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Artigo: Passando a limpo

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É preciso aparar as arestas, agora! Tudo o que está ficando para trás deve ser registrado na memória, como coisa do passado. Todos têm oportunidade de corrigir erros e planejar um futuro de prosperidades. Por isso, uma cortina de esperanças se abre para a crença de novos horizontes iluminados pela credibilidade de pessoas, cuja razão é fazer o bem.

Há tempo de fazer aliados compromissados com a responsabilidade de construir e reconstruir tudo aquilo que pode ser benéfico à coletividade, no sentido de tornar a sociedade mais justa e fraterna. Cada um tem capacidade de enobrecer, basta agir e atuar de forma sensata. Só vencem aqueles que acreditam na humildade como qualidade de ser humano.

Ainda há tempo de reconciliar para que os próximos dias sejam de fraternidade. Ninguém cresce sozinho, essa é uma máxima; então, que as pessoas encontrem, na intimidade, uma forma e motivos para arrepender-se e valorizar o perdão como atitude de dignidade. Muitos, ao longo da vida, ignoram atos e atitudes de perseverança acreditando que já sabem um pouco mais de tudo, porém outros de forma sensata atuam querendo fazer o bem e são interpretados como bisonhos. É preciso paciência para que as relações humanas sejam, realmente, harmoniosas.

Em cada setor, unidade e órgão do serviço público ou privado pode haver laços de cordialidade, a fim de que a chegada dos próximos dias traga, também, mais e melhores condições de trabalho e harmoniosidade entre grupos e equipes. Que cada um possa ser melhor como pessoa e profissional, no sentido de tornar o ambiente de trabalho aconchegante e saudável. Sempre haverá condições e momentos para uma reflexão, a fim de tornar todos mais humanos e solidários.

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Não demore a fazer aquilo que ficou parado por falta de tempo ou atenção. Encontre, em você, a determinação para que suas atitudes sejam referências, no sentido de promover condições para o aprendizado e enriquecimento cultural das pessoas, cujo desempenho depende da sua decisão. Seja solícito para que você possa ser reconhecido pelo que o é como ser humano.

Não atropele os sonhos dos humildes, eles poderão ser a porta de entrada para o encontro de realizações que podem fecundar o amor entre os homens. Acredite na força da generosidade para a construção das relações humanas, diante de conflitos que insistem em distanciar, de você, aqueles que, ainda, continuam no mesmo barco. Esteja, sempre, pronto para ouvir! Muitos querem, somente, uma oportunidade de reconhecimento.

Por fim, alimente a esperança de novos dias, no sentido de atuar com serenidade, perante os obstáculos que interferem no seu humor e habilidades. Antecipe ações de caridade e carinhosas para que todos os que estão ligados a você sejam contemplados pela felicidade que tornam todos irmãos… Irmãos!

Um bom ano a todos!

*É professor, poeta e escritor. Mestre em Filosofia; especialista em Políticas de Segurança Pública e Direitos Humanos. Atualmente é mestrando em Movimentos Sociais, Política e Educação Popular pela UFMT.

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MAURO MENDES E OS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS 

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Max Campos

  Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do resultado a nível Federal com Bolsonaro e tampouco com Mauro Mendes em nosso Estado que inclusive teve apoio de milhares de servidores.

      O que realmente aflige é que nós servidores sabemos dos números do Estado e muitas das vezes erroneamente somos acusados pela falta de informação até mesmo de nossos representantes legais em rebater as falácias que costumam apregoar pois contribuirmos e muito pro desenvolvimento do Estado, temos sim que combater a evasão fiscal, a sonegação, a corrupção desenfreada, entre outras ações inclusive em Brasília com políticas públicas que possam aliviar nosso caixa.

      Mauro estará herdando um “furo” grande nesse começo de governo nos 03 piores meses do ano onde é de baixa arrecadação, somente em relação ao funcionalismo público a maior apreensão recai sobre a verdadeira realidade financeira do Estado deixado pelo governo que findou.

        São devidos e deixados de serem pagos o 13• dos aniversariantes de novembro e dezembro e o residual de todos servidores, restando ainda a incógnita da reposição inflacionária anual (RGA) e o atraso dos fornecedores que provocou o recolhimento de viaturas policiais e até mesmo de entrega de água para beber nas repartições públicas além do EFEITO CASCATA no comércio local.

