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As 15 perguntas que definem se o seu relacionamento vai durar

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É possível determinar se alguém é “a pessoa perfeita” para você? Pode até parecer uma pergunta complexa, mas segundo o cientista em relacionamento, professor de psicologia na Universidade de Monmouth, em Nova Jersey, Estados Unidos, e criador do site Science Of Relationships Gary W Lewandowski, existe um teste que pode te dar uma direção sobre o futuro da sua relação. 

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Segundo especialista, um teste pode te ajudar a entender mais sobre o seu relacionamento e se o seu parceiro ‘é para casar’

O especialista pensou em 15 perguntas que, de acordo com ele, são essenciais para entender mais sobre o seu relacionamento – e até refletir sobre como você e seu parceiro/parceira agem um com o outro. 

“Como saber se estou na relação certa? Esse é provavelmente um questionamento que muita gente faz, mas que poucos estão equipados para responder”, disse ao The Independent UK .  “Quando tentam determinar isso, nem sempre sabem quais as perguntas certas para fazer e se concentram na coisa errada”. Daí a ideia da lista de perguntas .

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Para melhores resultados, é indicado responder sem pensar muito. Segundo Lewandowski, dizer “sim” de forma honesta para essas questões pode significar que vale a pena manter a sua relação. Já se a resposta for “não” para alguns (ou todos) questionamentos, talvez seja hora de repensar o que você quer.

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Quer saber quais são essas perguntas? Faça o teste abaixo:


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Independente de qual tenha sido o seu resultado, o especialista afirma que o mais importante é ter cada vez mais informações sobre a sua relação e o seu parceiro/parceira e decidir se essa é a pessoa ideal para você. “Aprender coisas boas sobre relacionamentos não é uma ameaça para bons relacionamentos, mas se você está em um relacionamento ruim, terminar te dá liberdade para entrar em uma relação ótima”, finaliza. 

Fonte: IG Mulher

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ABRAM ALAS: DICAS PARA ARRASAR NO CARNAVAL 2020!

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A época mais esperada do ano chegou! O carnaval é o maior evento cultural brasileiro e a energia de celebrar a vida e se jogar na folia mobiliza o nosso país: são 4 dias de festividades, diversão e muito estilo!

Além das festas, bailes, bloquinhos e toda a curtição, para muitos a parte mais divertida do carnaval é justamente as produções mais exuberantes, já que não é todos os dias que podemos sair temáticos ou radiantes de purpurina. 

Para quem ainda não decidiu o que irá usar ou deixou para última hora, iremos te ajudar. Confira abaixo looks fáceis de produzir para curtir o carnaval 2020 em diversas ocasiões! 

Bloquinho

Tradição carnavalesca, os bloquinhos são parada obrigatória! Mas para cair na folia, é preciso estar confortável, com itens práticos que não te atrapalhem na hora de sair do chão. A hot pant metalizada com o top do mesmo tom cumpre esta missão e a pochete é perfeita para guardar seus pertences com versatilidade e atitude. Nós pés os tênis são essenciais para o conforto. Finalize com brincos divertidos e uma make arrasadora com muito strass. 

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Bailes e Festas 

Quem vai comemorar a data em bailes, festas ou clubes a proposta é diferenciada. Com carta branca para usar muito brilho e glamour, aqui a produção pode e deve ser mais sofisticada. Aposte nos vestidos com cores vibrantes, recortes estratégicos, volumes inflados, transparência e pedrarias. O salto alto é opcional, mas caso queira um look mais elaborado ele é peça chave. A make bem trabalhada e os acessórios no cabelo finalizam o visual da folia

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Fantasias 

Qual personagem você deseja ser neste carnaval? Seja algo mais caricato, improvisado ou realista, estas propostas são coloridas e criativas, com uma temática bem definida que envolve roupas, acessórios e uma make bem glow e elaborada. 

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Maquiagem

A tendência do verão 2020 são as maquiagens naturais, mas com um toque de luz do iluminador. As cores estão em alta e a temporada mais quente do ano já ditou a moda: delineadores coloridos e blush efeito sunkissed. E para arrasar na maquiagem carnavalesca , os glitters biodegradáveis e strass são ótimas opções! 

Gostou da matéria? Conta para a gente qual será seu look folia do carnaval 2020 . Abram alas para a curtição e aproveitem com responsabilidade! 

Fonte: IG Mulher

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Beluquices entrevista Débora Henriques, do @receberbem

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Débora Henriques é sinônimo de bom gosto. Desde 2014, ela administra o perfil no Instagram denominado @receberbem e nele compartilha dicas valiosas sobre decoração, mesa posta, culinária e viagens. Recentemente, lançou uma linha de louças que fez sucesso nas feiras de decoração realizadas na cidade de São Paulo. 

