conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Atender população de rua no país é desafio para o Brasil, diz comissão da OEA

Publicado


População de rua cresceu no Brasil nos últimos anos
Rovena Rosa/Agência Brasil – 26.5.2017

População de rua cresceu no Brasil nos últimos anos

A grande população de rua no Brasil é um desafio para o Brasil, disse nesta quinta-feira (8) a vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), Esmeralda Arosemena.

Leia também: Presidente do PSL questiona isenção da Organização dos Estados Americanos

Nesta quinta-feora, Esmeralda participou de um encontro com representantes de diversos movimentos que reúnem ou oferecem assistência à população de rua .

“O Brasil tem vulnerabilidades específicas pela grande quantidade de pessoas. As cidades muito grandes também têm grandes problemas. As respostas para um grupo de 50 pessoas não são comparáveis às destinadas a grupos de 100 mil ou 10 mil pessoas. Esta é uma condição muito particular da população de rua no Brasil”, disse Esmeralda.

O coordenador da Pastoral do Povo de Rua, padre Julio Lancellotti, estimou o número de moradores de rua no país. “É evidente de que temos hoje mais de 20 mil”, disse Lancellotti ao mencionar, por exemplo, que somente a organização que cuida do programa Consultório da Rua tem mais de 9 mil pessoas no seu cadastro. “Aumentou o número de mulheres, de mulheres com crianças e também o número de despejos”.

Lancellotti criticou a decisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), anunciada em setembro, de não contabilizar no Censo de 2020 as pessoas que vivem nas ruas.

Veja Mais:  Tribo indígena recebe exércitos com urnas eletrônicas a flechadas em Mato Grosso

“Há metodologia própria para isso. Não faz porque não quer, porque não tem interesse político de perceber que essa população aumenta como resposta e como consequência da política econômica e social que o Brasil tem implementado”, afirmou.

Leia também: Pela primeira vez, missão da OEA acompanhará eleições no Brasil

Segundo o padre, sem essa contabilidade, há o risco de que as políticas oferecidas a essa população não sejam eficazes.

Quando anunciou a decisão, o IBGE justificou que a coleta de dados sobre quem não tem domicílio fixo é especialmente difícil devido às dimensões do país. “Nossas pesquisas consideram apenas domicílios permanentes, e identificar pessoas em situação de rua exige um grande esforço de mobilização, em particular em países com grandes territórios, como o Brasil”, alegou o instituto.

Esmeralda Arosemena defendeu o foco em políticas públicas que ofereçam soluções permanentes e não apenas amenizem problemas emergenciais. “”Necessitamos de respostas com dignidade. Não é a sacola de comida para um dia, ou um espaço para passar uma noite – essas são respostas momentâneas. As respostas têm que ser permanentes.”

Por isso, ela considera fundamental pensar em formas de garantir moradia para as pessoas que atualmente dormem nas calçadas das grandes cidades. “Não é verdade que as pessoas querem viver nas ruas. As pessoas necessitam de moradia. Porque, quando você tem moradia, consolida os outros direitos. Então, o chamado, a reposta que esse grupo necessita deve ser com uma visão integral da sua condição como pessoa”, acrescentou.

Veja Mais:  Incêndios na Califórnia já deixaram 25 mortos e 110 desaparecidos

A força do Movimento Nacional da População e Situação de Rua foi, por outro lado, algo que impressionou positivamente a vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

O encontro foi realizado em um espaço cedido pela prefeitura para atividades da organização no bairro da Bela Vista. “Para mim, o mais importante deste encontro hoje é saber que tem uma força neste movimento de solidariedade com as pessoas”, disse ela.

A visita de Esmeralda Arosemena faz parte da agenda da CIDH no Brasil, iniciada na última segunda-feira (5), com previsão de uma série de encontros em diversas partes do país sobre a população de rua . Um relatório preliminar sobre a missão no Brasil deve ser divulgado em 12 de novembro.

* Com Agência Brasil

Leia também: Defesa de Lula recorre à missão da OEA por direito de ter ex-presidente na TV

Comentários Facebook

Nacional

Já apostou? Prêmio da Mega-Sena pode chegar a R$ 33 milhões neste sábado

Publicado


Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis
Divulgação/ Wilson Dias/ Agência Brasil

Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis

Um sortudo pode ganhar até R$ 33 milhões no próximo concurso da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (19). O prêmio acumulou depois que ninguém acertou as seis dezenas do  sorteio da última quinta-feira (17).

No entanto, a Mega-Sena deixou muita gente sorrindo a toa. A quina teve 91 apostas ganhadoras, sendo que cada apostador ficou com R$ 24.748,67. A quadra teve 5.468 apostas ganhadoras, ficando cada uma com R$ 588,39.

Para participar, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País.  Apostadores também podem entrar no sorteio pela internet, o valor mínimo para fazer uma compra pelo sistema online é de R$ 30 em apostas. O serviço do site funciona 24 horas por dia.

Esse é um concurso realizado pela Caixa Econômica Federal que pode pagar milhões ao apostador que acertar seis números, que são sorteados ao menos duas vezes por semana – normalmente, de quarta-feira e sábado. Ainda é possível ganhar prêmios menores ao acertar quatro (Quadra) ou cinco dezenas (Quina).

