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Saúde

Após sofrer acidente, adolescente perde a memória a cada duas horas

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A estudante Riley Horner, do estado norte-americano de Illinois, é a personificação da personagem de Drew Barrymore no filme ‘Como se fosse a primeira vez’. Todos os dias ela acorda com a certeza de que está no dia 11 de junho de 2019, data em que sofreu um acidente que causou danos sérios ao cérebro da adolescente que perde a memória recente, em média, a cada duas horas. 

dedo com barbante vermelho arrow-options
Shutterstock/Divulgação

Em média a cada duas horas, adolescente norte-americana perde a memória

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Após o acidente  – um chute acidental na cabeça, vindo de outro estudante que “surfou” na multidão durante uma festa – Riley sofreu dezenas de convulsões. É como se a jovem tivesse a memória “reiniciada” em curtos períodos de tempo. 

Em entrevista à rede de televisão WQAD, a mãe da adolescente, Sarah Horner, contou parte do drama em que a família vive desde então. De acordo com ela, Riley não consegue se lembrar de fatos importantes como a morte do seu próprio pai, falecido há uma semana.

Além disso, a estudante enfrenta sérios problemas cotidianos, como a necessidade de levar consigo todos os objetos pessoais por não conseguir recordar-se do número do seu armário na escola. 

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A vida escolar também é um desafio. Para não desistir dos estudos, a adolescente mantém uma rotina que envolve um alarme a cada duas horas, que permite que ela se lembre de checar todas as anotações detalhadas que escreve nas aulas. 

“Eu tenho um calendário na minha porta e quando acordo vejo que é setembro. Sempre fico assustada”, contou Riley ao canal de TV. “Eu sei que é horrível para a minha família e é difícil pra mim. Ninguém consegue entender o que está acontecendo. É como um filme”, disse.

Os médicos ainda não têm certeza do que exatamente pode causar os sintomas em Riley. O primeiro diagnóstico foi uma concussão . Após muitas visitas ao hospital e exames, os médicos confessaram que não entendem o que pode estar errado. “Não há sangramento cerebral , não há tumor”, explicou Sarah. 

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Agora, a família da adolescente corre contra o tempo para tentar encontrar respostas que possam fazer com que Riley tenha uma vida melhor. “Os médicos dizem que ela pode ficar assim para sempre e eu não posso me conformar com isso”, disse a mãe. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

8 alimentos anti-inflamatórios para viver mais e melhor

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Runner's

Você pode até já comer frutas e legumes como parte de uma dieta saudável e equilibrada. Contudo, embora tenha a noção de que eles fazem bem, talvez não saiba exatamente como eles funcionam no organismo. Por exemplo, você sabia que alguns  alimentos anti-inflamatórios  podem te ajudar e são fáceis de serem consumidos?

cesto com grutas como maçã, amoras e morangos arrow-options
shutterstock

Frutas vermelhas são aliadas da saúde e alimentos anti-inflamatórios

De acordo com uma nova pesquisa da Edith Cowan University (ECU), na Austrália, os compostos encontrados em muitas frutas e legumes podem ser responsáveis ​​por alguns benefícios. Chamados de flavonoides , eles podem ajudar a reduzir o risco de morte precoce devido a doenças crônicas, como o câncer e doenças do coração. 

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No estudo, publicado na revista Nature Communications, os pesquisadores reuniram dados de um artigo dinamarquês chamado Diet, Cancer, and Health, que analisou a dieta de 56.048 dinamarqueses ao longo de 23 anos. 

As descobertas? Os participantes que consumiram cerca de 500 miligramas (mg) de flavonóides por dia tiveram o menor risco de morte precoce por câncer ou doença cardíaca. No entanto, o benefício era ainda maior entre as pessoas com maior risco dessas doenças. Como quem fumava regularmente ou consumia mais de duas bebidas alcoólicas por dia.

Possíveis causas

Eis o porquê: de acordo com Nicola Bondonno, co-autora e pesquisadora de pós-doutorado na Escola de Ciências Médicas e da Saúde da ECU, a inflamação e os danos nos tecidos e células podem aumentar o risco de doenças cardíacas e câncer. O que eles notaram foi que os compostos flavonoides reduzem esses níveis.

