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Rondonópolis

Comissão de Saúde da Câmara discute situação da Santa Casa

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Foto: Assessoria

Foi realizada na tarde de hoje (09) na sala de reuniões da Câmara Municipal de Vereadores, uma reunião para discutir e buscar um caminho a fim de resolver a situação financeira da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis.

O encontro foi marcado pela Comissão de Saúde dessa Casa de Leis, na qual é presidida pelo vereador Fábio Cardozo (PDT), estiveram presentes a Secretária Municipal de Saúde, Izalba Diva de Albuquerque, o Presidente do Consórcio Regional de Saúde, o prefeito de Poxoréu Nelson Paim, representantes do Grupo de Mulheres em Prol de Rondonópolis, a coordenadora Tânia Balbinotti, o vice-presidente da Santa Casa Sinésio Gouvea, a representante do Secretário Estadual de Saúde e administradora do Hospital Regional Caroline Dobes, e os vereadores Jailton do Pesque Pague (PSDB), Reginaldo Santos (Cidadania) e Doutor Orestes Miraglia (SD).

Essa foi a primeira vez que todas essas entidades ligadas à saúde se reuniram, para ouvir as pontuações e dar sugestões em busca de uma solução. Hoje a dívida geral da instituição chega a R$ 26 milhões, decorrente de subfinanciamento do SUS, que de acordo com o vice-presidente, a entidade vem bancando isso com créditos bancários, fornecedores e prestadores de serviços, e também resolver o futuro, que é corrigir os valores da tabela SUS, para que o custo seja coberto pelo comprador dos serviços que é o Poder Público. Na ocasião, o vice-presidente da entidade falou quais os pontos principais que precisam ser revistos, para encontrarem um caminho.

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“Precisamos mudar quatro pontos para o futuro, o primeiro a relação das metas, essa mudança piorou a situação da Santa Casa que já estava ruim, os valores dos serviços prestados precisam ser corrigidos pelo estado, as UTI’s são os grandes furos nossos, precisamos que sejam corrigidos também os valores, e uma proposta minha, é uma taxa de disponibilidade do atendimento privado, e a gente precisa ter dentro do consórcio uma ajuda, até o dia que a Santa Casa começar a receber pelo que faz”, disse Sinésio Gouvea.

Desse encontro ficou definido que será marcada uma reunião nos próximos dias com o Governador do Estado Mauro Mendes, junto com os prefeitos dos 19 municípios da região Sudeste que são atendidos pela Santa Casa, a fim de buscar uma solução para a instituição não fechar as portas.
“Precisamos unir as forças, a Santa Casa não pode fechar, é um hospital de referência estadual, e com essa reunião com o governador, vamos discutir os valores que são repassados e estão defasados, para evitarmos um problema dessa mesma magnitude daqui uns anos”, falou o vereador Fábio Cardozo.

“Se não encontrarmos uma solução, corre o risco da Santa Casa fechar nos próximos 30 dias, e aí, como será a transferência daqueles pacientes, pra onde vão? Diferente de Cuiabá que tem outros hospitais, aqui não tem”, disse Tânia Balbinotti.

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Rondonópolis

Prefeito recebe entidades e reafirma compromisso de continuar parceiro da Santa Casa

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Foto: Helder Faria

O prefeito Zé Carlos do Pátio recebeu, na manhã desta sexta-feira (20), no auditório da Prefeitura de Rondonópolis, representantes de 32 entidades da sociedade civil organizada para falar sobre a situação crítica que vive a Santa Casa.

Na ocasião, Pátio reafirmou o compromisso do município continuar parceiro da instituição. No entanto, ressaltou que, por se tratar de uma instituição privada e não pública, a administração municipal só pode repassar recursos mediante prestação de serviços.

“A Santa Casa é uma empresa privada, com CNPJ, que presta serviço e emite nota. Nós, a prefeitura, contratamos a Santa Casa e pagamos pelos serviços hospitalares que realiza. Ela não pode receber sem prestar serviço”, enfatizou o prefeito, lembrando que, por entender a gravidade da situação que a instituição passa, o município está ajudando até onde é possível.

“Já ajudamos e estamos dispostos a continuar com esta relação de parceria.  Por conta da situação, já adiantamos vários meses de incentivos para amenizar. No entanto, o município não pode fazer mais do que está sendo feito. Não podemos dar um plus que a Santa Casa quer, só podemos, legalmente, pagar mediante produção”, explicou o prefeito.

Pátio disse ainda que a Prefeitura está disposta a contratualizar mais serviços com a Santa Casa, mas reclamou que a instituição não está conseguindo atender as demandas do município. “Cabe a eles realizarem o que precisamos, mas não estão conseguindo por falta de capacidade. Queremos contratar mais serviços da Santa Casa. Para nós (município) é muito melhor pagar por serviços realizados aqui em Rondonópolis do que em outros municípios, como Cuiabá e Poxoréu, por exemplo, que estamos tendo que fazer hoje para cumprir a nossa meta de zerar as filas que existiam em diversos tipos de exames e cirurgias”, assinalou.

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Ele lembrou que no início de 2017 o município tinha uma demanda reprimida de mais de 8.800 cirurgias de vários tipos. Hoje, as filas estão praticamente zeradas. “Vamos zerar todas. De exames, a mesma coisa. Mamografias, por exemplo, tínhamos mais oito mil mulheres na fila. Hoje, não tem mais demanda reprimida, fazem aqui na cidade. Contratamos o Cedir para realizar este e outros exames”, comentou o prefeito. “Estamos valorizando as instituições da cidade”.

