conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Saúde

A importância da língua em nossa saúde bucal, por Bruno Puglisi

Publicado

Quando falamos em saúde bucal, logo pensamos em dentes, mas há muito mais coisas envolvidas e um delas é a condição de nossa língua. Nesta coluna, doutor Bruno Puglisi fala sobre sua importância, anatomia, prevenção de doenças em nossa boca e maneiras de manter sua higiene.

Leia também: A importância da língua em nossa saúde bucal, por Bruno Puglisi


Doutor Bruno Puglisi explica os cuidados que devemos ter com a nossa língua
Thinkstock/Getty Images

Doutor Bruno Puglisi explica os cuidados que devemos ter com a nossa língua

A língua tem duas partes: a anterior e posterior. A anterior ocupa aproximadamente dois terços da língua e é visível quando você abre a boca. A posterior está localizada em direção à sua garganta.

O ponto aqui é que sua língua abrange o comprimento de sua cavidade oral. Assim, naturalmente desempenha um grande papel na sua saúde bucal . Se não estiver limpa, então tem o potencial de espalhar bactérias pelo resto da boca.

Quando você mastiga comida, a língua ajuda na digestão, movendo as partículas parcialmente dissolvidas em direção à garganta para engolir. A ponta da língua é capaz de se mover de modo que pode ajudar a limpar os detritos das partes superiores da nossa boca .

Leia também: Você sabe os males que o cigarro traz para sua boca? Dr. Bruno Puglisi explica

Outro atributo da nossa  língua é que ela tem entre 3.000 a 10.000 papilas gustativas  que a revestem. Eles abrigam os receptores de sabor, que lhe permitem desfrutar de uma infinidade de sabores.

Veja Mais:  Planos de saúde perdem força e cartão de saúde fica mais vantajoso

É importante manter a língua limpa, porque as bactérias podem ficar presas entre as papilas e contribuir para problemas de saúde bucal e mau hálito.

Infelizmente, na língua pode crescer ninhos de bactérias. Com o tempo, eles ficam mais suscetíveis a doenças na gengiva, cárie dentária e uma série de outros problemas. Além disso, eles impedem os mecanismos naturais de defesa da língua que protegem seu corpo de germes invasores.

Dicas para uma língua mais saudável:

Depois de terminar de escovar os dentes, não se esqueça de passar suavemente sua escova de dentes sobre sua língua para remover qualquer excesso de detritos.

Use um raspador de língua – o raspador é projetado especificamente para limpar a superfície da sua língua. Usando um movimento de deslizamento, mova-o de trás para a frente. Isso ajuda a tirar as bactérias e partículas de alimentos que podem estar escondidos entre as papilas.

Lave com enxaguatório bucal – Uma maneira final para ajudar na saúde da sua língua e sua boca inteira é enxaguar com bochechos após uma refeição ou escovar. Isso fornece fortificação extra contra intrusos.

Leia também: Veja os cuidados necessários com os dentes das crianças durante as férias

Agora que você sabe como a sua língua é vital para a sua saúde bucal, certifique-se de dedicar mais tempo à sua manutenção. Para ir mais longe em sua busca, entre em contato com seu dentista local para agendar uma consulta de cuidados preventivos hoje.

Veja Mais:  É possível morrer de emoção? Entenda como o corpo reage em situações extremas

Uma das principais maneiras de proteger a saúde de sua língua é visitando seu dentista semestralmente para limpezas e exames. Tenha em mente que essas consultas não são apenas para monitorar a condição de seus dentes. Seu dentista também examinará sua língua para ter certeza de que ela está saudável.

Comentários Facebook

Saúde

Gato é flagrado perto de bebê prematuro e maternidade do Piauí abre investigação

Publicado


Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais
Reprodução/Twitter

Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais

Uma foto de um gato ao lado de um bebê prematuro no Centro Obstetrício da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), em Teresina, no Piauí, viralizou nas redes sociais e está causando polêmica entre os internautas. A cena teria sido registrada na madrugada de segunda-feira (18) por um médico da Instituição que se revoltou com o ocorrido.

Leia também: Mulher é presa após vídeo flagrar abandono de bebê em canteiro de flores, no DF

Em nota, a maternidade afirmou que desconhece o espaço na unidade hospitalar, mas que, mesmo assim, abriu uma investigação, por meio das câmeras de segurança, para apurar a presença do gato na sala destinada aos recém-nascidos que aguardavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

A direção do hospital ainda informou que solicitou uma perícia para analisar a imagem, para verificar se não se trata de uma montagem, e advertiu em relação ao compartilhamento da imagem da criança e ao usou de aparelhos tecnológicos dentro da maternidade . “Segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar”, informou. Confira abaixo a nota na íntegra:

Veja Mais:  Em um ano, casos de febre amarela resultaram em quase 500 mortes, aponta boletim

Leia também: Homem morre após ter membros dilacerados pelos próprios pitbulls, em Goiânia

“Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato, não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês”.

O caso também foi comentado pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB ), que lamentou o “descaso” da principal maternidade pública do Piauí . “Esperamos que a direção tome as devidas providências para que casos como esse não voltem a acontecer e coloque em risco a vida de recém-nascidos, tendo em vista que não se sabe a procedência do animal e o local ser restrito para profissionais”, afirmou.

