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Curiosidades

Após mudar o nome da filha 3 vezes, mãe confessa que às vezes se confunde

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Uma mãe de quatro filhos está chamou atenção nas redes sociais por contar precisou mudar o nome da filha três vezes para fica satisfeita. A jornalista Shona Sibary, que mora em Surrey, na Inglaterra, fala que a filha
mais nova, Dolly, agora com oito anos, iria se chamar Delphine, trocou para Dolly, depois decidiu que Dorothy seria melhor, mas não ficou muito satisfeita e voltou a chamar a menina de Dolly.

Uma mãe gerou uma discussão nas redes sociais após contar que precisou mudar o nome da filha três vezes para ficar feliz
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Uma mãe gerou uma discussão nas redes sociais após contar que precisou mudar o nome da filha três vezes para ficar feliz

Depois de mudar de nome tantas vezes, a mãe confessa que às vezes esquece o nome atual da filha. Em entrevista ao “This Morning”, Shona fala que não vê nada de mais em  mudar o nome
de uma criança na gestação e justifica que as mulheres grávidas não estão em seu melhor estado de espírito, devido aos hormônios, para fazer uma escolha tão importante
.

A atitude da mãe acabou sendo criticada nas redes sociais e ela foi chamada de “egoísta” por não pensar em como isso poderia impactar a filha. Shona é mãe de Flo, de 18 anos, Annie, de 17 anos, Monty, de 15 anos, e Dolly, de oito anos, e diz que ficou muito feliz com os três primeiros nomes de seus filhos.

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Entretanto, quando teve que dar um nome
a Dolly, ela se sentiu pressionada pelas opiniões dos filhos mais velhos e até deixou que eles escolhessem, mas quando optar pelo nome Delphine a jornalista não gostou a sugestão e ligou para o marido desesperada.

Foi então que ela decidiu colocar o nome Dolly na criança, mas sua família ficou resistente a esse nome e então ela mudou novamente para Dorothy. Mas, no último segundo, ela bateu o martelo e disse que a nova integrante da família se chamaria Dolly e finalmente se sentiu satisfeita. “Quando fui para o parto, não me lembrava se era Dolly ou Delphine, fiquei confusa”, comenta.

Mudar o nome várias vezes gerou repercussão

A mãe decidiu mudar o nome da filha após seus outros filhos escolherem um e ela não gostar nem um pouco da sugestão

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A mãe decidiu mudar o nome da filha após seus outros filhos escolherem um e ela não gostar nem um pouco da sugestão

Os comentários de Shona  gerou repercussão nas redes sociais
e muitos usuários do Twitter começaram a criticá-la por trocar o nome da filha por três vezes. “Não é legal ficar mudando o nome do seu filho! Você vai confundir todos apenas porque foi egoísta [por escolher sozinha]”, comenta uma pessoa.

“Como você muda o nome do seu filho três vezes e ainda escolhe Dolly?”, questiona um usuário. Já outro acrescenta: “A filha é sua! Se ninguém mais gosta do nome dala, então essa é a opinião alheia e não deve ser motivo para você trocar o nome repetidamente”.

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Em resposta, a mãe indecisa afirma que os noves meses é um bom tempo para ficar decidindo  que nome colocar
porque acredita que o nome de uma pessoa é a base para a identidade dela e isso afeta como os outros em volta a percebem. E você, o que acha dessa  mudar o nome
da criança durante a gravidez?

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Homem rouba banco um dia antes do casamento para pagar por alianças

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Que os custos de uma festa de casamento fazem com que muitos queiram cometer uma loucura, não é segredo para ninguém. Um homem identificado como Heath Bumpous, porém, foi um pouco mais longe: ele confessou ter roubado um banco um dia antes do próprio casamento com a intenção de pagar pelas alianças e outras despesas.

alianças de casamento
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Homem disse, durante assalto, que não tinha dinheiro para as alianças que gostaria de comprar

De acordo com o Woody Wallace, xerife da pequena cidade de Groveton, no Texas, o crime aconteceu no único banco da cidade com pouco mais de 1.000 habitantes, localizado a cerca de 1km da delegacia.

