conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Saúde

Anvisa recolhe remédios para pressão alta com princípio da ‘sartanas’

Publicado

Farmácia
shutterstock/Reprodução

Remédios com princípio de ‘sartanas’ são recolhidos


Sem alarde, mas com cerco total aos fabricantes, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recolheu das drogarias e distribuidoras em todo o Brasil, nas últimas semanas, remédios para pressão alta com o princípio da ‘sartanas’, produzidos por seis laboratórios. O alerta da OMS foi mundial, por impurezas encontradas na formulação dos remédios.

Leia também: Escassez de remédios e vacinas no Brasil causa 14 mortes a cada mil nascidos

Embora a Anvisa alerte que o risco de efeito colateral seja muito baixo, o alto grau de ‘nitrosaminas’ (as impurezas detectadas nos comprimidos) “têm potencial ou provável risco de causar câncer caso os medicamentos sejam consumidos todos os dias, em sua dose máxima, durante cinco anos seguidos”. A despeito da ação da Anvisa, há risco de muitos lotes de remédios estarem em comercialização na praça.

De acordo com comunicado no site da Anvisa , estudos apontam que, neste cenário, o risco de câncer em pacientes é de um caso para cada grupo de 60 mil pessoas.

Leia também: STF abre exceções para fornecimento pelo SUS de remédio sem registro

É considerável o número de recolhimentos de diferentes  remédios do laboratório EMS por irregularidades. Numa lista da Agência, há 40 notificações para produtos do laboratório nos últimos dois anos. A assessoria não respondeu até o fechamento.

Veja Mais:  Programa para substituir Mais Médicos pretende reincorporar cubanos

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
publicidade

Saúde

Canelite dói e pode evoluir para fratura, mas é possível preveni-la; saiba como

Publicado

Fazer corridas e caminhadas ajudam a evitar uma série de complicações à saúde, como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. No entanto, quando o corpo ainda está se acostumando a um estilo de vida mais agitado, alguns problemas podem surgir. É o caso da canelite, nome popular usado para se referir à síndrome do estresse medial da tíbia.

Leia também: Dor no calcanhar pode ser fascite plantar; entenda o que é e saiba como tratar

canelite arrow-options
shutterstock

Em entrevista ao iG Saúde, Arnaldo Hernandez, do Hospital Sírio-Libanês, explica o que é canelite e quais os sintomas

“Comum entre corredores de rua, a canelite surge após um período de treinamento mais intenso com muitas atividade de impacto repetitivo com os pés com corrida e saltos”,  explica Arnaldo Hernandez, coordenador do Núcleo de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital Sírio-Libanês. 

A condição causa dor na região da canela, que se manifesta no início da atividade e que, na fase inicial, melhora após o aquecimento. “Nos casos mais avançados, a dor é persistente e está presente ao toque ou mesmo na colocação de vestimentas”, explica o profissional. Alguns pacientes ainda podem apresentar inchaço no local.  

É importante entender que a condição, causada por estresse na estrutura da canela , vem à tona por conta das atividades físicas de repetição que envolvem as pernas. “Geralmente, acontece nas atividades de impacto repetitivo em piso rígido, mas muito associada a fatores predisponentes do indivíduo”, pontua Hernandez.

Veja Mais:  10 hábitos para você colocar em prática e evitar os principais tipos de câncer

Os ossos da canela – conhecidos como tíbia – sofrem grande sobrecarga por conta dos impactos nos saltos e nas corridas. Com isso, surgem as dores, que podem ser aliviadas com repouso, gelo, reequilíbrio muscular com fortalecimento e alongamentos e, eventualmente, medicamentos sob orientação médica. 

Leia também: “Não sentia os dedos do pé de jeito nenhum”, relata mulher com neuroma de Morton

Depois do diagnóstico, feito através da análise da dor do paciente, sensibilidade no local e alterações visíveis no exame de ressonância magnética, é importante seguir o tratamento correto. Além disso, se a pessoa não interromper a atividade física após os primeiros sinais, o problema pode evoluir para uma fratura por estresse da tíbia em questão. 