Leia também: Eles foram premiados, mas perderam tudo

O próprio jogador pode escolher os números da aposta ou tentar a sorte com a “Surpresinha”, em que o sistema das lotéricas escolhe os números. É possível também concorrer com as mesmas dezenas por dois, quatro ou oito concursos consecutivos na chamada “Teimosinha”.

Veja Mais:  Ministro confirma 13º do Bolsa Família e diz que medida custará R$ 2,5 bilhões

Como jogar na Mega-Sena


Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País
swsdwsd

Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País

Os prêmios iniciais costumam ser em torno de R$ 2,5 milhões para quem acerta seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do volante.

Leia também: Relembre os crimes relacionados à Mega

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados, 19% entre os acertadores de 5 números (Quina), 19% entre os acertadores de 4 números ( Quadra ), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5 e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou 5.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Temer afirma que teve conta do Twitter invadida após “postagem sem sentido”

Publicado

Ex-presidente Michel Temer fez publicação no Twitter sobre a empresa norte-americana Apple
Reprodução/ Twitter

Ex-presidente Michel Temer fez publicação no Twitter sobre a empresa norte-americana Apple

O ex-presidente Michel Temer afirmou no início da noite desta sexta-feira (18) que sua conta no Twitter foi invadida. No início da tarde de hoje uma publicação pouco inteligível sobre a empresa norte-americana Apple foi compartilhada pelo perfil oficial do emedebista.

“Para ajudar bkkkkkterceiros, tais como desenvolvedores e empresas parceiras da Apple, a melhorar os apps, produtos e serviços desenvolvidosp por eles para serem usados com produtos da Apple, a Apple pode fornecer a tais”, dizia a publicação que foi apagada do perfil de Michel Temer .

No entanto, a justificativa apresentada pela assessoria de imprensa do ex-presidente não convenceu os internautas, que começaram a imaginar o “verdadeiro motivo” da publicação “sem sentido”.

Os internautas também aproveitaram o post para “lembrar” o ex-presidente das denúncias e inquéritos em andamento contra ele. Fora do Planalto, Temer perdeu o foro privilegiado e pode enfrentar uma longa briga jurídica. O  político enfrenta três denúncias e outros inquéritos que devem ser encaminhados para a justiça comum. As acusações vão desde de corrupção até lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.

Veja Mais:  Ministro confirma 13º do Bolsa Família e diz que medida custará R$ 2,5 bilhões

Em suas últimas entrevistas, Michel Temer afirmou que não ocuparia cargos públicos e que pretendia se dedicar a escrever livros e, eventualmente, pareceres jurídicos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Trump e Kim Jong-un terão nova reunião em fevereiro, diz Casa Branca

Publicado


Donald Trump e Kim Jong-un já se encontraram uma vez em Singapura, em reunião histórica
Divulgação/White House

Donald Trump e Kim Jong-un já se encontraram uma vez em Singapura, em reunião histórica

A Casa Branca confirmou nesta sexta-feira (18) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un vão realizar um segundo encontro no final de fevereiro. O anúncio ocorreu logo depois que Trump se reuniu com o chefe de inteligência da Coreia do Norte, Kim Yong-chol, para discutir a desnuclearização e os preparativos para a nova cúpula.

De acordo com a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, Donald Trump está “ansioso” para a reunião, cujo local será anunciado posteriormente. No entanto, as imprensas norte-americana e sul-coreana especularam que o diálogo poderá acontecer na Tailândia ou Vietnã.

Trump e Kim se reuniram pela primeira vez em 12 de junho de 2018, em Singapura. Na ocasião, os dois líderes se comprometeram de forma vaga com a paz e a desnuclearização da Península da Coreia.

Leia também: Trump declara que ele e Kim Jong-un estão “apaixonados”

Ambos  assinaram um tratado na frente da imprensa. “Estamos prestes a assinar um acordo importante e amplo”, disse Trump na época. Kim Jong-un classificou o documento como histórico. “Resolvemos deixar o passado para trás. O mundo verá uma grande mudança”, disse.

Alguns dos principais pontos do documento são:

  • Estados Unidos e Coreia do Norte se comprometem a estabelecer relações de acordo com o desejo de seus povos pela paz e prosperidade;
  • Estados Unidos e Coreia do Norte irão unir seus esforços para construir um regime de paz estável e duradouro na Península Coreana;
  • Conforme a Declaração de Panmunjon, de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte se compromete a trabalhar em direção à completa desnuclearização da Península Coreana;
  • Estados Unidos e a Coreia do Norte se comprometem a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerra, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados.
Veja Mais:  FHC não diz em quem votou, mas cobra “respeito à Constituição” de quem ganhar

Até o momento, Pyongyang não deu sinais de que tem intenção de se desfazer de seu arsenal nuclear , enquanto os Estados Unidos não mostraram disposição em retirar suas forças da Coreia do Sul.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse hoje que está na hora do governo de Donald Trump e a Coreia do Norte retomarem “seriamente” as negociações para a desnuclearização da Península. “Encorajamos os dois países a avançarem com as negociações. Acredito que precisamos de um roteiro claro para esclarecer as coisas e para saber exatamente quais serão os seguintes passos”, disse.

* Com informações da Ansa

Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana