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Chevrolet Spin da linha 2019 ganha nova versão para PCD

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Chevrolet Spin para PcDs promete roubar outros mercados que não trazem ofertas deste segmento
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Chevrolet Spin para PcDs promete roubar outros mercados que não trazem ofertas deste segmento

O Chevrolet Spin acaba de chegar com uma nova versão, com foco voltado para o público PCD. Segundo a marca, a novidade toma como base o acabamento LT e passa a ser a opção mais acessível da linha equipada com câmbio automático. O preço é de R$ 69.900, mas que se reduzem para R$ 54.300 com as isenções de ICMS e IPI.

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Entre os principais itens de série, o Chevrolet Spin traz banco traseiro corrediço, direção com assistência elétrica, multimídia MyLink com Apple CarPlay e Android Auto, além de grade pintada de cinza, rodas de liga de 15 polegadas e rack de teto. Completam o pacote ar-condicionado, computador de bordo, controle de cruzeiro e ajustes elétricos para os retrovisores externos.

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Além do espaço do Chevrolet Spin, o maior destaque do interior é a central multimídia My Link, destaque pela conectividade
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Além do espaço do Chevrolet Spin, o maior destaque do interior é a central multimídia My Link, destaque pela conectividade

A lista de equipamentos inclui, além de tudo, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, câmera de ré, frisos laterais, tapetes de carpete personalizados, faróis de neblina e bancos com revestimento mais refinados, fora alguns itens para o transporte de bichos de estimação. O porta-malas de 710 litros pode chegar 756 litros com a segunda fileira de bancos toda avançada, quase o dobro da capacidade ante alguns rivais.

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Entretanto, seu maior destaque perante o público fica por conta da central multimídia. Conta com tela de sete polegadas sensível ao toque, de alta resolução, que permite, por exemplo, reorganizar os ícones da página inicial. As teclas de avançar e retroceder do multimídia ficam no painel externo do aparelho, assim como o botão do volume giratório, que segundo a montadora, foram pensados para facilitar a operação.

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Mecânica do Chevrolet Spin


Segundo a marca, o Chevrolet Spin traz soluções para otimizar a economia de combustível
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Segundo a marca, o Chevrolet Spin traz soluções para otimizar a economia de combustível

Sob o capô, o motor 1.8 Flex de 106/111 cv (gasolina/etanol) vem associado ao câmbio automático de 6 marchas. Segundo dados da montadora, faz faz 12 km/l (estrada) e 10,1 km/l (cidade) na gasolina. Isso se deve também graças ao sistema de grade dianteira ativa, que abre e fecha as aletas de refrigeração para reduzir o arrasto do ar. Quando fechadas, a força necessária para mover a minivan é menor, ajudando a reduzir o consumo.

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Com participação de mercado quase absoluta, segura o segmento praticamente sozinha e deve continuar assim, uma vez que não há rivais à vista. Desde o lançamento da nova geração no meio do ano, o Chevrolet Spin emplacou 4,1 mil unidades, registrando seu melhor resultado para o período desde outubro de 2013. O volume eleva o carro, pela primeira vez, ao posto da terceira colocação da marca atrás apenas do Chevrolet Onix e do Chevrolet Prisma .

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Toyota confirma produção do primeiro híbrido flex do mundo no Brasil

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Toyota Corolla híbrido foi mostrado no Salão de Los Angeles (EUA), no início desse mês.  No Brasil, deverá ser híbrido flex
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Toyota Corolla híbrido foi mostrado no Salão de Los Angeles (EUA), no início desse mês. No Brasil, deverá ser híbrido flex

A Toyota anuncia que vai produzir o primeiro modelo híbrido flex do mundo no Brasil, mas não diz qual será o modelo,  a partir de quando será produzido e o local exato. Mas de acordo com o colunista de iG Carros, Glauco Lucena, do site AutoBuzz, a aposta é que será a nova geração do Corolla, que em meados de 2019 começa a ser feito em Indaiatuba (SP). A marca diz apenas que o lançamento do carro será no fim do ano que vem. 

