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Como na Autolatina, Salão de Detroit deve testemunhar aliança entre Ford e VW

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Aliança Ford-Volkswagen no Salão de Detroit 2019 poderá significar a expansão dos negócios para as montadoras
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Aliança Ford-Volkswagen no Salão de Detroit 2019 poderá significar a expansão dos negócios para as montadoras

Negociada há meses, a aliança estratégica entre Volkswagen e Ford parece finalmente se aproximar de um desfecho. Conforme relata a agência de notícias Reuters, o anúncio definitivo do acordo será realizado na edição deste ano do Salão de Detroit (EUA), que abrirá suas portas para o público entre os dias 19 e 27 de janeiro. Detalhes sobre a cooperação ainda são desconhecidos, mas fontes ouvidas pela publicação garantem que as negociações estão indo bem e que o alcance gerado será global.

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Plataforma de carros elétricos MEB da VW é algo que beneficiará a Ford, caso o acordo ocorra no Salão de Detroit 2019
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Plataforma de carros elétricos MEB da VW é algo que beneficiará a Ford, caso o acordo ocorra no Salão de Detroit 2019

Inicialmente, rumores indicavam que a aliança seria restrita ao segmento de veículos comerciais e concentrada basicamente no compartilhamento de plataformas para as próximas gerações das picapes Amarok e Ranger. Agora, porém, surgem indícios no Salão de Detroit 2019 de que a cooperação será bem mais intensa e de alcance verdadeiramente global.

Fala-se até mesmo no uso de fábricas da Ford nos Estados Unidos pela Volkswagen, e na unidade que desenvolve a plataforma elétrica MEB da VW pela montadora norte-americana. Com base nisso, comenta-se também que a Volkswagen estaria interessada em investir pesadas quantias na divisão de veículos autônomos da Ford. Oficialmente, nenhuma das marcas comenta o assunto.

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Veremos a volta da Autolatina no Salão de Detroit 2019?


Autolatina foi um dos projetos automotivos mais ousados  do Brasil. Será que o mesmo espera no Salão de Detroit 2019?
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Autolatina foi um dos projetos automotivos mais ousados do Brasil. Será que o mesmo espera no Salão de Detroit 2019?

A possível aliança entre Ford e Volkswagen não seria uma parceria inédita para os brasileiros. Entre 1987 e 1996, as duas empresas formaram a joint-venture Autolatina no Brasil e Argentina. O compartilhamento de plataformas e motores entre as duas empresas gerou carros como os Ford Royale e Versailles (feitos na base do VW Santana) e VW Apollo (Ford Verona), Logus e Pointer (Ford Escort de segunda geração). O objetivo das duas fabricantes naquela época? O mesmo de ambas nos dias de hoje: se tornarem imbatíveis no mercado.


Ford Verona foi um dos modelos da parceira entre as montadoras, que pode voltar a acontecer no Salão de Detroit 2019
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Ford Verona foi um dos modelos da parceira entre as montadoras, que pode voltar a acontecer no Salão de Detroit 2019

A estratégia da fusão naquela época teve relação com o momento que a indústria automobilística brasileira passava na segunda metade da década de 80, com retração de mercado interno e tímida participação das fabricantes brasileiras no mercado internacional. A estratégia buscava também garantir a permanência das duas fabricantes no mercado interno, que através do aumento da lucratividade, amortizaria a crise nas vendas que ambas passavam.

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Volkswagen Apollo: o lado
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Volkswagen Apollo: o lado “alemão” da aliança no Brasil. O Salão de Detroit 2019 espera ansiosamente pela decisão

No caso da Ford, foi de fato a solução para sua permanência no país. Antes da fusão, a Volkswagen controlava 34% do mercado interno brasileiro. Já a Ford, mantinha uma fatia de 21%. Após a fusão, passaram a controlar juntas, 60% do mercado brasileiro e 30% do argentino. Apesar das projeções promissoras, principalmente em um mundo mais globalizado, a união das marcas enfrentou sérias dificuldades internas e externas. O primeiro e grande problema foi a falta de investimento das matrizes, que por conta da concorrência entre a Ford e a Volkswagen no mundo, havia a dificuldade nas trocas de conhecimentos técnicos.