A partir de dados de recursos investidos no setor e pagamentos de serviços realizados pela Santa Casa nos últimos dez anos, que foram apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde, Izalba Albuquerque, ele destacou que o município, investe hoje praticamente o dobro dos 15% que é obrigado a investir do seu orçamento em Saúde. “Estamos investindo mais do que o Estado e a União juntos”, comparou, lembrando que o financiamento da Saúde Pública no Brasil é tripartite, ou seja, as responsabilidades são divididas entre União, Estado e Município.

“Estamos pagando, pagamos à vista os serviços que contratamos. Nunca atrasamos, o que demonstra o nosso compromisso.  É inegável que há problema de gestão, a Santa Casa tem que melhorar. Mas também tem que envolver mais o governo do Estado e a União”,

Um dos representantes das 32 entidades presentes, o presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rondonópolis, Stalin Paniago, ressaltou a importância do prefeito receber a sociedade civil organizada da cidade para tratar da Santa Casa de Misericórdia. “É muito importante esta abertura que o prefeito está dando para conversarmos sobre a movimentação da sociedade para ajudar a solucionar esta situação crítica da Santa Casa, que atende pelo SUS não só Rondonópolis, mas outros municípios da região”, disse.

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Rondonópolis

Diretoria do Comsan apresenta a conselheiros os avanços no saneamento básico da cidade

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Foto: Assessoria

Os avanços nas obras de saneamento básico, bem como os resultados dos últimos anos em investimento, foram os assuntos apresentados aos integrantes do Conselho Municipal de Saneamento Ambiental – Comsan, durante reunião realizada na sede do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis – Sanear, no Monte Líbano, nesta sexta-feira (20). A presidente do Conselho e diretora geral do Sanear, Terezinha Silva de Souza, explicou que o trabalho de 12 anos trouxe resultados positivos. O último deles foi a premiação do Instituto Trata Brasil, que classificou Rondonópolis entre as seis cidades do Brasil que mais avançam em saneamento básico.

Segundo ela, Rondonópolis deve atingir, até o final do ano de 2020, a Universalização do Saneamento. “A cidade está sendo preparada para os próximos 10 anos. Muito foi feito e a previsão é fazer ainda mais. Estamos com projetos para o esgotamento sanitário dos bairros que ainda não contam com o serviço. Aprovados estes projetos, atingimos 100% de esgoto na cidade. No quesito água, a duplicação da Estação de Tratamento vai garantir que o abastecimento seja reforçado. Esse trabalho só foi possível, porque as gestões assumiram o desafio de executar as obras do PAC”.

Terezinha informou aos conselheiros que recebeu o convite do Governo Federal para ir, junto ao diretor técnico da autarquia, Hermes Ávila, à Brasília apresentar as boas experiências no saneamento básico aplicadas em Rondonópolis. “É muito importante para a cidade ser convidada para apresentar seus projetos em saneamento. Isso porque, somos umas das poucas empresas de saneamento do Centro-Oeste geridas pela administração pública. É sinal de que dá certo, basta saber como aplicar bem os recursos e ter bons projetos”, defendeu.

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Hermes Ávila, diretor técnico da autarquia, apresentou as obras que estão acontecendo na cidade. “Concluímos a duplicação da Estação de Tratamento de Esgoto, a implantação do sistema de esgotamento sanitários em bairros como Poroxo, Jardim Iguaçu, Atlântico e Europa e estamos finalizando em outros, como Sagrada Família, Colina Verde e Parque São Jorge. Outro grande avanço é a obra do desarenador que, após concluída, deve otimizar a captação de água do Rio Vermelho, que é o responsável hoje por 49% do abastecimento da cidade. A cidade está evoluindo neste setor e são muitas obras que ainda estão previstas até o final de 2020”, finalizou.

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Rondonópolis

Secretaria Municipal de Saúde busca por pacientes beneficiados com prótese

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Foto: Assessoria

O Centro de Reabilitação Nilmo Júnior está na busca de alguns pacientes que entraram com pedido de próteses de membro ou auditiva e foram contemplados, porém não estão sendo localizados para retirarem o material.

O Nilmo Júnior é responsável pela avaliação dos pacientes, solicitação a Secretaria de Saúde e encaminhamento das próteses para pessoas que perderam um membro do corpo ou precisam de aparelhos auditivos, tal como bota ou palmilha ortopédica e não tem condições de comprar.

A equipe do Nilmo Junior entrou em contato com algumas pessoas que possuem processo antigo e não teve êxito, devido a demora da entrega das próteses ao município. Os cadastros ficam desatualizados quando o paciente muda o número de telefone e ou de endereço e não informam ao Centro ou a Unidade Básica de Saúde a qual pertencem.

Além do funcionamento em horário normal durante a semana, haverá mutirão neste sábado (21) das 7 às 15h, estendendo a chance aos pacientes que precisam, mas ainda não buscaram seu material.

Busca ativa prótese de membros: Antonio Avelar Alvino da Silva (processo de 2013), Edmilson Jose da Silva (2016), Wellington Rodrigues (2016) e Luzinete Ferreira de Oliveira (2018).

Pacientes que precisam pegar palmilha ou bota: Rosalba Pe Ori (processo de 2016), Eyshyla Rayssa de Sousa Oliveira (2017) e José Nunes dos Anjos (2017).

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Prótese auditiva aguardando ser retirada por: Jose Bueno Filho (processo de 2005), Weverton Santos de Souza (2005), Joel Rodrigues da Paz (2006), Ozeias Gomes de Freitas (2007), José Eustáquio de Almeida (2016), Aureliano Jose Lorenço (2016), Benedito de Souza (2016), e Maria Auxiliadora de Lima (2016).

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