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“Acreditamos que talvez seja por isso que as pessoas que têm uma dieta rica em compostos flavonoides apresentam menor risco de doenças cardíacas e câncer”, disse ela à Runner’s World US. “Como fumar e beber podem aumentar a inflamação , é por isso que os flavonóides são mais protetores em pessoas que têm esses hábitos”.

barras de chocolate amargo sobre mesa de madeira arrow-options
Shutterstock/Divulgação

Chocolate amargo é um dos alimentos que pode ajudar a reduzir riscos


A importância dos alimentos anti-inflamatórios

“No entanto, mesmo se você não fuma e bebe regularmente, pode se beneficiar com a ingestão de cerca de 500 mg de flavonoides por dia”, afirma Nicola. Ela observou, também, que aqueles que fumam ou bebem regularmente “podem obter benefícios adicionais” ao consumir mais do que o recomendado.

Então, quais são os alimentos ricos em flavonoides? De acordo com o Journal of Agricultural and Food Chemistry, algumas boas fontes incluem:

  • Frutas vermelhas;
  • Maçãs;
  • Uvas;
  • Bananas;
  • Alcachofras;
  • Abacates;
  • Chá;
  • Chocolate amargo.

Por exemplo, 100 g de chocolate amargo contém cerca de 200 mg de flavonol. Ele é o principal tipo de flavonoide. Já a maçã contém cerca de 60 mg de flavanol. Colocar uma variedade desses alimentos anti-inflamatórios nas  refeições e lanches pode ajudá-lo a chegar a atingir a meta.

Mas embora esses alimentos e bebidas cheios de flavonoides possam beneficiar sua saúde, eles não o protegem contra todos os riscos associados ao fumo e ao alto consumo de álcool, segundo Nicola. Portanto, embora uma cerveja pós-corrida seja refrescante de vez em quando, é melhor apostar em opções mais saudáveis.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Campanha Setembro Laranja alerta para a obesidade infantil

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Agência Brasil

Criança com hambúrguer e batata frita nas mãos arrow-options
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Setembro laranja alerta para obesidade infantil



A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) promove, neste mês, a campanha Setembro Laranja, de combate à obesidade infantil . O intuito é conscientizar a comunidade médica e a população em geral sobre a importância de práticas alimentares saudáveis em casa e nas escolas, bem como estimular a prática de atividades físicas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 41 milhões de crianças menores de cinco anos estejam acima do peso. Para a Sociedade de Pediatria esse dado é alarmante e a entidade está empenhada para que seja drasticamente reduzido. A conscientização é imprescindível para prevenir a obesidade infantil e outros problemas decorrentes de uma alimentação inadequada, defende a sociedade.

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De acordo com o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, membro do Departamento de Nutrição da SPSP, as principais implicações do excesso de peso podem ser divididas em problemas de curto, médio e longo prazo. “A curto prazo é a falta de diagnóstico, principalmente falta de conscientização, porque parte das famílias e parte dos profissionais da saúde muitas vezes não avaliam ou interpretam as curvas de crescimento adequadamente e assim deixam de fazer o diagnóstico precoce do excesso e controle de peso”.

A segunda situação, de acordo com o pediatra, são as características emocionais como o bullying, “que começa dentro da própria casa; as características que levam alterações da dinâmica familiar ou de comportamento”. Segundo Fisberg, a carência nutricional é outro fator importante. “Apesar do excesso de peso, quase sempre as crianças nessa condição são seletivas, comem pouco de alguns alimentos e muito de outros. Elas podem ter alterações de pele, de postura, podem ter aumento do colesterol, dos triglicérides, e pode ter aumento da resistência insulínica [levando ao diabetes]. Isso pode causar no futuro um obesidade mais grave, hipertensão, doenças cardiovasculares, alterações lipídicas e todas os aspectos comportamentais e emocionais ligados ao excesso de peso”, alerta.

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O pediatra orienta também sobre a prevenção, que deve envolver toda a família. “É importante prevenir através de uma mudança global em todo o sistema de comportamento da família e da sociedade, modificando a alimentação, reduzindo a ingestão de alimentação inadequada e aumentando a atividade física, mas principalmente tendo um comportamento mais consciente em relação a esses aspectos: alimentação, atividade física e de uma forma geral a forma como encaramos o comportamento da alimentação dentro das famílias”.

Fisberg alerta que a obesidade é mais fácil de ser prevenida do que tratada nas crianças. “Hoje aproximadamente uma para cada quatro crianças apresenta excesso de peso, e provavelmente dessas, em torno de 8% a 10% tem obesidade e quase todas tem obesidade grave. Por isso ela deve ser prevenida, porque não é muito simples perder peso exatamente numa fase de crescimento e desenvolvimento, onde faz parte da vida que se ganhe peso, ganhe massa muscular e massa gordurosa, então é preciso equilibrar crescimento e desenvolvimento com restrição de energia e que não modifique o crescimento, por isso é muito mais importante prevenir do que tratar”, adverte.

