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Saúde

Brasileiros preenchem 98,7% das vagas no Mais Médicos; governo abre novo edital

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Médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos por decisão do país caribenho
Luciano Lanes / PMPA

Médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos por decisão do país caribenho

O governo federal conseguiu preencher 98,7% das vagas abertas após a saída dos cubanos do programa Mais Médicos. Somente 106 das  8.517 disponíveis na primeira etapa de seleção não tiveram interessados. As vagas ociosas estão distribuídas em 29 municípios e distritos indígenas, todos na região Norte do País.

De acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Ministério da Saúde, pouco mais de a metade dos brasileiros selecionados para o Mais Médicos (53%) já se apresentaram nas cidades onde irão atuar. São 4.507 médicos prontos para iniciar os atendimentos em seus novos postos de trabalho. O prazo para apresentação vai até sexta-feira (14).

Na semana passada, o Ministério da Saúde informou que mais de 300 médicos que fizeram a inscrição desistiram de participar do programa. Entre os motivos das desistências estão novas oportunidades e a dificuldade de conciliação com outros projetos dos profissionais. 

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Novo edital do Mais Médicos


Programa Mais Médicos foi lançado em 2013; Cuba anunciou saída do programa após eleição de Bolsonaro
Karina Zambrana/Ministério da Saúde

Programa Mais Médicos foi lançado em 2013; Cuba anunciou saída do programa após eleição de Bolsonaro

Foi publicado hoje novo edital para o programa , agora visando atrair profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil). Os candidatos têm entre os dias 11 e 14 de dezembro para acessar o sistema e, assim, estarem aptos para validação da inscrição no programa.

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São exigidos dos candidatos 17 documentos, entre eles o reconhecimento da instituição de ensino pela representação do país onde os profissionais obtiveram a formação. A partir do dia 20, brasileiros sem registro no país poderão escolher vagas disponíveis.

Na primeira seleção, aberta no dia 20 de novembro, houve 36.490 inscrições. Segundo o governo, será feito um novo balanço das vagas disponíveis, o que soma as desistências e as aquelas que não tiveram procura, no dia 17 de dezembro. Então, os profissionais com registro no país (CRM) terão nova chance para se inscrever no programa e escolher os municípios disponíveis nos dias 18 e 19 de dezembro. 

Confira abaixo o cronograma informado para o Mais Médicos:

  • Dias 11 a 14 – Profissionais formados no exterior enviam documentação para validação da inscrição.
  • Dia 14 – Último dia para os profissionais com registro no país inscritos no primeiro edital se apresentarem nos municípios.
  • Dia 17– Balanço das vagas disponíveis (soma desistências e não selecionadas)
  • Dia 18 e 19 – Os profissionais com registro no país escolhem os municípios disponíveis.
  • Dias 20 a 22 – Os médicos brasileiros formados no exterior e sem registro no país que tenham a inscrição previamente validada poderão escolher os municípios remanescentes
  • Dias 26 a 28 – Os estrangeiros formados no exterior e sem registro no país poderão escolher as vagas remanescentes.
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Saúde

Médicos corrigem malformação de feto ainda na barriga da mãe em cirurgia inédita

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Cirurgia feto
Divulgação/HCM

Médicos precisaram de 1h40 para realizar procedimento, que se assemelha a uma laparoscopia, sendo minimamente invasivo

A manhã desta segunda-feira (17) entrou para a história da medicina. Pela primeira vez, em um procedimento inédito no mundo, médicos do Hospital da Criança e Maternidade (HCM), localizado na cidade de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, corrigiram uma malformação congênita em um feto ainda dentro do útero da mãe.

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Segundo informações do hospital, o feto possuía uma condição chamada de gastrosquise, uma abertura nos músculos e na pele da parede abdominal que permite que o intestino fique para fora do abdômen. Tal procedimento, chamado de fetoscopia, só havia sido realizado até hoje em pacientes que já haviam nascido.

Além dos médicos do HCM , a equipe contou com integrantes do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, da Universidade de Taubaté e do Hospital de Baia Blanca, na Argentina. Ao todo, eles precisaram de 1h40 para realizar o procedimento , que se assemelha a uma laparoscopia e é minimamente invasivo.

Como é realizado o procedimento

Cirurgia feto
Divulgação/HCM

Procedimento corrigiu malformação no intestino do feto

Para a realização da cirurgia , são feitas quatro pequenas incisões na barriga da mãe, por onde são introduzidos os braços, instrumentos que permitem a visualização do interior do útero e correção da malformação, que consiste na introduzindo do intestino no abdômen do feto. Logo após, a parede abdominal é fechando.