     Mauro Mendes e Otaviano Pivetta terão desafios diários pois são 03 milhões de mato-grossenses para serem atendidos obviamente os servidores devem serem colaboradores ativos, pois são seu maior patrimônio no governo, contudo quando falamos de bastidores da política  devemos sermos claros em dizer que erros servem para aprendermos, elegendo sua melhor extração para crescermos e não tornar a repetí-los.

        A falta de diálogo ou mesmo de trato entre governo e servidores em 2016 causou um desgaste que politicamente e conversando seria facilmente evitado, não se trata de querer entendimento mas acabou tragicamente se tornando uma queda de braço que envolveu inclusive o legislativo em debates acalorados que serviu mas pra definição política de alguns pra eleição ou não do que de ganhos ao Estado.

     Em 2019 vamos debater números, dados, o poder executivo se submete a caneta governamental e este toma as ações que priorizem o cidadão contribuinte em prol de uma maioria, hoje fala-se em enxugamento da máquina e então o governo diz: Teremos uma economia de aproximadamente  150 milhões com enxugamento de 3.000 cargos comissionados dentre outras ações como extinção de pastas e fusões entre autarquias e empresas públicas.

     Porém como fechar a conta se outros dois poderes Legislativo e Judiciário não forem sensíveis ao exemplo dado? Somos sabedores da demanda descomunal de processos no Estado e falta de comarcas bem como são também conhecedores da falta de estrutura que o executivo possui pra atender os cidadãos, não entrando no mérito dos repasses dos duodécimos aos poderes que são constitucionais entretanto somente cortado no osso do executivo não solucionaria o problema pois o déficit deixado de herança está estimado até o momento em quase 2 bilhões. Estamos falando de ISONOMIA.

     Este início de 2019 será de profunda reflexão, simbiose entre os poderes, paciência e olhando para frente pois já aprendemos e vimos os erros do passado.

      Nosso Estado e sim um excepcional lugar provido de várias riquezas a serem exploradas, propiciar e atrair indústrias, valorizar e estruturar o turismo, agregar valores anosas produção, fomentar parcerias públicos-privadas em estradas e outros meios de transporte enfim temos uma infinidade recursos a serem colocadas em ação e isso certamente passará na contribuição de todos os poderes constituídos, de todos políticos, de todos servidores enfim daqueles que torcem e colaboram para um Estado mais próspero para todos.

      QUE DEUS ABENÇOE NOSSO ESTADO E NOSSA GENTE.

Max Campos é Servidor Público Estadual

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2019, estamos prontos!

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2019, estamos prontos!

Quando os olhos se voltam para o setor agropecuário é sinal de que somos vistos, reconhecidos pela representatividade que temos

 

Créditos: Ascom Aprosoja

27 de Dezembro de 2018

*ANTONIO GALVAN

 

Fazer parte do setor de produção de alimentos é motivo de orgulho para todo produtor rural, pois sabemos a responsabilidade que temos em nossas mãos. Garantir que o alimento chegue à mesa de milhares de pessoas, todos os dias, não é uma tarefa simples. A cadeia produtiva é vasta, complexa, cheia de percalços e desafios. Mas saber que contribuímos significativamente, com o planeta, nos motiva. Porém, de tempos em tempos quem produz alimentos é alvo de ataques, críticas, tentativas de paralisação ou inviabilização de sua atividade.

Em 2018, vivemos esse cenário praticamente o ano todo. Não foram poucos os que se levantaram contra o setor. Não foram poucos os que questionaram a idoneidade dos produtores rurais. Desde a oscilação cambial, passando por questões climáticas, a greve dos caminhoneiros, tabelamento do frete, até questões com foco mais estadual como a discussão sobre a renovação do Fethab 2 e a chamada taxação do agronegócio, as incertezas – muitas das quais já estamos acostumados a lidar – só aumentaram.

A Conab estimou uma produção de aproximadamente 120 milhões de toneladas de soja para esta safra (2018/2019). E, citando essa previsão destaco como as cifras, as toneladas, enfim, os números do agro parecem sempre causar espanto e impressionam aqueles que desconhecem o setor. E pergunto: por que não há interesse em conhecer e se aprofundar neste segmento da economia que é tão primordial?

