conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Economia

Banco do Brasil tem lucro de R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre

Publicado


Além do lucro: a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado
Reprodução/Facebook

Além do lucro: a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado

O Banco do Brasil teve lucro de R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre de 2018, 14,3% a mais do que no trimestre anterior. No mesmo período do ano passado, o lucro havia aumentado 12,8% ante o segundo trimestre de 2017. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (8), na cidade de São Paulo.

Leia também: Bancos brasileiros crescem no terceiro trimestre e têm maior lucro desde 2006

Ainda segundo o balanço do período, o lucro do Banco do Brasil foi de 165% ante o primeiro trimestre de 2016. A carteira de crédito atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado.

De acordo com os dados, a carteira de crédito para as pessoas físicas cresceu 2% e atingiu R$ 184,6 bilhões em setembro. O aumento está relacionado à diversificação do mix, que inclui financiamento de veículos, cartão de crédito, financiamento imobiliário, crédito consignado, CDC Salário e empréstimo pessoal. Em junho de 2018, esse valor foi de R$181 bilhões.

As contratações de crédito imobiliário para pessoa física registraram alta de 73,1% de janeiro a setembro e totalizaram R$ 6,6 bilhões, ante os R$ 3,8 bilhões dos nove primeiros anos de 2017. O saldo da carteira de crédito imobiliário aumentou 9,9%, chegando em R$ 48 bilhões em setembro passado – mais de R$ 4 bilhões acima do registrado no mesmo mês de 2017.

Veja Mais:  Saraiva cita “desafios econômicos” e decide fechar 20 lojas

Os dados mostram ainda que a carteira de pessoa jurídica somou R$ 263,9 bilhões em setembro, dos quais R$ 39 bilhões de micro e pequenas empresas (MPE) e R$ 224,9 bilhões de médias e grandes empresas e governo. O valor representa um aumento de 0,2% em relação a junho de 2018.

Leia também: Duas em cada três operações bancárias são feitas via internet e telefone

“A carteira das MPEs está em quase R$ 40 bilhões porque tem um perfil diferente de quando estava em um patamar de R$ 100 bilhões. Com este mix que estamos constituindo agora, é difícil atingir esse mesmo patamar em um curto espaço de tempo”, explicou o novo presidente do Banco do Brasil, Marcelo Labuto. “A expectativa é começar a retomar o crescimento a partir [dos dados coletados após o mês] de setembro”.

Níveis de inadimplência


A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda no terceiro trimestre, ficando abaixo da média do mercado. “A expectativa é de que ainda há um grau de melhoria
Shutterstock

A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda no terceiro trimestre, ficando abaixo da média do mercado. “A expectativa é de que ainda há um grau de melhoria”, comentou Marcelo Labuto

A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda de 2,83% no terceiro trimestre do ano, ficando abaixo da média do mercado (3%). “A expectativa é de que ainda há um pequeno grau de melhoria, porque estamos fazendo melhorias no crédito para o agronegócio que devem refletir na inadimplência total do banco. Mas a inadimplência deve ficar estável nesse patamar”, disse Labuto.

Veja Mais:  Preço da gasolina subiu quase o dobro da inflação em 2018

No setor do agronegócio, a carteira de crédito teve aumento de 4,2%, totalizando R$ 188,2 bilhões. Os desembolsos para o Plano Safra no terceiro trimestre cresceram 28,7%, atingindo a marce de R$ 28,7 bilhões.

Leia também: Copom mantém Selic em 6,5% ao ano na primeira reunião após as eleições

O presidente ainda ressaltou que o banco está buscando diversificação e passará a entregar crédito no mesmo nível que os concorrentes. Para tanto, a instituição visa estreitar a relação com os clientes e oferecer créditos adequados às necessidades do correntista.

“Precisamos continuar crescendo. Somos um banco competitivo e relevante sob a ótica de quantidade de clientes e a expectativa é a de continuarmos atraindo clientes, pessoa física ou jurídica, para que possamos ter base negocial ainda maior para continuar com a estratégia de diversificar os produtos e desconcentrar os resultados”, declarou Labuto.

Novo presidente do Banco do Brasil


Quanto aos resultados do terceiro trimestre, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito:
Divulgação

Quanto aos resultados do terceiro trimestre, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito: “Estamos conseguindo números mais consistentes para os nossos investidores e acionistas”

Na última segunda-feira (5), o Diário Oficial da União publicou uma edição extra para anunciar a nomeação de Marcelo Augusto Dutra Labuto como novo presidente do Banco do Brasil. Labuto ocupava a vice-presidência de Negócios e Varejo da instituição e agora substitui Paulo Rogério Caffarelli, que pediu demissão há cerca de duas semanas.

Veja Mais:  Prévia da inflação de agosto fica em 0,13%, a menor taxa para o mês desde 2010

Graduado em administração, o novo presidente, segundo o site do Banco do Brasil, é funcionário da instituição há 26 anos. Labuto já ocupou os cargos de diretor de Empréstimos e Financiamentos; gerente-geral da Unidade de Governança Estratégica; e diretor-presidente da BB Seguridade S.A.

Leia também: Presidente do BB, Paulo Caffarelli pede demissão e parte para o setor privado

Quanto aos resultados do terceiro trimestre deste ano, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito. “Estamos muito felizes com o resultado. Conseguimos estruturar uma formação de resultados e a cada trimestre estamos conseguindo resultado maior, mais forte, consistente, sustentável e previsível para os nossos investidores e acionistas”, celebrou.

Comentários Facebook

Economia

Com baixa arrecadação, governo corta R$ 29,7 bilhões em gastos do Orçamento 2019

Publicado


Governo federal bloqueou R$ 29,7 bilhões do Orçamento do ano para conseguir manter meta de rombo primário em R$ 139 bilhões
undefined

Governo federal bloqueou R$ 29,7 bilhões do Orçamento do ano para conseguir manter meta de rombo primário em R$ 139 bilhões


O  governo federal anunciou, nesta sexta-feira (22), a suspensão de R$ 29.792 bilhões em gastos do Orçamento de 2019. A informação foi publicada no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado pelo Ministério da Economia.

Leia também: Governo arrecada R$ 219,5 milhões com leilão de quatro áreas portuárias

O bloqueio dessa fatia do Orçamento é uma medida utilizada para equilibrar as contas, evitando, assim, que as despesas fiquem maiores do que as receitas .De acordo com o governo federal , o objetivo da suspensão é garantir que a meta de rombo primário deste ano, que é de R$ 139 bilhões em défict, seja cumprida.

Segundo o relatório, as receitas no primeiro bimestre deste ano ficaram R$ 26,1 bilhões abaixo do estimado na lei orçamentária . Inicialmente, o previsto era de que R$ 1.299 trilhão entrasse em forma de receitas, número que caiu para R$ 1.273 trilhão para o segundo bimestre do ano.

Já as despesas , ainda de acordo com o documento, ficaram acima das expectativas em R$ 3,6 bilhões, passando de R$ 1.438 trbilhão no primeiro bimestre para R$ 1.442trilhão no segundo.

Dessa forma, o prejuízo total das receitas (menos R$ 26,1 bilhões) mais as despesas (mais R$ 3,6 bilhões) ficou em R$ 29.792 bilhões, exatamente o valor que foi cortado do Orçamento de 2019 .

Veja Mais:  Pablo Di SI, presidente da VW Brasil atribui ao seu time o sucesso da montadora

Leia também: Com prisão de Temer, Ibovespa despenca e dólar vai a R$ 3,80

Na prática, o bloqueio do dinheiro quer dizer que os ministérios precisarão economizar. Entre as principais mudanças nos gastos do governo, estão a queda nos benefícios previdênciários e no abono e seguro desemprego; e o aumento nos valores dos créditos extraoridários e com controle de fluxo.

Confira:

  • Benefícios previdenciários: queda de R$ 6,694 bilhões
  • Pessoal e encargos sociais: aumento de R$1,215 bilhão
  • Abono e seguro desemprego: queda de R$ 3,158 bilhões
  • BPC (Benefícios de Prestação Continuada): queda de R$ 551 milhões
  • Complemento para o FGTS: queda de R$ 638,9 milhões
  • Créditos extraordinários: aumento de R$ 6,525 bilhões
  • Compensação ao RGPS pelas Desonerações da Folha: aumento de R$ 226,8 milhões
  • Complementação ao FUNDEB: queda de R$ 211,9 milhões
  • Subsídios e subvenções e proagro: aumento de R$ 2,892 bilhões
  • Impacto Primário do FIES: aumento de R$ 753,4 milhões
  • Obrigatórias com controle de fluxo: aumento de R$ 3,184 bilhões
  • Demais obrigatórias: aumento de R$ 68,1 milhões


Governo federal reduz expectativa de alta da economia


Segundo o governo federal, economia brasileira deve crescer 2,2%, e não mais 2,5%, em 2019
Reprodução

Segundo o governo federal, economia brasileira deve crescer 2,2%, e não mais 2,5%, em 2019


O relatório do Ministério da Economia também reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto ( PIB ) –  a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo País – para o fim deste ano.  

