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Nacional

Bolsonaro está no caminho certo para 75% dos brasileiros, aponta CNI/Ibope

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Entre os brasileiros ouvidos pela pesquisa Ibope, 64% têm expectativa de que o governo Jair Bolsonaro será ótimo ou bom
Divulgação/ Flickr Governo de Transição

Entre os brasileiros ouvidos pela pesquisa Ibope, 64% têm expectativa de que o governo Jair Bolsonaro será ótimo ou bom

Frente às decisões tomadas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), 75% dos brasileiros – três em cada quatro – acreditam que o novo governo está no caminho certo. Isso é o que aponta uma pesquisa do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada na manhã desta quinta-feira (13). 

De acordo com a mesma pesquisa, 14% acham que Bolsonaro e sua equipe estão no caminho errado em relação às suas escolhas, enquanto 11% não sabem ou não responderam à pergunta feita pelo Ibope .

Segundo a avaliação do instituto, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. Afinal, enquanto 70% daqueles com renda familiar de até um salário mínimo pensam assim, o número sobe para 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.

Também de acordo com a pesquisa, 64% dos brasileiros ouvidos têm a expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom.

Perguntados quanto às prioridades que o próximo governo deve ter durante a sua gestão, 41% dos entrevistados disseram que é necessário melhorar os serviços de saúde. Além disso, 40% destacaram a promoção da geração de empregos como prioridade para 2019.

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Na sequência, na mesma pergunta, aparecem combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade, ambos com 36%, e melhorar a qualidade da educação, apontada por 33%.

O levantamento mostra que dois em cada três brasileiros acreditam que a situação econômica do país vai melhorar em 2019, enquanto parcela similar espera que a própria vida vai melhorar ou melhorar muito no próximo ano.

Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os principais problemas que vão melhorar no primeiro ano de governo do presidente eleito. Em seguida, aparecem a corrupção (37%) e o desemprego (36%).

A pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros ouvidos aprova as indicações para compor a equipe de Bolsonaro, bem como as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe.

Entre os entrevistados, 80% se dizem pelo menos um pouco informados sobre as indicações do presidente eleito para os cargos de primeiro escalão do governo – ministros e colaboradores da equipe de transição. Desses, 55% consideram as indicações adequadas ou muito adequadas.

Pouco mais de oito em cada dez se dizem informados, em alguma profundidade, sobre as propostas já anunciadas pelo presidente eleito. Entre eles, 75% afirmam aprovar de forma geral as propostas. O percentual de aprovação cresce de acordo com o grau de informação que o entrevistado diz ter sobre o novo governo.

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A pesquisa foi feita entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

* Com informações da Agência Brasil.

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Nacional

“Desanimei de defender o governo”, diz líder da bancada da bala

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Capitão Augusto
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Líder da bancada da bala, Capitão Augusto, ficou chateado com o governo


O presidente da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), disse nesta terça-feira (25) ao GLOBO que a decisão do presidente Jair Bolsonaro de revogar os decretos de armas e reeditar outros três sobre o tema foi uma “afronta ao parlamento”.  

Até a manhã de hoje, o deputado diz que estava distribuindo cartilhas aos integrantes da bancada da bala para defender o governo, em votação que poderia derrubar, na Câmara, os decretos ameaçados. 

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Ele diz que ninguém da bancada foi consultado para tratar do assunto. 

“É muita desconsideração com a bancada da bala. A gente até desanima de defender no governo. Dos três líderes do governo, tanto Joice, quanto Vitor Hugo e Delegado Waldir (líder do PSL), ninguém sabia disso e nenhum deles avisou que isso ia acontecer”, disse Capitão Augusto

O deputado acrescentou “não existe” articulação do governo.

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 O presidente editou nesta terça-feira três novos decretos regulamentando a posse e a porte de armas no Brasil. Um dos atos, publicados em edição extra do Diário Oficial  da União, revogou os dois decretos anteriores, de maio, que foram contestados no Congresso.

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O recuo ocorre no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados poderia derrubar as medidas do governo, uma semana depois de o Senado aprovar decretos anulando os atos presidenciais.

