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Carros e Motos

Carro mais caro de todos os tempos não vale o que custa

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O Bugatti La Voiture Noite e o Type 57 SC Atlantic: homenagem bacana da marca francesa, mas pouco em comum.
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O Bugatti La Voiture Noite e o Type 57 SC Atlantic: homenagem bacana da marca francesa, mas pouco em comum.

O Bugatti La Voiture Noire roubou a cena no Salão de Genebra com seu estonteante custo de 11 milhões de euros. É o carro mais caro de todos os tempos. Todo mundo ficou de queixo caído, não apenas pelo preço, mas também pela beleza do carro francês. Porém, não vi nenhum jornalista comentar dois aspectos que me incomodaram bastante nesse carro. Primeiro: quem precisa de um automóvel com esse preço? Segundo: ele deixa a desejar em alguns aspectos de design e construção. Sei que muitos fãs e até colegas vão me criticar por isso, mas não sou candidato a nada e costumo dizer o que penso.

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O Bugatti Type 57 SC Atlantic tinha a frente muito alongada e a cabine bem recuada, ao contrário do Voiture Noire
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O Bugatti Type 57 SC Atlantic tinha a frente muito alongada e a cabine bem recuada, ao contrário do Voiture Noire

Vamos começar pelo preço. Ao contrário do que foi publicado, o valor do carro no Brasil não seria de R$ 47 milhões. Claro, esse é o valor simplesmente convertendo o euro pelo real. Porém, se fosse vendido no Brasil, o Bugatti La Voiture Noire custaria no mínimo R$ 67,8 milhões. Foi fácil chegar a esse número. Peguei dois exemplos da Porsche, que faz carros fascinantes e é do mesmo grupo da Bugatti (ambas pertencem ao Volkswagen Groupe).

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O 911 Carrera 4 GTS sai por 127.979 euros na Alemanha e custa R$ 724.075 no Brasil, ou seja, 5,6 vezes mais. O Panamera Hybrid 4S Turbo Executive sai por 201.325 euros na Alemanha e custa R$ 1.241.560 no Brasil, ou seja, 6,1 vezes mais. Como o Bugatti La Voiture é um carro exclusivíssimo (só uma unidade produzida), apliquei os mesmos valores do Porsche Panamera e cheguei aos R$ 67,8 milhões.

Bugatti custa o equivalente a 1.469 Chevrolet Onix Joy


A traseira é onde mais os dois Bugatti se parecem e a marca soube explorar bem isso nas fotos promocionais.
Divulgação

A traseira é onde mais os dois Bugatti se parecem e a marca soube explorar bem isso nas fotos promocionais.

Com o dinheiro de um Bugatti La Voiture Noire seria possível comprar 1.469 Chevrolet Onix Joy, a versão de entrada do carro mais vendido do Brasil. Enfileirados, esses Onix ocupariam uma faixa de 6 km na estrada. Imagina uma pessoa tendo que escolher qual Onix usar numa fila de 6 km desse carro. Com essa grana também seria possível fazer 8.612 viagens de ida e volta de São Paulo a Paris na classe executiva premium dos aviões da Latam. Mais: só com o valor do IPVA do Bugatti La Voiture Noire (R$ 2,720 milhões) daria para comprar 59 Onix Joy.

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Evidentemente, ninguém precisa de um carro como o La Voiture Noire. Portanto, estamos falando de construção de valor no imaginário. Alguém paga esse valor não pelo que o produto vale, mas sim pelo que ele representa. Dizem que o ex-CEO do Volkswagen Groupe, Ferdinand Piëch, foi quem comprou o novo Bugatti. Isso não foi confirmado. Dá para imaginar, porém, por que os carros normais são tão caros: se um executivo de montadora consegue comprar um automóvel de R$ 67,8 milhões, imagina o quanto ele ganhou ao longo de sua carreira. O imaginário do comprador de um Bugatti La Voiture Noire não tem limites. Qual será o próximo brinquedo?