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“Ele basicamente declarou que se casaria no dia seguinte, disse que não tinha dinheiro para as alianças que queria comprar e ainda precisava pagar pelo local do casamento . Então pediu pelo dinheiro e indicou que possuía uma arma”, disse o xerife em um vídeo no Facebook, no qual publicou fotos do suspeito e a descrição do caso para que outros usuários ajudassem a identificar o homem.

A estratégia de Wallace funcionou: a esposa de Bumpeous reconheceu o parceiro na postagem. De acordo com a rede CNN, a mulher foi responsável por convencer o então noivo a se entregar para a polícia, e assim ele o fez.

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Heath confessou o crime e agora será julgado por roubo qualificado. A maior parte do dinheiro também foi recuperada e a polícia encontrou a arma utilizada no assalto dentro do carro do suspeito.

Fonte: IG Delas
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“Não imagino minha vida sem minha barba”, diz mulher sobre aceitar pelos faciais

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Rose Geil lutou contra os pelos faciais por 20 anos e investiu em inúmeros tratamentos para conter o surgimento deles e evitar que isso interferisse em sua autoestima. A norte-americana de 42 anos revela ao Daily Star que precisava se barbear desde os 13.

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mulher decide aceitar pelos faciais
Reprodução/Instagram/@lunchboxscoresagain
Rose resolveu parar de lutar contra os pelos faciais e se sente bem melhor. “Não imagino minha vida sem minha barba”

Rose sofre da síndrome dos ovários policísticos, doença que eleva a produção de hormônios masculinos em mulheres, e mantinha os sintomas em segredo para evitar sofrer bullying. Para isso, um dos artifícios usados por ela era carregar sempre na bolsa uma lâmina para cortar os pelos faciais durante o dia.

Depois de anos de tratamento para combater a síndrome, Rose decidiu aceitar o corpo e abriu mão de aparar os pelos e, com isso, passou a cultivá-los. Desde então, a mulher já ganhou até prêmios de barbas mais bonitas e derrotou vários homens nas competições.

“Fiquei cerca de cinco dias sem me barbear, com amor próprio e me olhando no espelho, dizendo: ‘Não sou medonha e repugnante e isso realmente me agrada’”, conta ela ao portal.

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O amor próprio tem papel importante nessa história de autoaceitação. Apesar de ser vítima de comentários “cruéis” devido aos sintomas da síndrome dos ovários policísticos , Rose se sente bem com os pelos faciais. “Os homens me perguntam por que estou de vestido, tenho problemas quando uso banheiros femininos”, fala a mulher.

“As pessoas levam um tempo para aceitar que sou mulher. Elas ficam procurando alguma coisa na minha calça que não existe. É embaraçoso”, diz Rose. “Se eu não tivesse barba , isso não aconteceria”, opina.

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A norte-americana faz questão de enfatizar ter mais coisas positivas do que negativas em parar de lutar contra a natureza e assumir os pelos faciais . “Agora, meus banhos passaram de 20 minutos para sete minutos e eu não posso nem imaginar quanto dinheiro gastei com navalhas na minha vida”, afirma ela. “Não imagino minha vida sem minha barba”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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“Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário”, relata fisioterapeuta carioca

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Foto: Reprodução

Do site Maria Claire – “Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.

Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele

Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela.

Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.

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A chegada de nossa segunda filha, em março de 2012, coincidiu com sua brusca mudança de comportamento comigo. Rafael dizia que eu havia engravidado de propósito, como se isso fosse algum castigo. Com isso, começaram as agressões verbais, as brigas, o descaso e o abandono. Ele começou a chegar muito tarde em casa, inventava mil plantões no hospital, falava que estava sempre trabalhando. Nessa época, pedi demissão para cuidar das meninas e mergulhei numa depressão profunda.