Orientação

Como parte da programação, está prevista a realização do evento Prevenção da Obesidade Infantil – Setembro Laranja, com transmissão ao vivo pela página da SPSP no Facebook. Segundo a coordenadora da campanha, pediatra Maria Arlete Escrivão, o objetivo é abrir um novo canal de diálogo com a comunidade, levando informações e respondendo as dúvidas sobre a prevenção da obesidade.

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“Queremos alertar sobre o aumento da prevalência da obesidade infantil, orientar como preveni-la e explicar suas consequências. Além disso, ressaltar a importância do acompanhamento do peso e da estatura de crianças e adolescentes pelo pediatra, com o objetivo de detectar precocemente o aumento excessivo de peso”, disse a especialista.

A transmissão acontecerá no dia 27 de setembro, das 14h às 15h30.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Alterações nas unhas podem ser sinais de problemas sérios; saiba identificar

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A estética das unhas é prioridade para muita gente, mas alguns problemas mais sérios podem estar por trás de diferenças no aspecto dessa parte do corpo. De acordo com Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia , existem sinais importantes que devem ser levados em conta. 

mãos sobre fundo branco usam lixa de unha arrow-options
Getty Images

Alterações nas unhas devem ser observadas

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As alterações nas unhas mais comuns são quebra e manchas brancas, que podem ser indícios de alergias provenientes do uso de esmaltes, detergentes e sabonetes. Outra possibilidade é a  carência nutricional, principalmente de elementos como ferro, ácido fólico e  vitamina B12.

Quais alterações nas unhas podem ser sinais de alerta? 

 Entretant, algumas alterações merecem mais atenção e podem indicar problemas mais graves de saúde. Veja alguns exemplos:

✓ Unhas arroxeadas, largas e curvadas para baixo
O aspecto pode ser o indício de doenças cardíacas ou respiratórias que interferem na circulação sanguínea, como crises de asma e bronquite.

 ✓ Unhas amareladas, grossas e com dificuldades de crescer 
Doenças pulmonares e artrite reumatoide podem estar por trás das unhas com essa aparência, embora existam outras causas possíveis, como uso prolongado de antibióticos

 ✓ Unhas com estrias brancas
 Marcas brancas e transversais no formato de estrias podem ligar o alerta para doenças                renais. Nesse caso, o sinal – que pode ser confundida com a marca após uma pancada, por exemplo – se repete em mais de uma unha. 

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 ✓ Unhas rugosas e fracas
Quando ocorre em adultos, esse aspecto pode ser sinal de doenças de pele, como a psoríase nas unhas, também chamada psoríase ungueal.

 ✓ Unhas de coloração preto-esverdeada 
Esse sintoma pode indicar infecção fúngica ou bacteriana grave. Além da alteração na cor, também existe a possibilidade de inchaço ou descolamento da unha. 

 ✓ Manchas sob as unhas 
Apesar de estar mais frequentemente relacionado a micoses ou traumatismo na região, esse aspecto pode ser um sinal de alerta para o melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. 

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Percebi alterações nas unhas, o que fazer? 

Antes de tudo, a profissional recomenda uma observação atenta dessa parte do corpo. Para isso, pelo menos 10 dias sem esmalte é o indicado. “Se nesse período você notar qualquer tipo de alteração nas unhas, o mais importante é que você consulte um dermatologista”, alerta Paola.

A partir desse ponto, o paciente deve ser encaminhado para exames que conduzam ao diagnóstico final e, só então, o médico responsável poderá indicar o tratamento adequado. 

Além disso, é fundamental estar ciente de que nem todas as alterações nas unhas indicam uma doença grave, podendo surgir de pequenos traumas como roer as unhas ou reações alérgicas a produtos de limpeza e cosméticos. 

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Para proteger a saúde das unhas, a médica diz que “é importante a adoção de uma alimentação saudável , consumo de 2 a 3 litros de água diariamente e, principalmente, não retirar completamente as cutículas. Esse pequeno pedaço de pele que envolve as unhas é responsável por protegê-las, impedindo que a água e outras substâncias nocivas atinjam a matriz da unha e favoreçam o crescimento de fungos e bactérias”.

Fonte: IG Saúde
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