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Assim como o híbrido Prius, que flagramos em testes, em São Paulo, em agosto último, o novo Corolla também é feito sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Arquitecture), já concebida para receber esse tipo de propulsão alternativa. O anúncio da produção do híbrido flex no Brasil foi feita hoje (13), em Brasilia (DF), com a presença do presidente Michel Temer.

A Toyota estava esperando apenas a aprovação do Programa Rota 2030 para dar contunuidade ao projeto e anunciá-lo oficialmente. Agora aprovado, o programa passa a dar previsibilidade para as empresas investirem no longo prazo no País e estabelece, entre outras medidas, novas políticas de estímulo a veículos mais eficientes.

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O trabalho colocou lado a lado as equipes de engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, e da Toyota do Brasil, e foi direcionado no sentido de extrair o potencial máximo de cada solução: alta eficiência, baixíssimos níveis de emissões e capacidade de reabsorção dos impactos de gás carbono, ao utilizar combustível oriundo de fonte 100% renovável.

Desenvolvimento do híbrido flex


Toyota Prius Flex serve de base para o novo Corola híbrido flex que vai começar a ser vendido no Brasil no fim de 2019
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Toyota Prius Flex serve de base para o novo Corola híbrido flex que vai começar a ser vendido no Brasil no fim de 2019

 Em março, o Prius flex percorreu um trajeto de 1.500 km entre São Paulo e Brasília. Os testes, de acordo com a marca, foram muito positivos. Graças ao estudo, os engenheiros descobriram que o Toyota Prius Flex possui bom potencial de compensação e reabsorção na emissão de gás carbônico. Dessa forma, o carro terá nível de emissões próximo de zero.

Todos os componentes que entram em contato com o combustível, como mangueiras, bomba de combustível, bicos injetores e velas, precisam ser substituídos. Vale lembrar que o combustível de cana-de-açúcar é mais corrosivo que a gasolina. Outro problema é o sistema de partida a frio.

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Atualmente, veículos dispensam o inconveniente tanquinho de partida a frio pelo sistema de pré-aquecimento. Em um carro convencional, o aquecimento funciona uma vez a cada ciclo de uso. No caso do híbrido flex – que liga e desliga o motor a combustão com frequência – será necessário desenvolver um sistema de injeção exclusivo.

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Veja os 5 melhores sedãs de até R$ 95 mil que experimentamos ao longo do ano

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Mesmo com a onda de SUVs que já representam 24% do mercado brasileiro, os sedãs ainda resistem com importância no mercado brasileiro. De acordo com o balanço mensal da Fenabrave (Federação dos Distibuidores de Veículos), os pequenos representam 14% das vendas e os médios 6,8%. Dentro desse contexto, escolhemos os 5 melhores sedãs que dirigimos em 2018.

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Há quem prefira um carro mais baixo que um SUV para levar a famíia, com as bagagens no porta-malas claramente separado do habitáculo. Para isso que existem os sedãs. A seguir, você confere os 5 melhores sedãs que avaliamos ao longo do ano, em ordem crescente de valor, numa faixa que vai até R$ 95 mil.

1 – Hyundai HB20S – (a partir de R$ 48.190)


Hyundai HB20S com motor 1.0 agrada pelo motor competente e pela lista de itens de série entre os 5 melhores sedãs
Carlos Guimarães/ iG

Hyundai HB20S com motor 1.0 agrada pelo motor competente e pela lista de itens de série entre os 5 melhores sedãs

 O sedã compacto da marca corena está prestes a mudar, o que vai acontecer em 2019. Porém, entre os modelos 1.0 com câmbio manual é o que mais agrada.  O carro se destaca por oferecer um pacote relativamente caprichado de equipamentos desde a versão mais em conta que inclui repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série.

 O que também conta a favor do HB20S 1.0 é o motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Falta apenas uma sexta marcha no câmbio manual e assistência elétrica da direção. Em contrapartida, o isolamento acústico é elogiável, bem como o baixo consumo (11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, como gasolina, conforme o Inmetro) e o multimídia oferecido como opcional.

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2 – Fiat Cronos 1.3 manual (a partir de R$ 57.600)


Fiat Cronos Drive 1.3 é a versão que mais vale  a pena  pela eficiência do conjunto, entre os 5 melhores sedãs
Carlos Guimarães/iG

Fiat Cronos Drive 1.3 é a versão que mais vale a pena pela eficiência do conjunto, entre os 5 melhores sedãs

 A única versão do modelo da marca italiana que pode valer a pena é essa com motor 1.3 e câmbio manual. Além de ter o conjunto mais bem acertado também é interessante pela relação entre custo e benefício. O carro já vem com itens como faróis de neblina, banco traseiro bipartido, rodas de liga-leve de aro 15, multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas, sensores nos para-choques traseiros, repetidor dos piscas nos retrovisores, vidros elétricos traseiros, entre outros itens.

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A questão do design também é um ponto positivo, bem como a direção com assistência elétrica, a eficiência do 1.3 FireFly (de 109 cv) e o cavernoso porta-malas de 525 litros. Mas os engates do câmbio nem sempre são precisos, principalmente nas reduções, faltam melhores porta-objetos e um botão para abrir o porta-malas de dentro do carro. Além disso, a distância entre-eixos poderia ser maior, ajudando a aumentar o espaço no banco traseiro.

3 – VW Virtus Comfortline 1.0 TSI (a partir de R$ 74.680)


Entre os 5 melhores sedãs, o VW Virtus se destaca pelo bom espaço interno e por oferecer itens de segmentos superiores
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Entre os 5 melhores sedãs, o VW Virtus se destaca pelo bom espaço interno e por oferecer itens de segmentos superiores

 Eis o melhor sedã compacto que avaliamos ao longo de 2018. Tem porte que lembra o de um modelo médio, de tão espaçoso por dentro. Bom também é que o conjunto mecânico é o mais bem acertado do segmento, com motor 1.0, turbo, de 128 cv e que funciona com câmbio automático de seis marchas, o que garante uma combinação de conforto, bom desempenho e economia de combustível (10,2 km/l e 14,6 km/l, com gasolina, conforme o Inmetro).

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Apenas o Virtus pode vir com cluster digital configurável como parte de um pacote de itens sofisticados que também inclui indicador de pressão dos pneus, sistema de acionamento automático dos freios pós-acidente, detector de fadiga, câmera de ré, organizador de porta-malas, sensor de chuva, acionamento automático dos faróis e sensor de estacionamento dianteiro.  

 4- Toyota Yaris Sedan XLS 1.5 (a partir de 81.990)


Toyota Yaris Sedan também está entre os 5 melhores sedãs pela robustez do conjunto e  por ser eficiente no dia a dia
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Toyota Yaris Sedan também está entre os 5 melhores sedãs pela robustez do conjunto e por ser eficiente no dia a dia

 A versão topo de linha do sedã compacto da marca japonesa tem entre os principais atrativos o conjunto robusto, capaz de enfrentar o piso mal conservado da maioria das vias no Brasil. Além disso, apesar do preço acima do razoável, vem bem equipado, o que inclui sensores que acionam os limpadores de para-brisa e faróis automaticamente, o retrovisor interno eletrocrômico e os externos rebatíveis. 

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O que também agrada no Yaris é o câmbio automático CVT, vindo do Corolla, que garante bom equilíbrio entre baixo consumo e bom desempenho. Pelo Inmetro, o Yaris Sedan faz 13 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada, com gasolina. O que poderia melhorar inclui o isolamento acústico e o espaço no porta-malas, que leva bons 473 litros, mas fica abaixo do que oferece os principais rivais.