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Por que é tão mais simples generalizar, se basear nas chamadas “fake news”, e em números irreais – como da renda do produtor, por exemplo -, ao invés de buscar conhecer a cadeia produtiva que, além de mover a economia, assegura o alimento nosso de cada dia?

Entendemos que esse cenário precisa mudar. Por isso, temos buscado falar com a sociedade cada vez mais. Estamos abertos ao diálogo para mostrar que ser produtor rural no Brasil, em especial em Mato Grosso, não é ser uma casta que está acima do bem e do mal como tentam fazer com a nossa imagem.

Para quem está acostumado a lidar com intempéries no campo, os debates na cidade não assustam, pelo contrário, fortalecem. Quando os olhos se voltam para o setor agropecuário é sinal de que somos vistos, reconhecidos pela representatividade que temos. Portanto, não criticamos aqueles que nos colocam no epicentro de alguns debates. Só pedimos, em nome dos produtores rurais e da diretoria da Aprosoja, respeito, verdade e seriedade na discussão.

Estamos prontos para o novo ano!

Mesmo com uma variação cambial que fez com que no período de compras de insumos, para esta safra, o dólar estivesse acima de R$ 4,00 e, hoje, justamente no momento em que precisamos comercializar a produção esbarramos no dólar abaixo dos R$ 4,00. Ou seja, contando com os custos de produção, não precisa ser especialista pra perceber que a rentabilidade será afetada. Mesmo com a discussão sobre a unificação do Fethab, ou qualquer outro tema relacionado à taxação.

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Mesmo diante de um novo governo, com novas ideias, com novas formas de agir, estamos confiantes que o agronegócio brasileiro seguirá firme na missão de abastecer as gôndolas, honrar os compromissos, contribuir com a balança comercial e fazer bonito dentro e fora do país. Jamais vamos nos furtar de nossas obrigações. Apenas queremos que haja coerência quando o assunto for relacionado à produção de alimentos.

E que assim seja neste novo ano. Feliz 2019 a todos.

*ANTONIO GALVAN é produtor rural, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

 

 

Fonte: ANTONIO GALVAN

Assessoria de ComunicaçãoContatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: comunicacao@aprosoja.com.br

 

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Natal de Jesus!

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José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor

Duas datas significativas preparam o espírito dos povos para as comemorações de mais um Natal de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista. Refiro-me ao Dia Internacional da Solidariedade (20/12) e ao dedicado, no Brasil, aos órfãos (24/12).

Quando de Sua primeira vinda visível ao planeta, o Provedor Celeste exemplificou com a própria vida o valor da Solidariedade sem fronteiras, sejam elas de idioma, cor da pele, opinião política etc. É Dele também uma postura ecumênica de amparo aos desfavorecidos da Terra.

Refletindo sobre o amplo e irrestrito significado do Natal de Jesus para a Legião da Boa Vontade (LBV) e para os que com ela cerram fileiras na construção “de um Brasil melhor e de uma humanidade mais feliz”, recordo trecho de circular que escrevi em Brasília/DF, datada de 4 de junho de 1997. Faz parte dos originais de minha obra Liderar sob a proteção de Deus. Dedico-a a todos os corações de Boa Vontade:

(…) Elevemos uma fervorosa Prece ao Cristo, nosso Senhor, porquanto este é o caminho seguro que nos conduzirá à vitória. No Cristo, venceremos, sempre, sempre e sempre! Que queremos nós senão oferecer aos deserdados do mundo uma Ceia Especial que nutra, para todo o sempre, os seus Espíritos sequiosos de um alimento que vem do Alto: Jesus, o Pão vivo que desceu do Céu? E esse Pão que desceu do céu igualmente é promover Desenvolvimento Social e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos os seus componentes, despertando neles a Cidadania Planetária!

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Um sonho que nos vem do Cristo de Deus, de forma que o tornemos uma instituição em toda a Terra, para o que precisamos desenvolver um sentido realista, a fim de infalivelmente conduzir multidões pelas estradas da Alma. Isso porque nestes tempos de avançada tecnologia, é urgente que a humanidade seja mais sensível aos sentimentos generosos, que impulsionam a Fraternidade Ecumênica, a Generosidade e a Solidariedade Social, que andam fazendo bastante falta nos dias que correm. (…)

Um Feliz Natal a todos, e um ano-novo próspero em realizações no Bem!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

Fraternalmente,

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