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Citroën C4 Cactus combina maturidade com personalidade forte

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Guilherme Menezes/iG

Citroën C4 Cactus é a aposta da PSA para voltar a batalhar entre as grandes. O que deu ao carro para garantir a sua aposta?

Com preços entre R$ 69.990 e R$ 101.090, o Citroën C4 Cactus está no caminho certo para reerguer a PSA e aumentar as chances de se impor diante das grandes no segmento dos SUVs compactos. Nos anos 90, quando a marca firmou as suas atividades no mercado brasileiro — após a abertura das importações — e nos anos 2000, tecnologias inéditas foram tanto o motivo de grande admiração, quanto de afastar a clientela. E, nessa nova fase da empresa, os projetistas entenderam que o Brasil não é país para qualquer um. A partir disso e da tendência crescente dos SUVs, o desafio está lançado para o modelo.

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O Citroën C4 Cactus  avaliado é da versão de topo Shine Pack 1.6 THP, na cor Preto Perla Nera, com teto, retrovisores e outros detalhes em branco. Com luzes diurnas de LED, Isofix, seis airbags, direção elétrica, ar-condicionado automático, sensor de chuva, central multimídia sensível ao toque com conectividade para celulares, controles eletrônicos de estabilidade e tração, seletor de terreno “Neve”, “Areia”, “Lama” e “Normal”, sistema de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus, bancos de couro, alerta de colisão, sistema de frenagem automática, detector de fadiga, controle de cruzeiro adaptativo e leitor de faixa, vem equipado o bastante para a média do mercado.


O conjunto mecânico é praticamente o mesmo do irmão Peugeot 2008. A versão mais em conta deixa as concessionárias com motor 1.6 aspirado, de 16 válvulas, com 122 cv e 16,4 kgfm. O câmbio pode ser manual, ou automático de seis marchas da japonesa Aisin. A partir da versão Shine (que engloba o modelo do nosso teste), o motor é o conhecido 1.6 THP Flex, que também equipa o sedã C4 Lounge e, em outras variações, modelos da Mini e da BMW. Ele entrega 173 cv e 24,5 kgfm a 1.400 rpm, capazes de levar o SUV compacto de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e chegar aos 215 km/h. Vale lembrar que, em um futuro próximo, o C4 Cactus deverá sair de linha na Europa para aguardar um novo modelo híbrido.

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Caiu na real, mas não perdeu a essência

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Guilherme Menezes/iG

Visual mistura hatch com SUV, tanto que na França ele está mais para o primeiro do que para o segundo

A PSA viu que, no Brasil, não basta uma marca ser inovadora, pois ela tem que atender às demandas do mercado que se configura como emergente. Isso significa que, no mesmo patamar, estão as más condições das vias, eventuais serviços de manutenção ruins e por aí vai. Diante disso, o foco dos projetistas foi de conferir um caráter mais sóbrio ao carro, ao mesmo tempo que moderno (um tanto futurista até) e com personalidade.

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O carro conta com faróis afilados, posicionados acima de um conjunto óptico maior, situado no pára-choque. O rack de teto e as molduras nas laterais dão ares de aventureiro, enquanto que, na traseira, destaca-se o par de lanternas maiores. As escolhas por esses equipamentos têm sido relativamente comuns entre as fabricantes, que não querem abandonar a pretensão urbana dos SUVs da atualidade.


E essa pretensão urbana, que hibridiza com o lado mais aventureiro, é perceptível assim que se entra no carro. O ponto H (altura dos assentos) é mais alto que dos hatches, mas oferece boa acomodação, ergonomia e também aquela visão mais de cima. O acabamento é moderno e não abandona a personalidade da marca nos detalhes, como a faixa de tecido no painel, do lado do passageiro. Por outro lado, falta um pouco de espaço para três passageiros no banco de trás.

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Migrando para os itens de conectividade, a central multimídia tem tela com boa resolução, mas poderia ser mais prática de seu usada no dia a dia.  Por exemplo, se você está usando o Waze e quer regular o ar-condicionado, a tela sai totalmente da aba anterior. E para retornar, você precisa clicar novamente em todos as funções necessárias até estar de volta ao aplicativo. Seria muito mais fácil se houvesse a possibilidade de acessar cada recurso separadamente, ou pelo menos sem que fosse necessário tantos toques e comandos.


