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Economia

Bolsonaro diz que hoje Brasil é um país favorável a se investir e gerar empregos

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Agência Brasil – Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro, do PSL

O presidente Jair Bolsonaro comemorou, em sua conta no Twitter, a nova marca recorde do principal índice à vista da Bolsa brasileira, o Ibovespa, e o menor nível do risco Brasil em sete anos. Na sexta-feira (13), O Ibovespa fechou com valorização de 0,33%, aos 112.564,86 pontos, em nova máxima histórica, pelo segundo dia consecutivo. Já o Credit Default Swap (CDS) do Brasil caiu de 102,97 para 100,89 pontos, ficando no patamar mais baixo desde 7 de novembro de 2012 (100,25 pontos).

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“Durante a recessão de 2015, o Risco Brasil, índice que acompanha a confiança dos investidores, chegou a quase 500 pontos. Ontem o Risco atingiu 100,89 pontos, o menor nível desde 2012, e a bolsa de valores fechou acima de 112 mil pontos, renovando sua máxima histórica”, escreveu o presidente .

De acordo com Bolsonaro , esses números sinalizam que “o Brasil é hoje um país favorável para se investir, fazer negócios e gerar empregos.”

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Economia

Bolsonaro confirma que Brasil abrirá compras públicas para estrangeiros

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Bolsonaro confirma fala se Guedes


O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira (23) que autorizou o Brasil a aderir ao acordo de compras governamentais da Organização Mundial do Comércio (OMC) . A decisão já tinha sido anunciada nesta semana pelo ministro da Economia, Paulo Guedes , durante sua participação no Fórum Econômico Mundial , em Davos, na Suíça.

Em suas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a adesão garantirá que as licitações sejam mais “transparentes e com ampla concorrência internacional”. O tratado facilita o acesso de empresas estrangeiras às compras governamentais brasileiras e abre um mercado de US$ 1,7 trilhão por ano para companhias nacionais.

O pacto é assinado por 48 membros da OMC , que se comprometem a um processo de abertura mútua do mercado de compras públicas, com o compromisso de transparência e não-discriminação.

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Em nota divulgada na noite desta quinta, o Ministério da Economia disse que a adesão ao acordo vai estimular a adoção de boas práticas nas licitações e melhorar a relação custo-benefício nas aquisições.

No comunicado, a pasta informou ainda que, por enquanto, não há necessidade de ajustar a legislação brasileira para viabilizar a adesão do Brasil ao acordo. “Modificações que eventualmente sejam necessárias, no arcabouço normativo ou nas práticas de entidades licitantes, serão identificadas ao longo do processo negociador, à medida que surgirem demandas que avancem em relação à cobertura ofertada nos acordos em matéria de compras governamentais já negociados pelo Brasil”, informou o ministério.

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Economia

Brasil cria 644 mil empregos com carteira em 2019, melhor resultado em seis anos

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Número é o maior desde 2013. Em comparação com 2018, ano passado teve alta de 115 mil postos arrow-options
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Número é o maior desde 2013. Em comparação com 2018, ano passado teve alta de 115 mil postos

O saldo de empregos no mercado formal de trabalho brasileiro em 2019 foi o melhor em seis anos. No ano passado, o país criou 644.079 vagas de trabalho com carteira assinada. O número se refere ao saldo entre as contratações e as demissões neste período: foram registradas 16.197.094 contratações e 15.553.015 demissões. Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia.

Índice de Confiança do Empresário Industrial é o maior desde 2010

No acumulado até novembro, as contratações com carteira assinada haviam somado 948.344. O resultado consolidado do ano foi menor porque os meses de dezembro apresentam, tradicionalmente, saldos negativos devido aos desligamentos dos trabalhadores temporários contratados para as festas de fim de ano.

Caged x pesquisa de emprego do IBGE

O Caged considera apenas os trabalhadores que têm carteira de trabalho assinada e são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso significa que não são contabilizados trabalhadores sem carteira, nem os que trabalham por conta própria ou os funcionários públicos.

Emprego Verde e Amarelo: na contramão dos desejos de jovens trabalhadores

Os dados vêm dos registros que as empresas enviam ao Ministério do Trabalho, que é responsável por controlar as admissões e demissões dos trabalhadores sob o regime da CLT.

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Na pesquisa do IBGE, são investigados todos os tipos de ocupação, formais e informais, além de empresários e funcionários públicos. Cerca de dois mil entrevistadores são responsáveis pelo levantamento, que visita domicílios em todo o país. É feita uma amostra da população e, a cada trimestre, 211 mil residências são visitadas.

Outra diferença é a localização geográfica. Na pesquisa do IBGE, são levantados dados de todos os estados brasileiros, mas nem todos os municípios estão representados: são 3.464 das 5.561 cidades brasileiras. O Caged cobre todos os municípios brasileiros.

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Economia

“Aumento de imposto para a cerveja, não”, diz Bolsonaro sobre proposta de Guedes

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Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro descarta taxação extra sobre cerveja


O presidente Jair Bolsonaro não quer saber de implantar o chamado “imposto do pecado”. Sugerido nesta semana pelo ministro da Economia, Paulo Guedes , o imposto incidiria sobre produtos prejudiciais à saúde, como cigarro, açucarados e bebidas alcoólicas.

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“Está descartado. Ô Paulo Guedes, você é meu ministro, te sigo 99% mas aumento de imposto para a cerveja, não. Não tem como aumentar mais a carga tributária do Brasil. A nossa política, a orientação, não teremos qualquer majoração da carga tributária”, disse.

Durante a entrevista a jornalistas brasileiros na chegada do presidente a Nova Délhi, Bolsonaro fez confusão entre Guedes e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, quando descartou o imposto do pecado, afirmando que “Moro também gosta de uma cervejinha”. Em seguida, pensou um pouco e brincou: “Será que ele gosta mesmo?”. 

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