Nas duas gestações engordei bastante, desenvolvi hipertensão e hiperêmese gravídica (uma complicação da gravidez que causa vômitos e sensação de desmaio), chegando até a ficar internada muitas vezes. O descaso dele era tanto que, quando nossa segunda filha nasceu, ele não queria pegar a criança no colo. Dizia que seu choro era chato, irritante e ainda que ela era feia. Era uma total rejeição absoluta. Nossa relação ia de mal a pior, nem sexo nós fazíamos mais. Me lembro que ele me humilhava de todas as formas, vivi o caos!

Em dezembro de 2012, minha caçula teve uma pneumonia e ficou internada. Quando teve alta, ele pediu a separação. Até então, éramos da igreja e frequentávamos os cultos evangélicos. Desesperada, recorri ao pastor que fez com que ele voltasse atrás. Mantivemos o casamento, mas ele sempre inventava plantões atrás de plantões para justificar sua ausência em casa. E continuava sem me tocar. A relação homem e mulher já não mais existia. Eu suportava isso por causa das crianças, mas não era fácil.

Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.

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Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.

Fiquei em estado de choque. Passei dias sem comer nem tomar banho. Paralisada em frente à TV assistindo àqueles programas evangélicos, na esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo. Minha mãe teve que buscar minhas filhas, estava totalmente fora de mim, não tinha condição alguma de cuidar delas. Não conseguia aceitar. Depois de três anos casada, meu marido havia saído do armário.

Depois disso, ele me pediu um prazo para sair de casa, organizar sua vida e procurar um canto pra viver. Nesse período, foram sumindo várias coisas sem que eu percebesse. Os presentes que havíamos ganhado no casamento desapareceram. E, como se não bastasse toda a humilhação de ser trocada por um homem, o safado ainda começou a me difamar no Facebook, no hospital onde eu trabalhava… Dizia a todos que estávamos nos separando porque eu o havia traído com meu ex noivo, pode?

Se passaram dois meses até eu sair do choque, mas esse dia chegou. Aí dei um basta! Expulsei Rafael de casa. Ele foi, mas me deixou com as dívidas que fez em meu nome enquanto éramos casados. Algumas pago até hoje, seis anos depois de separada, como a de um carro que ele comprou e não pagou. Acredito que ele só pague a pensão das meninas por medo de ir preso. Raramente dá algum presente para elas.

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Elas sabem que o pai é gay, não gosto de esconder nada das minhas filhas. Já estão com sete e oito anos e passam os fins de semana com Rafael a cada 15 dias. Parece que agora ele se assumiu mesmo. Menos mal!

Há dois anos, descobri como é ser amada e respeitada por um homem. Reencontrei o Leonardo, meu primeiro namorado ainda da época escola. Ele é marceneiro e me adicionou nas redes sociais após minha separação. Na época, comprei um armário novo para o quarto das meninas e chamei ele para montar. Começamos a nos falar sempre, até que marcamos um jantar. Nunca mais nos largamos. Depois de dez meses, ele veio morar comigo.

Em dezembro de 2017, já estava divorciada e nos casamos no civil. De véu e grinalda, com festa, tudo como manda o figurino. Leonardo, meu atual marido, é um supercompanheiro, íntegro e sincero. E se dá muito bem com minhas filhas.  O filho dele Patrick, de 14 anos, também mora com a gente. Ele tem síndrome de ‘Gorlin-Goltz’, uma doença rara que atrapalha o desenvolvimento, e perdeu a mãe ano retrasado.

Também voltei a estudar, estou no terceiro período de direito. Quero ser advogada para ajudar todas as mulheres que passam por situações humilhantes, como eu. Tive alta da terapia, e não tenho mais vergonha do que vivi. Tudo foi muito doído, mas me fez crescer imensamente e me tornar a mulher forte e determinada que sou hoje.”

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