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Bugatti não faz jus ao carro que quis homenagear


O Bugatti La Voiture Noire custou 11 milhões de euros na Europa, mas no Brasil não sairia por menos de R$ 67,8 milhões.
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O Bugatti La Voiture Noire custou 11 milhões de euros na Europa, mas no Brasil não sairia por menos de R$ 67,8 milhões.

Bem, se o dinheiro for lícito, cada um faz dele o que quiser. É um tapa na cara de uma sociedade mundial cada vez mais carente de distribuição de renda, mas não é crime. E, de novo, o carro por si é maravilhoso. Para além de um design lindo, tem seis saídas de escapamento, utiliza motor 8.0 W16 com quatro turbocompressores, entrega 1.500 cv de potência e despeja 1.600 Nm de torque. Tudo bem, duvido que o dono do Bugatti La Voiture Noire usufrua de toda a tecnologia, mas sabemos que esse tipo de carro é uma joia automotiva, que só existe para ser exibido, para ser visto, para inflar os egos e para encher alguns bolsos.

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O Bugatti 57 SC Atlantic foi criado por Jean Bugatti e teve apenas quatro unidades produzidas entre 1936 e 1938.
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O Bugatti 57 SC Atlantic foi criado por Jean Bugatti e teve apenas quatro unidades produzidas entre 1936 e 1938.

O que realmente me admirou é que não vi nenhuma crítica ao design e à construção do carro para justificar todo esse valor. O Voiture Noire foi baseado no Bugatti Type 57 SC Atlantic, que teve apenas quatro unidades fabricadas entre 1936 e 1938. O carro foi uma criação de Jean Bugatti, filho mais velho de Ettore Bugatti, e se notabilizava por um design espetacular, com frente incrivelmente longa e dois lugares na cabine bem recuada.

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Agora vejam as fotos dos dois carros. Colocados lado a lado, os dois Bugatti têm pouco em comum, além da cor preta. A traseira realmente lembra bastante e o parabrisa repartido também. Mas é só. Na verdade, o Voiture Noite tem alguns elementos estéticos para fazer uma lembrança ao Type 57 SC Atlantic , mas poucos. As rodas do carrão de Genebra são incrivelmente espalhafatosas, fora da realidade.

Agora vejam a beleza clássica das rodas do Bugatti Type 57 SC Atlantic. Na real, o que a Bugatti fez foi pinçar uma história bacana do passado, fazer algumas modificações num carro que já tem em sua linha e “vender” essa joia para colecionadores, entusiastas e jornalistas por um valor absurdamente maior do que ele realmente custa para ser produzido. Isso é que é criar valor no imaginário. O resto é pobreza.

Fonte: IG Carros
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Mercedes de R$ 1,7 milhão tem 5 unidades vendidas no Brasil

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Mercedes-Benz AMG GTR Pro tem itens exclusivos baseados nos carros de corrida da marca alemã sediada em Stuttgart

A restrita lista dos supercarros mais caros do Brasil recebe mais um integrante: o Mercedes AMG GTR Pro, que tem 5 unidades vendidas o País, cada uma pelo equivalente a R$ 1,7 milhão. Ao todo, apenas 750 serão fabricadas. O modelo tem produção limitada e é considerado o mais rápido feito pela marca alemã com itens e acertos exclusivos para se aproximar dos carros de corrida.

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Estamos falando de um superesportivo com motor V8 4.0 biturbo, de 577 cv e 71,3 kgfm de torque, números para acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, diz a fabricante. Para conter todo esse ímpeto esportivo, o Mercedes AMG GTR Pro vem com freios de fibra de cerâmica que ficam parcialmente à mostra atrás das enormes rodas de aro 20.

Além disso, tanto a parte estrutural quando a aerodinâmica receberam mudancas em relação do AMG GTR convencional. Há defletores de ar e aerofólio de carbono, além de difusores na traseira para ajudar a manter o supercarro o mais grudado no chão possível. Para melhorar o arrefecimento do motor e dos freios, foram adotadas novas entradas de ar.

Muda também a suspensão, com ajustes manuais tanto das molas quanto dos amortecedores, seguindo o acerto adotado no AMG GT4 de competição. Para completar, instalaram novas barras estabilizadoras e vetorização de torque por frenagem, o que ajuda a tornar o carro ainda mais equilibrado nas curvas.

