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Com 33 autores em novo palco e mesas menores, Flip anuncia programação

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Com todos os 33 autores convidados deste ano já revelados, a organização da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) anunciou a sua programação na manhã desta quarta-feira, 15. A novidade ficou por conta de um novo formato para as mesas.

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Flip
Walter Craveiro/Flip.org.br

Flip acontece entre os dias 10 e 14 de julho


Além das tradicionais conversas de 1 hora e 15 minutos entre dois ou mais autores e um mediador na Flip , haverá nove mesas de apenas 45 minutos com estilos diversos, como entrevista, conferência e performance.

Outra novidade é o palco principal. As mesas acontecerão no Auditório da Matriz, que, este ano, terá formato de teatro de arena, com a plateia ao redor do palco, para recuperar a “discussão de ideias na ágora, no espaço público”, nas palavras de Mauro Munhoz, diretor da Casa Azul, que organiza a Flip. Os ingressos para o Auditório da Matriz custam R$ 55, mas as mesas também podem ser acompanhadas gratuitamente no Auditório da Praça.

O auditório da matriz tem 512 lugares e o auditório da praça, 774 cadeiras.

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A Flip, que nesta edição tem a curadoria da jornalista Fernanda Diamant, ocorrerá entre os dias 10 e 14 de julho e terá Euclides da Cunha como autor homenageado. Entre os autores convidados, 17 mulheres e 16 homens passam por 10 nacionalidades diferentes e transitam por áreas diversas, como ficção, não ficção, crítica, arquitetura, ciência e fotografia.

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No total, serão 21 mesas que tangenciam a política, como os conflitos na Venezuela, os ataques à ciência e as questões indígenas.

“Seria impossível homenagear Euclides da Cunha sem esse viés político” disse Fernanda Diamant.— A ideia é menos falar sobre o “quente” é mais propor uma reflexão sobre a história do país.

A abertura do evento será uma aula com a crítica literária Walnice Nogueira Galvão, professora da Universidade de São Paulo e estudiosa de “Os sertões”, obra-prima do autor homenageado desta edição, Euclides da Cunha.

Por causa da homenagem, aliás, todas as mesas receberam nomes inspirados na topografia do sertão baiano, como “Bendegó”, “Serra Grande” e “Cocorobó”.

Um dos destaques da programação é a americana Kristen Roupenian, autora do conto “Cat Person”, que viralizou nas redes sociais após ser publicado na revista “The New Yorker” no ano passado. O livro “Cat Person e outros contos” foi publicado pela Companhia das Letras no início deste ano.

Assim como Roupenian, outros autores estrangeiros convidados ou estão sendo publicados pela primeira vez no Brasil ou estreando na ficção, como a canadense Sheila Heti (“Maternidade”, Companhia das Letras), o francês nascido em Burundi Gaël Faye (“Meu pequeno país”, Rádio Londres), a nigeriana Ayombami Adebayo (“Fique comigo”, HarperCollins) e Karina Sainz Borgo (“Noite em Caracas”, Intrínseca).

A não ficção, gênero do autor homenageado, será representada por autores como o ensaísta José Miguel Wisnik, o crítico de cinema Ismail Xavier e o jornalista americano David Wallace-Wells, autor de “A Terra inabitável”, sobre as ameaças do aquecimento global.

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Já autores como Miguel Del Castillo e Jarid Arraes representam a ficção nacional.

A programação completa

Quarta, 10 de julho
19h – 20h: Mesa 1 I Sessão de Abertura – Canudos 
Walnice Nogueira Galvão

Quinta, 11 de julho
10h30m – 11h15m | Mesa 2 | Bendegó 
Aparecida Vilaça

12h – 13h15m | Mesa 3 | Uauá 
Adriana Calcanhotto 
Guilherme Wisnik 
Nuno Grande

15h30m – 16h15m | Mesa 4 | Sincorá 
José Miguel Wisnik

17h – 18h15m | Mesa 5 | Bom Conselho 
Kristen Roupenian 
Sheila Heti

19h – 19h45m | Mesa 6 | Serra Grande 
Maureen Bisilliat

20h30m – 21h45m | Mesa 7 | Quirinquinquá 
Gaël Faye 
Kalaf Epalanga

Sexta, 12 de julho
10h – 11h15m | Mesa 8 – Mesa Zé Kleber | Cumbe 
Marcela Cananéa 
Marcelo D’Salete

