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BMW Série 3 estreia nova geração no Salão do Automóvel de 2018

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BMW Série 3 surge no Salão do Automóvel 2018 em sua versão 330i, que fica abaixo do esportivo M3
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BMW Série 3 surge no Salão do Automóvel 2018 em sua versão 330i, que fica abaixo do esportivo M3

O Salão do Automóvel 2018 começa com surpresas interessantes por parte da BMW. Mesmo sem ter aparecido na Alemanha, sua terra natal, o novo Série 3 já marca presença no evento em São Paulo. É a segunda aparição da nova geração do sedã, que chega para concorrer com Audi A4 e Mercedes-Benz Classe C, no ano que vem. Junto dele, foram mostrados outros modelos de luxo, bem como o Mini Countryman híbrido.

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De acordo com a BMW, o novo Série 3 tenta garantir uma personalidade vanguardista e dinâmica. O novo recorte dos faróis e grade frontal garantem um design com mais nuances em sua dianteira. Na parte de trás, linhas horizontalizadas com luzes em LED escurecidas proporcionam uma aparência mais esportiva e agressiva ao destaque do trio de ferro alemão no Salão do Automóvel 2018 .

Por dentro, há um novo head-up display configurável, bem como nova posição do painel de instrumentos e posição elevada do console. Tratando-se da versão 330i, abaixo do capô se esconde o motor de quatro cilindros, de 258 cv de potência.

O carro está maior e mais largo, com 4,70 metros de comprimento e 1,82 metro de largura. A BMW também diz que o modelo cresceu 41 milímetros na distância entre-eixos, garantindo mais espaço interno. Com 480 litros de capacidade no porta-malas, iguala a geração atual no que diz respeito a espaço para a bagagem. O modelo chegará ao Brasil ainda no primeiro semestre de 2019, importado da Alemanha. Com um novo aporte de R$ 125 milhões na fábrica de Araquari (SC), será nacionalizado em meados do fim de 2019, conforme a fabricante. 

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Ao lado do sedã, você também poderá conferir o novo Mini Countryman híbrido. O crossover já está em pré-venda e pode ser encomendado nas lojas por R$ 199.990. Trata-se de uma alternativa sustentável ao modelo convencional, sem deixar o carisma e o prazer de dirigir de lado. Seu motor 1.5 turbo, de 136 cv, trabalha em conjunto com uma unidade elétrica, de 88 cv (totalizando 224 cv de potência).  De acordo com Mini, o Countryman híbrido vai de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos.

Salão do Automóvel 2018: agora mais eletrificado


Mini Countryman Plug-in Hybrid já está à venda por R$ 199.990. Você poderá conhecê-lo no Salão do Automóvel 2018
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Mini Countryman Plug-in Hybrid já está à venda por R$ 199.990. Você poderá conhecê-lo no Salão do Automóvel 2018

A fabricante também diz que o Countryman híbrido é capaz de rodar 42 km apenas com o motor elétrico, em velocidades abaixo de 125 km/h. Serão três modos de condução, sendo que um deles prioriza a recarga por meio do motor a combustão. Outros dois são puramente elétricos. A BMW adianta que o carregamento completo do Countryman híbrido leva em torno de três horas em uma tomada doméstica.

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Os fãs de SUVs esportivos poderão conferir os novos BMW X4 e X5, bem como o inédito Serie 8 Coupé.  O novo modelo tem 4,8 metros de comprimento e marca uma nova investida da BMW na categoria dos carros de luxo. Previsto para chegar em 2019, alinha esportividade e conforto com design exibicionista. Seu motor V8 entrega 530 cv de potência, com aceleração de 0 a 100 km/h na casa dos 3,7 segundos. O câmbio automático também é novo, com oito marchas. O Salão do Automóvel 2018 estará aberto até o dia 18. Ingressos estão no quarto lote.

