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Nacional

Bolsonaro reafirma seu compromisso de “abrir a caixa-preta do BNDES”

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirma há tempos que tem o compromisso de 'abrir caixa-preta' do BNDES
José Cruz/Agência Brasil – 6.11.18

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirma há tempos que tem o compromisso de ‘abrir caixa-preta’ do BNDES

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), publicou nesta quinta-feira (8) em seu Twitter que tem o compromisso de abrir os sigilos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quando assumir o governo, em janeiro. Bolsonaro disse ainda que quer “revelar” à população o destino de seu dinheiro nos últimos anos.

“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que esse é um anseio de todos”, escreveu Bolsonaro no Twitter.

O Banco Nacional já foi alvo de investigações da Polícia Federal, que indiciou o ex-presidente da instituição, Luciano Coutinho, os ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci, e o empresário da JBS Joesley Batista, suspeitos de envolvimento em operações ilícitas.

Nesta quarta-feira (7), o presidente eleito já havia dito que essa é uma prioridade para ele. “Vamos abrir todos os sigilos, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado” afirmou. “Na primeira semana, já é possível, até para dar matéria para vocês se preocuparem com outra coisa a não ser com o presidente”, disse Bolsonaro a jornalistas.

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Pela manhã, nesta quinta-feira, o presidente eleito se reúne com parlamentares no seu apartamento funcional em Brasília, para negociar parte da reforma da Previdência. A finalidade é garantir a aprovação ainda este ano de algumas propostas de tramitação mais simples no Congresso.

Durante a campanha, Bolsonaro já havia prometido “abrir os arquivos” do BNDES e da Petrobras. Ambas as empresas já foram alvos de investigações da Polícia Federal por corrupção na Operação Lava Jato.

* Com informações da Agência Brasil.

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Manifestantes são agredidos em estação de metrô em Hong Kong

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Reprodução/StandNews

Manifestantes foram atacados por homens armados com paus e barras de metal

Dezenas de manifestantes foram agredidos em uma estação de metrô na noite de domingo (21), em Hong Kong, em um episódio que pode acirrar ainda mais a tensão política no território que pertence à China. Mais de 40 pessoas ficaram feridas na estação de Yuen Long.
Elas foram atacadas por volta da meia-noite local, por um grupo de homens armados com paus e barras de metal.

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Os agressores vestiam camisetas brancas, enquanto as vítimas usavam roupas pretas, cor predominante na  manifestação que tomou conta novamente das ruas de Hong Kong no domingo, pedindo aberturas democráticas. A polícia local tem sido criticada pela demora em agir para conter as agressões e por falhar em proteger os manifestantes dos ataques da oposição.

O protesto de ontem foi o sétimo fim de semana consecutivo em que moradores do território se manifestaram contra o governo pró-Pequim. As manifestações começaram em junho, como reação a um projeto de lei que autorizaria pessoas acusadas por qualquer crime em Hong Kong a serem extraditadas para a China continental. Apesar do governo suspender o projeto devido às críticas, as manifestações continuaram.

Os manifestantes exigem a renúncia da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam , que tem o apoio de Pequim, bem como a retirada definitiva do projeto de lei de extradições, uma investigação independente sobre a violência policial, a anistia das pessoas presas, entre outras demandas de cunho de abertura democrática.

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Agora, grupos contrários e favoráveis ao governo de Hong Kong se dividem pelas ruas. No sábado (20), os manifestantes que apoiam o governo e a polícia organizaram um ato próprio.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Bolsonaro exclui vagas de especialistas do Conselho Nacional sobre Drogas

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Isac Nóbrega/PR

Jair Bolsonaro publicou decreto nesta segunda-feira (22)

Foi publicado nesta segunda-feira (22), no Diário Oficial da União, um decreto que retira a participação da sociedade civil, incluindo médicos, psicólogos, assistentes sociais e juristas, do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, o Conad . Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida altera o quadro do colegiado, que agora será composto apenas por integrantes do governo.

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O Conad foi criado em 2006 e era composto por 31 membros. Entre eles já havia representantes do governo federal, mas pelo menos 13 eram de de organizações, instituições e entidades nacionais da sociedade civil e profissionais ou especialistas na questão das drogas . Agora, não há mais cadeiras para representantes da sociedade civil. Esta não é a primeira vez que decretos do presidente alteram a composição dos conselhos .

De acordo com o decreto, especialistas indicados pelo Ministério da Justiça ainda farão parte do Grupo Consultivo, um órgão de apoio ao conselho. Mas eles não terão suplentes, como é o caso dos integrantes do Conad.

Quem fica fora do Conad

Com a mudança, deixam de ter assento no conselho: um jurista, indicado pela OAB; um médico, indicado pelo Conselho Federal de Medicina; um psicólogo, indicado pelo Conselho Federal de Psicologia; um assistente social, indicado pelo Conselho Federal de Serviço Social; um enfermeiro, indicado pelo Conselho Federal de Enfermagem; um educador, indicado pelo Conselho Federal de Educação; um cientista, indicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e um estudante, indicado pela União Nacional dos Estudantes.

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Também ficam de fora do conselho profissionais ou especialistas, “de manifesta sensibilidade na questão das drogas”, indicados pelo presidente do Conad: um de imprensa, de projeção nacional; um antropólogo; um do meio artístico, de projeção nacional; dois de organizações do terceiro setor, de abrangência nacional, de comprovada atuação na área de redução da demanda de droga.

O Conad é responsável por acompanhar e atualizar as políticas e programas sobre o tema no país. E passa agora a ser composto apenas por representantes do governo e dos conselhos estaduais antidrogas. Quem preside o colegiado é o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Ainda entre as funções do Conad estão a de deliberar, por meio de resoluções, proposições, recomendações e moções, iniciativas do Governo Federal para cumprir os objetivos da Política Nacional sobre Drogas; solicitar análises e estudos ao Grupo Consultivo e à Comissão Bipartite; acompanhar o cumprimento pelo Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas das diretrizes nacionais para a prevenção do uso indevido, a atenção e a reinserção social de usuários e dependentes de drogas, entre outras.

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De acordo com o decreto publicado nesta segunda, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas terá a seguinte composição:

I – o Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública, que o presidirá;

II – o Ministro de Estado da Cidadania;

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III – um representante dos seguintes órgãos e entidade da administração pública federal:

a) Ministério da Defesa;

b) Ministério das Relações Exteriores;

c) Ministério da Economia;

d) Ministério da Educação;

e) Ministério da Saúde;

f) Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

g) Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;

h) Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Fonte: IG Nacional
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Quatro ministros de Bolsonaro já se afastam para tratar de assuntos particulares

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 2.7.19

Quatro ministros de Bolsonaro já se afastam para tratar de assuntos particulares

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina , e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio , entraram de licença não remunerada a partir desta segunda-feira. O afastamento dos dois foi publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União. Em menos de sete meses de governo, quatro ministros deixaram o cargo para “tratar de assuntos particulares”, uma espécie de férias informais.

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 Na semana passada, o ministro Sergio Moro  (Justiça e Segurança Pública) passou a semana com a família nos Estados Unidos. O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, chegou a justificar que a licença era para ” reenergizar o corpo ” e “prosseguir no combate”. 

O ministro se afastou do cargo no meio a denúncias com a divulgação de mensagens sobre supostas conversas no aplicativo Telegram que mostram Moro orientando ações da Operação Lava Jato . Ele retorna hoje ao trabalho. Na agenda, constam apenas despachos internos.

O ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes , também foi para os Estados Unidos de licença para participar das celebrações dos 50 anos do pouso da Apollo 11 na lua. Pontes saiu dia 13 de julho e volta ao trabalho na quinta-feira, dia 25. A viagem foi comentada pelo presidente Jair Bolsonaro em redes sociais.

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O período de  licença dos ministros Tereza Cristina e Marcelo Álvaro AntÕnio é de 22 a 26 de julho.

Fonte: IG Nacional
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