12h – 13h15m | Mesa 9 | Angico 
Ayelet Gundar-Goshen 
Ayobami Adebayo

15h30 – 16h15m | Mesa 10 | Tróia de Taipa 
José Murilo de Carvalho

17h – 18h15m | Mesa 11 | Jeremoabo 
Karina Sainz Borgo 
Miguel Del Castillo

19h – 19h45m | Mesa 12 | Mata da Corda 
Grada Kilomba

20h30m – 21h45m | Mesa 13 | Vaza-Barris [O Irapiranga dos Tapuias] 
Ailton Krenak 
José Celso Martinez Corrêa

Sábado, 13 de julho
10h30 – 11h15m | Mesa 14| Cansanção 
Marilene Felinto

12h – 13h15m | Mesa 15 | Monte Santo 
Ismail Xavier 
Miguel Gomes

15h30m – 16h15m | Mesa 16 | Poço de Cima 
Grace Passô

17h – 18h15m | Mesa 17 | Vila Nova da Rainha 
Carmen Maria Machado 
Jarid Arraes

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19h – 19h45m | Mesa 18 | Massacará 
Stuart Firestein

20h30 – 21h45m | Mesa 19 | Cocorobó 
Cristina Serra 
David Wallace-Wells

Domingo, 14 de julho
10h30 – 11h45m | Mesa 20 | Santo Antônio da Glória 
Bráulio Tavares 
Mariana Enriquez

12h30 – 13h15m | Mesa 21 | Livro de Cabeceira 
Participação especial: Amyr Klink

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Fonte: IG Gente
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Além de “Bacurau”: relembre outras vitórias brasileiras no Festival de Cannes

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Neste sábado, durante o 72º Festival de Cannes, um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo, “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ganhou o Prêmio do Júri , honra dividida com “Les miserables”, de Ladj Ly. Essa é a primeira vez que o Brasil ganha na categoria, uma das mais importantes do evento.


Kleber Mendonça Filho dirige
Victor Juca

Kleber Mendonça Filho dirige “Bacurau”, vencedor do Prêmio do Júri, um dos mais importantes do Festival de Cannes

Sete prêmios são distribuídos na premiação principal de Cannes . Neste ano, o vencedor da Palma de Ouro, o prêmio mais importante, foi “Parasite”, do diretor sul-coreano Bong Joon-Ho. O drama conta a história de uma família desempregada que passa a ter um peculiar interesse em vizinhos ricos e glamurosos.

“A vida invisível de Eurídice Gusmão”, do cearense Karim Aïnouz, venceu o prêmio de melhor filme na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes na sexta-feira (24). Durante o dicurso de agradecimento , o diretor do filime criticou o momento político do Brasil. 

Produções brasileiras já foram indicadas diversas vezes ao Palma de Ouro. A única que ganhou foi “O Pagador de Promessas”, de 1962, escrito e dirigido por Anselmo Duarte. Em 2015, o filme até chegou a entrar na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

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Outras categorias vencedoras

O Brasil também já venceu em outras categorias, como Melhor Diretor para Glauber Rocha, em 1969, por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”; Melhor Atriz, em 1986, para Fernanda Torres por “Eu Sei Que Vou Te Amar”; Melhor Atriz, em 2008, para Sandra Corveloni por “Linha de Passe”. “ Bacurau ” chega este ano para integrar as vitórias.

O filme “O Traidor”, que concorreu este ano na disputa pela Palma de Ouro , do cineasta italiano Marco Bellocchio, foi filmado no Brasil e conta a participação da brasileira Maria Fernanda Cândido .

Em seu Instagram, a atriz comemorou a vitória de “Bacurau” em Cannes . “Salve a cultura brasileira!! Bacurau ganhou o prêmio do júri em Cannes. Que orgulho! Bravo @kmendoncafilho e @jdornelles elenco e equipe”, escreve na legenda.

Fonte: IG Gente
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Acampados há três meses, fãs de K-pop lotam estádio para assistir ao show do BTS

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Todas as esquinas que levavam ao Allianz Parque, na Barra Funda, estavam abarrotadas de fãs da banda sul-coreana Bangtan-Boys, mais conhecidos pela sigla BTS — berrada pela multidão que tentava chegar o mais próximo possível das grades de entrada do estádio do Palmeiras. Os sete cantores do grupo se apresentarão hoje, às 19h, para cerca de 39 mil fãs do estilo K-pop.