O cluster digital, apesar de bem apresentado, poderia ser mais preciso ao revelar as rotações do motor, que aumentam ou decrescem de 500 em 500 rpm. De todo o modo, fornece informações como consumo médio, consumo instantâneo, autonomia restante, entre outros, o que é informativo ao condutor.


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Ao volante, o SUV mostra a sua vocação. Além do bom isolamento acústico, o C4 Cactus THP contorna curvas rápido e equilibrado como um hatch, com um pouco menos de agilidade e respostas ao volante que um C3 (para usar um exemplo sem sair da marca), sem deixar de lado atributos de um SUV compacto no que diz respeito a altura do solo e ao conforto. Um pouco por esses dois últimos aspectos, o volante tende a ficar leve quando o controle de tração é desligado e o turbo se enche, com o pedal no assoalho. Logo, não subestime o acelerador enquanto estiver na zona de turbolag , pois logo em seguida ele acorda. 

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Citroën C4 Cactus topo de linha vem com controlador de velocidade adaptativo


Um ponto que poderia ser melhor é o seu modo Sport. Com funcionamento conservador, as rotações do motor até que se mantêm isoladas do lag, mas não é o bastante para compensar a resposta lenta do câmbio. Precisaria ter um sistema mais rápido, ou algo como uma mudança no mapa de câmbio ao ativar o modo “S”.

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O Eco, por sua vez, é muito bom para a proposta. Vai aumentando marcha sem parar, sem “matar” a fluidez e o fôlego do motor, ao mesmo tempo que garante uma melhor economia de combustível. Nos modos off-road , utiliza bem os controles de tração e estabilidade para evitar patinar tanto, mas não espere que seja possível uma condução tão esportiva nessas situações.


Conclusão


A fama da PSA se pautou fortemente tanto nos problemas decorrentes de tecnologias inovadoras que vieram entre os anos 90 e 2000, quanto na falta de cuidado com a durabilidade e o uso dos conjuntos mecânicos e eletrônicos à realidade brasileira. Por outro lado, o C4 Cactus não é como os seus antepassados.


Mesmo que nada na vida seja absolutamente perfeito, seu projeto é bem maduro, muitos de seus componentes foram aprovados por diversos engenheiros, de várias montadoras, o que se reflete na qualidade do carro. É bastante improvável que virá a dar algum problema fora do comum — como se observou em alguns componentes do passado — com o passar dos anos e bons kms de uso. A PSA tem o que precisa para estar de volta no mercado, e o Citroën C4 Cactus deve se colocar na linha de frente. Basta uma quebra de paradigmas do mercado.


Ficha técnica:


Citroën C4 Cactus Shine Pack 1.6 THP
Preço: a partir de R$ 101.090
Motor: 1.6, quatro cilindros, flex
Potência: 173 cv (E) / 166 cv (G) a 6.000 rpm
Torque: 24,5 kgfm a 1.400 rpm
Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)
Pneus: 205/55 R17
Dimensões: 4,17 m (comprimento) / 1,71 m (largura) / 1,56 m (altura), 2,60 m (entre-eixos)
Tanque: 55 litros
Porta-malas: 320 litros
Consumo gasolina: 12,5 km/l (cidade) / 13,5 km/l (estrada)
0 a 100 km/h: 7,3 segundos
Velocidade máxima: 215 km/h

Fonte: IG CARROS

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Toyota revela teaser de novo SUV compacto híbrido

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Toyota

A Toyota revelou o teaser de seu novo SUV compacto para o mercado europeu. O modelo híbrido que compartilha sua base com o Yaris será apresentado oficialmente durante o Salão de Genebra (Suíça) e ficará posicionado abaixo do C-HR. Contra seus rivais híbridos, o novo SUV da Toyota , exclusivo para o mercado europeu, terá o diferencial da tração integral nas versões mais caras.

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Apesar da imagem escurecida, podemos identificar alguns detalhes. A traseira é alta e tem um pequeno spoiler que lembra bastante o Prius . O logo da Toyota aparece centralizado, com o característico contorno azulado dos modelos híbridos. As lanternas traseiras são horizontalizadas, seguindo a identidade visual de todos os carros da marca.

O novo SUV não será a única novidade da Toyota para o evento. Além dele, a marca também terá a apresentação do novo RAV4 híbrido plug-in, com motor 2.5 de aproximadamente 300 cv. De acordo com a marca, o modelo terá autonomia de 60 km apenas no modo elétrico.

