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Carros e Motos

City K-ZE, primo do Kwid, chega como opção de SUV elétrico de baixo custo

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SUV elétrico da Renault já mostra a mudança visual que chegará também no Kwid

A Renault não vem medindo esforços para cumprir a meta de ser pioneira e líder em mobilidade urbana com carro 100% elétrico de baixo custo. Nesta semana, apresentou a versão final do seu novo SUV elétrico, o City K-ZE, que custará, na China, US$ 9.000 (em torno de 36 mil reais).

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O Renault City K-ZE é uma espécie de primo elétrico do modelo Kwid, o compacto SUV mais barato da marca. Mostrado pela primeira vez como um conceito em 2018, o SUV elétrico faz agora sua estreia mundial, com aparência atraente, já antecipando o que será visto na próxima reestilização do Kwid.

No City K-ZE, a grade apresenta um estilo em forma de U, ladeada por faróis elegantes, com elementos de LED passando pelo centro. A traseira se parece com a do atual Kwid – há apenas mudanças sutis nas luzes traseiras e nos refletores no para-choque.

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Seu interior traz sistema de entretenimento com tela de toque comum de 8 polegadas. Também possui conectividade WIFI 4G, que pode ser acessada por um smartphone. O ar condicionado ainda é operado manualmente. Em compensação, há um sistema de monitoramento de pressão dos pneus. O modelo tem a maior altura interna de cabine da categoria, que proporciona melhor posição de dirigir para o motorista.

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Equipamentos e preços

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sistema de entretenimento com tela de 8 polegadas e recursos de conectividade WIFI 4G

O City K-ZE conta com bateria de ion de lítio de 26,8 kW para alimentar 33 kW de potência. A velocidade máxima é de 105 km/h, ideal para o uso no cotidiano das cidades. Com autonomia de 270 km, o carro pode rodar até 5 horas ininterruptas com uma carga de bateria. Leva meia hora para carregar de 30 a 80% da capacidade, usando o carregador rápido, o que permite que isso seja feito mesmo mesmo em ambiente doméstico.

Na China, o City K-ZE estará à venda a partir do fim de setembro, em três versões de acabamento interno e equipamentos. Ele estará disponível em outros países, como o Brasil, até 2022.

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Atualmente, a Renault já vende no mercado brasileiro o elétrico Renault Zoe , um hatchback derivado do compacto Sandero. Sucesso na Europa, ele custa aqui cerca de R$ 150 mil. Outra marca do Grupo, a Nissan acaba de lançar no Brasil o elétrico Leaf, ainda mais caro – R$ 195 mil. São preços nas alturas para veículos compactos.

Com a proposta clara de ser um carro elétrico mais barato, o City K-ZE tem um preço impressionante, mesmo na China, considerando sua nova tecnologia. Esperamos que o SUV elétrico chegue logo ao mercado brasileiro. E com preço compatível ao chinês.

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Fonte: IG Carros
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Harley-Davidson dos Jesus Bikers é abençoada pelo Papa e será destaque em leilão

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Harley-Davidson exclusiva poderá chegar aos R$ 500 mil no leilão de Bonhams, após o autógrafo do Papa

O Papa Francisco recebeu o grupo de motociclistas austríaco Jesus Bikers para abençoar a assinar uma Harley-Davidson totalmente customizada. Trocadilhos à parte, o modelo foi batizado de Custom White Unique, carregando um motor de 1.570 cc. Será leiloada pela casa de Bonhams, no dia 20 deste mês. O valor arrematado — com estimativas até R$ 500 mil, em conversão direta — será destinado às Pontifícias Obras Missionárias, um grupo que presta apoio às missões católicas no mundo.

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A Harley-Davidson foi nomeada de “Branco Único” porque sua pintura é finalizada em branco perolado misturado, com componentes banhados a ouro e um ornamento de coroa de espinhos. As duas cerejas no bolo são o crucifixo na dianteira e a assinatura do Papa Francisco no tanque. Mas como o Papa se vinculou a isso?

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A moto foi mostrada pela primeira vez em 29 de junho em Würzburg, na Alemanha, e depois foi para o Vaticano como parte de uma procissão dos Jesus Bikers. Uma vez por lá, no dia 7 de julho, a bicicleta foi apresentada ao Papa na Praça de São Pedro, onde Francisco a abençoou e assinou, cercada por uma multidão de 17.000 pessoas.

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Papa “Harleyro”

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Harley-Davidson dada de presente ao Papa, também abençoada pelo líder do Vaticano, foi vendida na mesma casa de leilões

Por outro lado, a Sua Santidade já possuiu uma Dyna Super Glide em 2014, aos que se lembram. Foi a própria fabricante quem o presenteou, ao comemorar os 110 anos da marca. Além de também receber a assinatura “sagrada”, foi arrematada por R$ 790 mil (em conversão direta) pela mesma casa de leilões.