A melhora após o início do tratamento vai variar de acordo com a gravidade da canelite. “Nos casos iniciais, demora algumas semanas. Nos casos mais antigos, demora meses ou ano. É comum persistir alguma sensibilidade local por anos durante a atividade”, afirma o profissional do Sírio-Libanês.

perna arqueada arrow-options
shutterstock

Pernas com alinhamento arqueado são um dos fatores que aumentam as chances da pessoa desenvolver canelite

As pessoas mais afetadas são aquelas que correm e saltam e possuem o alinhamento arqueado da perna. Além disso, a corrida em pisos duros e falta de firmeza muscular também aumentam os riscos. Quando o pé vira para dentro ao correr ou andar é outro fator que influencia no surgimento da síndrome.

Veja Mais:  Programa para substituir Mais Médicos pretende reincorporar cubanos

Como prevenir a canelite? 

mulher correndo arrow-options
shutterstock

Para prevenir a síndrome, é importante seguir alguns passos, como passar por um período de adaptação do exercício físico

Para prevenir a canelite , a recomendação é, ao iniciar a atividade física, passar por um período de adaptação com progressão lenta. “Não dar o passo maior que a perna”, diz Hernandez. Além disso, é importante trabalhar todas as qualidades físicas e não apenas o condicionamento cardiovascular. 

Leia também: Como escolher o melhor exercício de acordo com o seu humor

O uso de calçados adequados também é importante. Outro ponto fundamental é contar com a orientação de um profissional para que o volume e a intensidade do exercício seja acompanhado. A canela pode levar alguns meses para se adaptar ao impacto e, por isso, o aquecimento e o alongamento devem ser realizados. 

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Cresce número de idosos com HIV no Brasil; entenda motivo e como se prevenir

Publicado

Minha Saúde

Grande parte das campanhas de conscientização sobre HIV e Aids tem os jovens como público-alvo, o que criou a impressão de que somente eles estão expostos ao risco de contrair o vírus. Mas pessoas mais velhas também estão vulneráveis. Prova disso é que, a cada ano, está aumentando o número de idosos com HIV no Brasil. E o agravante é que isso não acontece apenas pelo envelhecimento dos pacientes, segundo os médicos.

Leia também: Da sentença de morte a novas chances: o avanço no tratamento do vírus HIV 

HIV em idosos arrow-options
shutterstock

Em 11 anos, o número de HIV em idosos triplicou

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre HIV /Aids, o número de pacientes diagnosticados com HIV com mais de 60 anos em 2007 era de 168. Após 11 anos, o número triplicou.

Em 2018, foram registrados 627 diagnósticos. “O HIV não tem idade e atinge todas as faixas etárias. Tanto idosos como jovens correm riscos e os dados mostram isso”, afirma a infectologista e diretora médica da Gilead Sciences, Anita Campos.

Por que o número de idosos com HIV aumentou?

Os especialistas apontam que o aumento no número de casos se deve em parte ao envelhecimento daqueles que foram infectados quando ainda eram jovens ou adultos. “Com os medicamentos e tratamentos atuais, pessoas com HIV têm uma expectativa de vida tão longa quanto qualquer um.

Veja Mais:  Programa para substituir Mais Médicos pretende reincorporar cubanos

Por isso, é esperado que os pacientes que tenham o vírus desde jovens se tornem idosos”, explica Vivian Avelino-Silva, infectologista do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Por outro lado, o crescimento também é resultado das novas infecções nas pessoas já em idade mais avançada. Vivian acredita que alguns fenômenos sociais que estão surgindo facilitam novas parcerias sexuais, o que vale para todas as idades.

Leia também: 6 pontos importantes sobre HIV que você precisa saber o quanto antes

Já Anita destaca que os avanços tecnológicos na área de saúde, os tratamentos de reposição hormonal e as medicações para impotência têm permitido o redescobrimento do sexo entre idosos. “Mas ainda há grande ocorrência de práticas sexuais inseguras, já que os idosos não têm o costume de usar camisinha. Isso contribui para que essa população se torne mais vulnerável à infecção pelo HIV e outras ISTs”, afirma.

Mas ainda há grande ocorrência de práticas sexuais inseguras, já que os idosos não têm o costume de usar camisinha. Parte do problema se deve ao fato de que os idosos de hoje em dia ainda vêm de uma geração com dificuldade para conversar abertamente sobre sexualidade.

Muitos iniciaram a vida sexual em uma época em que pouco se falava sobre aids. Por isso, nunca tiveram o hábito de usar preservativo nem se consideram um grupo vulnerável ao vírus. Muitos também viveram uma época em que as dificuldades de ereção e os efeitos da menopausa eram quase intransponíveis, o que os afastava ainda mais do sexo.

