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Bolsonaro viaja de Brasília a São Paulo para passar por nova avaliação médica

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Jair Bolsonaro passa a manhã desta quinta-feira em São Paulo; na cidade, ele faz uma série de exames pré-operatórios
Flickr/ Governo de Transição

Jair Bolsonaro passa a manhã desta quinta-feira em São Paulo; na cidade, ele faz uma série de exames pré-operatórios

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), viajar nesta quinta-feira (13) de Brasília para São Paulo para passar por uma nova avaliação médica. Os exames precendem a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia, que está marcada para o dia 19 de janeiro.

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Apesar da data já marcada, Jair Bolsonaro afirma que pretende adiar a operação, a fim de poder poder participar pessoalmente do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, que ocorre de 22 a 25 de janeiro de 2019. Após a cirurgia, o presidente eleito deve passar por um período de recuperação.

“Eu vou quinta-feira a São Paulo e devo remarcar a cirurgia [para retirada da bolsa de colostomia], que seria 19 de janeiro. Tenho Davos [Fórum Econômico Mundial] dia 21 e pretendo ir para lá”, disse, na última terça-feira (11).

“Quero estudar com o hospital uma nova data, porque a minha vida é complicada e eles também têm uma agenda lá bastante extensa. Não pode chegar lá e ser atendido só porque sou presidente. Temos que ter um calendário”, ponderou Bolsonaro .

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Por conta dos exames, o presidente eleito passa a manhã de hoje em São Paulo. Ainda nesta quinta, porém, Bolsonaro pretende embarcar para o Rio de Janeiro, onde deve permanecer o restante da sua semana, entre encontros, eventos e reuniões. 

A cirurgia de Bolsonaro em São Paulo será a terceira a qual ele será submetido desde que foi esfaqueado no abdômen, durante um ato político de campanha, por Adélio Bispo de Oliveira, em Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 6 de setembro. A facada interrompeu as atividades de campanha do presidente eleito, então candidato.

A primeira cirurgia de Bolsonaro foi de grande porte, na Santa Casa de Juiz de Fora. Depois, ele passou por uma segunda, já no Hospital Albert Einstein , em São Paulo, para corrigir uma aderência. Segundo as estimativas dos médicos, o período de recuperação dessa terceira cirurgia no Einstein deve ser de 10 a 15 dias.

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Jair Bolsonaro comentou que “não gostaria de ficar parado em janeiro”, quando está marcada a terceira cirurgia. Inicialmente, o procedimento médico teria sido realizado ontem (12), mas foi adiado após uma série de exames feita no dia 23 de novembro por médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

* Com informações da Agência Brasil.

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Atentado contra deputada do Rio de Janeiro foi tentativa de latrocínio

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Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou nesta quarta-feira (16) que as investigações da Polícia Civil indicam que o  atentado contra a deputada Martha Rocha (PDT-RJ), ocorrido no último domingo (13), no Rio, foi uma tentativa de latrocínio. O crime ocorreu no bairro da Penha.

Delegada, Martha Rocha, de 59 anos, foi chefe da Polícia Civil do Rio.  A declaração foi feita durante a cerimônia de posse do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Eduardo Lopes.

“A polícia tem fortes indícios de que se trata de uma tentativa de latrocínio. Um dos autores já foi identificado”, disse Witzel.

Leia também: Homem que pretendia matar chefe da Polícia Civil do Rio é preso

Ele relatou que, segundo indicativos, o grupo responsável pelo atentado também teria participado de pelo menos outros cinco roubos na região.

Com a admissão dessa linha de investigação, a deputada é esperada nesta quarta-feira pela polícia para depor novamente. A parlamentar teve seu carro alvejado por criminosos, um deles com um fuzil, na Penha, zona norte da cidade, quando ia a uma missa com sua mãe.

Violência no Rio vai além de ataque contra Martha Rocha


Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)
Estefan Radovicz / Agência O Dia

Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)

Embora o Instituto de Segurança Pública ainda não tenha divulgado os primeiros indicadores de criminalidade do ano, o governador informou que os números são positivos. Segundo ele, os índices parciais da primeira quinzena de janeiro “são muito melhores” do que os do mesmo período do ano passado.

Veja Mais:  Mais de 60% das cidades do País não possuem políticas desaneamento básico

Leia também: Deputada que sofreu ataque no Rio sabia que era alvo de milicianos

 Durante a posse do secretário Eduardo Lopes, Witzel reafirmou seu compromisso de impulsionar a agricultura e pesca. O objetivo de seu governo, segundo ele, é de fazer com que a agricultura corresponda a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio de Janeiro.

“Tenho visto que a polícia tem agido com rigor. Naqueles casos mais rumorosos, os responsáveis pelos crimes têm sido descobertos e os mandados de prisão estão nas ruas para serem cumpridos. A violência do Rio de Janeiro não se resolve em 15 dias, mas nós tivemos avanços substanciais e seguimos investigando o ataque contra Martha Rocha”, reforçou.