Outro problema foi a constante tensão entre a Autolatina e os sucessivos governos brasileiros, com os quais a fusão se desentendeu. Ora por causa do congelamento de preços, ora por conta da supervalorização da moeda. Por fim, uma questão girava em torno dos revendedores. Por não haver qualquer inter-relação, as vendas eram feitas à parte das fabricantes, que apesar da união, continuavam disputando o lançamento de carros novos no mercado entre si. O que será que vai acontecer entre Ford e VW no Salão de Detroit 2019 ?

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Com lançamento previsto para o fim do ano, Audi SQ8 é apresentado com 435 cv

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Audi SQ8
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Audi SQ8 será o SUV mais veloz da marca, mas não deixará de lado os atributos luxuosos

Depois de um vídeo flagra no ano passado, a Audi finalmente lança o SQ8, versão mais esportiva do SUV-cupê topo de linha. Como um integrante autêntico da “família” S, se baseia no modelo convencional, mas adiciona itens esportivos. No caso, quatro saídas de escape, entradas de ar redesenhadas e as rodas de 22 polegadas, opcionais. Por dentro, os assentos são revestidos de Alcantara e couro, além das inscrições S. Entre outros itens, o carro também vem com pedaleiras de aço inox e soleiras de portas de alumínio.

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Debaixo do capô, o SQ8 usa o mesmo 4.0 V8 biturbodiesel do  SQ7 . Com isso, o SUV-cupê da Audi produz 435 cv e brutais 91,8 kgfm de torque já a 1.000 rpm. O movimento vai às quatro rodas através de um câmbio automático de oito marchas.

Além disso, traz um sistema híbrido leve, pensado especificamente para impulsionar a novidade em velocidades abaixo dos 22 km/h. Funciona através da alimentação por uma bateria de 48V, que também abastece o compressor elétrico, ajudando os turbos em baixas rotações e em acelerações de baixa velocidade.

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Desempenho esportivo

Audi SQ8
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Foi desenhado com linhas agressivas, mas que não abandonam os ares conservadores dos veículos da fabrivante alemã

O resultado de toda essa tecnologia agregada é uma aceleração até 100 km/h em 4,8 segundos e velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h. E para garantir que os ocupantes irão conseguir chegar à salvos em casa, o sistema de freios é composto de série pelo conjunto de pastilhas e discos de carbono e cerâmica e pinças vermelhas.

Entre outros equipamentos, vem de série com suspensão adaptativa a ar, com um modo dinâmico extra no seletor de condução Drive Select. O esterçamento das quatro rodas é um opcional, assim como o conjunto que inclui um diferencial esportivo e barras estabilizadoras ativas.

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Mesmo que não se fale muito em Brasil por enquanto, o Audi SQ8 começa a ser vendido na Europa no fim do ano. A versão a gasolina V6 3.0 TFSI chegará em mercados como o dos Estados Unidos. Ainda não se falam em preços, mas é esperado algo em torno de 85.000 euros (R$ 370 mil).

Fonte: IG Carros
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Descobrimos como é ser dono de um carro híbrido seminovo no Brasil

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Prius
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O Toyota Prius é carro híbrido mais vendido no mundo e já está presente no mercado brasileiro

Você toparia desembolsar R$ 85 mil em um Toyota Prius 2017 que já sofreu sua depreciação mais abrupta? É quase o preço de um VW Polo Beats novinho. Muitas pessoas até consideram, mas ainda ficam apreensivas com os custos de se manter um carro híbrido seminovo no Brasil. Enquanto o debate sobre eletrificação ganha espaço entre as empresas de mobilidade, alguns motoristas já se arriscam na compra de um usado. Estes são os “early adopters” da nova tecnologia de segunda mão no Brasil.

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Apenas contextualizando o termo, os “early adopters” são os primeiros alvos de qualquer inovação. Eles estão na primeira etapa do que, no meio do marketing, é chamado de “curva de adoção”. Ou seja, pessoas que absorvem mudanças, se engajam em novidades e estão à frente de todos os avanços tecnológicos.