Prevenção

No entanto, hoje o cenário é diferente. Com as medicações corretoras desses problemas, os idosos passaram a se sentir mais encorajados a ter relações sexuais. “Precisamos falar abertamente sobre a prevenção e oferecer mais opções para que a pessoa possa usar as que mais se encaixem no seu estilo de vida e nas suas escolhas de felicidade. O Ministério da Saúde hoje fala em uma ‘mandala’ da prevenção, e não mais apenas na camisinha”, afirma Vivian.

Precisamos falar abertamente sobre a prevenção e oferecer mais opções para que a pessoa possa usar as que mais se encaixem no seu estilo de vida e nas suas escolhas de felicidade. A mandala da prevenção é o esquema que representa a prevenção combinada. Trata-se uma estratégia que associa vários métodos de prevenção de forma simultânea.

Entre os métodos estão o teste regular para HIV e outras ISTs, a profilaxia pré-exposição (PrEP) e a profilaxia pós-exposição (PEP), a prevenção da transmissão vertical (quando o vírus é passado para o bebê durante a gestação), a imunização para hepatites A e B e para o HPV, programas de redução de danos, uso dos preservativos masculino e feminino e o tratamento de pessoas que já vivem com o HIV.

Anitta destaca que é necessário que haja diálogo em casa e nos consultórios médicos. Também é preciso criar estratégias educativas através da adoção de políticas de saúde pública que concentrem a atenção na população mais velha e na realização de programas de prevenção.

Leia também: 11 sintomas do HIV que você precisa conhecer

Veja Mais:  Menina de 14 anos é uma das mais jovens a desenvolver câncer causado por amianto

“Assim, vamos conseguir promover uma mudança no comportamento dos idosos, principalmente quanto às formas de prevenção do HIV em idosos. É preciso fazer com que percebam sua vulnerabilidade e entendam a necessidade de se fazer sexo seguro”, reforça a médica.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Doença faz jovem de 15 anos aparentar ser mais velha: “Tratada como aberração”

Publicado

Women's Health

Já imaginou ser jovem, mas ter a aparência de uma idosa? É o que acontece com a adolescente chinesa de 15 anos, Xiao Feng, que possui a “doença do envelhecimento”, condição rara conhecida como síndrome de Hutchinson-Gilford ou progéria, que faz a pele do corpo inteiro ficar enrugada. 

Leia também: Mulher morre após recusar tratamento médico por não querer ‘ficar velha e gorda’

doença rara arrow-options
Reprodução

Xiao Feng, de 15 anos, tem uma doença rara que a faz aparentar ser bem mais velha que a sua idade real

Por causa da doença , Xiao Feng abandonou a escola por conta da vergonha de sair em público. “Eu sou tão diferente dos meus colegas de sala que parei de ir à escola. Eu não tinha mesmo muitos amigos na escola. Sentada ao lado dos colegas, eu parecia avó deles”, desabafou a jovem, de acordo com o Daily Star .

“As pessoas me chamam de tia na rua e na escola sou tratada como aberração”, completa. “Quero ter uma vida normal e me tornar médica. Sonho com isso”, afirma.

Leia também: Peter Pan da vida real: conheça o jovem que não envelhece

A “doença do envelhecimento”

doença rara arrow-options
Reprodução

Por conta da doença, a chinesa diz que, ao lado dos colegas da escola onde estudava, pareceria ser “avó deles”

A condição é hereditária. A mãe de Xiao também luta contra a doença. “Não fomos à escola, não sabíamos nada sobre desordens genéticas. Quando ela nasceu já era tarde demais para nos arrependermos”, comenta o pai da jovem. A chinesa lançou campanha na web para arrecadar o equivalente a R$ 300 mil a fim de custear o tratamento.

Veja Mais:  O que é a dor de crescimento?

Leia também: “Não sabemos até quando se desenvolverá”, diz mãe de menina com Síndrome de Rett

Quais são os sintomas?

Com quadro de progéria, a criança ou o adolescente passa a apresentar todos os sinais típicos da velhice , como pele seca e enrugada, calvície e costas curvadas. Com baixa estatura, os portadores de doença também não apresentam períodos menstruais ao crescer e são estéreis. Outros males típicos da velhice como cardíacas, renais e pulmonares também podem aparecer.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana