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Bar do Nelson recebe três grandes shows nos próximos dias em São Paulo

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Um espaço diferenciado na região central de São Paulo, “Bar do Nelson” é uma casa de shows renomada que reúne grande espetáculos. Durante os meses de novembro e dezembro, o bar do boêmio vai contar com três atrações especiais.

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Agnaldo Timóteo fará show um dos shows no Bar do Nelson
Divulgação

Agnaldo Timóteo fará show um dos shows no Bar do Nelson

O primeiro show que visita o Bar do Nelson é o Tributo a Charles Aznavour com Gilbert. A atração acontece no dia 22/11, às 20h30. Ainda em novembro, a cantora Perla faz um show especial relembrando os grandes sucessos da carreira em uma apresentação única no dia 29, às 20h30.

Já no mês de dezembro é a vez do renomado cantos Agnaldo Timóteo invadir o bar em apresentação única. O músico faz uma apresentação única, no dia 06, em tributo especial para Ângela Maria e Nelson Gonçalves. O show acontece às 20h30.

Para mais informações e ingressos antecipados, o telefone para contato é: (11) 3224-0586.

Bar do Nelson


Gilbert faz show no Bar do Nelson no próximo dia 22
Divulgação

Gilbert faz show no Bar do Nelson no próximo dia 22

O bar do boêmio, um dos maiores cantores do Brasil recebeu uma grande honraria quando da inauguração do “Bar do Nelson, o bar do boêmio”, uma homenagem ao maior boêmio do Brasil: Nelson Gonçalves. A idéia e o empreendimento são de autoria da filha do cantor, Lílian Gonçalves. 

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O Bar do Nelson foi todo ambientado em homenagem à vida do cantor e da própria música popular brasileira como, por exemplo, nos tampos das mesas que têm o formado de LP’s. No mezanino, quadros em PB e coloridos com cenas de Nelson Gonçalves, como nos estúdios dos programas Silvio Santos e Flávio Cavalcanti, além de algumas imagens de taças, drinques e instrumentos musicais.

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O bar do boêmio é um local temático, um exemplo de bom gosto com arquitetura moderna dispõe de uma linha do tempo mostrando a trajetória do mito além de inúmeros quadros retratando sua vida com fatos e fotos exclusivas incluindo uma relíquia pessoal, uma echarpe original.

No local, você poderá degustar petiscos de época e pratos da cozinha contemporânea. Para os frequentadores mais assíduos, a casa tem os Clubes do Vinho, do Whisky e da Cachaça. Tudo para deixar os boêmios à vontade para curtir o melhor da noite e do Happy Hour. 

“É uma casa elegante, acolhedora e divertida – uma mescla do passado com a modernidade.” afirma, orgulhosa, Lilian Gonçalves, filha de Nelson Gonçalves e proprietária do Bar do Nelson – o Bar do Boêmio.

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Saiba tudo sobre o show da Perla no Bar do Nelson
Divulgação

Saiba tudo sobre o show da Perla no Bar do Nelson

O Bar do Nelson   está localizado no bairro de Santa Cecília, na rua Canuto do Val, 83, considerada a mais alegre e segura de São Paulo. Na região, este é o quinto empreendimento da empresária Lílian Gonçalves, todos ligados a Rede Biroska. Como todo bar de boêmio, a casa funcionará diariamente das 16h até o último boêmio com música ao vivo. Acesse o site www.redebiroska.com.br e conheça mais sobre a casa.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro, quando uma notícia falsa sobre a morte do músico viralizou nas redes sociais. Em seguida a família não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Yuka. A causa da morte foi uma infecção generalizada. 

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

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O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro. A causa da morte ainda não foi divulgada, até o fechamento desta publicação.

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

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Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

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Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

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Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Jornalista reforça acusação contra Datena: “Alguém precisa parar esse homem”

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A jornalista e repórter do “Brasil Urgente”, na Band, Bruna Drews, 35 anos, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, no SBT, falou sobre as denúncias de assédio sexual ao apresentador da emissora José Luiz Datena.

Na entrevista, a jornalista repercutiu a denúncia divulgada inicialmente pelo portal “Notícias da TV” nesta sexta-feira (18) – que noticiou que uma representação foi protocolada no Ministério Público de São Paulo em que Bruna afirmou que o apresentador teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

“Era nítido meu constrangimento, coisas que eu não aguentava”, afirmou Bruna Drews. As frases teriam sido ditas em um bar durante a confraternização de fim das gravações de um quadro do extinto programa “Agora é Com Datena“, em julho do ano passado, em que Bruna estava como repórter.

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

“Estávamos frente à frente no restaurante (quando ele teria a assediado). Eu relatei o ocorrido para a Band , que me mandou para casa descansar e não procurou o Datena, não procurou testemunhas. Alguém precisa parar esse homem”, disparou Bruna ao “Fofocalizando”.

A profissional também disse que desde que o assédio foi cometido, ela procurou seus advogados para lhe orientar sobre os procedimentos que poderia tomar. Bruna está de licença médica desde julho do ano passado e movendo também uma ação trabalhista contra a emissora, ainda segundo o “Notícias da TV”.

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Após a denúncia, a jornalista usou o seu perfil no Instagram para desabafar. “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, declarou Bruna na rede social, ao compartilhar uma imagem do movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”.

Datena nega todas as acusações

“Sempre elogiei esta moça ao vivo no “Brasil Urgente”, como faço com outros repórteres homens e mulheres, pela beleza e competência, acima de tudo. Ao vivo pra todo Brasil. Ela há muito tempo vem pedindo vários afastamentos por motivos psicológicos, alegando problemas de família, pessoais e trabalho. Sempre a apoiei, como faço com os profissionais com quem trabalho, e ela me agradeceu pessoalmente por isto nos poucos contatos que tive com ela na Band (foram raras as vezes que conversamos fora do ar)”, disse o apresentador em sua defesa ao portal Uol .

“Quanto ao episódio que ela se refere, ela estava visivelmente mais magra e perguntei na frente de todos se estava com problemas. Ela disse que sim e que iria procurar ajuda médica. Passou mal durante as gravações, que mandei parar para que ela fosse atendida e retomar outro dia em que estivesse melhor. No final das gravações deste programa, dias depois no Bar do Tonico, com boa parte da equipe, reiterei a ela que era bonita e competente e que não precisava emagrecer mais para trabalhar em TV, preocupado com sua saúde”, explicou Datena .

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