Veja Mais:  Deputado do PSL cria projeto para proibir venda de pílula do dia seguinte e DIU

Leia também: Ilhas russas declaram estado de emergência após invasão de ursos polares; veja

O registro do gato não é o primeiro problema enfrentado pelo hospital. Desde novembro de 2018, a maternidade passa por uma interdição ética parcial, devido à estrutura precária, ao atraso de salários e ao aumento da mortalidade de bebês e mães por infecção hospitalar. Com isso, os médicos passaram a atender apenas casos de alta complexidade.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica avança no Senado

Publicado


Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado
Shutterstock/Arquivo

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (20) substitutivo da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2017, que determina que os profissionais de saúde registrem no prontuário de mulheres indícios de prática de violência doméstica.

Leia também: Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

O substitutivo prevê a comunicação à autoridade policial, inclusive nos casos de suspeita de violência , como já o faz o Artigo 19 do Estatuto do Idoso. O texto foi enviado ao plenário em regime de urgência, e a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS) espera que seja incluído ainda hoje na pauta.

Segundo o texto, os profissionais de saúde terão prazo de 24 horas comunicar à polícia, os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. De acordo com a autora, ao registrar o fato, o profissional de saúde estaria contribuindo não só para sua notificação, mas também para a prevenção e apuração dessa prática criminosa.

Inicialmente, o projeto pretendia acrescentar essa previsão à Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), mas a relatora, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), decidiu elaborar um substitutivo, deslocando a medida para a Lei 10.778, de 2003, que já regula a notificação compulsória de casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A providência, explicou Maria do Carmo, foi tomada para afastar questionamentos quanto à juridicidade e constitucionalidade da matéria.

Veja Mais:  Surto de gripe H1N1 no Distrito Federal é negado pela secretaria de Saúde

O projeto inicial previa que a direção da instituição de saúde deveria comunicar o fato às autoridades policiais, que, na sequência, deveriam informar à Secretaria de Segurança Pública local. Tal previsão foi excluída pela relatória.

Leia também: Processos judiciais na área de saúde cresceram 130% em uma década; entenda

“A constitucionalidade do projeto poderia ser questionada em razão de prever obrigações às polícias estaduais e aparente tarefa às secretarias estaduais, o que poderia ser entendido como desrespeito à autonomia dos estados, prevista no artigo 18 da Constituição federal, e à reserva de iniciativa legislativa do tema pelos governadores”, explicou a senador

Como o texto aprovado pela Câmara sofreu mudanças no Senado, o PLC 61/2017 deverá ser reexaminado pelos deputados federais, caso seja aprovado pelo Plenário do Senado. Caso passe pela Câmara, o projeto que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica vai para sansão presidencial.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

Publicado


Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018
Marcelo Camargo/ABr

Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018

O Brasil perderá o certificado de país livre do sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, a pasta informou à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o registro de um caso de sarampo endêmico no Pará, em 23 de fevereiro deste ano. 

Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre do sarampo e iniciará o plano para retomar o título, concedido pela Opas em 2016. De acordo com o ministério, o prazo para reconquistar o certificado é de 12 meses.

Em comunicado, o ministro Luiz Henrique Mandetta informou que as taxas de vacinação caíram muito nos últimos anos e precisam voltar ao patamar de 95%.

“Nosso plano consiste em encaminhar medidas importantes ao Congresso Nacional, como a exigência do certificado de vacinação, não impeditiva, de ingresso na escola e no serviço militar. Reforçaremos, ainda, o monitoramento da vacinação, por meio dos programas de integração de renda e como norma para os trabalhadores de saúde”, disse. O ministro acrescentou que uma secretaria será criada para monitorar os índices de imunização no país.

Outra medida é a veiculação de uma campanha, em abril, para estimular a vacinação contra a doenças nos estados do Amazonas, Roraima e Pará, que, desde o ano passado, registram a transmissão ativa do vírus. O foco da imunização são crianças de seis meses a menores de cinco anos, público com menor indicador imunização e mais vulnerável.

Veja Mais:  Sem atingir a meta, campanha de vacinação contra sarampo e pólio acaba hoje

Os primeiros casos da doença foram identificados em fevereiro de 2018. A partir desses casos, o bloqueio vacinal foi intensificado, com campanhas específicas em Roraima e em Manaus no primeiro semestre. A campanha nacional para as crianças ocorreu em agosto.

De acordo com o Ministério da Saúde, até 19 de março deste ano, 48 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 20 importados e 28 endêmicos. Dos casos endêmicos, 23 foram registrados no Pará e cinco no Amazonas. Em 2018, o país teve 10.326 casos da doença, com pico em julho (3.950 casos). A vacina está disponível nos postos de saúde.

A doença provoca infecções respiratórias, otites, diarreia e doenças neurológicas. Algumas das sequelas são redução da capacidade mental, cegueira, surdez e retardo do crescimento. Nos casos mais graves, o sarampo pode levar à morte. O Brasil recebeu o certificado, em 2016, após a Opas ter considerado que o país havia eliminado o sarampo . No ano anterior, o país havia registrado os últimos casos da doença.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana