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Mulher

Como a pílula anticoncepcional e do dia seguinte influenciam o ciclo menstrual?

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Muitas mulheres usam a pílula anticoncepcional como método contraceptivo . No entanto, nem todas entendem quais as influencias que o medicamento tem no organismo feminino. O que não é nada positivo, já que ter conhecimento sobre essas influências é fundamental para saber quais alterações podem acontecer no próprio corpo e qual a melhor forma de lidar com elas.


O uso da pílula anticoncepcional altera o clico menstrual, causando mudanças no fluxo e nos sintomas da TPM
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O uso da pílula anticoncepcional altera o clico menstrual, causando mudanças no fluxo e nos sintomas da TPM

Segundo Bárbara Murayama, ginecologista e coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, entre as alterações que a pílula anticoncepcional causa no corpo da mulher, estão as mudanças no ciclo menstrual. Dependendo do medicamento e da combinação hormonal, o fluxo e os sintomas da TPM (Tensão Pré-Menstrual) podem ser modificados.

“A maioria dos anticoncepcionais vai bloquear a ovulação, bloqueando o ciclo e diminuindo o fluxo e quantidade de dias de menstruação”, explica. Além disso, dependendo do método hormonal escolhido pela mulher, ou seja, se a pílula será usada como cíclica ou contínua, é possível interromper a menstruação de forma programada.

A forma como o anticoncepcional é usado também pode interferir no ciclo menstrual. Bárbara alerta que o ideal é que o medicamento seja sempre usado conforme a prescrição médica para evitar alterações. “Caso contrário, pode causar irregularidade menstrual e perder a proteção contra a gravidez”, fala.

  • Como funciona o ciclo menstrual?
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Estamos falando sobre as alterações no ciclo menstrual , mas você sabe como ele funciona? Ter esse conhecimento também é interessante para entender as alterações e controlar tanto o período fértil quanto a TPM. Geralmente, o ciclo menstrual regular é aquele que tem um intervalo de 28 ou 29 dias entre cada ciclo e a ovulação pode acontecer aproximadamente 14 dias após o início da menstruação (primeiro dia do ciclo).

Em entrevista prévia ao Delas , a ginecologista e obstetra Ana Carolina Lúcio Pereira explica que a ovulação é o momento em que o ovário libera o óvulo para uma possível gestação. Dessa forma, o chamado período fértil acontece dois dias antes e dois dias após a ovulação, quando a mulher tem mais chance de ficar grávida.

E a pílula do dia seguinte?


Assim como a pílula anticoncepcional, com alta dosagem hormonal, a pílula do dia seguinte influencia a menstruação
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Assim como a pílula anticoncepcional, com alta dosagem hormonal, a pílula do dia seguinte influencia a menstruação

Com uma alta dosagem hormonal, a PDS ( pílula do dia seguinte ), método hormonal usado para evitar a gravidez em situações de emergência, também pode alterar o ciclo menstrual. De acordo com Bárbara, a influência da pílula do dia seguinte vai variar conforme a época do ciclo menstrual que a mulher está passando quando toma o medicamento.

“Se ainda não tiver ovulado, a pílula pode impedir a ovulação. Se já tiver ovulado, vai buscar impedir a fecundação. De uma maneira ou de outra, interfere no ciclo menstrual e pode causar irregularidade, podendo se manifestar como adiantamento ou atraso da menstruação , além de aumentar ou diminuir o fluxo de sangue”, explica. 

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Influência da pílula anticoncepcional e do dia seguinte na TPM


Enquanto a pílula anticoncepcional ameniza os sintomas da TPM, a pílula do dia seguinte pode intensificá-los
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Enquanto a pílula anticoncepcional ameniza os sintomas da TPM, a pílula do dia seguinte pode intensificá-los

A TPM, que geralmente acontece 10 dias antes do início do fluxo menstrual, costuma ter sintomas físicos e psicológicos em grande parte das mulheres que menstruam. Os mais característicos são enjoos, irritabilidade, cansaço, dor de cabeça, ansiedade e angústia. Como tanto o anticoncepcional quanto a pílula do dia seguinte são medicamentos hormonais, também podem ter influência na tensão pré-menstrual.

A ginecologista explica que a pílula anticoncepcional pode ser um dos tratamentos para a TPM, amenizando os sintomas. “A pílula controla o ciclo, bloqueando a ovulação e as oscilações hormonais”, fala. Já a pílula do dia seguinte, por ser uma dose única e alta, pode piorar os sintomas naquele mês. “Por si só a PDS é uma grande oscilação hormonal”, diz.

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Tem dificuldade para aceitar o corpo? Thais Carla inspira com post sobre amizade

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Aceitar o corpo como ele realmente  é não é uma tarefa fácil, principalmente pelos padrões de beleza impostos pela sociedade. No entanto, algumas influenciadoras e artistas conseguem inspirar mulheres com suas atitudes e ações empoderadas. A bailarina Thais Carla, que trabalha com a cantora Anitta, é uma delas. Na terça-feira (15), ela desabafou, em um post no Instagram, sobre ser gorda e suas amizades.


Em post no Instagram, Thais Carla fala sobre ser a única gorda entre as amigas na adolescência; hoje, não é mais assim
Reprodução/Instagram/thaiiscarlaoficial

Em post no Instagram, Thais Carla fala sobre ser a única gorda entre as amigas na adolescência; hoje, não é mais assim

“Vocês acreditam que eu nunca tive amigas gordas na minha infância/adolescência?! Sim, eu sempre fui a única gorda em tudo: aula de dança, escola, família… Sempre fui a ‘diferentona’. Mas, apesar de ter a consciência de que a diversidade é importante, vocês não sabem o quanto isso mexeu com meu psicológico”, começa Thais Carla .

Ela ainda continua. “Muitas vezes, a gente acaba achando que tem algo de errado conosco e que, por isso, precisamos nos enquadrar. Porém, na verdade, esse pensamento era fruto da invisibilidade que a mídia e a sociedade fazem com pessoas como eu (gordas). E, muitas vezes, a gente vai reproduzindo isso sem perceber”.

A bailarina ainda diz que sabe como mensurar isso. “Fechem os olhos e imaginem 3 amigas felizes de biquíni na praia tomando um sorvete… Vocês pensaram em 3 mulheres gordas? Aposto que não! Logo que fiz essa foto com minhas amigas @itsnaiana e @gordaroupa, na Bahia, pensei nisso tudo. Antes não tinha uma amiga que pudesse ao menos pedir uma roupa emprestada e hoje tenho. Me contem: vocês tinham amigas gordas na adolescência?! E agora, vocês têm?!”, finaliza.

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O post rendeu mais de 27 mil curtidas e quase 400 comentários. Por lá, mulheres deixaram suas opiniões. “Você é demais. Nunca tive amiga gordinha como eu e até hoje não tenho”, diz uma.  “Que sorte a sua. Sou feliz de ter você todo dia me incentivando a ser livre e feliz apesar do corpo gordo”, escreve outra. 

“Na infância e na adolescência, não. Mas, na fase adulta, aí sim”, completa mais uma. “Você me inspira muito. Obrigada por existir”, escreve uma quarta. “Inspiração de todos os dias. Sua alegria é tão contagiante que encanta qualquer pessoa só de olhar suas fotos”, aponta outra.

Como aceitar o próprio corpo?


Thais Carla costuma falar sobre autoestima em suas publicações no Instagram e inspira mulheres com seus discursos
Reprodução/Instagram/thaiiscarlaoficial

Thais Carla costuma falar sobre autoestima em suas publicações no Instagram e inspira mulheres com seus discursos

Magra, gorda, alta, baixa. São diversas as características que divergem as pessoas. De acordo com a psicóloga junguiana Amélia Kássis, é preciso entender que há diferentes belezas e que ficar tentando se enquadrar nos padrões nunca vai deixá-la feliz. “Você é a única companheira da sua vida inteira. A sua jornada é única. Se você não se amar, vai perder a capacidade de dar amor. Cada um é do jeito que é”, relata.

Thais Carla e outras defensoras do movimento body positive recebem diversas críticas por aparecem em imagens das redes sociais como realmente são. E, muitas vezes, é necessário lidar com tais comentários, por mais duros que sejam, para conseguir se aceitar.

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“O mundo é feito de pessoas que criticam. Quando você se aceita, você não liga mais para elas. É um processo de amadurecimento emocional. Precisa começar a se conhecer. Fazer uma automassagem, se tocar, se olhar. Perceber o que sente”, diz Amélia.

A psicóloga Patricia Estrela reforça que a autoaceitação faz parte de um processo de amor próprio.  “Se amar não significa apenas se olhar no espelho e se achar bonita. Se amar significa se aceitar, se respeitar, se perdoar e ser grata. O autoconhecimento é libertador”, defende.

