conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Saúde

Brasileiros preenchem 98,7% das vagas no Mais Médicos; governo abre novo edital

Publicado


Médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos por decisão do país caribenho
Luciano Lanes / PMPA

Médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos por decisão do país caribenho

O governo federal conseguiu preencher 98,7% das vagas abertas após a saída dos cubanos do programa Mais Médicos. Somente 106 das  8.517 disponíveis na primeira etapa de seleção não tiveram interessados. As vagas ociosas estão distribuídas em 29 municípios e distritos indígenas, todos na região Norte do País.

De acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Ministério da Saúde, pouco mais de a metade dos brasileiros selecionados para o Mais Médicos (53%) já se apresentaram nas cidades onde irão atuar. São 4.507 médicos prontos para iniciar os atendimentos em seus novos postos de trabalho. O prazo para apresentação vai até sexta-feira (14).

Na semana passada, o Ministério da Saúde informou que mais de 300 médicos que fizeram a inscrição desistiram de participar do programa. Entre os motivos das desistências estão novas oportunidades e a dificuldade de conciliação com outros projetos dos profissionais. 

Leia também: Futuro ministro da Saúde avalia uso de médicos militares para suprir cubanos

Novo edital do Mais Médicos


Programa Mais Médicos foi lançado em 2013; Cuba anunciou saída do programa após eleição de Bolsonaro
Karina Zambrana/Ministério da Saúde

Programa Mais Médicos foi lançado em 2013; Cuba anunciou saída do programa após eleição de Bolsonaro

Foi publicado hoje novo edital para o programa , agora visando atrair profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil). Os candidatos têm entre os dias 11 e 14 de dezembro para acessar o sistema e, assim, estarem aptos para validação da inscrição no programa.

Veja Mais:  Caso suspeito de ebola na Suécia é descartado por especialistas

São exigidos dos candidatos 17 documentos, entre eles o reconhecimento da instituição de ensino pela representação do país onde os profissionais obtiveram a formação. A partir do dia 20, brasileiros sem registro no país poderão escolher vagas disponíveis.

Na primeira seleção, aberta no dia 20 de novembro, houve 36.490 inscrições. Segundo o governo, será feito um novo balanço das vagas disponíveis, o que soma as desistências e as aquelas que não tiveram procura, no dia 17 de dezembro. Então, os profissionais com registro no país (CRM) terão nova chance para se inscrever no programa e escolher os municípios disponíveis nos dias 18 e 19 de dezembro. 

Confira abaixo o cronograma informado para o Mais Médicos:

  • Dias 11 a 14 – Profissionais formados no exterior enviam documentação para validação da inscrição.
  • Dia 14 – Último dia para os profissionais com registro no país inscritos no primeiro edital se apresentarem nos municípios.
  • Dia 17– Balanço das vagas disponíveis (soma desistências e não selecionadas)
  • Dia 18 e 19 – Os profissionais com registro no país escolhem os municípios disponíveis.
  • Dias 20 a 22 – Os médicos brasileiros formados no exterior e sem registro no país que tenham a inscrição previamente validada poderão escolher os municípios remanescentes
  • Dias 26 a 28 – Os estrangeiros formados no exterior e sem registro no país poderão escolher as vagas remanescentes.
Veja Mais:  Preenchimento gengival? Doutor Bruno Puglisi explica tudo sobre a técnica

Comentários Facebook

Saúde

Gato é flagrado perto de bebê prematuro e maternidade do Piauí abre investigação

Publicado


Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais
Reprodução/Twitter

Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais

Uma foto de um gato ao lado de um bebê prematuro no Centro Obstetrício da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), em Teresina, no Piauí, viralizou nas redes sociais e está causando polêmica entre os internautas. A cena teria sido registrada na madrugada de segunda-feira (18) por um médico da Instituição que se revoltou com o ocorrido.

Leia também: Mulher é presa após vídeo flagrar abandono de bebê em canteiro de flores, no DF

Em nota, a maternidade afirmou que desconhece o espaço na unidade hospitalar, mas que, mesmo assim, abriu uma investigação, por meio das câmeras de segurança, para apurar a presença do gato na sala destinada aos recém-nascidos que aguardavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

A direção do hospital ainda informou que solicitou uma perícia para analisar a imagem, para verificar se não se trata de uma montagem, e advertiu em relação ao compartilhamento da imagem da criança e ao usou de aparelhos tecnológicos dentro da maternidade . “Segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar”, informou. Confira abaixo a nota na íntegra:

Veja Mais:  Fissura anal: saiba como identificar e tratar

Leia também: Homem morre após ter membros dilacerados pelos próprios pitbulls, em Goiânia

“Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato, não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês”.

O caso também foi comentado pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB ), que lamentou o “descaso” da principal maternidade pública do Piauí . “Esperamos que a direção tome as devidas providências para que casos como esse não voltem a acontecer e coloque em risco a vida de recém-nascidos, tendo em vista que não se sabe a procedência do animal e o local ser restrito para profissionais”, afirmou.