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Outra atração do Salão de Genebra será o lançamento do Mirai , o veículo movido a células de hidrogênio, em sua versão sedã. Ele terá novo motor 1.6 de três cilindros capaz de render até 257 cv de potência. Entre os esportivos, a Toyota contará com a apresentação do Yaris GR e a Hilux Dakar , ambos pela subdivisão esportiva da marca japonesa, a Gazoo Racing.

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Fonte: IG CARROS

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Trinity pilotará a nova Ducati Scrambler 1100 Pro em Matrix 4

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Nova Ducati Scrambler com Trinity no comando e Keanu Reeves na garupa

Com a produção do 4º filme da saga Matrix, Carrie-Anne Moss, a atriz que interpreta Trinity, escolheu a nova Ducati Scrambler 1100 Pro para ser sua colega de fugas e aventuras. É nela que, em uma cena, Keanu Reeves aparece na garupa, possivelmente fugindo dos agentes da Matrix. Mas, sobre isso e outros detalhes, só poderemos descobrir após a estréia do filme, que está programada para o dia 21 de maio de 2021.

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Por outro lado, a Ducati Scrambler utilizada no 4º filme de Matrix recebe adaptações. Para as cenas em que a moto é rebocada, os discos dianteiros foram retirados. O escape também não aparece — muito provavelmente para o tradicional sobretudo que Neo veste não acabar se prendendo no componente.

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Em uma outra imagem — todas foram publicadas em uma fanpage não-oficial de Keanu Reeves no Twitter — a moto aparece estática com Carrie-Anne Moss atrás, virada de costas. Na foto, os discos dianteiros estão instalados. Uma curiosidade sobre Matrix Reloaded é que a Ducati lançou uma série especial em homenagem ao filme, mas com a 998. Reeves ficou com uma na época e, até onde se sabe, ainda possui a moto.

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Não é a primeira vez que uma Ducati é a grande estrela de Matrix . No segundo filme da franquia, uma Ducati 996 é pilotada pela personagem Trinity. A escolha pela marca se dá na proposta de esportividade que, sem ela, os personagens não conseguiriam fugir dos agentes da Matrix. O mesmo ocorre com Daniel Craig no novo filme de James Bond, que recentemente foi visto guiando uma Triumph Scrambler em cenas de ação .

Fonte: IG CARROS

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Aguardada no Brasil, VW Amarok V6 sobe para 258 cv na Argentina

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VW Amarok V6 chega apostando em um visual mais arrojado, com itens escurecidos, e potência elevada

Chega à argentina uma atualização para a VW Amarok V6. Com novo acerto no motor, passa dos 225 cv aos 258 cv. E após alterações no visual, a picape média estreia uma nova versão topo de linha, a Black Style, com visual escurecido. Lá, inclusive, o modelo pode ser comprado na versão Comfortline, o que para o mercado brasileiro não está disponível. Considerando que a produção que abastece o Mercosul acontece na Argentina, o Brasil deve receber a novidade em breve, por cerca dos R$ 220 mil.

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Com base na versão Extreme, a nova VW Amarok aposta na cor preta. Entre os equipamentos, vem com faróis bixênon, ar-condicionado digital de duas zonas, quatro airbags, central multimídia câmera de ré e mais. O que muda na nova Amarok V6 é o acabamento preto para o para-choque dianteiro e no santantônio da picape média .

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O responsável pela maior cavalaria é um novo mapa para a central eletrônica de injeção. Além de gerar 258 cv, pode chegar ao pico de 272 cv no modo Overboost (antes chegava a 244 cv). O torque também fica maior. Passa de 56,1 kgfm para 59,1 kgfm. Os resultados são 33 cv e 3 kgfm a mais. por outro lado, manteve a transmissão automática de 8 marchas e tração integral 4Motion. Com este conjunto, a fabricante diz que a picape chega a 205 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.

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Entre outros equipamentos, a VW Amarok V6 Extreme, na configuração Black Style, conta com sensores de chuva e crepuscular, sistema multimídia Discover Media, com tela colorida sensível ao toque de 6,33 polegadas, leitor de CD, duas entradas para SD-Card, Aux in e porta USB. É possível parear via Bluetooth dois celulares simultaneamente e operar telefone e áudio (streaming).

Fonte: IG CARROS

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