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Curiosidades

Casal se conhece em aplicativo de relacionamento e se casa no primeiroencontro

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A história de Sarah Elliott e Paul Edwards prova que não é preciso muito tempo para se apaixonar e oficializar uma união. Os dois se conheceram em um aplicativo de relacionamento e, para a surpresa de todos, se casaram no primeiro encontro, assim que se conheceram pessoalmente.

Eles se casaram no primeiro encontro, após algumas semanas tocando mensagens em um aplicativo de relacionamento
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Eles se casaram no primeiro encontro, após algumas semanas tocando mensagens em um aplicativo de relacionamento

Segundo a People, após algumas semanas trocando mensagens no aplicativo de relacionamento Bumble, eles começaram a fazer planos para o casamento, apesar de só terem se visto por foto e se falado por chama de vídeo apenas uma vez.

Do aplicativo de relacionamento para o casamento

Sarah Elliott e Paul Edwards se conheceram em um aplicativo de relacionamento e não hesitaram em casar no primeiro encontro
Reprodução/Facebook

Sarah Elliott e Paul Edwards se conheceram em um aplicativo de relacionamento e não hesitaram em casar no primeiro encontro

O primeiro encontro do casal aconteceu no Natal de 2018, no Aeroporto Gatwick, em Londres. Paul e Sarah estavam literalmente vestidos para casar e pegaram um voo até Las Vegas, nos Estados Unidos, onde oficializaram a união.

“Eu achei que isso seria bacana, principalmente para contar para nossos futuros filhos. ‘A primeira vez o papai viu a mamãe ela já estava vestida de noiva e a caminho do nosso casamento ’”, falou Sarah em entrevista ao programa This Morning .

Paul, que já é pai de dois adolescentes, um de 15 e outro de 13 anos, confessa que não tem medo de arriscar dessa forma. Pelo contrário, ele vê a situação como incentivo para dar certo. “Todo relacionamento tem seus riscos. Você investe emoção, coração e alma para uma outra pessoa. Se você toma esse risco logo no começo, fica claro como está comprometido naquilo”, disse.

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Apesar de parecer pouco tempo para já se apaixonar por alguém a ponto de querer se casar, Paul respondeu: “Estamos sempre de mãos dadas, sempre nos abraçando e beijando. É como se eu sempre a conhecesse”, falou.

Em relação à reação da família ao saber que eles iam se casar apenas após algumas trocas de mensagens no aplicativo de relacionamento, Sarah garantiu que o apoio foi total. “Eles nos apoiaram totalmente. Mal posso esperar para conhecer os filhos e familiares de Paul”, disse.

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Marca vende calça jeans assimétrica e causa polêmica fashion

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Você é do time da calça jeans skinny ou dos modelos mais larguinhos? Não sabe qual escolher? Que tal usar um modelo que une as duas coisas? A ideia pode ser um tanto quanto estranha, mas ela existe. A calça assimétrica foi criada pela marca Ksenia Schnaider e está causando polêmica no mundo fashion.

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Modelo de calça jeans assimétrica foi criado pela marca Ksenia Schnaider e causou polêmica entre fashionistas
Reprodução/Instagram

Modelo de calça jeans assimétrica foi criado pela marca Ksenia Schnaider e causou polêmica entre fashionistas

A calça jeans assimétrica está à venda na loja online da grife por 375 dólares (cerca de R$1,3 mil). Lançada há pouco tempo, o modelo já tem dividido opiniões a respeito. Enquanto algumas modelos e influenciadoras estão exibindo suas peças na rede, muitas pessoas estão criticando o jeans assimétrico .

“Eu amei! Preciso disso”, escreveu uma pessoa. “Muito legal, estou amando esse modelo!”, completou outra. Porém, nem todos gostaram da ideia. “Isso não é para mim”, escreveu uma internauta. “Isso é um horror”, falou outra.

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Uma publicação compartilhada por Ksenia Schnaider (@kseniaschnaider) em 7 de Nov, 2018 às 8:23 PST

 

Essa não foi a primeira polêmica fashion da marca de roupas. Em 2018, outros modelos foram lançados e causaram estranheza no público. Um dos modelos de calça é como se fosse uma bermuda por cima de uma calça skinny.

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Uma publicação compartilhada por Ksenia Schnaider (@kseniaschnaider) em 3 de Out, 2018 às 9:29 PDT

 

O outro segue a moda das franjas, mas de forma exagerada. Com recortes, arrimetria e franjas, o modelo também dividiu opiniões de fashionistas.

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Calça jeans com recortes

Outras marcas já fizeram modelos polêmicos de calça jeans com rasgos em lugares inusitados, dividindo opiniões
Reprodução/Instagram

Outras marcas já fizeram modelos polêmicos de calça jeans com rasgos em lugares inusitados, dividindo opiniões

Os modelos inusitados não são uma exclusividade da marca Ksenia Schnaider. A loja online Pretty Little Things colocou à venda uma calça com rasgos que deixam partes do bumbum à mostra. Nas redes sociais, o modelo recebeu muitas críticas de pessoas que não gostaram nem um pouco da ideia de ter o bumbum à mostra.

Outro modelo polêmico de calça rasgada é o chamado “extreme cut out jeans” (em português, “jeans extremamente cortados”). Como o próprio nome já diz, o modelo de calça jeans  tem mais buracos do que tecido, deixando de fora não apenas as pernas, mas o bumbum praticamente inteiro e até a virilha (que fica parcialmente coberta apenas pelos bolsos da calça).