Veja Mais:  Surto de gripe H1N1 no Distrito Federal é negado pela secretaria de Saúde

Leia também: Ilhas russas declaram estado de emergência após invasão de ursos polares; veja

O registro do gato não é o primeiro problema enfrentado pelo hospital. Desde novembro de 2018, a maternidade passa por uma interdição ética parcial, devido à estrutura precária, ao atraso de salários e ao aumento da mortalidade de bebês e mães por infecção hospitalar. Com isso, os médicos passaram a atender apenas casos de alta complexidade.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica avança no Senado

Publicado


Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado
Shutterstock/Arquivo

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (20) substitutivo da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2017, que determina que os profissionais de saúde registrem no prontuário de mulheres indícios de prática de violência doméstica.

Leia também: Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

O substitutivo prevê a comunicação à autoridade policial, inclusive nos casos de suspeita de violência , como já o faz o Artigo 19 do Estatuto do Idoso. O texto foi enviado ao plenário em regime de urgência, e a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS) espera que seja incluído ainda hoje na pauta.

Segundo o texto, os profissionais de saúde terão prazo de 24 horas comunicar à polícia, os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. De acordo com a autora, ao registrar o fato, o profissional de saúde estaria contribuindo não só para sua notificação, mas também para a prevenção e apuração dessa prática criminosa.

Inicialmente, o projeto pretendia acrescentar essa previsão à Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), mas a relatora, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), decidiu elaborar um substitutivo, deslocando a medida para a Lei 10.778, de 2003, que já regula a notificação compulsória de casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A providência, explicou Maria do Carmo, foi tomada para afastar questionamentos quanto à juridicidade e constitucionalidade da matéria.

Veja Mais:  Fissura anal: saiba como identificar e tratar

O projeto inicial previa que a direção da instituição de saúde deveria comunicar o fato às autoridades policiais, que, na sequência, deveriam informar à Secretaria de Segurança Pública local. Tal previsão foi excluída pela relatória.

Leia também: Processos judiciais na área de saúde cresceram 130% em uma década; entenda

“A constitucionalidade do projeto poderia ser questionada em razão de prever obrigações às polícias estaduais e aparente tarefa às secretarias estaduais, o que poderia ser entendido como desrespeito à autonomia dos estados, prevista no artigo 18 da Constituição federal, e à reserva de iniciativa legislativa do tema pelos governadores”, explicou a senador

Como o texto aprovado pela Câmara sofreu mudanças no Senado, o PLC 61/2017 deverá ser reexaminado pelos deputados federais, caso seja aprovado pelo Plenário do Senado. Caso passe pela Câmara, o projeto que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica vai para sansão presidencial.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

Publicado


Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018
Marcelo Camargo/ABr

Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018

O Brasil perderá o certificado de país livre do sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, a pasta informou à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o registro de um caso de sarampo endêmico no Pará, em 23 de fevereiro deste ano. 

Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre do sarampo e iniciará o plano para retomar o título, concedido pela Opas em 2016. De acordo com o ministério, o prazo para reconquistar o certificado é de 12 meses.

Em comunicado, o ministro Luiz Henrique Mandetta informou que as taxas de vacinação caíram muito nos últimos anos e precisam voltar ao patamar de 95%.

“Nosso plano consiste em encaminhar medidas importantes ao Congresso Nacional, como a exigência do certificado de vacinação, não impeditiva, de ingresso na escola e no serviço militar. Reforçaremos, ainda, o monitoramento da vacinação, por meio dos programas de integração de renda e como norma para os trabalhadores de saúde”, disse. O ministro acrescentou que uma secretaria será criada para monitorar os índices de imunização no país.

Outra medida é a veiculação de uma campanha, em abril, para estimular a vacinação contra a doenças nos estados do Amazonas, Roraima e Pará, que, desde o ano passado, registram a transmissão ativa do vírus. O foco da imunização são crianças de seis meses a menores de cinco anos, público com menor indicador imunização e mais vulnerável.

Veja Mais:  Caso suspeito de ebola na Suécia é descartado por especialistas

Os primeiros casos da doença foram identificados em fevereiro de 2018. A partir desses casos, o bloqueio vacinal foi intensificado, com campanhas específicas em Roraima e em Manaus no primeiro semestre. A campanha nacional para as crianças ocorreu em agosto.

De acordo com o Ministério da Saúde, até 19 de março deste ano, 48 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 20 importados e 28 endêmicos. Dos casos endêmicos, 23 foram registrados no Pará e cinco no Amazonas. Em 2018, o país teve 10.326 casos da doença, com pico em julho (3.950 casos). A vacina está disponível nos postos de saúde.

A doença provoca infecções respiratórias, otites, diarreia e doenças neurológicas. Algumas das sequelas são redução da capacidade mental, cegueira, surdez e retardo do crescimento. Nos casos mais graves, o sarampo pode levar à morte. O Brasil recebeu o certificado, em 2016, após a Opas ter considerado que o país havia eliminado o sarampo . No ano anterior, o país havia registrado os últimos casos da doença.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana