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Tecnologia

Artista acusa Xiaomi de usar seu trabalho sem pagar; peças foram criadas para LG

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Olhar Digital

A equipe de marketing da Xiaomi precisa rever alguns conceitos de ética. Segundo denúncia do canal The Verge , a gigante chinesa de eletrônicos parece ter roubado descaradamente três obras de arte 3D para promover alguns dispositivos na Espanha. Pior do que isso, roubou inclusive as artes da mesma artista utilizadas em uma campanha comissionada pela LG.

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A imagem utilizada pela equipe da Xiaomi na Espanha é essa que vemos abaixo. Como é possível perceber, temos diferentes aparelhos na imagem, valores e a data de término da promoção, bem como o botão para conferir a campanha no site da companhia:

propaganda da xiaomi
Reprodução/Xiaomi

Peça publicitária da Xiaomi na Espanha

Agora, veja a imagem da obra de arte 3D, de Peter Tarka , criada em 2018:

peter tarka, obra 3d
Peter Tarka

Arte de Peter Tarka é comparada à publicidade da Xiaomi

Sim, é surpreendente ver uma empresa do tamanho da Xiaomi usurpando de forma tão descarada uma obra e aindo colocando-a em seu site oficial. Estamos em 2019, quando procurar imagem no Google não significa livre de direitos autorais. Porém, a coisa fica um pouco mais constrangedora para a Xiaomi.

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Acontece que a LG já havia usado as obras de Peter Tarka em uma campanha publicitária no passado e, pasmem, pagou pelo uso das imagens. Na imagem que a Xiaomi deliberadamente utiliza em sua promoção, vemos uma poltrona verde no canto esquerdo e uma lâmpada no canto superior direito, essas ilustrações foram criadas por Tarka a pedido da LG:

peter tarka, obra 3d
Peter Tarka

Trabalho de Tarka para a LG; preste atenção na poltrona
obra 3d, lg
Peter Tarka

Lâmpada em peça criada por Tarka para a LG foi usada na publicidade da Xiaomi

É claro que o artista não está gostando nada dessa história e, inclusive, criou uma animação que mostra claramente o roubo de três de suas obras, incluindo àquelas usadas por ele na campanha para a LG: 

De acordo com a declaração de Peter ao The Verge , nenhum representante da Xiaomi sequer entrou em contato com ele para solicitar o uso das imagens: “Tenho 100% de certeza de que eles usaram minhas peças porque tudo combina perfeitamente, eles só mudaram a saturação e retocaram [alguns] elementos para não torná-lo tão óbvio”.

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O canal entrou em contato com a Xiaomi, porém, até o momento, não recebeu uma resposta.

Sinceramente, esse é um erro primário, que a equipe de marketing da empresa, ou qualquer agência terceirizada que desenvolveu a campanha para a fabricante jamais deveria cometer. Se confirmado que Peter Tarka não foi contatado, isso é roubo e a Xiaomi deve emitir uma nota de desculpas e mesma pagar ao artista e à LG o que lhes é de direito. Você concorda?

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Fonte: IG Tecnologia
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Selfie espionada? Apps do Google Play atacam privacidade de usuários; entenda

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Olhar Digital

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Reprodução

Apps de Selfie no Google Play espionavam usuários

Pesquisadores da Wandera, empresa especializada em segurança de dispositivos móveis, encontraram dois apps no Google Play que escondiam adware bastante agressivo, que exibia anúncios de tela cheia que prejudicavam o uso do smartphone. Além disso, ambos exigiam permissões que permitiriam espionar os usuários.

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Os apps, chamados Sun Pro Beauty Camera e Funny Sweet Beauty Camera , juntos tinham mais de 1,5 milhão de downloads. Ambos exibem comportamento diferente, porém altamente inconveniente: depois de instalado, o SunPro Beauty Camera começava a exibir anúncios em tela cheia mesmo que o app nunca fosse aberto. Já o Funny Sweet Beauty Camera começava a exibir os anúncios depois que o usuário salvasse uma foto editada no app.