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5 – Honda Civic Sport manual (a partir de R$ 91.400)


Honda Civic Sport é o carro mais divertido de dirigir entre os 5 melhores sedãs de até R$ 95 mil que dirigimos em 2018
Carlos Guimarães/iG

Honda Civic Sport é o carro mais divertido de dirigir entre os 5 melhores sedãs de até R$ 95 mil que dirigimos em 2018

 Único sedã médio da lista e o mais agradável de dirigir, principalmente se for numa estrada com algumas curvas. Sim, embora seja interessante, essa versão corre o risco de deixar de ser produzida, uma vez que representa apenas entre 1% e 5% do mix total de vendas do Civic no Brasil. Porém, para quem gosta de dirigir, vale a pena.

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O carro é muito bem acertado não apenas na questão do conjunto mecânico, mas também na parte estrutural, o que inclui suspensão, carroceria e todo o bom isolamento acústico. Pontos também para a lista de itens de série ,para a segurança que o carro transmite em qualquer situação e ao desenho arrojado, que condiz com a proposta ligada à esportividade. Sem dúvida, o carro merece estar entre os 5 melhores sedãs de até R$ 95 mil experimentamos em 2018.

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Suzuki GSX 1300R Hayabusa sai de linha depois de duas décadas

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Suzuki Hayabusa pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos, conforme a fabricante
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Suzuki Hayabusa pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos, conforme a fabricante

Uma as motos esportivas mais icônicas da história, a Suzuki GSX1300R vai sair de linha depois de duas décadas em produção. O modelo foi apresentado em 1999 e teve duas gerações. Entretanto, a Suzuki Hayabusa não irá conseguir atender aos padrões exigidos pela norma Euro 4 e deixará de ser produzida até o final deste mês de dezembro.

Embora a Suzuki Hayabusa ainda deverá atender aos pardrões exigidos nos Estados Unidos, a Suzuki decidiu tirar de linha o modelo, que continuará tendo estoque suficiente nas lojas americanas durante todo do ano de 2019.

A primeira geração da Suzuki Haybusa foi imbatível no seu segmento por vários anos. Conseguia atingir 312 km/h até ter um limitador instalado pela fabricante, o que manteve a velocidade máxima em 299 km/h. Isso aconteceu por um acordo entre as fabricantes japonesas e europeias em limitar seus modelos em 300 km/h.

 Veio a segunda geração em 2008 e o motor de 1.299 cc de cilindrada cresceu para 1.340 cc, mas a velocidade máxima ficou nos 299 km/h acordados entre as fábricas do Japão e Europa. Mas o torque passou ligeiramente dos 13,5 kgfm e a aceleração de 0 a 100 km/h podia ser feita em 2,5 segundos, o que era um feito impressionante entre as superbikes .

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O que também sempre causou boa impressão na moto esportiva é o bom nível de conforto que a moto proporciona, mesmo em viagens longas. Entretanto, é preciso estar disposto a arcar os com custos de manutenção e ter porte físico suficiente para pilotar uma moto grande, principalmente em terrenos que não são planos.

Curiosidades da Suzuki Hayabusa

Suzuki Hayabusa tem instrumentação simples. Mas repare no contagiros com marcação até 13.000 rpm
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Suzuki Hayabusa tem instrumentação simples. Mas repare no contagiros com marcação até 13.000 rpm

Entre outros fatos interessantes da história da Hayabusa está o protótipo de um carro de 2003, feito pela Suzuki, que recebeu o motor da moto, com 175 cv. Mas o modelo não passou da fase conceitual e nunca foi fabricado, tornando-se um exemplar único.

Para os fãs da Hayabusa, existe uma chance do modelo voltar a ser fabricado no futuro, uma vez que acabou se tornando uma marca registrada. Porém, pelo menos por enquanto, a rainha dos motos mais velozes do mundo vai continuar sem substituta por algum tempo.

A potência máxima do motor da Suzuki Hayabusa é atingida a 10.100 rpm e o tanque de gasolina é um dos maiores do segmento, com 21 litros. Em ordem de marcha, a moto pesa 264 kg e tem 2,20 metros de comprimento. Além disso, o preço médio de seguro fica em torno de R$ 3.500.  Agora, resta apenas recordar os feitos do modelo da Suzuki e imagens como as que aparecem no vídeo abaixo.

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