Portanto, ainda que o mercado de híbridos seminovos seja nebuloso, eles não têm medo de enfrentar as novidades. “É um segmento pequeno, de frota quase irrelevante no Brasil”, destaca Alessandro Rubio, supervisor de pesquisa e conteúdo do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária). “Entre os 65 milhões de veículos de passeio que circulam no território brasileiro, apenas 12 mil são híbridos ou elétricos. Ainda não temos um mercado sólido para compreender como ele funciona”

Os proprietários também explicam os seus motivos. “Eu gosto muito de tecnologia, e quis experimentar a dirigibilidade e o silêncio do motor elétrico”, diz Clayton Oliveira, de São Paulo (SP), proprietário de um Toyota Prius 2015 há cinco meses. “Levei em conta que economizaria combustível e não teria rodízio na capital paulista”

Clayton também diz que não teve medo de trocar seu Hyundai Elantra por um Prius, e conta com a popularização da nova tecnologia para o futuro. “O sedã marcava 8,5 km/l de média, enquanto o híbrido faz 18 km/l. Meu único receio é a hora da revenda. Sei que será mais difícil, pois é um gosto bem específico. Como carros elétricos e híbridos estão cada vez mais conhecidos, acredito que isso será acelerado com o tempo”, diz ele. “Só trocaria meu Prius por outro híbrido”.

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De fato, o mercado de híbridos e elétricos está em uma crescente. De acordo com a Anfavea (Associação Nacional de Distribuição de Veículos), a categoria cresceu 5% entre janeiro e maio de 2019. A maior parte dos modelos mostrados no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado já chegaram às lojas, ou estão disponíveis para encomendas. Além disso, muitas frotas apostaram no Renault Zoe como opção de aluguel.

Prius de gravata

Lexus CT 200 h
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O Lexus CT 200h é o único hatch médio híbrido do Brasil. A Volkswagen virá atrás, com o futuro Golf GTE

Com tantas opções, muitas pessoas já se sentem confortáveis para comprar o segundo ou terceiro veículo híbrido. É o caso de Michiro Kaizu, morador de Curitiba (PR). “Fui proprietário de um Prius 2016. Minha real intenção era comprar o Corolla Altis, mas como conhecia a tendência dos modelos híbridos, acabei optando por ele”, conta. “Existem alguns pecados no que diz respeito ao refinamento interno e qualidade dos materiais do Prius. Acabei trocando o Toyota aos 46 mil quilômetros por um Lexus CT 200h , que tem o mesmo motor”.

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“Ainda que seja mais luxuoso, o CT 200h também peca em alguns tópicos. Seu consumo é um pouco pior na comparação com o Prius e o freio de estacionamento é um pedal, além de não contar com Apple CarPlay”, finaliza Michiro.

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Nos classificados online, já encontramos unidades 2017 do CT 200h por algo na casa dos R$ 100 mil. O preço pode variar, de acordo com o estado de conservação e quilometragem, mas ainda pode ser uma boa escolha pelo custo-benefício.

Ele traz o confiável 1.8 a gasolina (com 99 cv de potência), junto de outra unidade elétrica que gera a força combinada de 136 cv. Por conta do ciclo Atkinson, o conjunto retarda ao máximo o fechamento das válvulas de admissão, reduzindo o esforço do pistão para chegar ao seu ponto mais alto. Dessa forma, o Inmetro diz que o CT200h é capaz de aferir números como 15,7 km/l na cidade – onde se sente mais confortável – e honestos 14,2 km/l na estrada.

Os números de consumo são ótimos, mas como foi dito pelo proprietário nos parágrafos acima, o Prius ainda é melhor com 18,9 km/l na cidade e 17 km/l na estrada.

Fique atento!

híbrido
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Alguns carros híbridos, como Mini Countryman e Porsche Cayenne, contam com kit de recarga

Para o supervisor de pesquisa do CESVI, existem alguns cuidados especiais na hora de adquirir um veículo híbrido seminovo. “Além de todos os detalhes sobre estado de revisões, conservação e funilaria, o cliente deve ficar atento à quilometragem e o tempo de uso da bateria”, diz Rubio. “Se for um veículo plug-in , o kit de recarga fornecido pela montadora precisa estar no porta-malas”.

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De acordo com ele, o futuro proprietário também precisa estar esperto aos componentes originais do carro. Se a roda de um veículo híbrido for trocada por outra de diâmetro diferente, por exemplo, ele poderá gastar mais combustível.

“Ainda é difícil apontar dados sólidos sobre reparabilidade uma vez que a demanda por eles é baixíssima. Mas os motores a combustão de veículos híbridos são menos acionados e, dessa forma, evitam desgastes mecânicos. Ou seja, o tempo de vida útil do motor a combustão de um carro híbrido é maior”, diz Rubio.