Patrícia ainda compartilha um parte de sua história. “Eu mesma fui magra e atualmente sou uma gordinha muito feliz. Me amo, pois eu sei quem eu sou, sei quem eu fui e o melhor de tudo é que sei quem estou me tornando. Isso pra mim vale mais que um jeans 38”, alega.

Na infância ou na adolescência, ter um biotipo diferente das outras pessoas pode fazê-la, infelizmente, passar por alguns episódios de bullying , com consequências que vão ao longo da vida. “É um trauma. A pessoa fica com menos capacidade de se defender e se amar. A terapia ajuda a readquirir a sua potência. Você precisa ser amiga de você mesma”, afirma Amélia.

Patricia ainda define a questão do padrão de beleza . “O padrão é instituido por um grupo de influenciadores que, de forma viral, acaba sendo estabelecido pela maioria. A pergunta que faço é: Desde quando fazer parte da maioria é um bom negócio? Precisamos de um amadurecimento emocional de toda a sociedade para que questões de real relevância estejam entre nossas redes sociais, e não julgamentos, injúrias e o próprio bullying ”, defende.

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Thais Carla e mais mulheres mostram que cada pessoa pode ter o corpo que quiser


Alexandra (à esquerda) e Mariana (à direita), assim como Thais Carla, mostram que as mulheres não devem seguir padrões
Reprodução/Instagram

Alexandra (à esquerda) e Mariana (à direita), assim como Thais Carla, mostram que as mulheres não devem seguir padrões

Outras mulheres já mostraram que dá para ter o corpo que quiser. Exemplo disso é a youtuber e jornalista Alexandra Gurgel. No começo de janeiro, ela publicou uma foto na praia, no Instagram, e, na legenda, utilizou a hashtag #NãoPasseCalor. A menção indica que, independente do seu biotipo, você é livre e deve se sentir à vontade para ir à praia e deixar as curvas à mostra no biquíni ou maiô, seja você magra ou gorda.

Outra que aderiu à tag é a atriz, apresentadora e  youtuber Mariana Xavier, que, recentemente, ganhou ainda mais visibilidade com a explosão da música “Jenifer”, interpretada pelo cantor Gabriel Diniz. Na postagem, Mariana diz que cada pessoa deve ser seu próprio padrão e citou um trecho da canção “Quem Sabe Sou Eu”, da cantora IZA. “Eu sei que o meu corpo te incomoda. Sinto muito. O azar é seu. Abre o olho. Eu tô na moda. E quem manda em mim sou eu”, escreve. 

Thais Carla , por sua vez, compartilha diversas mensagens de empoderamento em suas postagens. No sábado (12), ela publicou uma imagem de biquíni e mostrou que já está na hora de tirar da mente das pessoas que, para ter um “corpo de verão”, é necessário estar magro. E, pelo que podemos perceber, a artista esbanja muita autoestima e inspira mulheres que têm dificuldade em se aceitarem como realmente são. Vale ressaltar que, na verdade, o importante é ser feliz e se sentir bem com você mesma.

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Maternidade polêmica: mãe de óctuplos sofre  ataques por família não tradicional

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Dez anos atrás,  Nadya Suleman virou notícia em todo o mundo após dar à luz oito filhos por fertilização in vitro. Na época, a maternidade da norte-americana causou polêmica e ataques. Hoje, uma década depois, Nadya relata que ainda sofre ataques de vizinhos que, de acordo com ela, estão inconformadas com a família numerosa que tem. Além dos óctuplos, a norte-americana tem mais seis filhos.


Mãe norte-americana protagoniza maternidade com uma série de episódios polêmicos que envolvem seus filhos
Reprodução/Instagram

Mãe norte-americana protagoniza maternidade com uma série de episódios polêmicos que envolvem seus filhos

Ao site do jornal “The Sun”, Nadya diz ser vítima de “crimes de ódio”. Segundo ela, volta e meia, os pneus do seu carro são furados ou o veículo amanhece coberto de café. Além disso, ela recebe bilhetes com mensagens agressivas e ofensivas em relação a sua maternidade na porta de casa.

“Tenho experimentado uma incansável discriminação de mulheres da academia e da minha rua. Triste saber que 88% dos ataques são cometidos por mulheres”, fala Nadya.

