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Economia

Bolsonaro ataca IBGE, diz que não é fácil ser patrão e se isenta por desemprego

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Jair Bolsonaro rindo
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro alfinetou IBGE, voltou a dizer que “ser patrão no Brasil não é fácil” e disse que não pode “obrigar ninguém a empregar”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta quinta-feira (16), em Dallas, nos Estados Unidos, que o desemprego no Brasil é muito maior do que o indicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundos dados da pesquisa Pnad Contínua , divulgados nesta quinta-feira, o desemprego cresceu em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal no primeiro trimestre do ano, quando em todo o Brasil 13,4 millhões de pessoas buscavam uma vaga.

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“Se fala em milhões de desempregados? Tem, até mais do que isso. O IBGE tá errado, tem muito mais do que isso. Agora, em parte, essa população não tem como ter emprego porque o mundo evoluiu. Não estão habilitados a enfrentar um novo mercado de trabalho, a indústria 4G. como é que você vai empregar esse pessoal?”, questionou Bolsonaro. “Tenho pena, tenho. Faço o que for possível, mas não posso fazer milagre, não posso obrigar ninguém a empregar ninguém”, complementou o presidente.

A pesquisa do IBGE, além de apontar alta da desocupação no País, também revelou que a dispensa de trabalhadores temporários no primeiro trimestre deste ano foi a maior em sete anos. Segundo a apuração, 5,2 milhões de brasileiros procuram emprego há mais de um ano.

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Questionado sobre o desemprego e a realidade do trabalho no Brasil, o presidente voltou a dizer que “não é fácil ser patrão “, mas disse que também não é fácil ser empregado.

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“Eu digo para todo mundo: não é fácil a vida de ser patrão no Brasil. Tá empregado? Também não é fácil. O salário é muito para quem paga, é pouco para quem recebe. A garotada tá aí se formando, bota um papel na parede, em parte, digo, em parte, que não serve para nada. Até jornalista, a gente já teve contato no passado com uma colega de vocês jornalista que tem o português pior do que o meu. É assim que está sendo formada a nossa juventude no Brasil. Isso tem que mudar”, defendeu Bolsonaro .

Fonte: IG Economia
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Economia

O que fazer com os R$ 500 do FGTS: pagar dívida, deixar parado ou gastar?

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Bolsonaro divulga liberação do FGTS arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Governo anunciou em agosto a liberação dos saques do FGTS, visando aquecer a economia

A  data para fazer o saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de contas ativas e inativas, com valor limite de R$ 500 está se aproximando e o consumidor já está planejanento qual é a melhor forma de aproveitar o recurso extra. Os saques começam a partir de 13 de setembro.

FGTS: Como fazer o saque emergencial  de R$ 500 de acordo com o seu banco

A liberação dos saques, anunciada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) no início de agosto, foi pensada como uma forma de movimentar a economia a partir do estímulo ao consumo, em uma das primeiras sinalizações à microeconomia após foco total na reforma da Previdência no primeiro semestre.

Endividado deve priorizar organização e negociação da dívida

Para Fernanda Souza, business coach da SBCoaching, uma das empresas precursoras do coaching no Brasil, o primeiro ponto após sacar o dinheiro é pagar ou buscar negociar dívidas com altas taxas de juros, especialmente empréstimos de bancos.

“Entender sobre juros e saber qual a melhor opção de investimento para o dinheiro render mais é essencial para ter uma saúde financeira sustentável em um país como o Brasil. Utilizar os juros a seu favor é regra imprescindível para quem busca por tranquilidade quando o assunto é dinheiro.

E, quando necessário, quitar uma dívida ou pagar contas em atraso é a melhor forma de tirar proveito desses juros”, defende a business coach.

De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), a dívida média do brasileiro é de R$ 3.252,70, sendo que 41% da população adulta tem algum compromisso financeiro em atraso.

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O saque de R$ 500 de uma conta, portanto, não seria suficiente para quitar o valor médio, o que, segundo Edemilson Koji Motoda, diretor do Grupo KSL, empresa de crédito e cobrança, não é impeditivo para buscar negociar com o credor.

