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Rondonópolis

ARPA desenvolve projeto de composteira doméstica

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A conservação e a manutenção do meio ambiente é obrigação de todos. Quem não quer ter uma cidade sustentável, onde os interesses das gerações futuras não estejam comprometidos pela satisfação das necessidades da geração atual? Para tanto, é preciso que a população participe, com o intuito de fortalecer as propostas de desenvolvimento social, acesso à educação, cultura e saúde.

A Associação Rondonopolitana de Proteção Ambiental – ARPA tem feito a sua parte, criando projetos que garantam à sociedade civil organizada meios que agrida cada vez menos o meio ambiente. “O desenvolvimento sustentável tem como objetivo a preservação do planeta e atendimento das necessidades humanas. Isso quer dizer que um recurso natural explorado de modo sustentável durará para sempre e com condições de também ser explorado pelas próximas gerações”, explicou o presidente da associação, Higor Hoffmann.

O primeiro projeto executado pela ARPA é a composteira doméstica, que nada mais é do que um rico ecossistema higiênico que ajuda a reduzir seu lixo e emissões de gases do efeito estufa. Adquirir uma composteira doméstica é poder transformar seu lixo orgânico em húmus dentro de sua própria casa ou apartamento e ainda contribuir para um ambiente mais saudável e para a diminuição de resíduos descartados no aterro sanitário. E a aquisição deste material já é possível. Isto porque composteiras estão sendo feitas e comercializadas pela associação.

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Se todo o resíduo orgânico que é produzido no Brasil fosse tratado com compostagem seria possível evitar emissões de gás metano, produzir cerca de 37,5 toneladas de húmus por ano, reduzir os espaços ocupados em aterros e lixões e também a poluição de solos, lençóis freáticos e da atmosfera.

COMO FUNCIONA?

Basicamente, a composteira doméstica convencional é formada por três caixas empilhadas, uma pequena quantidade de composto contendo muitos micro-organismos e algumas minhocas. As duas caixas de cima da composteira servem como depósito para os resíduos domésticos (que devem ser colocados em pequenos tamanhos) e é nessas caixas que as minhocas e os micro-organismos presentes na camada de terra atuarão para transformar os resíduos em adubo orgânico, num processo que dura cerca de dois meses.

A última caixa serve como coletora do chorume, que também pode ser chamado de adubo líquido ou biofertilizante, além de servir como pesticida natural. Diferente do chorume produzido em aterros e lixões, o chorume da composteira doméstica não é tóxico. Para retirá-lo, basta abrir a torneira que fica na parte inferior da última caixa.

QUAIS RESÍDUOS VÃO NA COMPOSTEIRA?

Há muitos resíduos alimentares que podem ser colocados na composteira, como frutas, verduras, legumes, sementes, borra de café, sobras de alimentos cozidos ou estragados (sem exageros) e cascas de ovo. Materiais como saquinhos de chá, serragem, gravetos, papelão, papel e palitos de fósforo também podem entrar na composteira doméstica sem problemas. Se você utiliza palitos de dente, tome o cuidado de amassar as pontas para não ferir as minhocas.

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Folhas de jornais e revistas não são materiais indicados pra ir ao sistema da composteira, pois são feitos com materiais nocivos como os bisfenóis e têm muita tinta. Frutas cítricas e temperos fortes como folhas de louro, cascas de alho e cebola devem ser colocados com moderação. Carnes de qualquer espécie, laticínios, óleos, gorduras, papel higiênico usado, fezes de animais domésticos, sal e pimentas não devem ser colocados na composteira doméstica.

Para mais informações sobre o projeto ou como adquirir uma composteira doméstica, ligar no telefone (66) 9 9934-3636.

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Rondonópolis

PRTB municipal reúne militantes com foco nas eleições 2020

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Foto: Assessoria

O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) de Rondonópolis, em busca de militantes e aspirantes a políticos no município, realizou reunião com a executiva municipal  na última semana para avaliar o cenário politico atual  e  traçar metas para as eleições 2020.

De acordo com Cesar  presidente municipal do partido, o objetivo da reunião foi discutir desde já ás eleições 2020 e deixou o espaço aberto a todos participantes pois a intenção é ampliar o número de representantes da sigla na câmara municipal.

O PRTB tem como principal liderança, o general da reserva Hamilton Mourão, vice-presidente da República e o jornalista Levy Fidelix, presidente Nacional do Partido. No ano passado, o partido optou por abrir mão de uma candidatura própria para apoiar Jair Bolsonaro do PSL. Já em Mato Grosso, o PRTB começa a ampliar a representatividade política e conta hoje com um vereador em Cuiabá (Macrean Santos ), dois em Rondonópolis ( Roni Cardoso e Bilu do Depósito) tem a pasta da secretária de esporte e vice-prefeito de Várzea Grande (Hazama).

