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Nacional

Anistia pede a ONU que investigue Maduro por violação de direitos humanos

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Venezuela
Reprodução/Twitter

Durante encontro com militares, na cidade de Vargas, na Venezuela, Maduro apelou à obediência do Exército

A Anistia Internacional pede à Organização das Nações Unidas (ONU) que crie uma Comissão que investigue denúncias de violação de direitos humanos e de crimes contra a humanidade na Venezuela.

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Na apresentação de um relatório sobre o país, a Anistia acrescenta que o presidente Nicolas Maduro tem de prestar contas à Justiça internacional.  Durante encontro com militares, na cidade de Vargas, Maduro apelou à obediência do Exército da Venezuela .

O autoproclamado presidente Interino, Juam Guaidó , promete continuar a lutar. Ele destaca que nada vai fazer com que desista da luta política. Nessa terça-feira (14), em mensagem no Twitter, Guaidó disse que dezenas de agentes dos serviços secretos venezuelanos  revistaram o gabinete.

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Fora do edifício, mais de uma centena de integrantes da Guarda Nacional Bolivariana, da polícia e do Serviço de Inteligência impediram a entrada de deputados no Parlamento da Venezuela . A Polícia Nacional Bolivariana justificou o cerco por suspeita da “existência de um engenho explosivo” no local.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

‘Traição’ de Bolsonaro no WhatsApp resultou em rebelião do centrão no Congresso

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Presidente Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR – 24.5.19

Bolsonaro compartilhou críticas a nome apoiado por Maia no WhatsApp, segundo jornal

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reacendeu a crise de seu governo com o centrão – ala que reúne cerca de 200 deputados de partidos de médio porte – ao ‘trair’ acordo com o grupo e compartilhar críticas no WhatsApp a um aliado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A informação foi publicada neste sábado (25) pelo jornal Folha de S.Paulo .

De acordo com o jornal, Bolsonaro repassou a políticos e a empresários mensagens encaminhadas pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO) com ataques a Alexandre Baldy (PP), atual secretário do governo João Doria (PSDB) em São Paulo. O gesto do presidente teria sido a gota d’água capaz de derrubar as tentativas do Planalto em se reaproximar com o centrão.

Baldy, segundo a Folha , era apoiado por Rodrigo Maia para reassumir o Ministério das Cidades (já comandado por ele, durante a gestão Michel Temer), pasta que seria recriada após o Planalto ceder nas negociações sobre a reforma administrativa do governo .

Os ataques a Baldy repassados por Bolsonaro, no entanto, levaram os deputados do centrão a abrirem mão da defesa da recriação do ministério. A avaliação do grupo é de que o presidente da República não é de confiança.

Na votação da Medida Provisória que redesenhou a estrutura ministerial do governo, nessa semana, os parlamentares mantiveram o desenho com 22 pastas, sem Ministério das Cidades, conforme Bolsonaro propôs desde o início. Mas o grupo que reúne partidos como DEM, PP, PR, PSD, SD e PRB retaliou o Planalto com a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça, impondo derrota ao ex-juiz Sérgio Moro.

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Esta foi apenas a última de uma série de derrotas que o centrão já impôs ao governo do ex-capitão da reserva. No início do mês, a Câmara aprovou a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub , para prestar esclarecimentos sobre cortes a universidades. A mesma Casa já havia, em fevereiro,  derrubado um decreto que alterava a Lei de Acesso à Informação e também é responsável pela morosidade na tramitação da reforma da Previdência – principal bandeira do governo.

As dificuldades impostas pelo grupo a Bolsonaro fizeram com que o centrão se tornasse um dos principais alvos de apoiadores do presidente, que  prometem realizar manifestações em diversas cidades do País neste domingo (26). Mas os integrantes desse bloco informal prometem retaliar o governo em votações no Congresso caso os ataques ganhem vulto durante os protestos.