“Essa novidade do  FGTS  é uma ótima oportunidade para colocar as contas em dia. Nesse sentido, é sempre bom entrar em contato com o credor e buscar negociar formas que visem a quitação da pendência, para poder – de forma mais estruturada e equilibrada – voltar a consumir”, argumenta o diretor.

A Acordo Certo, empresa brasileira de renegociação de dívidas online, preparou uma lista com dicas para aproveitar o saque do FGTS e saldar as dívidas com eficiência. Confira:

  • Veja com antecedência quais as dívidas estão em aberto

Quando se trata de contas, um dos comportamentos mais comuns é se “esconder” delas. Por isso, o ideal é fazer uma relação com as dívidas que possui e buscar informações sobre os valores atualizados e prazos de pagamento.

  • Negocie

Com as informações em mãos, o próximo passo é negociar. Dependendo do tempo em que a dívida está em aberto, as empresas podem oferecer descontos substanciais. Os valores da maioria das dívidas atuais são bem próximos ao teto do saque do FGTS, então negociar será sempre a melhor opção.

  • Procure os meios que oferecem mais descontos

As empresas normalmente oferecem facilidades no pagamento de dívidas, algumas possibilitam mais prazos e/ou parcelamentos e em outros casos há redução do saldo devedor. Um dos formatos com excelentes taxas de desconto são os canais digitais.

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Ao negociar online você pode comparar opções de pagamento, fazer contas com calma, sem ser pressionado, além de que normalmente os descontos fornecidos pelas empresas credoras são concedidos integralmente no site, sem a necessidade de negociação.

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Não tem dívidas? FGTS pode ser bom investimento

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shutterstock

Distribuição do lucro do FGTS anunciada pelo governo faz com que deixar dinheiro parado possa ser bom investimento

Por mais que pareça atrativo ter uma renda extra, nem sempre sacar o valor disponível do FGTS é a melhor opção.

Fabrizio Gueratto, financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, assegura que, “se o trabalhador possui uma dívida de cartão de crédito ou cheque especial, que os juros são exorbitantes, ou precisa comprar algo que irá gerar uma receita imediata, como por exemplo um motorista de aplicativo que precisa colocar um kit gás no carro, nesses casos pode ser vantajoso. Caso contrário, vale a pena deixar parado o dinheiro”.

Gueratto explica que, como o FGTS rende naturalmente 3% e o governo deverá distribuir 100% do lucro do Fundo. Como garantiu o ministro da Economia, Paulo Guedes , há expectativa de que o rendimento possa chegar a até 6,44% em um ano. Isso porque, em 2017, quando o governo Temer liberou 50% do lucro, houve rendimento de 1,72% (além dos 3%).

Segundo ele, um rendimento com esse valor geraria uma rentabilidade extraordinária para um investimento de renda fixa e isento de imposto de renda .

“Não tem nenhum investimento de renda fixa que renderá mais do que o FGTS no prazo de um ano. Se não tiver dívidas com juros altíssimos, a melhor coisa a fazer é deixar o dinheiro parado e não mexer. Precisamos ser realistas e deixarmos os preconceitos de lado. FGTS já foi ruim e perdia para a poupança , mas com 100% do lucro distribuído passou a ser excelente”, disse.

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Ter R$ 500 a mais para gastar também é sempre bom, mas cuidado

A opção mais simples é aproveitar o valor disponível do FGTS para aproveitar o mês e gastar um pouco mais, afinal não é todo dia que a conta está no azul. 

Fernanda Souza, business coach da SBCoaching, defende que, caso a opção seja aproveitar o dinheiro para gastar, o ideal é sempre consumir com moderação, mantendo a organização financeira.

Números do governo

De acordo com cálculos da equipe econômica, a medida pode elevar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no País, em até 0,3 ponto percentual, garantindo que a alta ultrapasse 1% neste ano.

As projeções apontam para um crescimento do PIB de 1,1% em 2019, mesmo número obtido nos dois últimos anos de governo de Michel Temer (MDB), 2018 e 2017. Isso ocorre após revisões para baixo feitas pelo governo Bolsonaro, já que a expectativa inicial era uma alta de 2,5%.

