissional da saúde enche seringa de vacina
Tomaz Silva/Agência Brasil

Campanha de vacinação contra a gripe atingiu 90% do público-alvo

Mais de 53,5 milhões de pessoas dos grupos prioritários, entre eles, professores, gestantes, profissionais das forças de segurança de salvamento, crianças e idosos, procuraram os postos de saúde, onde se vacinaram contra a gripe, até essa segunda-feira (24). Também foram vacinadas 5,6 milhões de pessoas que não integram os grupos prioritários.

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De acordo com o Ministério da Saúde, os dados mostram ainda que 18 estados e o Distrito Federal conseguiram vacinar 90% do público-alvo contra a gripe . No total, foram distribuídas 59,5 milhões de doses para todo o país. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

“Apesar de atingir a meta nacional, nem todos os grupos conseguiram alcançar os 90% de cobertura: crianças (82,8%), gestantes (81,8%), pessoas com comorbidades (86,3%), profissionais das forças de segurança e salvamento (48,5%) e população privada de liberdade (74,8%) ficaram com a vacinação abaixo do ideal. Isso significa que mais de 2,6 milhões de crianças e 3,8 milhões de gestantes deixaram de se vacinar”, informou o ministério.

Atingiram a meta de vacinação os trabalhadores de saúde (90%), puérperas (103,4%), indígenas (95,2%), idosos (98,2%), professores (104,4%) e funcionários do sistema prisional (124,2%).

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Quanto à cobertura vacinal da gripe nos estados, oito não alcançaram a meta de 90%: Acre (86,7%), Bahia (86%), Rio de Janeiro (86,9%), São Paulo (84,7%), Paraná (86,9%), Santa Catarina (86,8%), Rio Grande do Sul (86,5%) e Mato Grosso do Sul (89,8%).

Fonte: IG Saúde
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