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Híbridos nos aplicativos de corrida

Uber
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Parceiro do Uber conta suas experiências com o Toyota Prius 2013 e compara despesas com outros veículos

O motorista João Miguel, de Santos (SP), utiliza um Toyota Prius 2013 seminovo para suas corridas desde dezembro do ano passado. Além de dirigir para Uber e 99 há três anos, também presta serviço para uma seguradora e empresas de home care. “Iniciei nos aplicativos com um New Fiesta 2012 que era muito econômico e confortável, mas, infelizmente, me roubaram. Troquei por uma Chevrolet Spin LTZ, de sete lugares, que também agradou, mas acabei gastando uma fortuna na conversão para o kit-GNV”, diz o motorista. “O Prius já era um sonho de consumo antigo”.

No segundo mês com o veículo, João Miguel enfrentou os primeiros empecilhos mecânicos. “Tive um problema sério no sistema de tração e regeneração do Prius. Levei o carro até a oficina da Toyota, onde orçaram um reparo de R$ 20 mil”, lamenta o motorista. “Entrei em contato com a concessionária que me vendeu o carro e acabaram resolvendo o problema por completo, mas fiquei 30 dias sem ele. O prejuízo foi enorme.”

Apesar dos problemas, o motorista continua satisfeito com o seu Toyota Prius. De acordo com ele, a Spin tomava algo entre 35 e 45% dos ganhos brutos no mês em despesas, enquanto o Prius leva de 5 a 15%. “Mesmo com os problemas inconvenientes que tive no começo, eu compraria outro Toyota Prius no mesmo estado e condições. Não teria a Spin de volta”.

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As pessoas que conversaram com nossa reportagem, compartilhando suas experiências sobre seus veículos híbridos, parecem bem satisfeitas. Ao fim do ano, finalmente teremos um carro que figura no “top 10” do ranking de vendas do Brasil com uma versão híbrida, o novo Corolla. As vendas da categoria deverão ser alavancadas com a sua chegada, aumentando a confiabilidade dos modelos híbridos seminovos no futuro.

Fonte: IG Carros
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Lamborghini Aventador de Eike Batista será leiloado no Rio de Janeiro

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Lamborghini Aventador
Reprodução/Polícia Federal

O Lamborghini Aventador de Eike Batista foi uma das supermáquinas do empresário, que já teve um SLR McLaren

Quando Eike Batista era considerado o maior empresário brasileiro de todos os tempos, uma foto publicada pela Revista Veja deu o que falar. Ele sorria em sua sala de estar, acomodado ao lado de um belo um pastor-alemão. Ao fundo, dois superesportivos estavam estacionados no recinto, como se fizessem parte da decoração: um Mercedes-Benz SLR McLaren e o Lamborghini Aventador branco.

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O primeiro foi vendido em 2014, após o filho do empresário ter matado um ciclista dois anos antes no Rio de Janeiro. Talvez isso explique a depreciação do superesportivo, avaliado em R$ 2,7 milhões, porém repassado por R$ 750 mil. O Lamborghini Aventador , por outro lado, poderá ser seu.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, autorizou que um lote de bens apreendidos pela operação Lava Jato seja leiloado entre os dias 4 e 18 de julho. Entre eles, uma lancha que pertenceu ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; uma fazenda de seu operador, Carlos Miranda e o Lamborghini Aventador de Eike.

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Vale lembrar que o Aventador conta com motor 6.5 V12 de disposição central-traseira. O modelo é capaz de desenvolver 700 cv de potência e 70 kgfm de torque, enviados às quatro rodas através do câmbio automatizado de sete velocidades. É força suficiente para arrancar de 0 a 100 km/h em míseros 2,9 segundos, antes de atingir a velocidade máxima de 350 km/h. De acordo com a Polícia Federal, o superesportivo de R$ 2,2 milhões está bem conservado.

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Outros escândalos

Todos os carros de Eike Batista dão o que falar, independentemente de quem está ao volante. Para refrescar a memória, em meados de 2015, o então juiz federal Flávio Roberto de Souza foi flagrado dirigindo um Porsche Cayenne que foi apreendido na garagem do empresário em uma das operações da Lava Jato.

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Antes de ser sentenciado à perda do cargo, o ex-magistrado se defendeu dizendo que estava dirigindo o Porsche Cayenne de Eike para conservá-lo melhor. Seu advogado também informou que o cliente enfrentava problemas psicológicos e não tinha clara noção da realidade. Bretas, por outro lado, declarou que Flávio Roberto de Souza traiu valores da magistratura com a ação e ressaltou que o juiz tinha conhecimento muito acima da média sobre a gravidade do delito.

Fonte: IG Carros
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