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Economia

A importância do e-commerce para as empresas

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E-commerce não deve ser o único meio de contato com os clientes, recomenda Eduardo Orfão

Em um projeto de e-commerce, a engenharia de vendas online nem sempre tem a devida atenção, mas essa é uma etapa fundamental de qualquer operação de comércio eletrônico.

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A coordenação de processos de logística, tanto de entrega como de despacho, é uma tarefa inerente a qualquer negócio, e no e-commerce não é diferente.

O grande segredo nas vendas online é conseguir uma integração tal entre os processos, que possibilite um fluxo rápido e eficiente de pedidos, visando o melhor padrão de atendimento possível em uma loja virtual, um dos principais diferenciais neste segmento.

O e-commerce é um conceito extensível a qualquer tipo de negócio ou transação comercial que implique transferência de informação através da internet. O comércio eletrônico é atualmente um dos mais importantes fenômenos da internet em ascensão sendo que o mesmo possibilita aos consumidores transacionarem bens e serviços eletronicamente sem barreiras de tempo ou distância.

O comércio eletrônico surge como um importante aditivo ao modelo de negócio convencional, ajudando a impulsionar as vendas a alcançar um público diferente. É ainda considerado uma ferramenta de marketing na divulgação de marcas e dos produtos e serviços associados.

Tipos de e-commerce

  • B2B – os negócios entre empresas ou Business to Business
  • B2C – os negócios que se dirigem aos consumidores ou Business to Consumer
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E quais são as vantagens para as empresas com o E-commerce ??

  • canal de vendas dinâmico, versátil e personalizado;
  • exploração de novas oportunidades de negócios;
  • eliminação das barreiras de localização e tempo;
  • automatização do sistema de vendas;
  • facilidade na transmissão de informações sobre produtos e marca;
  • reduzido custo operacional;
  • facilidade de acesso aos produtos.

Se no mundo físico as vendas merecem toda atenção possível, no mundo online não é diferente. Precisamos destacar atenção a questões simples e inerentes a qualquer operação comercial, seja ela física ou online. 

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Fatores determinantes de uma boa venda online – e-commerce 

  • as informações de contato devem estar presentes e em local bem visível;
  • a informação sobre cada produto deve ser clara e objetiva;
  • devem-se evitar pop-ups, tentativas de captação de e-mails entre outras técnicas de marketing mais agressivas;
  • a informação sobre o preço deve incluir todas as taxas e custos inerentes à compra de forma a não causar dúvida ao consumidor;
  • em termos de pagamento e por questões de segurança para ambas as partes, deve-se evitar o uso de cartões de crédito. Assim, o recurso a métodos de pagamento como o paypal ou similares torna-se fundamental;
  • o catálogo de produtos deve estar atualizado;
  • parcerias bem consolidadas com fornecedores;
  • sistemas de administração de estoques eficientes;
  • integração entre a plataforma de E-commerce e sistemas de gestão de estoques;
  • sistema de entrega eficiente e transparente;
  • boa estrutura de logística reversa.
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Numa plataforma e-commerce, o cliente é apresentado a uma vasta linha de produtos em cliques, desta forma, ele se sente motivado a realizar uma compra baseado em seus interesses. A qualidade apresentada pela loja virtual e a confiança que ela transmite é fundamental para a conclusão da venda, desta forma, a facilidade de navegação na ferramenta é preponderante. 

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O e-commerce não deve ser o único meio de contato com os clientes, devem ser usados outros meios na divulgação dos produtos e serviços prestados, no entanto, deve-se encarar o e-commerce como mais uma importante ferramenta entre muitas que estreita o relacionamento com o cliente.

Fonte: IG Economia
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Economia

Reforma deve ser aprovada em dois meses no Senado, avalia presidente da CCJ

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Waldemir Barreto/Agência Senado

Reforma deve ser aprovada em dois meses no Senado, avalia presidente da CCJ

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), avaliou nesta segunda-feira que a reforma da Previdência deve tramitar durante cerca de dois meses na Casa. Após a conclusão da votação na Câmara, que ocorrerá no início de agosto, a reforma terá que passar pela CCJ e pelo plenário do Senado. Simone Tebet defendeu a inclusão de Estados e municípios, mas em outra Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

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“A PEC principal da reforma acredito que em 45 dias no Senado é muito otimismo, mas 60 dias é um tempo confortável. Agosto e setembro. A PEC paralela pode estender um pouquinho para outubro, a depender da reunião de líderes, porque também os líderes podem querer votar concomitantemente, votar no mesmo dias as duas PECs”, avaliou. 

Tebet confirmou que Tasso Jereissati (PSDB-CE) será o relator da reforma no Senado. Assim como Jeressati, ela defende uma PEC paralela para incluir Estados e municípios, mas diverge dele no conteúdo: para a senadora, essa PEC deve apenas permitir que a reforma nacional seja replicada localmente por meio de um projeto de lei. Ela considera que essa PEC teria mais chances de ser aprovada na Câmara, para onde seria enviada depois do Senado, e, ao mesmo tempo, já facilitaria a situação dos Estados e municípios, já que diminuíra o quorum necessário para a aprovação da reforma. 