À Folha , Alexandre Baldy disse não acreditar que Bolsonaro se valeria de “ilações” para “se basear na condução do futuro do País”. Já o Palácio do Planalto não quis se manifestar.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Três policiais estão entre os suspeitos presos por chacina em bar no Pará

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Chacina em bar de Belém
Reprodução/Twitter

Chacina em bar de Belém do Pará deixa onze mortos e um ferido

No último domingo (19), uma  chacina deixou 11 mortos em um bar localizado no bairro do Guamá, em Belém, capital do Pará. Na tarde de sexta-feira (24), o Sistema de Segurança Pública divulgou que as investigações realizadas pela Polícia Civil já desvendaram as mortes. Ao todo, oito pessoas estão envolvidas. Há quatro policiais militares entre os acusados.

Neste sábado (25), José Maria da Silva Noronha, cabo da reserva da Polícia Militar, que estava com mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, se apresentou à Divisão de Homicídios da Polícia Civil. Ele é a sexta pessoa presa por suspeito de envolvimento no caso da chacina .

Na sexta, o policial Wellington Almeida Oliveira foi preso durante a operação Kratos, deflagrada pela Polícia Civil em conjunto com a Polícia Militar para cumprir mandados de prisão decretados pela Justiça. Ainda no final da tarde de ontem, o PM Pedro Josimar Nogueira da Silva se entregou na sede da Delegacia-Geral, em Belém .

Além dos policiais, as outra três pessoas presas são: Edivaldo dos Santos Santana; Aguinaldo Torres Pinto; Jaisson Costa Serra. Ainda estão foragidos um homem identificado como Diel, e os policiais militares Fernandes de Lima e José Maria da Silva Nogueira.

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O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Uálame Machado, esclareceu que nem todos os presos estão envolvidos diretamente na ação criminal, mas têm participação no suporte, na logísticas e no acompanhamento dos possíveis alvos do crime.

“Cada um teve sua participação e todos eles contribuíram de alguma forma para a chacina”, pontua Machado. Em relação à motivação do crime, o secretário reservou ainda a mantê-las em sigilo até o final do inquérito.

Segundo o secretário, até o prazo final das investigação, a meta é localizar as pessoas que estão foragidas, consideradas as principais envolvidas na chacina , para que sejam ouvidas em depoimento e confirmem uma das duas hipóteses de motivação do crime existentes no inquérito.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

PM aposentado mata a mulher e tenta suicídio em frente à filha de 9 anos, no Rio

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pm e esposa
Arquivo pessoal

PM Antonio Carlos Maguelly Piloupas está internado sob custódia da polícia e vai responder por feminicídio

Um policial militar aposentado matou a própria esposa a tiros e depois tentou se matar, em Pilares, na Zona Norte do Rio, na madrugada deste sábado. De acordo com testemunhas, Priscila de Araújo Piloupas, de 29 anos, foi atingida por cerca de cinco disparos, feitos na Rua Francisca Vidal, na frente da filha de nove anos do casal.

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O autor dos disparos, o PM aposentado Antonio Carlos Maguelly Piloupas, que tem cerca de 50 anos, está internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, e estaria em coma. Já o corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, em São Cristóvão.

De acordo com a Polícia Militar, agentes do 3º BPM (Méier) foram acionados e quando chegaram ao local encontraram Priscila já sem vida e o policial reformado ferido. A pistola usada no crime foi apreendida por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DH), que investiga o caso e tenta saber a motivação do crime.

O titular da DH, o delegado Daniel Rosa, disse que Antonio Carlos foi preso em flagrante pelo crime de feminicídio . Ele está internado sob a custódia da polícia.

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“Os agentes realizam diligências em busca de possíveis testemunhas e imagens de câmeras de segurança instaladas na região que possam ajudar nas investigações”, a Polícia Civil disse, através de nota.

A Polícia Militar se nega a confirmar o estado de saúde do PM , mesmo ele sendo agente, dizendo que “o estado de saúde é com a pasta da Saúde”. Já a Secretaria Municipal de Saúde disse, no entanto, disse que “informações sobre este paciente estão restritas à família”.


Priscila e Antônio Carlos
Arquivo pessoal

Priscila e Antônio Carlos


Fonte: IG Nacional
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