Débora Henriques arrow-options
Arquivo pessoal

Débora Henriques está a frente do perfil @receberbem

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No papo com a coluna ela fala sobre a carreira, dá dicas de como receber bem e ainda faz suas apostas para o que vai bombar em decoração em esse. Confiram a entrevista com Débora Henriques :

1. Para você o que é ser uma boa anfitriã?

Uma boa anfitriã é aquela que recebe sempre com um sorriso, prepara a casa e mesa com muito carinho e consegue fazer com que o seu convidado se sinta acolhido e muito bem recebido. Surpreenda e aposte em pequenos detalhes, eles fazem toda a diferença.

2. Quando foi criado o seu perfil no instagram @receberbem?

Foi criado em 21 de julho de 2014, e na época eu tinha uma sócia. Desde março de 2018 eu sigo carreira solo.

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3. Você assinou uma coleção belíssima de louças em parceria com a Ceramica Luiz Salvador. Qual foi a sua inspiração para desenvolver a coleção?

Na verdade já é a segunda coleção que eu assino em parceria com a Luiz Salvador, a primeira é a Floral Vintage em duas cores: rosa e verde. O último lançamento é a Maria Antonieta. Foi a coleção mais vendida no estande. A mesma coisa aconteceu com a coleação floral vintage na feira anterior. Sucesso, graças à Deus.

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Arquivo pessoal

Débora Henriques assinou coleção de louças em parceria com a Luiz Salvador

Eu me inspirei  em louças antigas , tipo louça da vovó. É uma paixão na minha vida, eu coleciono xícaras de café antigas que herdei da família e outras que adquiro em viagens pelo mundo. A Luiz Salvador me deu todo o suporte na hora de decidir o estilo e eu não pensei duas vezes. Eu acho que tudo que remete a memória afetiva tem grandes chances de fazer sucesso. Passa um filme na cabeça.

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4. Na sua opinião, quais as principais tendências para 2020 no segmento de mesa posta e decoração?

Eu pude comprovar que o “antinguinho” e o atemporal fazem sempre sucesso e estão sempre presente na feira. Outros estilos que estavam super em alta nesta edição da  feira foram o natural, o orgânico, o sustentável. Teve muita madeira, detalhes de fibras naturais em jogos americanos, louças, jarras, móveis e objetos de decoração .

Fonte: IG Mulher

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Abstinência sexual: como é encarado o controle de natalidade de Bolsonaro

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No início deste mês o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos – representado pela ministra Damares Alves – e o Ministério da Saúde lançaram uma  campanha polêmica para a prevenção da gravidez precoce. Sob o slogan “Adolescência primeiro, sexo depois: tudo tem seu tempo”, a abordagem insinua a abstinência sexual como “única medida 100% eficaz” para o planejamento familiar. 

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Divulgação/Presidência da República

Ministra Damares Alves é a principal defensora da campanha que prega abstinência sexual

A campanha causou discordâncias dentro do próprio governo. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cuja pasta participou da campanha, diz ser contra o uso do termo “abstinência” para lidar com o tema. Diante da falta de apoio, então, a ministra Damares Alves afirma a intenção de lançar o “Plano Nacional de Prevenção ao Risco Sexual Precoce” – uma campanha ainda mais enfática – sem ajuda do Ministério da Saúde.

O foco de preocupação do governo é o dado de que cerca de 930 adolescentes entre 15 anos e 19 anos dão à luz todos os dias, segundo dados do Ministério da Saúde. No ano passado, o número total de mães adolescentes chegou a 435 mil. Quando consideradas as gravidezes entre meninas de até 14 anos, o número subiu a quase 480 mil.

Com investimento total de R$ 3,5 milhões, porém, a campanha não menciona o uso de camisinha ou qualquer método contraceptivo e traz, entre os argumentos, o fato de que o início precoce da vida sexual levaria não apenas ao sexo irresponsável, mas a “comportamentos antissociais ou delinquentes” e “afastamento dos pais, escola e fé”.

Religiosos apoiam a campanha, mas com ressalvas

Ponderado sobre o assunto, o pastor evangélico, escritor e poeta Henrique Vieira defende que, apesar de pertinente, a abordagem da campanha pode afastar o público-alvo em vez de conscientizar. “Acho que não trata o tema com a profundidade necessária. Defendo, sim, uma educação sexual que fale sobre prevenção de doenças e também sobre responsabilidade afetiva, amadurecimento, respeito ao próximo”, diz o religioso. 