Na mesma edição do DOU, há um despacho de Bolsonaro informando o encaminhamento ao Congresso de um projeto de lei que altera normas sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição e sobre o Sistema Nacional de Armas (Sinarm), além de definir crimes. O teor do texto ainda não foi divulgado.

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Os decretos são assinados apenas por Bolsonaro e pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, enquanto os anteriores também tinham a assinatura dos ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro. A bancada da bala apoiava o decreto anterior.

Fonte: IG Política
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Nacional

Requerimento de CPIM das Fake News será lido na próxima semana, diz Alcolumbre

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Davi Alcolumbre
Agência Senado / Divulgação

Presidente do Senado afirmou que CPMI das Fake News vai acontecer


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou que fará na semana que vem a leitura do requerimento de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito(CPMI) destinada a investigar o uso de fake news nas eleições de 2018, o que incluirá a campanha do presidente Jair Bolsonaro.

 O requerimento com assinaturas de 276 deputados e 48 senadores (bem acima do mínimo exigido, de 171 e 27, respectivamente) foi apresentado há três semanas. Como se trata de uma comissão mista, ou seja, formada por deputados e senadores, a leitura do requerimento contra fake news precisa ser feita em uma sessão do Congresso Nacional.

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Alcolumbre foi cobrado nesta terça, durante sessão plenária, pelo senador Humberto Costa (PT-PE), e informou que irá convocar uma sessão do Congresso na próxima semana, sem determinar a data.

“Eu, aproveitando essa oportunidade, informo ao plenário que estou convocando sessão do Congresso Nacional para a próxima semana, quarta-feira, para deliberarmos três PLNs que estão prontos para serem votados na sessão da Congresso Nacional, e informo a Vossa Excelência que farei a leitura da CPMI das Mídias, conhecida como CPI das Fake News”, afirmou o presidente do Senado .

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A CPMI foi proposta pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP). No texto protocolado, pede-se a apuração de “ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público”, além da “utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018”.  Na justificativa, há ainda o registro de que “a presença de perfis automatizados, ou robôs, representam um risco à lisura do debate público e do processo eleitoral”.

Na época da apresentação do requerimento, Alexandre Leite afirmou que a campanha de Bolsonaro estará entre as investigadas por possíveis usos de fake news .

Fonte: IG Política
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Nacional

Deputado é acusado de homofóbico por chamar marido de Glenn de “parceiro sexual”

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José Medeiros
Agência Câmara

José Medeiros chamou David Miranda de “parceiro sexual” de Glenn Greenwald


Uma declaração do deputado José Medeiros (Pode-MT), da base governista, provocou forte reação de outros parlamentares durante depoimento do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Depois de fazer uma série de perguntas sobre dinheiro, relações políticas e espionagem, Medeiros questionou o jornalista sobre o “parceiro sexual” dele, o deputado Davi Miranda (PCdoB-RJ).

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 — Parceiro sexual ? — reagiram, surpresos, deputados que participam da sessão.

— Parceiro sexual, não! Marido — gritou a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ).

— Homofóbico! — gritaram outros deputados ao mesmo tempo

O presidente da Comissão, Helder Salomão (PT-ES), pediu a exclusão do termo “parceiro sexual” da ata da audiência. Greenwald é casado com Miranda .

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— Bota conge — sugeriu um outro deputado, no fundo da sala.

— Ele tem vergonha de ser casado com o Miranda ? Não — tentou se explicar Medeiros.

O clima, que parecia esfriar, voltou a ficar tenso momentos depois. Medeiros interrompeu uma das respostas de Greenwald com uma outra pergunta de cunho sexual.

— O senhor não transa com seu parceiro ?

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A pergunta, em tom de deboche, irritou o presidente da Comissão.

— Deputado Medeiros, o senhor está faltando como decoro ! bradou Salomão.

Em resposta, Greenwald disse que não é a primeira vez que Medeiros faz abordagem sobre ele fazendo insinuações de caráter sexual. O jornalista lembrou que homofobia é crime e reafirmou que não há nada demais na relação dele com Miranda.

— Meu marido é meu marido — disse.

Fonte: IG Nacional
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