“Gritamos quando vemos uma sombra ou relance dos garotos da banda lá dentro” — explicou Bruna Leite, 22 — uma das que sobraram no acampamento erguido pelos fãs do grupo de K-pop há mais de 3 meses na praça vizinha ao Allianz Parque. “Cheguei tarde, estou aqui desde o domingo, só”, lamenta ela.

“Água é R$5,00” e “Compro e vendo ingressos, baratinhos aqui na minha mão!” eram as únicas coisas que se ouvia entre os gritos dos fãs.


barracas
João Cesar Diaz

O acampamento montando três meses atrás na praça Conde Francisco Matarazzo Junior, vizinha ao estádio do Palmeiras, começa a ser esvaziado


Acampados na praça

Cada barraca tem uma administradora: “A pessoa que organiza o revezamento, a comida. Tudo que a gente precisa”, esclarece Daniela Miguel, 22. Ela está acampada desde fevereiro junto com o resto do “army” (o conjunto de fãs da banda) que decidiu reservar posições privilegiadas na fila para o show dormindo nas barracas.

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Fã do BTS
João Cesar Diaz

Fã de K-pop, Bruna Leite está acampada desde domingo à espera do show do BTS

Daniela e Bruna disseram que não passaram por muitos perrengues durante suas estadias nas barracas — “nos organizamos bem”. Até a questão do banheiro já estava bem resolvida: “Usamos o do Burger King,, lá no shopping. É limpo e prático”, resume Daniela.

No sol, do lado oposto às colegas de barraca, o segurança do estádio Francisco Ferreira, 55, desmente a ilusão dos fãs. “Nenhum dos meninos da banda chegou, não sei por que estão gritando assim.”

Impressionado pelo tamanho do público, Francisco conta que, nos quatro anos trabalhando por lá, a única coisa que trouxe uma multidão de fãs dessa magnitude foi o show do cantor canadense Justin Bieber, no começo de 2017.

Sonho dos filhos

Celeste Oryan, 37, e Francisco Oryan, 58, voaram de Santiago, no Chile, para São Paulo na última madrugada. “Queremos realizar o sonho da nossa filha.” Tímida, Isabel, de 18 anos, confirma a versão dos pais abraçando a mãe — que veio vestida com a camiseta da banda, como a filha.

“Pode ver que metade de quem está aqui é mãe ou pai”, garante Rosângela Leboutte, de Porto Alegre. A família gaúcha estava guardando dinheiro há um ano para conhecer as praias do Nordeste em dezembro. Mas, os planos mudaram. “Minha filha é esperta. Ela conseguiu me convencer a usar esse dinheiro para dar esse show de presente para ela.”

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E a viagem planejada? “Ah, agora sobrou dinheiro para vermos a praia em Santa Catarina e olhe lá”, brincou.

Rosângela assistirá ao show com a filha de 14 anos. “O som deles é legal… E tem aquele menino da boca bonita: Jimin, o único que decorei o nome”.

Jimin é o favorito, ou bias no linguajar K-pop, de Isabelle Cícera, 12, também. Antônio Carlos, 37, acompanhava a filha. “ Vim de Franco da Rocha para realizar o sonho dela, é o jeito, não é Isabelle?…” — “Uhum”, sorri a menina.


fila para show
João Cesar Diaz

Antônio Carlos, 37, realiza o sonho da filha de assistir um show da banda sul-coreana


Bom para todos

Na lanchonete “Palmeiras Lanches” de frente ao estádio desde 1962 o chapeiro corre para acompanhar os pedidos dos fãs esfomeados. “Show é bom pro movimento”, conta Laércio Correia, 40. “Mas o filet, o movimento bom mesmo, é quando tem show de rock” — “a galera do rock se esbalda, né. Esse pessoal bebe”, ri o gerente.


Lanchonete do palmeiras
João Cesar Diaz

A antiga lanchonete “Palmeiras Lanches” é tomada pelos fãs que esperam na fila do show do BTS


Marília Costa, 27, passa entre as filas vendendo tiaras com os rostos dos integrantes do BTS. “Ganho dinheiro na fila para comprar o ingresso do show. Assim consigo ir em todos os que quero”, explica ela.