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Porsche Macan GTS: esportivo de verdade, que nem se parece com um SUV

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Porsche Macan GTS: por baixo do corpo de SUV, esconde-se um legítimo Porsche
Cauê Lira/iG Carros

Porsche Macan GTS: por baixo do corpo de SUV, esconde-se um legítimo Porsche

Antes de falar do Porsche Macan GTS, vamos contextualizar. Você concorda  que a nova onda dos SUVs esportivos é um dos sinais do fim do mundo? Se Lamborghini decidiu lançar uma versão anabolizada do Huracán, eis que soa uma das primeiras trombetas do apocalipse. A Rolls-Royce, que é famosa por seu DNA clássico e conservador, também não fica de fora da tendência e apresenta o Cullinan como uma interpretação de um utilitário ultraluxuoso.

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A bola da vez é a Ferrari, que não deixou o falecido CEO Marchionne ter o seu merecido descanso e já tem um SUV engatilhado: o Purosangue. Em meio a todos esses acontecimentos, pude ter em mãos o Porsche Macan GTS por alguns instantes para uma nova visão dos fatos. Até que o fim do mundo não é tão ruim assim, embora o modelo alemão estejam entre as exceções dos SUVs que realmente empolgam.

Enquanto esmagava o pedal do acelerador, engoli cada palavra que havia proferido contra os benditos SUVs esportivos. O sonho é possível, e eles são tão legais de dirigir quanto devoradores de asfalto legítimos. Claro, dizer que o Porsche Macan GTS é tão intenso quanto um 718 seria um sacrilégio que nem os executivos da marca perdoariam. Entre os SUVs (que nunca foram tão bons ao volante), o alemão surge como um sopro de audácia.

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Fiquei bem surpreso ainda quando descobri que o Macan GTS consegue ser ainda mais intenso que o Audi SQ5 , que traz praticamente o mesmo conjunto mecânico. A diferença fica por conta do câmbio, que é automático de oito velocidades no Audi e automatizado de sete no Porsche, com dupla embreagem. Este detalhe faz um baita diferença na hora de acelerar.

As relações entre Macan GTS e SQ5 são sensitivas como nos esportivos 718 e TT RS. Eles foram feitos na mesma casa, mas um Porsche é um Porsche. No que diz respeito aos engenheiros de Stuttgart, há braços sobrepostos com molas pneumáticas em todo o arranjo de suspensão. Logo nos primeiros segundos ao volante, me atrevo a desafiar sua estabilidade em uma curva rápida. O Macan GTS supera o obstáculo com facilidade, ainda mais com o ronco nervoso estalando pelas saídas de escape.

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Tal como no 718 Boxster GTS , há um botão no painel (entre os exagerados quarenta que preenchem o console) para abrir o escape. Aos apaixonados por carro, é como se o Metallica estivesse tocando com uma orquestra. Pode ter certeza de que você vai chamar muita atenção, até mesmo nas avenidas de 50 km/h, apenas pelo barulho.

Outra cartada urbana do Macan GTS é sua suspensão. Os carros da Porsche costumam ter um acerto mais rígido e esportivo, fazendo com que você sente no banco do motorista com a coluna perfeitamente saudável e saia com uma hérnia de disco. Mas o Macan é muito mais simpático às nossas castigadas vias brasileiras, amortecendo bem os impactos dos buracos.

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E como anda Porsche Macan GTS 


O painel do Porsche Macan GTS tem uma infinidade de botões. Qualquer um ficaria confuso com tantos recursos
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O painel do Porsche Macan GTS tem uma infinidade de botões. Qualquer um ficaria confuso com tantos recursos

Escondido na dianteira com requintes de 911, há um poderoso V6, de 360 cv  e 51 kgfm de torque a meros 1.650 rpm. Disposição é o que não falta neste SUV indomável que acelera de 0 a 100 km/h em cinco segundos cravados. A velocidade máxima fica na casa dos 256 km/h.

A central multimídia ainda não é das melhores. Neste ponto, a Porsche se permite ser um pouco mais arcaica e deixar toda a tecnologia com a Audi. Pelo menos, o sistema tem aplicativo de navegação integrado. O espaço traseiro permite que apenas dois adultos se acomodem com conforto. A altura do túnel central seria um empecilho para um terceiro passageiro. O porta-malas de 500 litros tem capacidade para levar as malas de toda a família sem qualquer aperto.