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Entenda a polêmica dessa maternidade


Nadya Suleman é mãe de 14 e vive uma maternidade conturbada, com episódios polêmicos e que chamam a atenção
Reprodução/Instagram

Nadya Suleman é mãe de 14 e vive uma maternidade conturbada, com episódios polêmicos e que chamam a atenção

A polêmica com Nadya começou ainda em 2008, quando ela implantou 12 embriões pelo método de fertilização in vitro. O procedimento foi questionado e o cirurgião responsável perdeu a licença para exercer a medicina. Após o nascimento dos oito filhos , foi noticiado que ela recebia pensão do governo para conseguir sustentar as crianças. Diante disso, ela até chegou a ser ameaçada de morte.

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A norte-americana passou por uma série de dificuldades para conseguir dar uma boa condição de vida para seus filhos. Nadya chegou a trabalhar como stripper, fazer filme pornô, tentar carreira como cantora e se anunciar como acompanhante em site adulto. A polêmica não para por aí. A mãe também teve problemas com assistentes sociais após denúncias que o s filhos viviam em condições inapropriadas.

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Para completar, em 2014 Nadya foi condenada pela justiça norte-americana a dois anos de condicional e 200 horas de serviço comunitário por não ter declarado US$ 30 mil à Receita. A origem do dinheiro é da participação de eventos, shows e vídeos feitos pela mãe. Para finalizar a polêmica com a maternidade , ela chegou a ser internada em uma clinica de reabilitação para dependentes químicos.

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7 posições sexuais para a primeira vez no sexo com alguém

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É comum que o sexo com alguém novo não seja tão incrível quanto você imagina. Na verdade, ficar com alguém pela primeira vez pode ser um pouco confuso e até constrangedor. Isso acontece tanto pela falta de experiência com essa pessoa quanto pelo fato de que você ainda não sabe o que funciona com o outro, quais são as posições sexuais favoritas e o que o outro não curte na hora do sexo.

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Saber as preferências e posições sexuais preferidas do outro ajuda na hora de garantir um sexo prazeroso e divertido
shutterstock

Saber as preferências e posições sexuais preferidas do outro ajuda na hora de garantir um sexo prazeroso e divertido

De acordo com a sexóloga Megan Stubbs em entrevista ao site “Bustle” , todos têm um histórico sexual e quando se fica com alguém pela primeira vez, é comum se basear em experiências anteriores, mas é importante entender que elas nunca serão iguais. Por isso, não se preocupe! É tudo questão de prática e tempo até as posições sexuais encaixarem e o sexo ser bastante prazeroso.

Saber as preferências sexuais da outra pessoa pode fazer uma diferença e tanto para garantir o prazer durante a relação. Apesar de ser estranho conversar sobre isso quando você ainda está conhecendo o outro, pode ser interessante. Falar sobre sexo ainda é um tabu, mas ele precisa ser quebrado. Falar sobre sexo não precisa ser algo sério e engessado. Na realidade, pode ser bastante excitante conversar sobre o que você gosta na cama. Detalhes picantes podem aumentar ainda mais o desejo pelo outro. 

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Também é importante lembrar que o sexo é o momento de sentir e explorar o corpo do outro. Não precisa ter regras ou um passo a passo para seguir. Por isso, tudo bem se a primeira vez com alguém não for tudo isso. Mas se você ainda está se sentindo insegura em relação ao primeiro sexo com alguém, é possível ter em mente algumas posições que são clássicas e tem grandes chances de funcionar hora do sexo.

As posições sexuais para a primeira vez


Apostar em posições sexuais clássicas como
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Apostar em posições sexuais clássicas como “de quatro”, “missionário” e “69” vão te ajudar no primeiro sexo com alguém

Inspire-se em sete posições sexuais e saiba por que elas são interessantes para a primeira vez no sexo com alguém:

1. Deitados de costas


Intensa e íntima,
Renato Munhoz (Arte iG)

Intensa e íntima, “deitados de costas” é uma das posições sexuais indicadas para o sexo pela primeira vez com alguém

Deitados de costas, o homem fica por cima da mulher e a penetra por trás.

Por que é interessante?  A posição é interessante por ser intensa e íntima, mas sem exigir o contato visual que, às vezes, você ainda não está preparada para a primeira noite. Além disso, é confortável.