Veja Mais:  Diretor da Aneel diz que é preciso encontrar solução para terminar Angra 3

No relatório do primeiro bimestre de 2019, a expectativa era de que a economia brasileira crescesse 2,5%. No documento divulgado hoje, a projeção caiu para alta de 2,2%.

Leia também: Previdência dos militares faz economia de apenas 1% da reforma dos civis

Além da previsão do PIB e do bloqueio nos gastos, o governo federal também ajustou suas estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que calcula a inflação oficial do Brasil: passou 4,2% para 3,8%.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Em dia de atos contra a reforma, nova Previdência domina as redes

Publicado


Centrais sindicais e movimentos sociais convocam contrários à reforma da Previdência para esta sexta-feira (22)
Roberto Parizotti/CUT

Centrais sindicais e movimentos sociais convocam contrários à reforma da Previdência para esta sexta-feira (22)

Com atos convocados por centrais sindicais e movimentos sociais contra a reforma da Previdência por todo o Brasil, o assunto domina o Twitter nesta sexta-feira (22). As hashtags #LutePelaSuaAposentadoria e #EuApoioNovaPrevidência lideram os trending topics do Twitter e têm a participação de lideranças políticas, aproximando o debate sobre a reforma da esfera pública. 

Leia também: Previdência dos militares faz economia de apenas 1% da reforma dos civis

A nova Previdência já foi entregue ao Congresso e precisa ser aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) para que, então, possa ser apreciada pelos parlamentares.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019 deverá ser aprovada nas duas Casas legislativas, a Câmara e o Senado, para que vire, efetivamente, uma emenda constitucional. A expectativa do governo é que o texto possa ser aprovado no início do segundo semestre deste ano.

tramitação de uma PEC exige que o conteúdo seja analisado e aprovado por deputados e senadores, tendo três quintos dos votos nas duas Casas, em votação feita em dois turnos. A CCJ, primeira etapa do processo, tem como presidente Felipe Francischini (PSL-PR), que indicará um relatador para o caso. O objetivo é analisar se o texto fere algum direito previsto pela Constituição.

Nesta semana, foi lançada uma  Frente Parlamentar Mista de oposição à reforma proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). O grupo diz contar com a assinatura de ao menos 171 deputados e 27 senadores, e foi criado em 2016, como forma de tentar barrar (com sucesso) a PEC 287/2016, que tratava da reforma da Previdência proposta pelo governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), preso preventivamente nesta quinta-feira (21) .

Veja Mais:  Tribunal nega indenização a funcionária de pet shop que foi mordida por filhote

Nesta sexta-feira, parlamentares, partidos, lideranças e brasileiros que apoiam ou não a reforma se manifestaram contra e a favor da nova Previdência nas redes sociais. Confira a repercussão no Twitter :



Veja Mais:  Aposentados que precisam de cuidadorterão adicional de 25%, determina STJ

No mesmo dia em que as manifestações contrárias à reformas estão marcadas pelo País, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),  ameaçou deixar a articulação política na Casa para aprovação da PEC, após postagem de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, com duras críticas a ele. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo , Maia ligou para o ministro da Economia, Paulo Guedes, dizendo que, se é para ser atacado nas redes sociais por filhos e aliados do presidente, o governo não contará com sua ajuda. 

O presidente da Câmara disse ainda que “Eu sou a boa política, e não a velha política. Mas se acham que sou a velha, estou fora”. Maia contou com apoio do PSL para sua reeleição na Casa Legislativa, mas, também nesta semana, fez duras críticas a Sérgio Moro , ministro da Justiça e da Segurança Pública. Os atritos, assim como a prisão preventiva de Temer , podem dificultar a aprovação da reforma da  Previdência .

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Governo arrecada R$ 219,5 milhões com leilão de quatro áreas portuárias

Publicado


Leilão dos portos inclui o de Vitória, no Espírito Santo, que gerou arrecadação de R$ 165 milhões ao governo
Divulgação

Leilão dos portos inclui o de Vitória, no Espírito Santo, que gerou arrecadação de R$ 165 milhões ao governo

Em encontro dominado pela Consórcios Nordeste, o governo leiloou quatro áreas portuárias na manhã desta sexta-feira (22), na sede da Bolsa de Valores de São Paulo: três são situados em Cabedelo, Paraíba, e uma em Vitória, Espírito Santo. A arrecadação total foi de R$ 219.529 milhões, superando a expectativa prévia do governo, que era de R$ 199 milhões. Além disso, são previstos mais milhões em investimentos nos próximos anos. O leilão faz parte dos planos do governo federal de promover 23 concessões, incluindo portos, aeroportos e ferrovias, dentro das metas dos primeiros 100 dias da gestão .