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“O problema é que isso não pode ser feito de maneira autoritária. Não pode ser uma norma. É importante usar todo o conhecimento que acumulamos ao longo dos anos sobre isso”, completa ele. O pastor também comenta um ponto que, segundo ele, aponta uma incoerência do governo. “Quando a ideia de discutir educação sexual nas escolas surgiu, o governo foi contra por defender que essa era uma responsabilidade da família. Agora, o assunto volta em um outro extremo”, observa. 

Já a Diocese de Santo André, na Grande São Paulo, através da sua assessoria de comunicação, também se manifestou e defende a ideia do ministério. Segundo eles, a campanha pode acrescentar bons princípios aos cidadãos. “Todo cuidado e orientação sobre saúde sexual e reprodutiva é sempre importante e imprescindível, independentemente da idade em que se encontra a pessoa, uma vez que zelar pelo bem do próximo poderia ser sempre a máxima de todos”, afirma. 

A instituição também comenta, referindo-se à abstinência como exercício da castidade, que “o Catecismo da Igreja Católica ensina que o melhor investimento a se fazer pela vida humana e pelo bem estar pleno das pessoas, especialmente de crianças e jovens, seria ensinar-lhes as virtudes da castidade como um lindo exercício”, reforçando que “considerando a laicidade do Estado, que não é o mesmo que laicismo, nossos valores podem ser abordados em qualquer ambiente, assim como posicionamentos diversos aos nossos”.

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“O adolescente que quiser transar, vai transar”

Em outras esferas, a opinião é diferente. Para a Jeniffer Gonçalves, 24, que é professora de inglês e foi mãe aos 17 anos, a campanha lida com os jovens de maneira ingênua. “O adolescente que quiser transar, vai transar. Isso é óbvio! não há nada no mundo que segure um jovem cheio de hormônios”, defende ela, que também discorda dos argumentos morais destacados pela pasta. “Minha filha foi a melhor coisa que me aconteceu”, diz.

A professora, porém, reforça que a prevenção deve ocorrer por meio de acesso aos métodos contraceptivos, enquanto a educação sobre o início da vida sexual é responsabilidade doméstica. “Hoje em dia, após quase 8 anos que sou mãe, percebo o quão negligenciada eu fui nessa parte. Não tive nenhuma orientação do meu pai e na escola, consequentemente, fui descobrindo as coisas sozinha”, recorda Jeniffer, que diz que apesar de não sentir arrependimento sobre a maternidade “se tivesse sido orientada, as coisas teriam tomado um rumo diferente”.  

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Reprodução/Instagram

Jeniffer, que foi mãe aos 17 anos, e a filha Manuela


Campanha vira piada para adolescente

Sem filhos, o estudante Felipe Moura*, de 16 anos, riu ao saber da existência da campanha, com a qual ainda não teve contato nas ruas ou na internet. “Perdi minha virgindade com 14 anos. Meus amigos acham que foi com 12 e minha mãe ainda não sabe que aconteceu”, confessa, demonstrando pouco caso sobre a ideia de abstinência sexual. Apesar do início precoce, Felipe diz que a escolha não interferiu no seu comportamento ou relacionamentos. “Minhas notas continuam ótimas”, brinca. 

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O adolescente diz que entende os riscos de transar sem camisinha e tem “muito medo de ser pai ou pegar uma infecção”, mas que não abre mão da própria autonomia para escolher o melhor momento de iniciar a vida sexual. “O problema dessa campanha é que eles tratam adolescentes como criança. Fazer sexo é algo muito pessoal, uma escolha que deve vir da gente e não da ministra. Se eu for da igreja e quiser esperar, tudo bem”, defende. 

A opinião é partilhada por quem cuida de filhos dessa idade. “Eu acho que seria mais eficaz uma campanha focada nas doenças que podem ser transmitidas, por exemplo, ou explicasse as consequências do sexo inseguro e irresponsável, porque pedir que eles esperem sem explicar o motivo é pedir para não ser ouvido”, comenta a representante comercial Elisabeth Freire, mãe de Yasmin, de 13 anos. 

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Ela também sugere que uma campanha semelhante poderia ser feita, mas direcionada aos pais desses jovens. “Algo que incentive a família a quebrar esse tabu e oriente sobre a melhor forma de tocar nesse assunto em vez de demonizar o sexo. Minha mãe, por exemplo, nunca falou sobre isso comigo. Tudo que eu sabia é que deveria me manter pura, mas não entendia nada sobre isso. Hoje crio meus filhos de uma forma diferente”, diz. 

* O nome real foi trocado a pedido do entrevistado

Fonte: IG Mulher

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