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Remédio trocado! Farmácia erra e mulher passa creme para impotência nos olhos

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Mulher procurava tratamento para secura nos olhos, mas teve o remédio trocado e acabou usando um creme para impotência
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Mulher procurava tratamento para secura nos olhos, mas teve o remédio trocado e acabou usando um creme para impotência

O caso de uma paciente que teve o remédio trocado na cidade de Glasgow, capital da Escócia, vem chamando a atenção de profissionais da área médica na região. A paciente, que não teve o nome revelado, procurava tratamento para secura nos olhos, mas acabou utilizando uma pomada para disfunção erétil graças a uma confusão com a receita.

Por conta do remédio trocado, a mulher sofreu uma lesão química nos olhos. Os sintomas variaram entre dor ocular, visão embaçada, vermelhidão e inchaço nos olhos. A paciente acabou tendo que ir ao hospital, onde foi tratada com antibióticos, esteroides e lubrificantes. O caso chamou tanta atenção que foi publicado na conceituada revista médica britânica  BMJ, em um artigo sobre erros em prescrições.

A confusão aconteceu por causa dos nomes similares das duas medicações. Enquanto o médico prescreveu para a paciente a pomada oftalmológica VitA-POS, a pessoa que a atendeu na farmácia acabou lendo errado e vendeu para a paciente o remédio para disfunção erétil Vitaros.

De acordo com a BMJ, a paciente recebeu do oftalmologista uma prescrição escrita à mão o farmacêutico provavelmente entendeu errado a letra do médico. “Quando as receitas não são feitas de forma eletrônica, é importante que os médicos usem as letras maiúsculas e, inclusive, o hífem em casos como o do ‘VitA-POS’”, argumentou a Dra. Magdalena Edington, autora do artigo.

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A autora ainda disse que esse tipo de erro em prescrições é “relativamente comum”, principalmente em casos de medicamentos com nomes e/ou embalagens parecidas. “No entanto, nesse caso é espantoso que ninguém (incluindo a própria paciente e a farmácia) tenha questionado o motivo de uma mulher com problemas nos olhos ter uma receita para um remédio para impotência sexual”, explicou.

Uma pesquisa encomendada pelo ministério da Saúde da Inglaterra revelou que, apenas no país, acontecem 237 milhões de erros em prescrições médicas por ano. Além de casos de um remédio trocado por outro, como em Glasgow, também foram contabilizadas doses erradas e tempo de tratamento incompatível com o recomendado. Ainda segundo o levantamento, a maioria desses erros não tem maiores consequências, mas um quarto deles são potencialmente graves.

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Quando – e por que – o rosa se tornou cor de menina?

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O rosa só se estabeleceu de vez como uma cor feminina na década de 1980. Mas o caminho até lá foi longo. Acompanhe a história:

Durante séculos, as tinturas para roupa eram muito caras e crianças de qualquer gênero usavam vestidos brancos até uns 6 anos de idade. Os tons pastéis – entre eles, o rosa e o azul – só começaram a ser associados a crianças no início do século 20, pouco antes da 1ª Guerra Mundial.

Na época, porém, ainda não havia uma distinção de gênero estabelecida. Havia até quem defendesse o oposto da norma que vigora hoje: uma artigo de 1918 da Earnshaw’s Infants’ Department dizia que rosa era para meninos e azul para meninas. Isso porque o rosa seria uma cor mais “forte e decidida”; já o azul, mais “delicado e amável”. Perceba que só muda a paleta de cores: o machismo implícito à explicação está lá, intacto.

Em 1927, após uma pesquisa em diversas lojas de departamento norte-americanas, a revistaTime concluiu (veja o artigo original) que a dicotomia entre rosa e azul não era unanimidade: três lojas recomendavam rosa para meninos, outras três, para meninas. Uma última recomendava rosa para ambos, sem distinções.

No texto introdutório da Time, lê-se: “Na Bélgica, a Princesa Astrid (…) deu à luz na noite anterior a uma filha de 3,1 kg. Disseram os despachos: ‘O berço foi enfeitado de rosa, a cor para os meninos, sendo a das meninas o rosa’. Disseram muitos leitores de jornal dos EUA: “O quê? Rosa para um GAROTO? Na nossa família, nós temos usado rosa para GAROTAS, e azul para garotos”.

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Após a 2ª Guerra Mundial, a mais famosa entusiasta e divulgadora do rosa foi Mamie, a esposa do presidente Dwight Eisenhower (que governou entre 1953 e 1961). Ela foi à festa de posse de seu marido em um vestido rosa exuberante, e passou a usar a cor em muitos compromissos oficiais. Sua postura – dona de casa submissa, esposa de um militar – foi popular na elite machista da época, pré-revolução sexual. As jovens da época, que trabalharam em fábricas e vestiram roupas azuis ou pretas durante a maior parte do conflito, gostaram do contraste.

Mamie Eisenhower. Mamie Eisenhower. (wikipédia/Wikimedia Commons)

No final da década de 1960, auge de movimentos sociais e do pacifismo, era comum o uso de roupas unissex para meninas. Roupas de gênero neutro permaneceram populares até que em meados da década de 1980 o rosa se impôs definitivamente na paleta de cores de produtos femininos. A popularização do teste pré-natal para descobrir o sexo do bebê contribuiu para acelerar a mudança. Os pais descobriam o sexo do bebê bem antes do nascimento e iam direto às compras, virando presas fáceis para as convenções do mercado.

Fonte: Super interessante

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