Esse número deve ser ampliado com os novos eleitos nas próximas eleições.

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Rondonópolis

Prefeitura de Rondonópolis vai lançar programa Cidade Limpa

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Convocar a população para junto do poder público contribuir para uma cidade mais limpa. Esse é o objetivo da Prefeitura de Rondonópolis com o programa Cidade Limpa que será lançado no dia 21 de fevereiro às 14h30 no auditório da Prefeitura.

O programa reúne o trabalho das Secretarias Municipais de Educação, Governo, Habitação e Urbanismo, Receita, Saúde, Meio Ambiente, o Gabinete de Comunicação Social, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Rondonópolis (Ippur), a Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder), o Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear) e a Unidade Central de Controle Interno, que está capitaneando as informações e auxiliando na execução do programa.

O aumento da geração de resíduos sólidos gerados por cidadãos e empresas motivou a Prefeitura a elaborar o projeto que pretende mudar o visual da cidade e ainda contribuir com a saúde da população. “Queremos ver a sinergia entre a comunidade e o poder público em ações que resultam em um ambiente mais limpo tendo benefício coletivo”, destacou o auditor geral do município, José Fabrício Roberto.

A ideia é fazer ações efetivas e de acordo com o planejamento do município já foi elaborado um planejamento para os quatro primeiros meses da execução do programa com a participação da Secretarias Municipais que vão fornecer as ferramentas para a ação do agente principal da campanha que é o cidadão.

O lançamento do programa Cidade Limpa deve contar com autoridades políticas, do poder judiciário, representantes da sociedade civil organizada, lideranças comunitárias e pessoas da comunidade.

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Rondonópolis

UPA de Rondonópolis abre mais uma porta para atendimento

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Foto: Assessoria

A Unidade de Pronto Atendimento de Rondonópolis abriu a porta de entrada localizada na avenida Rio Branco para receber ambulâncias de outras unidades de saúde municipais, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e também do Hospital Regional.

De acordo com a Diretora do Pronto Atendimento (PA), Vânia Scapini, esse foi o mais recente ato realizado pela administração para melhorar a agilidade e qualidade no atendimento de trauma e ortopedia, por isso essa entrada é exclusiva para esses casos. Outro benefício da ação é diminuir o quantitativo de pessoas na recepção de casos clínicos, causando menos estresses aos pacientes e acompanhantes.

A medida foi tomada no último domingo (10), tirando da porta principal, uma média de 70 a 80 pacientes por dia e seus acompanhantes, de forma a gerar mais qualidade para todos que precisam da UPA.

“Os pacientes ficam mais à vontade, melhorou significativamente o acesso dos pacientes bem como a qualidade do atendimento, além de diminuir consideravelmente estresse que gerava devido no acumulo muito grande de pessoas”, comentou Scapini.

Hoje a unidade mantém essas três portas bem definidas, uma para a entrada de trauma, onde há atendimento pelo cirurgião e pelo ortopedista. Outra destinada para pacientes graves que vão para o box, pois são classificados como vermelho e por isso dão entrada diretamente para o box de emergência.

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O outro acesso é destinado para casos clínicos que é basicamente grande parte dos atendimentos realizados pelas equipes da UPA. São pacientes ambulatoriais classificados como azul ou como verde, casos mais simples que poderiam ser resolvidos em Unidades Básicas de Saúde do município, mas mesmo assim a gestão absorve, atende e encaminha essas pessoas, além de fazer a regulação.

Ainda segundo informações de Scapini, desde que assumiu a gestão em 2017, a UPA estava sem documentação. Dessa forma foi necessário habilitar a unidade pelo Ministério da Saúde e entrar com pedido de qualificação. Entre as benfeitorias feitas pela atual administração há a organização de fluxos, implantação de sistemas, avanço no protocolo de acolhimento e classificação de risco, além do aumento de profissionais.

Scapini reforça que a UPA tem feito atividades além do que é da competência da unidade, tal como o município que tem atendido pacientes de média e alta complexidade que deveriam estar em hospitais de retaguarda e infelizmente acabam retornado para UPA, e também pacientes de outros municípios que não conseguem atendimento onde moram e buscam ajuda em Rondonópolis.

“Tem casos de pós-operatório imediato que saem e vem para atendimento no nosso box. Tem pacientes que adentram no box de emergência do Hospital Regional e são reencaminhados para UPA por que a unidade mantém um quantitativo de equipamentos de alta complexidade então conseguimos dar suporte com esses equipamentos, com médicos intensivistas. Estamos mantendo algumas especialidades como cardiologia, cirurgia, contratamos mais um psiquiatra para dar vazão a esses pacientes que permanecem na UPA”, explicou a gerente.

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