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 Como não poderia deixar de ser em um superesportivo que deverá ser usado tanto nas ruas quanto nas pistas,  ao volante do Mercedes AMG GTR Pro é possível escolher por quatro modos de condução: básico, avançado pro e mestre, com variações em diversos ajustes, inclusive na atuação dos controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Fonte: IG Carros
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Jeep Compass fica mais completo e caro na linha 2020

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Jeep Compass na versão S ficará R$ 8 mil mais caro e chegará nos R$ 195.990 como preço sugerido

Os novos equipamentos do série são a principal novidade da linha 2020 do Jeep Compass. É o que apontam materiais internos do fabricante a que a MOTOR SHOW teve acesso.

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O material não fala em mudanças mecânicas ou estéticas para o Jeep Compass, que segue disponível em cinco versões (Sport, Longitude, Limited, Trailhawk e S) e com os motores 2.0 flex de 166 cv (com câmbio automático de seis marchas e tração 4×2) e 2.0 turbodiesel de 170 cv (com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4).

Segundo o material, aparentemente voltado para a área de vendas, a versão Sport Flex (R$ 116.990) terá a adição de chave presencial, acendimento automático dos faróis e sensor de chuva. As configurações Longitude Flex (R$ 132.990) e Diesel (R$ 161.990) ganhará o retrovisor eletrocrômico além dos sensores de chuva e crepuscular. E a oferta do Park Assist no pacote Premium de opcionais do SUV médio .

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Nas Limited Flex (R$ 149.990) e Diesel (R$ 181.990), o SUV compacto passará a sair de fábrica com o banco do motorista com ajuste elétrico. Mesmo item que será de série também na configuração Trailhawk (R$ 181.990). Já a versão de topo S (R$ 195.990) agora terá teto solar panorâmico.

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Em relação aos preços, o reajuste da maior parte das versões do Jeep Compass será de R$ 5 mil. Com exceção das configurações Sport Flex e Limited Flex e da topo de linha S.

Confira os preços do Compass 2020 e os reajustes em relação à linha 2019:
Sport Flex: R$ 116.990 (R$ 3 mil)
Longitude Flex: R$ 132.990 (R$ 5 mil)
Longitude Diesel: R$ 161.990 (R$ 5 mil)
Limited Flex: R$ 149.990 (R$ 3 mil)
Limited Diesel: R$ 181.990 (R$ 5 mil)
Trailhawk: R$ 181.990 (R$ 5 mil)
S: R$195.990 (R$ 8 mil)

Fonte: IG Carros
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Toyota anuncia que fará veículo de seis rodas para ser enviado à Lua

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veículo Toyota na Lua arrow-options
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Modelo de seis rodas da Toyota terá cabine pressurizada para ajudar nas missões dos astronautas a bordo

A Toyota anuncia que vai começar o desenvolvimento de um veículo de seis rodas para ser levado à Lua. Ainda conforme a marca japonesa, a fabricação dos primeiros componentes da versão conceitual vai começar no ano que vem para que os testes se iniciem a partir de 2021.

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Conforme as primeiras informações, o modelo lunar terá 6 metros de comprimento por 5,2 m de largura e 3,8 de altura. E será movido por células a combustível que usarão energia solar para ter as baterias recarregadas com ajuda de um painel removível, tudo para a missão do veículo na Lua.

Espera-se que os astranautas que estiverem a bordo do veículo da Toyota consigam operá-lo por seis semanas e que rodem cerca de 1.000 quilômetros. A cabine será pressurizada, o que vai ajudar nos trajes usados durante a operação.

Veículo Toyota na Lua arrow-options
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Painel solar removível ajudará a recarregar as baterias das células a combustível do modelo da Toyota


Mais detalhes sobre o modelo da Toyota que será enviado até a Lua podem ser acessados pelo vídeo abaixo. A ideia é explorar áreas polares do solo lunar , o que inclui informações sobre a existência de água congelada no local. O novo veículo também deverá contribuir com o projeto de novos métodos de transporte para cobrir a superfície de outros planetas.

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Fonte: IG Carros
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