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Fonte: IG Gente
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Acampados há três meses, fãs de K-pop lotam estádio para assistir ao show do BTS

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Todas as esquinas que levavam ao Allianz Parque, na Barra Funda, estavam abarrotadas de fãs da banda sul-coreana Bangtan-Boys, mais conhecidos pela sigla BTS — berrada pela multidão que tentava chegar o mais próximo possível das grades de entrada do estádio do Palmeiras. Os sete cantores do grupo se apresentarão hoje, às 19h, para cerca de 39 mil fãs do estilo K-pop.

“Gritamos quando vemos uma sombra ou relance dos garotos da banda lá dentro” — explicou Bruna Leite, 22 — uma das que sobraram no acampamento erguido pelos fãs do grupo de K-pop há mais de 3 meses na praça vizinha ao Allianz Parque. “Cheguei tarde, estou aqui desde o domingo, só”, lamenta ela.

“Água é R$5,00” e “Compro e vendo ingressos, baratinhos aqui na minha mão!” eram as únicas coisas que se ouvia entre os gritos dos fãs.

Acampados na praça

Cada barraca tem uma administradora: “A pessoa que organiza o revezamento, a comida. Tudo que a gente precisa”, esclarece Daniela Miguel, 22. Ela está acampada desde fevereiro junto com o resto do “army” (o conjunto de fãs da banda) que decidiu reservar posições privilegiadas na fila para o show dormindo nas barracas.


Fã do BTS
João Cesar Diaz

Fã de K-pop, Bruna Leite está acampada desde domingo à espera do show do BTS

Daniela e Bruna disseram que não passaram por muitos perrengues durante suas estadias nas barracas — “nos organizamos bem”. Até a questão do banheiro já estava bem resolvida: “Usamos o do Burger King,, lá no shopping. É limpo e prático”, resume Daniela.

Veja Mais:  Steven Soderbergh quis “aniquilar” imagem de rainha de ClaireFoy em filme

No sol, do lado oposto às colegas de barraca, o segurança do estádio Francisco Ferreira, 55, desmente a ilusão dos fãs. “Nenhum dos meninos da banda chegou, não sei por que estão gritando assim.”

Impressionado pelo tamanho do público, Francisco conta que, nos quatro anos trabalhando por lá, a única coisa que trouxe uma multidão de fãs dessa magnitude foi o show do cantor canadense Justin Bieber, no começo de 2017.

Sonho dos filhos

Celeste Oryan, 37, e Francisco Oryan, 58, voaram de Santiago, no Chile, para São Paulo na última madrugada. “Queremos realizar o sonho da nossa filha.” Tímida, Isabel, de 18 anos, confirma a versão dos pais abraçando a mãe — que veio vestida com a camiseta da banda, como a filha.

“Pode ver que metade de quem está aqui é mãe ou pai”, garante Rosângela Leboutte, de Porto Alegre. A família gaúcha estava guardando dinheiro há um ano para conhecer as praias do Nordeste em dezembro. Mas, os planos mudaram. “Minha filha é esperta. Ela conseguiu me convencer a usar esse dinheiro para dar esse show de presente para ela.”

E a viagem planejada? “Ah, agora sobrou dinheiro para vermos a praia em Santa Catarina e olhe lá”, brincou.

Rosângela assistirá ao show com a filha de 14 anos. “O som deles é legal… E tem aquele menino da boca bonita: Jimin, o único que decorei o nome”.

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Jimin é o favorito, ou bias no linguajar K-pop, de Isabelle Cícera, 12, também. Antônio Carlos, 37, acompanhava a filha. “ Vim de Franco da Rocha para realizar o sonho dela, é o jeito, não é Isabelle?…” — “Uhum”, sorri a menina.


fila para show
João Cesar Diaz

Antônio Carlos, 37, realiza o sonho da filha de assistir um show da banda sul-coreana


Bom para todos

Na lanchonete “Palmeiras Lanches” de frente ao estádio desde 1962 o chapeiro corre para acompanhar os pedidos dos fãs esfomeados. “Show é bom pro movimento”, conta Laércio Correia, 40. “Mas o filet, o movimento bom mesmo, é quando tem show de rock” — “a galera do rock se esbalda, né. Esse pessoal bebe”, ri o gerente.


Lanchonete do palmeiras
João Cesar Diaz

A antiga lanchonete “Palmeiras Lanches” é tomada pelos fãs que esperam na fila do show do BTS


Marília Costa, 27, passa entre as filas vendendo tiaras com os rostos dos integrantes do BTS. “Ganho dinheiro na fila para comprar o ingresso do show. Assim consigo ir em todos os que quero”, explica ela.

Fonte: IG Gente
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