Abrangente, a liberação pode atingir até 96 milhões de trabalhadores, segundo números do governo. A equipe econômica divulga que, atualmente, há cerca de 260 milhões de contas entre ativas (emprego atual) e inativas (empregos antigos) do Fundo de Garantia, e, desse total, cerca de 211 milhões (80%) têm saldo de até R$ 500, valor limite por conta no saque emergencial.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Em busca de trabalho? Saiba quais cidades mais geraram vagas de emprego em 2019

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Ao todo, Brasil gerou mais de 461 mil vagas de emprego neste ano, de acordo com o Caged

São Paulo fechou os sete primeiros meses de 2019 com um saldo de 50.251 novos empregos com carteira assinada, e é o município que mais ofereceu oportunidade de trabalho neste ano. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas na sexta-feira (23).

Só em julho o saldo da capital paulista foi de 20.204 vagas geradas na capital paulista, ou seja, o resultado do total de admissões menos o total de desligamentos. 

Atrás de São Paulo, vem Curitiba, no Paraná, com 15.632 empregos novos de janeiro a julho; em terceiro lugar está Brasília, Distrito Federal, que abriu 14.884 vagas. 

Além das capitais, Joinville (SC), Dourados (MS) e Santa Cruz do Sul (RS) tiveram destaque entre as cidades que mais ofereceu postos de trabalho neste ano. Veja abaixo a tabela com os 20 municípios do Brasil que mais colaboraram com o crescimento da economia gerando empregos.


Desligamentos

Entre as cidades que ficaram com o saldo negativo, o Rio de Janeiro foi a que mais sofreu. A capital carioca fica isolada na ponta da tabela: foram 16.733 postos de trabalho fechados de janeiro até julho.

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Fortaleza, no Ceará, também perdeu oportunidades de emprego (4.806), seguido de Rio Formoso, em Pernambuco (4.040). Confira a tabela abaixo.


Emprego formal cresce no Brasil

Em linhas gerais, o emprego formal no Brasil cresceu pelo quarto mês consecutivo. Foram 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada abertas só em julho, um crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, afirmou o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo.

Também houve aumento no emprego se considerados os resultados dos sete primeiros meses deste ano. De janeiro a julho foram abertas 461.411 vagas formais, variação de 1,20% sobre o estoque. Em 2018, no mesmo período, as novas vagas tinham somado 448.263. 

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Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação positiva de 1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Acordo entre Mercosul e EFTA aumentá PIB do Brasil em US$ 5,2 bilhões em 15 anos

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Reprodução/EFTA

Autoridades dos blocos econômicos comemoram novo acordo comercial

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta, na sigla em inglês)—  formada pela Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein — irá elevar o PIB do Brasil em US$ 5,2 bilhões em 15 anos. A estimativa foi informada pelo Ministério da Economia, na tarde deste sábado.

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O acerto entre Mercosul  e Efta foi fechado na sexta-feira, mesmo dia em que França e Irlanda disseram que não vão ratificar o acordo comercial entre a União Europeia e o bloco sul-americano, por causa da crise desencadeada pelas queimadas na Amazônia.

A Economia estima também que o acordo entre o Mercosul e a Efta irá aumentar as exportações brasileiras em US$ 5,9 bilhões e as importações em US$ 6,7 bilhões, em 15 anos. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$ 5,2 bilhões, no mesmo período.

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“Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$ 5,2 bilhões, no mesmo período”, diz a nota do ministério.

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Segundo o ministério, com a entrada em vigor do acordo, os países da Efta irão eliminar imediatamente as tarifas de importação aplicadas “a 100% do universo industrial”.

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Exportação para o bloco

Em 2018, o Brasil exportou US$ 1,7 bilhão para os países do Efta. Os embarques foram principalmente de ouro, produtos químicos como óxido de alumínio, café, soja, carnes e preparações alimentícias diversas. No mesmo ano, importou US$ 2,8 bilhões, com proeminência em produtos farmacêuticos e químicos orgânicos, máquinas e equipamentos, petróleo e gás, peixes e crustáceos.

Fonte: IG Economia
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