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“O que nos preocupa é o conteúdo. Que PEC paralela seria aprovada na Câmara dos Deputados, que já rejeitou a inclusão de Estados e municípios no texto principal? Nós temos duas opções na PEC paralela. Ou nós já confirmamos que Estados e municípios estão incluídos ou estabelecemos que lei complementar dos Estados e municípios estará regulamentando as reformas dos seus respectivos entes federados. Acho que essa última tem mais facilidade de passar aqui e na Câmara dos Deputados, mas isso é uma decisão colegiada dos 81 senadores”, completou.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mourão diz que Previdência terá que ser discutida novamente em seis anos

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O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou na manhã desta segunda-feira (15) que em até seis anos a reforma Previdência deverá ser debatida novamente. As mudanças nas regras da aposentadoria estão sendo discutidas no Congresso, aguardando votação no Senado, mas, na opinião de Mourão, não ‘da maneira que o governo gostaria’.

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Vice-presidente, Hamilton Mourão arrow-options
Romério Cunha/ VPR

Vice-presidente, Mourão afirmou que reforma da Previdência como está se desenhando agora é “boa”, não “ótima”

“Qual era a primeira coisa para buscar o equilíbrio fiscal? A reforma da Previdência . Felizmente ela está encaminhada. Não da forma como nós, governo, gostaríamos, mas existe um velho aforismo no meio militar que diz que o ótimo é inimigo do bom. Então, vamos ter uma reforma boa, não uma ótima. Daqui a cinco, seis anos, nós vamos estar novamente discutindo isso aí”, declarou o vice-presidente, segundo informações da Agência Brasil .

A fala foi feita durante em evento da Fundação Getulio Vargas (FGV), o II Rio Money Forum, no Rio de Janeiro, que foi fechado à imprensa. Contudo, o discurso de Mourão foi reproduzido pela Agência Brasil .

O vice-presidente se mostrou apoiar a votação da reformão deu que o Congresso abrace a pauta da reforma política tão logo sejam concluídas as votações da reforma da Previdência. Mourão argumentou que a fragmentação do Congresso fez com que os partidos políticos deixassem “de representar o pensamento da sociedade como um todo”. “O ideal é que tivéssemos cinco partidos, quando muito sete”, disse o vice-presidente.

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Além disso, Mourão também defendeu a venda de estatais como uma forma de resolver problemas fiscais: “Se a empresa está dando prejuízo, e o governo não tem condições de arcar com aquilo, tem que vender”.

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Segundo ele, o governo não deve expandir o quadro de funcionários públicos. “Não vamos contratar ninguém pelos próximos anos. Vamos fazer uma diminuição do tamanho do Estado, de forma branda”, afirmou Mourão.

Fonte: IG Economia
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Economia

Flávio Bolsonaro diz que Senado deve debater inclusão de estados e municípios

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O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (15) que várias emendas devem ser apresentadas ao projeto de  reforma da Previdência e admitiu que o Senado  tem grandes chances de voltar a discutir a inclusão de estados e municípios , que já articulam volta à reforma no Senado e buscam receitas extras para cobrir rombo.

Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) arrow-options
Charles Sholl/Brazil Photo Press/Agencia O Globo – 4.7.19

Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) admitiu que é possível que o tema seja incluído novamente à reforma

“Vamos ver como vai reagir o plenário, mas a ver, se isso for uma condicionante para o pessoal votar e tiver de ficar de fora [ estados e municípios ], mesmo raciocínio da Câmara. Melhor alguma coisa do que arriscar a reforma da Previdência toda”, disse.

Na avaliação do senador, o clima entre os parlamentares é “receptivo” para  debater o tema. “Até porque são ex-governadores, ex-presidentes, já sabem como é que funciona quando o calo aperta, né? Acho que um clima mais ameno em relação a isso, de menor resistência”, afirmou.

Ele disse ainda que é preciso avaliar como serão apresentadas as emendas para se posicionar. “Mas a ideia é defender a proposta sempre a mais próxima da original possível da que foi enviada pelo Paulo Guedes”, afirmou Flávio Bolsonaro .

Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ),  defendeu a discussão do assunto em uma proposta de emenda constitucional  (PEC) restrita ao tema. O senador  Tasso Jereissati (PSDB-CE), provavel relator da reforma da Previdência no Senado, também vê  clima favorável para a inclusão de estados e municípios na tramitação final do projeto.

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“A grande maioria dos senadores que tenho ouvido é favorável à inclusão de estados e municípios . Eu, pessoalmente, sou extremamente favorável. Acho que é absolutamente essencial à reforma a presença de estados e municípios”, disse Jereissati após participar de uma audiência pública com os governadores do Piauí (Wellington Dias, PT), do Rio Grande do Sul (Eduardo Leite, PSDB) e do Paraná (Ratinho Júnior, PSD).

O senador também revelou que essa saída conta com o apoio do presidente do Senado e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM), mas admitiu haver relutância dentro da Casa. “A grande batalha, a grande polêmica que vamos nos envolver agora, é a inclusão ou não dos estados e municípios na reforma. Não tenho certeza, mas creio que a maioria dos senadores tem essa posição [a favor]. Mas existem alguns focos de resistência”.

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Os três governadores presentes demonstraram preocupação com o fato de os estados terem sido excluídos da reforma da União e apelaram aos senadores que retomem os debates na Casa. “Os senadores deveriam aderir à reforma da Previdência . Se o Congresso Nacional não tomar conta disso, vamos criar 27 problemas”, alertou Ratinho Júnior.

Fonte: IG Economia
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