2. Mulher por cima sentada


Posições sexuais para a primeira relação com alguém: a mulher fica sentada no homem e controla a intensidade
Renato Munhoz (Arte iG)

Posições sexuais para a primeira relação com alguém: a mulher fica sentada no homem e controla a intensidade

Nessa posição ambos ficam sentados e a mulher contrata a intensidade e profundidade da penetração. Pode ser feita tanto na cama, quanto em uma cadeira ou no chão apoiados na parede.

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Por que é interessante? É uma posição mais gentil, confortável e o casal fica juntinho durante a penetração. 

3. De ladinho


Entre as posições sexuais indicadas,
iG Arte

Entre as posições sexuais indicadas, “de ladinho” permite a penetração e a estimulação clitoriana ao mesmo tempo

Deitados de lado, o homem penetra a mulher a mulher por trás e, se quiser, estimula o clitóris.

Por que é interessante? Além de ser intensa e íntima, a penetração é mais fácil nessa posição.

4. Em uma cadeira


Uma das posições sexuais para o primeiro sexo com alguém é na cadeira, onde a mulher se sente segura para a relação
Renato Munhoz/Arte iG

Uma das posições sexuais para o primeiro sexo com alguém é na cadeira, onde a mulher se sente segura para a relação

Em uma cadeira, a mulher fica por cima controlando o ritmo da penetração.

Por que é interessante? Além ser de fácil, dá a possibilidade de a mulher controlar a situação, o que pode dar mais segurança à ela.

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5. De quatro


Mais intensa e selvagem,
Renato Munhoz (Arte iG)

Mais intensa e selvagem, “de quatro” é uma das posições sexuais clássicas indicadas para o sexo pela primeira vez

Nessa posição a mulher apoia os joelhos e cotovelos em uma superfície e o homem a penetra por trás. É ele quem controla o ritmo.

Por que é interessante? Se vocês já estão em sintonia e querem algo mais “intenso” e “selvagem” a posição sexual de quatro é uma boa pedida.

6. Missionário


Conhecida como
Renato Munhoz/Arte iG

Conhecida como “missionário”, essa é uma das clássicas posições sexuais que possivelmente vai agradar os envolvidos

Nessa posição o homem fica deitado por cima da mulher e a penetra.

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Por que é interessante? Essa posição é clássica e dificilmente vai desagradar algum dos envolvidos. É uma boa forme de se divertir com um novo parceiro.

7. 69


Mais uma das posições sexuais clássicas, em
Renato Munhoz (Arte iG)

Mais uma das posições sexuais clássicas, em “69” o homem e a mulher fazem sexo oral um no outro ao mesmo tempo

O “69” também é uma posição clássica onde ambos fazem sexo oral ao mesmo tempo.

Por que é interessante? Essa é uma daquelas posições sexuais que provavelmente vai agradar os envolvidos. Além disso, sexo oral sempre é uma boa pedida.

Sexo no primeiro encontro


Com as posições sexuais ideias, o sexo no primeiro encontro pode ser ainda mais prazeroso para os parceiros
shutterstock

Com as posições sexuais ideias, o sexo no primeiro encontro pode ser ainda mais prazeroso para os parceiros

E quando saber que já é a hora de ter a primeira vez com alguém? Para algumas pessoas, logo no



primeiro encontro



, se a química rolar, já é possível partir para o sexo. Já outras, preferem conhecer a pessoa melhor, criar uma conexão e só então ir para a cama. Existem alguns dados sobre isso. Uma pesquisa realizada pela “YouGov Omnibus” revelou que a maioria das pessoas não está disposta a ter relação sexual logo que conhece alguém.

O estudo feito no Reino Unido indica que apenas uma em cada cinco pessoas (18%) faria sexo no primeiro encontro . Além disso, os homens são quatro vezes mais propensos que as mulheres a irem para cama logo no primeiro encontro, porém é duas vezes mais provável que as mulheres digam que preferem esperar estar apaixonada para transar do que os homens.

Apesar de a prática não ser tão comum, ela é recomendada por cientistas. Um estudo recente aponta que o  sexo no primeiro encontro ajuda a criar um vínculo para impulsionar um futuro relacionamento.  “O sexo pode preparar o terreno para o aprofundamento da conexão emocional entre estranhos”, fala Gurit Birbaum, psicóloga social e autora do estudo, ao site “Mirror” .

Já que o sexo no primeiro encontro tem benefícios, por que não escolher uma das posições sexuais citadas e já aproveitar para estreitar os laços logo na primeira vez que você sair com alguém? Claro, sempre com consentimento e proteção.

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