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O Porsche Macan GTS é um carro magnífico. Ele me fez acreditar que é possível aliar esportividade, espaço interno e dinâmica da melhor forma. Por trás das nuvens negras que anunciam a chegada dos SUVs esportivos e o fim dos tempos,  ainda existe uma luz no fim do túnel. Não necessariamente um roadster ou cupê… Hoje, posso ver que transformar carros chatos em modelos mais que especiais é a maior das proezas desses alemães. Entretanto, vale lembrar que o Macan acaba de receber novidades, que logo estarão disponíveis no Brasil.

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Ficha técnica

Preço: R$ 458 mil
Motor: 3.0 V6, gasolina
Potência: 360 cv a 6.000 rpm
Torque: 51 kgfm a 1.650 rpm
Transmissão: automatizada, sete velocidades
Suspensão:  braços sobrepostos com molas pneumáticas (dianteira e traseira)
Freios: discos ventilados nas quatro rodas, com ABS e ESP
Dimensões: 4.692 mm de comprimento, 1.926 mm de largura, 1.609 mm de altura , 2.807 mm entre-eixos
Tanque: 65 litros
Porta-malas: 500 litros
0 a 100 km/h: 5 segundos
Vel. Máx: 256 km/h

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Honda mostra nova CB 650R no Salão de Milão

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Honda CB 650R entra no lugar da CB 650F, inclusive no Brasil, onde está com chegada confirmada
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Honda CB 650R entra no lugar da CB 650F, inclusive no Brasil, onde está com chegada confirmada

Uma das principais novidades do Salão de Milão (Itália) é a Honda CB 650R, que segue o estilo Neo Sports Café. A novidade chegará para entrar no lugar da CB 650F , inclusive no Brasil, onde o modelo está confirmado, mas ainda sem data para começar a ser vendida. Entre os destaques está o farol redondo que funciona apenas com LED no lugar das lâmpadas convencionais.

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Ainda entre o que mais chama atenção da Honda CB 650R está o cluster totalmentre digital e as poucas partes da carenagem pintadas de preto e dourado. Além disso, o motor de 650 cc de cilindrada, passa a ter rendimento 5% melhor, chegando nos 95 cv e 6,5 kgfm de torque máximo. A moto conta também com embreagem deslizante e câmbio de seis marchas.

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Outro avanço da Honda CB 650R em relação à 650F é que o novo quadro (chassi) contribui bastante para redução de peso da moto, que ficou 6 kg mais leve na comparação com a antecessora, totalizando apenas 207 kg. Bom também é que a suspensão dianteira é do tipo invertida e ajustável e vem com amortecedores Showa, de 41 mm de diâmetro.

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Um passo a frente da Honda CB 650R


CB 1000R 2019: no estilo Neo Sports Café, promete agradar o público das naked , como também é a Honda CB 650R
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CB 1000R 2019: no estilo Neo Sports Café, promete agradar o público das naked , como também é a Honda CB 650R

Na linha CB da Honda, outro modelo que rouba a cena é a 1000R, que também vai ser vendida no Brasil, mas sem data definida. Sabe-se apenas que será em 2019. De acordo com o colunista de iG Carros, Gabriel Marazzi, a CB1000 R é uma reinterpretação “by Honda”, como eles mesmos dizem, da tendência café racer.

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O motor de quatro cilindros de 145 cv, aliado a uma relação encurtada das três primeiras marchas, a faz mais rápida na aceleração até 130 km/h do que a própria CBR 1000RR Fireblade , que tem quase 200 cv. Com três modos eletrônicos de pilotagem, o melhor da nova CB 1000R, no entanto, é sua muito robusta aparência naked, com um farol redondo de led bastante ousado.  Assista abaixo ao vídeo oficial da Honda CB 650R.

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Já está na hora de levar a sério os carros chineses?

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JAC T40: o primeiro dessa nova fase de carros chineses, o crossover agradou pelo visual e pelo conjunto
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JAC T40: o primeiro dessa nova fase de carros chineses, o crossover agradou pelo visual e pelo conjunto

Quando começaram a chegar com maior volume no Brasil, no início deste século, os carros chineses foram muito rejeitados pelos consumidores. Depois, na virada da primeira para a segunda década, tiveram um boom de vendas, devido ao baixo preço combinado com muitos equipamentos de conveniência. Tecnicamente, os carros chineses eram muito ruins – havia sérios problemas de dirigibilidade, ergonomia, acabamento e segurança.