Ambos os apps tentam dificultar sua remoção usando um truque: depois de instalados, eles criam um atalho para si mesmos, e removem seu ícone original da lista de apps. Assim, se o usuário tentar “desinstalar” o app, irá apenas remover o atalho.

Além disso, os apps pediam permissão para gravar áudio, algo que é completamente desnecessário para seu funcionamento, mas poderia ser usado para escutar tudo o que é dito ao redor do aparelho.

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Ambos os apps tinham muitos reviews negativos, o que geralmente é um sinal de que há algo errado. Segundo a Wandera, a recomendação é evitar apps com notas muito baixas, e instalar uma solução de segurança em seu smartphone .

Fonte: Wandera

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Uber Eats alcança marca de 1 bilhão de pedidos feitos no mundo

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Olhar Digital

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Divulgação/Uber

Uber Eats alcançou a marca de 1 bilhão de pedidos feitos no mundo

O Uber Eats confirmou ter recebido mais de 1 bilhão de pedidos ao redor do mundo em menos de quatro anos. A plataforma está disponível em mais de 500 cidades e em 36 países. No Brasil, o serviço de entrega chegou somente em dezembro de 2016, mas hoje já é parceiro de milhares de empreendimentos gastronômicos em mais de 70 cidades brasileiras, fazendo a curadoria de restaurantes conhecidos como McDonald’s, KFC e Burger King e de negócios familiares locais como Hi Pokee, Busger e Sushi Plus.

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A empresa alcançou esse marco na mesma semana em que anunciou que irá permitir que restaurantes que utilizam sua própria frota de entregadores se cadastrem na plataforma do Uber Eats . Anteriormente, só era possível o cadastro na plataforma de restaurantes que desejavam fazer entregas usando os entregadores autônomos disponíveis no aplicativo.

Esta nova opção foi planejada para atrair mais usuários para o aplicativo . Na América Latina, o Uber Eats já está testando essa modalidade em diversas cidades, inclusive brasileiras, com resultados promissores.

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O anúncio chega quando dados revelam que o crescente mercado de entrega de comida – que deve valer quase 21 bilhões de dólares até 2023 – está desempenhando um papel cada vez mais importante no crescimento de pequenos e médios restaurantes. Para os 70% dos restaurantes do Uber Eats, que são pequenas e médias empresas, a entrega de alimentos é responsável por uma proporção crescente de sua receita total.

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Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Fim de ano à vista: ainda dá tempo de comprar a lembrancinha de Natal na China?

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Unsplash

Será que ainda dá tempo de comprar os presentes de Natal na China?


Cada vez mais, comprar produtos na China tem se tornado uma tendência no Brasil. No ano passado, mais de 50% dos brasileiros que fizeram compras online consultaram sites chineses , segundo dados da empresa especializada em tecnologia de rastreamento postal Pitney Bowes.

Apesar dessa preferência, uma reclamação recorrente é o prazo de entrega das mercadorias que vêm do outro lado do mundo. Afinal, será que ainda dá tempo de comprar um presente de Natal na China ?

Diante dos prazos oficiais divulgados pelos Correios , sim, os 65 dias úteis restantes até o Natal são suficientes para que um produto vindo da China chegue até a sua casa.

Mas isso não significa que imprevistos não podem acontecer. Primeiro, é preciso estar muito atento ao tipo de entrega a ser escolhida no ato da compra.

Além disso, é preciso ter em mente que toda compra internacional é uma importação de mercadoria e, por isso, está sujeita à legislação aduaneira. Isso significa que os objetos são fiscalizados pela Receita Federal assim que chegam ao Brasil, e o prazo para eles serem liberados para a entrega é completamente variável

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Gustavo Lombardi, que tinha o costume de comprar no site chinês Gearbest, conta que suas experiências foram bastante variadas nesse sentido.

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“O produto que ficou menos tempo em Curitiba [na alfândega], foram duas semanas. O que ficou mais tempo, foram dois meses e meio”, conta.

Compras na China – entendendo os prazos dos Correios  

Da China até o Brasil, que não costuma ser a etapa mais demorada, o tempo pode variar de acordo com a empresa de envio escolhida pelo remetente.