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“Esta nova técnica oferece benefícios muito importantes para a saúde e bem estar do futuro bebê e da mãe”, ressalta Gustavo Henrique de Oliveira, médico do HCM, especialista em medicina fetal.

“O feto é operado no ambiente mais estéril possível, que é o útero materno, ao contrário da cirurgia convencional, feita após o nascimento, já exposto ao ambiente da sala cirúrgica. Com isso, o risco de infecção ao feto é extremamente reduzido”, explica Gustavo.

Além do ambiente de segurança para os dois pacientes, outra grande vantagem é o fato de o bebê nascer sadio, o que permite que ele seja alimentado logo após o nascimento e recebe alta hospitalar em dois ou três dias.

Quando a cirurgia acontece após o nascimento, o bebê já apresenta inflamação nas alças intestinais, o que o impede de mamar e o mantém, em média, até 30 dias internado, recebendo nutrição parenteral.

Já para a mãe , o benefício é, sobretudo, emocional, o que reflete diretamente em seu estado de saúde, como explica Javier Svetliza, médico argentino integrante da equipe cirúrgica.

“Ao saber que o seu futuro filho tem uma má formação como esta, a mãe sofre muito. Poder corrigir este problema ainda no útero dá um alívio enorme, mudando todo o seu estado emocional e a saúde para as últimas semanas de gravidez”, afirma Svetliza.

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Após a realização da cirurgia , o hospital informou que o estado de saúde da mãe e do feto é estável e que ambos permanecerão em observação até receber alta. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Número de pessoas obesas supera o de famintos pela primeira vez, aponta ONU

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IstoÉ

Está acontecendo uma mudança radical do mapa da fome no mundo. O problema agora não é tanto a falta de comida, mas o alimento de má qualidade. Na ultima segunda 10, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou prévias de seu relatório que apontam para elevação do número de pessoas com sobrepeso em relação à quantidade de famintos. Segundo o diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, “pela primeira vez teremos mais pessoas obesas do que com fome”. As declarações foram feitas durante a abertura do Simpósio Internacional dos Alimentos, em Roma. O documento final sobre segurança alimentar, elaborado por várias agências da ONU, sairá em julho.

Hoje, mais de dois bilhões de adultos com dezoito anos ou mais estão acima do peso e mais de 670 milhões são considerados obesos. Além disso, o aumento da prevalência de obesidade entre 2000 e 2016 foi mais rápido do que o sobrepeso em todas as idades. Quanto ao número de famintos, a FAO estima em 821 milhões de pessoas.

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Níveis de gordura

Os vilões da obesidade, que envolve deficiências de micronutrientes, são os biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e o macarrão instantâneo, entre outros alimentos ultraprocessados. Esses alimentos são produzidos com ingredientes artificiais, contêm altos níveis de gorduras saturadas, açúcares refinados, sal e aditivos químicos e, em alguns casos, podem conter resíduos químicos de petróleo e carvão. “Agora a obesidade está em toda parte sem distinção entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos”, diz Graziano, que atribui esse fenômeno a mudanças de hábitos de consumo ligadas à urbanização e a dietas baseadas em fast-food.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Anvisa recolhe remédios para pressão alta com princípio da ‘sartanas’

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Farmácia
shutterstock/Reprodução

Remédios com princípio de ‘sartanas’ são recolhidos


Sem alarde, mas com cerco total aos fabricantes, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recolheu das drogarias e distribuidoras em todo o Brasil, nas últimas semanas, remédios para pressão alta com o princípio da ‘sartanas’, produzidos por seis laboratórios. O alerta da OMS foi mundial, por impurezas encontradas na formulação dos remédios.

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Embora a Anvisa alerte que o risco de efeito colateral seja muito baixo, o alto grau de ‘nitrosaminas’ (as impurezas detectadas nos comprimidos) “têm potencial ou provável risco de causar câncer caso os medicamentos sejam consumidos todos os dias, em sua dose máxima, durante cinco anos seguidos”. A despeito da ação da Anvisa, há risco de muitos lotes de remédios estarem em comercialização na praça.

De acordo com comunicado no site da Anvisa , estudos apontam que, neste cenário, o risco de câncer em pacientes é de um caso para cada grupo de 60 mil pessoas.

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É considerável o número de recolhimentos de diferentes  remédios do laboratório EMS por irregularidades. Numa lista da Agência, há 40 notificações para produtos do laboratório nos últimos dois anos. A assessoria não respondeu até o fechamento.

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Fonte: IG Saúde
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