*Com informações da Agência Brasil

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Atentado contra deputada do Rio de Janeiro foi tentativa de latrocínio

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Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou nesta quarta-feira (16) que as investigações da Polícia Civil indicam que o  atentado contra a deputada Martha Rocha (PDT-RJ), ocorrido no último domingo (13), no Rio, foi uma tentativa de latrocínio. O crime ocorreu no bairro da Penha.

Delegada, Martha Rocha, de 59 anos, foi chefe da Polícia Civil do Rio.  A declaração foi feita durante a cerimônia de posse do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Eduardo Lopes.

“A polícia tem fortes indícios de que se trata de uma tentativa de latrocínio. Um dos autores já foi identificado”, disse Witzel.

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Ele relatou que, segundo indicativos, o grupo responsável pelo atentado também teria participado de pelo menos outros cinco roubos na região.

Com a admissão dessa linha de investigação, a deputada é esperada nesta quarta-feira pela polícia para depor novamente. A parlamentar teve seu carro alvejado por criminosos, um deles com um fuzil, na Penha, zona norte da cidade, quando ia a uma missa com sua mãe.

Violência no Rio vai além de ataque contra Martha Rocha


Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)
Estefan Radovicz / Agência O Dia

Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)

Embora o Instituto de Segurança Pública ainda não tenha divulgado os primeiros indicadores de criminalidade do ano, o governador informou que os números são positivos. Segundo ele, os índices parciais da primeira quinzena de janeiro “são muito melhores” do que os do mesmo período do ano passado.

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 Durante a posse do secretário Eduardo Lopes, Witzel reafirmou seu compromisso de impulsionar a agricultura e pesca. O objetivo de seu governo, segundo ele, é de fazer com que a agricultura corresponda a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio de Janeiro.

“Tenho visto que a polícia tem agido com rigor. Naqueles casos mais rumorosos, os responsáveis pelos crimes têm sido descobertos e os mandados de prisão estão nas ruas para serem cumpridos. A violência do Rio de Janeiro não se resolve em 15 dias, mas nós tivemos avanços substanciais e seguimos investigando o ataque contra Martha Rocha”, reforçou.

*Com informações da Agência Brasil

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Renan Calheiros ameaça entrar com ação contra Deltan Dallagnol

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Renan Calheiros terá a concorrência certa do recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) para a presidência do Senado
Jonas Pereira/Agência Senado – 6.12.16

Renan Calheiros terá a concorrência certa do recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) para a presidência do Senado

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) continua sua ofensiva contra as recentes declarações do coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Desta vez o parlamentar afirmou que irá entrar com uma ação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

“Quando fevereiro chegar, entraremos no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra Deltan Dallagnol, que continua a fazer política com declarações, tweets e retweets. Agora, sem os seus parceiros [Rodrigo] Janot (aposentado) [ex-Procurador-Geral da República] e [Marcelo] Miller (aprovado em concurso de juiz federal)”, escreveu Renan Calheiros  em sua conta no Twitter.

Na terça-feira (15), o senador chamou o coordenador da Lava Jato de “um ser possuído”. O parlamentar, que é investigado na Lava Jato, criticou as declarações do procurador sobre a votação para a Presidência do Senado .

“Deltan Dallagnol @deltanmd continua a proferir palavras débeis, vazias, a julgar sem isenção e com interesse político, como um ser possuído”, escreveu o senador.

Pelas redes sociais, Dallagnol tem incentivado seus seguidores a assinar um abaixo assinado que pede votação aberta para presidência do Senado. “Mais de 500 MIL PESSOAS estão pedindo o #votoaberto. É um grito da sociedade pelo direito de acompanhar a posição de seus representantes nessa escolha que pode ser tão importante quanto a eleição de um Presidente da República”, escreveu.

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Na última quarta-feira (9), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli,  derrubou liminar do ministro Marco Aurélio que determinava que a  votação para a presidência do Senado fosse aberta. Toffoli acatou pedido apresentado pelo próprio Senado – sob ordens de seu atual presidente, senador Eunício Oliveira (MDB-CE).

O ministro do STF considerou que a liminar de Marco Aurélio (concedida em dezembro, antes do recesso do Judiciário) viola o regimento interno da Casa e fere sua autonomia. O presidente do Supremo ressaltou que “inexiste necessidade de controle externo sobre a forma de votação adotada para sua formação”.

No Senado, a reinstauração do voto secreto tende a beneficiar a candidatura de Renan, que já presidiu a Casa por três períodos. O emedebista não conta com o apoio aberto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o que dificultaria sua eleição caso não houvesse sigilo na votação.

Renan Calheiros  terá a concorrência certa do  recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) e de nomes como Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Simone Tebet (MDB-MS). A votação está agendada para o início da nova legislatura, em fevereiro.

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