“Meus pedidos levavam em média uma semana para chegar no Brasil”, conta Gustavo. Syllas Borburema, que também tem o costume de comprar em sites chineses, menciona prazos similares.

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Chegando ao Brasil, o tempo que um produto pode ficar sob análise da Receita Federal é realmente variável e imprevisível.

Apesar disso, dá para prever os prazos de entrega dos Correios . E, mesmo que a empresa brasileira só atue na entrega depois que o produto já está aqui no país, o tempo que a mercadoria leva da alfândega até a casa do consumidor tem muita relação com o tipo de frete escolhido na compra do produto no site chinês

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iG – Economia

Quando os produtos chegam ao Brasil, a entrega é feita pelos Correios.


Segundo os Correios, a opção de frete grátis disponibilizada por sites internacionais não é a opção mais adequada para quem tem pressa.

No geral, o frete grátis costuma utilizar a opção mais básica de serviço de entrega, chamada de Pequena Encomenda Simples, que sequer oferece opção de rastreamento . Nesses casos, o código de entrega do objeto será iniciado com a letra “U”. 

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Uma outra opção, também oferecida em fretes grátis, é a Pequena Encomenda Registrada. Com objeto iniciado pela letra “R”, essa modalidade possui código de rastreamento que funciona apenas a partir do momento que o produto chega ao Brasil.

Em ambos os casos, o prazo de entrega dado pelos Correios após a liberação na Receita Federal (que pode exigir pagamento de tributos) é de 40 dias úteis. Por isso, essa opção não costuma ser muito interessante em casos mais urgentes. Para o Natal , por exemplo, é melhor não dar essa chance para o azar. 

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Além das opções grátis, é possível escolher, no ato da compra, modalidades expressas de entrega. Nesses casos, o rastreamento é completo, desde a China até a casa do cliente.

Para as entregas rápidas, os prazos dos Correios pode ser de 12, sete ou até três dias úteis. Nesses casos, os códigos de rastreamento se iniciam, respectivamente, com as letras “L”, “C” e “E”. 

Compras na China – como eu posso apressar a entrega?

Um fator muito relevante na demora da entrega é o tempo em que a mercadoria fica retida na Receita Federal. Embora esse prazo seja variável e incontrolável por parte do cliente, há uma ação que pode ser feita para agilizar o processo .

Alguns produtos podem ser tributados nesse processo e, então, eles só serão liberados depois que o cliente final pagar esses impostos. 

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Por isso, a dica dada pelos Correios é ficar de olho na chegada dos produtos ao Brasil, para liberá-los o mais rápido possível – no caso de exigência de algum tipo de pagamento.

“Efetuada a compra internacional, o cliente deve acompanhar, a todo momento, o rastreamento e o ambiente Minhas Importações no site dos Correios. Uma vez logado nessas plataformas, com seu Id Correios, deve-se atentar para as solicitações aduaneiras ou de outros órgãos anuentes, e principalmente para o prazo de pagamento dos serviços e dos tributos que incorrerem sobre o objeto comprado internacionalmente. Perdido o prazo de pagamento, o objeto é devolvido à origem”, informou a empresa através de sua assessoria de imprensa. 

Veredicto final – ainda dá tempo de comprar presentes para o Natal na China?

Levando em consideração os prazos oficiais, ainda dá tempo de comprar os presentes de Natal na China . Faltando 65 dias úteis para a data, as formas de entrega expressa parecem a melhor opção.

Ainda assim, nada é totalmente garantido por conta da imprevisibilidade do tempo que um objeto pode ficar na Receita Federal. 

Bárbara Sívori, que costuma fazer de duas a três compras por ano no Aliexpress , conta que se arriscaria a comprar os presentes de Natal no site.

“Se fosse para mim ou para alguém da minha família que entenderia caso não chegasse a tempo, sim. Porque vale muito a pena . Fora a vantagem do preço, tem produtos nesses sites que não existem no Brasil. Então acho que eu compraria, sim”.

Fonte: IG Tecnologia
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