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Porém, a oferta foi tentadora para muitos consumidores que pagavam o olho da cara por alguns equipamentos nas marcas tradicionais, de forma que a Anfavea reagiu e o governo obedeceu, lançando o programa Inovar-Auto. Assim, os carros chineses passaram cinco anos no ostracismo.


Chery Tiggo 2: mesmo tendo sido lançado há apenas um ano, já ocupa o oitavo lugar entre os carros chineses usados mais procurados
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Chery Tiggo 2: mesmo tendo sido lançado há apenas um ano, já ocupa o oitavo lugar entre os carros chineses usados mais procurados

Mas agora eles estão de volta. A primeira marca a se movimentar foi a JAC Motors , que lançou o crossover T40. O carro agradou pelo design e pela qualidade, apesar de alguns pênaltis na dirigibilidade. A Lifan também planejou uma renovação de sua linha e a Chery foi adquirida pela Caoa. No Salão de São Paulo, apesar da ausência da JAC – que apresentou fora da feira o SUV T50 –, a Lifan mostrou o novo X80 e a Caoa Chery apresentou uma linha toda renovada, com três SUVs (Tiggo 5x, Tiggo 7 e Tiggo 8) e um sedã (Arizzo), além de modelos elétricos. Pode-se dizer com certeza que dessa vez os carros chineses vieram para ficar.

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Lifan X80: o grande destaque da marca no Salão de São Paulo não é barato, mas agradou entre os carros chineses
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Lifan X80: o grande destaque da marca no Salão de São Paulo não é barato, mas agradou entre os carros chineses

O site Mercado Livre, especialista em classificados pela internet, já detectou esse movimento. Segundo a área de Classificados do Mercado Livre, a procura por carros chineses no site cresceu 29% em um ano, enquanto as marcas americanas, coreanas, europeias e japonesas tiveram uma queda entre -12% e -23% no período de doze meses. E a procura por carros chineses zero km aumentou 166%. É natural, principalmente devido ao JAC T40 e ao Caoa Chery Tiggo 2, que estão vendendo bem.

JAC J3 é o mais procurado entre os carros chineses


JAC J3: o hatch chinês têm a maior procura entre os carros chineses usados no Mercado Livre, com 13%
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JAC J3: o hatch chinês têm a maior procura entre os carros chineses usados no Mercado Livre, com 13%

Quanto aos usados, segundo o Mercado Livre, os três carros chineses mais procurados são da JAC. O hatch J3 encabeça a lista com 13%, seguido dos sedãs J5 e J5 e do Chery Tiggo, todos eles com 8% nas buscas do site. Depois aparecem um SUV da Lifan e um monovolume da JAC: o X60 e o J6 têm 7%. O pequenino Chery QQ vem isolado em sétimo lugar, com 6%. Em oitavo, empatados com 3%, estão o JAC J2, o Caoa Chery Tiggo 2 e o Chery Face. Outros carros chineses somam 34%. As marcas analisadas pelo Mercado Livre foram: Chana, Changan, Chery, Effa, Geely, Hafei, JAC, Jinbei, Lifan, Rely e Shineray.

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Diante disso tudo, muitos brasileiros estão se perguntando: já é hora de comprar um carro chinês? Aparentemente, sim. Pelo menos dois desses carros já se mostraram confiáveis e com bom custo/benefício: o JAC T40 e o Caoa Chery Tiggo2. O Lifan X80 não é barato, mas é um bom SUV. Ainda não sabemos como devem se comportar nas ruas o Arrizo, o Tiggo 5x, o Tiggo 7 e o Tiggo 8, todos eles fabricados no Brasil, mas no Salão de São Paulo eles surpreenderam pelo design, pela oferta de equipamentos, pelo acabamento requintado e pela qualidade dos materiais.

Outro carro que veio da China e fez sucesso no Salão foi o Ford Territory. Parece que não existe mais dúvidas de que os chineses aprenderam a fazer carros. Agora vão entrar na guerra do mercado, mas para isso ainda terão que investir na confiabilidade das marcas para acabar com o preconceito por parte dos consumidores sobre os carros chineses , que ainda é grande.

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