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Junto a ela, foi vendida uma jaqueta de couro Harley-Davidson , também autografada, pelo equivalente a R$ 188 mil. O dinheiro foi doado à organização beneficente Caritas Roma e, em seguida, destinado ao abrigo Don Luigi di Liegro e a um restaurante que oferece refeições para pessoas necessitadas na capital italiana.

Fonte: IG Carros
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Andamos no Fiat Cronos HGT, que une conforto e visual arrojado

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Roberto Assunção
A nova versão do Fiat Cronos foi importada do Argo, mas também integra elementos da Toro Blackjack

A nomenclatura HGT já batizou uma versão do Fiat Brava e, posteriormente, foi resgatada pelo Argo. Agora é a maior novidade da linha 2020 do Cronos. Seguindo os passos do Siena Sporting e inspirado no conceito Cronos Sport, revelado no Salão de São Paulo em 2018, o Cronos HGT (sigla para High Gran Turismo ) se diferencia das demais versões pelo visual esportivado.

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Há grade frontal e emblemas escurecidos, rodas de 17” e capas dos retrovisores em preto, badge HGT nos para-lamas, maçanetas na cor da carroceria e um spoiler sobre a tampa do porta-malas que lhe conferiu ares de Alfa Romeo Giulia. O interior do Fiat Cronos HGT exibe o teto e as colunas na cor preta e, entre os equipamentos de série, oferece quadro de instrumentos com tela TFT de 7”, volante em couro, controlador automático de velocidade, sensor de ré, multimídia com tela tátil de 7” e conectividade com Android Auto e Apple CarPlay.

A lista de opcionais é generosa, com teto bicolor, câmera de ré, airbags laterais, chave presencial, espelhos retrovisores com rebatimento elétrico e luz de conforto, bancos em couro, sensores de chuva e farois e retrovisor eletrocrômico. Sem eles, o Cronos HGT custa R$ 78.490, e fica acima do Precision 1.8 AT6 (R$ 75.490).

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Diferentemente do Argo HGT , que possui alterações nas suspensões e bitolas mais largas, o Cronos HGT manteve a calibração do resto da família. Seu acerto é voltado para o conforto, mas as rodas com pneus 205/45 R17 o deixam ligeiramente mais firme na absorção de impactos. Nada que incomode ou desagrade, pelo contrário. Afinal, a versão Precision 1.8 AT6, na qual se baseia, pode ter opcionalmente rodas de 17. Sem nenhuma modificação mecânica, sob o capô continua o motor 1.8 aspirado associado ao câmbio automático de seis marchas.

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Roberto Assunção
O interior do Fiat Cronos HGT traz acabamento especial, bem como o logo da fabricante escurecido


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Esse conjunto entrega uma condução agradável, com melhores respostas apresentadas em médios giros e boas mudanças/reduções de marchas e 0-100 km/h bem no limite dos 10 segundos.

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O consumo, porém, poderia ser melhor: de acordo com o Inmetro-PBEV, o Cronos HGT faz 9,6 km/l na estrada e 7,2 km/l na cidade abastecido com etanol, enquanto o VW Virtus Comfortline 200 TSI (R$ 78.590) faz 10,2 e 7,8 km/l, respectivamente. Pena que os motores turbinados da Fiat estão marcados para chegar só em 2021. Até lá, o Cronos HGT é uma opção para quem valoriza um visual invocado, mas não quer abrir mão do conforto.

FICHA TÉCNICA

Fiat Cronos HGT

Preço básico: : R$ 78.490
Carro avaliado: R$ 78.490
Motor: quatro cilindros em linha 1.8, 16V, comando variável
Cilindrada: 1747 cm 3
Combustível: flex
Potência: 135 cv (g) e 139 cv (e) a 5.750 rpm
Torque: 18,8 kgfm (g) e 19,3 kgfm (e) a 3.750 rpm
Câmbio: automático sequencial, seis marchas
Direção: elétrica
Suspensão: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,364 m (c), 1,726 m (l), 1,516 m (a)
Entre-eixos: 2,521 m
Pneus: 205/45 R17
Porta-malas: 525 litros
Tanque: 48 litros
Peso: 1.262 kg
0-100 km/h: 10s8 (g) e 9s9 (e)
Velocidade máxima: 195 km/h (g) e 196 km/h (e)
Consumo cidade: 10,3 km/l (g) e 7,2 km/l (e)
Consumo estrada: 13,3 km/l (g) e 9,6 km/l (e)
Emissão de CO2: 103 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: D (Médio)

Fonte: IG Carros
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Veja os 5 carros mais caros e difíceis de consertar, de acordo com o Car Group

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Diferentemente do Latin NCAP, os testes Car Group realizados pelo Cesvi Brasil sobre os índices de reparabilidade dos automóveis são voluntários. Portanto, a fabricante pode escolher se quer ou não participar, além de não ter a obrigatoriedade de enviar todo o seu repertório de veículos para o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

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A lista com o índice de reparabilidade e manutenção é disponibilizada mensalmente pelo Cesvi, onde você pode comprovar quais foram os modelos escolhidos por suas respectivas fabricantes para os testes. A reportagem de iG Carros mostra quais são os modelos mais caros e complicados para consertar, de acordo com o ranking divulgado no Car Group .

Vale lembrar que após a avaliação do carro avariado, cada veículo ganha uma nota de 10 a 60. Quanto menor o valor, melhor o índice de manutenção do automóvel. Vamos ao ranking:

5 – Suzuki Jimny – Car Group: 50

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Suzuki Jimny é um jipinho valente, mas o custo de reparabilidade está entre os mais altos de acordo com o CESVI Brasil

Sendo um carro de nicho, é normal que a manutenção do aventureiro Jimny seja mais cara e complicada. De acordo com os testes do Car Group, o único carro da Suzuki avaliado recebeu 50 pontos. O Jimny é vendido em cinco versões: 4Work (R$ 69.990), 4All (R$ 70.990), 4Sport (R$ 78.990), Off-Road (R$ 77.990) e Desert (R$ 85.990).

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O conjunto mecânico é o mesmo para todas as versões, com motor 1.3 de 85 cv de potência e 11,2 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco velocidades. Com pneus 80% off-road e 20% urbanos, não é um carro para qualquer um na versão Desert. 

4 – Renault Duster – Car Group: 52

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Renault Duster está prestes a receber mudanças, o que deverá acontecer no início de 2020

Outro modelo que aparece na lista dos carros com manutenção mais cara e complicada é o Renault Duster . De acordo com os testes do Car Group, o modelo mereceu nota 50. As versões começam no pacote Expression (R$ 68.990), Dynamique (R$ 79.990) e GoPro (R$ 81.990).

A versão mais em conta traz motor 1.6 SCe de 120 cv de potência e câmbio manual de cinco velocidades. O modelo intermediário já passa a contar com o câmbio do tipo CVT X-Tronic, enquanto a versão mais cara traz motor 2.0, de 150 cv e câmbio manual.

3 – Nissan March – Car Group: 58

Nissan March 1.6 arrow-options
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Nissan March precisa de mudanças. Em mercados como o europeu está uma geração à frente da que é vendida no Brasil

De acordo com o ranking do Car Group, o Nissan March é avaliado em 58 pontos nos índices de reparabilidade. O portfólio começa na versão 1.0 SV (R$ 51.490), passando para a 1.6 SV (R$ 56.490), além dos modelos automáticos 1.6 SV CVT (R$ 62.190) e 1.6 SL CVT (R$ 65.190).

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O motor 1.0 desenvolve 77 cv de potência e 10 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas. Já a unidade 1.6 entrega honestos 111 cv de potência e 15,1 kgfm de torque, com opções manual e CVT.

2 – Jeep Renegade – Car Group: 58

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Jeep Renegade deverá fechar 2019 como o SUV compacto mais vendido do Brasil superando fortes rivais do segmento

O Jeep Renegade  é o SUV compact mais vendido atualmente, mas aparece entre os modelos com os maiores custos de reparabilidade, com 58 pontos no ranking do Car Group. O SUV compacto tem seis versões: 1.8 Sport (R$ 89.990), 1.8 Longitude (R$ 104.990), 1.8 Limited (R$ 109.990), 2.0 Longitude (R$ 134.990) e 2.0 Trailhawk (R$ 145.990).

São apenas duas opções de motorização: 1.8 de 139 cv de potência e 19,3 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas; ou 2.0 turbodiesel de 170 cv e 35,7 kgfm, com câmbio automático de nove marchas.

1 – Fiat Weekend – Car Group: 60

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Fiat Weekend ainda aparece no site da marca entre os modelos disponíveis. Mas logo vai sair de linha

A Fiat Weekend gabaritou todos os critérios que configuram um carro difícil e caro de consertar, de acordo com o Car Group. O modelo recebeu 60 pontos, ou seja, nota máxima no índice de reparabilidade. São apenas duas versões: 1.4 Attractive (R$ 67.990) e 1.8 Adventure (R$ 85.590).

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O motor 1.4 entrega 86 cv de potência e 12,5 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas. Já o modelo Adventure conta com o propulsor 1.8 de 132 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, também com câmbio manual de cinco marchas. Está prestes a sair de linha. 

Fonte: IG Carros
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