A outorga mínima começou em R$ 1, valor que, segundo o Ministério de Infraestrutura, justifica-se no interesse do governo federal de promover investimentos, melhorar prestação dos serviços dos portos e reduzir custos logístico. Os portos foram concedidos por 25 anos.

De acordo com o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários do Ministério da Infraestrutura, Diogo Piloni, o critério para julgamento dos arrendamentos portuários será o de maior valor de outorga, ou seja, o maior lance pelas áreas, em reais.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também esteve presente no leilão , e celebra o sucesso do evento, reiterando a importância das concessões para a economia brasileira. O ministério informa que as quatro áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de granéis líquidos (combustíveis).

Veja Mais:  Petrobras reajusta novamente preço da gasolina em 1,02% e bate novo recorde

Leia também: Governo arrecada R$ 2,3 bilhões à vista com leilão de 12 aeroportos

Os portos leiloados, valores e as justificativas do Ministro da Infraestrutura


Tarcísio de Fretas, ministro da Infraesteutura, celebrou o sucesso do leilão dos portos
Wilson Dias/Agência Brasil

Tarcísio de Fretas, ministro da Infraesteutura, celebrou o sucesso do leilão dos portos

Para Tarcísio Gomes de Freitas, o modelo levará à dinamização do setor portuário no País. “O setor privado quer investir no Brasil, quer investir no setor e terá no ministério um parceiro do empreendedorismo. Nosso foco principal de atuação é a transferência de ativos para a iniciativa privada”, afirmou.

Segundo o ministério, as três áreas que serão concedidas na Paraíba são classificadas como brownfield, ou seja, regiões já existentes que vão receber melhorias operacionais, com contratos mais modernos e eficientes.

Antes do leilão, já na B3, em São Paulo, o ministro falou sobre a geração de empregos e a importância dos leilões para o Brasil. Confira:

O prazo de arrendamento das  concessões  é de 25 anos. O terminal em Cabedelo (PB) é dividida em três áreas, todas leiloadas ao Consórcio Nordeste, que fez as melhores ofertas. Confira-as e os valores de venda de cada uma delas:

  • Leiloada por R$ 6.021 milhões ao Consórcio Nordeste, a AI-01 tem 18.275 metros quadrados de extensão, e serão exigidas pelo menos 19 mil toneladas de capacidade estática de armazenagem;
  • Leiloada por R$ R$ 18.005 milhões , a área AE-10 tem 18.344 metros quadrados e, para o atendimento da capacidade estática de armazenagem, estão previstos investimentos em tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação) e de uma estação de descarga e de carregamento; e
  • Com lance de oferta vencedora de R$ 30.503 milhões , novamente ao Consórcio Nordeste, a área AE-11 tem 20.465 metros quadrados e apresenta capacidade estática de 12.962 metros quadrados, com previsão de aumento para 31.288. Estão previstos investimentos de tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação), de uma estação de descarga e de uma estação de carregamento.
Veja Mais:  Pablo Di SI, presidente da VW Brasil atribui ao seu time o sucesso da montadora

Leia também: Com prisão de Temer, Ibovespa despenca e dólar vai a R$ 3,80

O terminal VIX30, localizado no Porto de Vitória (ES), é um projeto greenfield, uma área nova, sem estrutura física, com prazo de arrendamento de 25 anos. O valor da oferta vencedora foi de R$ 165 milhões , também acima da expectativa do governo. São esperados R$ 128 milhões em investimentos no terminal portuário. A área a ser arrendada tem aproximadamente 74 mil metros quadrados e serve para movimentação de combustíveis.

Após a conclusão dos leilões, foi ‘batido o martelo’ das vendas, e o Ministério da Infraestrutura celebrou, no Twiiter. Veja: 

Segundo o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, da pasta de Infraestrutura, o leilão demonstra o otimismo do mercado com a agenda econômica do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e a arrecadação ajuda a reequilibras as contas públicas, gerar emprego, melhorar logística e serviços e trazer os investidores para o Brasil. Além dos portos , já haviam sido concedidos 12 aeroportos brasileiros, com arrecadação de R$ 2,3 bilhões.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana