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Mato Grosso

Companhia de PM do Centro Histórico aumenta efetivo e cria policiamento ciclístico

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A 21ª Companhia Independente de Polícia Milita do Centro Histórico de Cuiabá, ativada no final da tarde de quinta-feira (13.02), começa a operar com mais policiais, viaturas e novas modalidade de policiamento. Inicialmente são 80 policiais, com meta de ampliação gradativa e possibilidade de chegar a 150.

Durante a solenidade de ativação, o comandante geral da Polícia Militar coronel Jonildo José de Assis deu total autonomia ao comandante da unidade, tenente-coronel José Corrêa da Costa Junior, para implantar escalas de plantão e modalidades de policiamento de acordo com as necessidades da região atendida.

“Apresente proposta de policiamento diferenciado, conciliando a necessidade do comércio, dos bancos e moradores”, sugeriu. O coronel Assis explicou que a elevação da unidade anterior ao padrão de ‘Companhia Independente’ demandou investimentos e representa um grande salto à segurança do Centro Histórico e seu entorno.

Assis assinalou que desde o início da gestão do Governo Mauro Mendes os índices criminais da área central vinham sendo analisados e debatidos com o objetivo de embasar uma nova proposta de policiamento, capaz de atender as demandas. Todavia, observou, as ações de segurança na área central não podem se limitar às modalidades de policiamento preventivo e de repressão, será necessária a atuação permanente de outros órgãos públicos, das áreas  de assistência social, saúde, entre outros.

O secretário de Segurança Pública Alexandre Bustamante pontuou que os índices criminais do Centro de Cuiabá refletem mais que indicadores, também a sensação de segurança. Bustamante disse que freqüenta o comércio da área central e quer ter segurança para que ele e todos que trabalham, fazem compras ou passeiam pela região façam isso em segurança. “Os projetos e ações de segurança daqui têm o meio apoio, podem contar com isso”, disse, durante a ativação da nova Companhia.

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O secretário de Segurança Alexandre Bustamente foi homenageado pelo apoio à elevação da unidade central para Companhia Independente (foto: Sd Luiz/PMMT)

Dezenas de empresários e representantes de entidades de segmentos comerciais participaram da solenidade. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) Ozair Nunes Bezerra declarou que a criação de uma Companhia Independente no Centro Histórico é a realização de um grande sonho do comércio em geral. “Estamos gratos pelo Governo e a Polícia Militar terem acolhido nosso sonho”, completou.

Ozair disse ainda que a próxima meta e implantar na unidade um modelo de segurança que possa atender as necessidades dos consumidores, do comércio, trabalhadores do setor e servir de exemplo para outras regiões.

Comandante

Um pouco antes da ativação do prédio o comandante do 1º CR, coronel Esnaldo Moreira, empossou o tenente-coronel José Corrêa da Costa Junior, 36 anos, na função de comandante da 21ª Cia. Corrêa Junior está na PMMT há 20 anos e já desempenhou funções de comando em diversas regiões, entre as quais Ribeirão Cascalheira, Canarana e Barra do Garças.

Ele também atuou na Força Nacional de Segurança, especialmente em ações de apoio à Polícia Federal na repressão às drogas em Estados como Santa Catarina, Paraná e Pará. No 1º e 9º Batalhões, serviu como comandante-adjunto e trabalhou como oficial do Batalhão Especializado Rotam, em Cuiabá.

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Mudança

Enquadrada em uma nova categoria dentro da estrutura operacional da PMMT, a Companhia Independente deixa de ser subordinada ao 1º Batalhão do Porto e agora tem sua própria área de atuação e torna-se autônoma, ligada diretamente ao 1º Comando Regional.

Localização

A 21ª Cia está instalada em um prédio da Rua Pedro Celestino, na frente da Praça Alencastro, onde já funcionaram agências do extinto Bemat e da Procuradoria Fiscal de Prefeitura de Cuiabá. Entretanto, o acesso atual da unidade militar é pelo calçadão da Rua Ricardo Franco. O prédio é um sobrado com acesso pelas duas ruas, mas ainda está passando por obras de reforma e adequação para atender as demandas de unidade militar.  

 

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Representantes do Cehidro para o Biênio 2020/2021 são nomeados

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Foi publicado no Diário Oficial a nomeação dos representantes do Conselho Estadual de Recursos Hídricos para o Biênio 2020/2021. O Cehidro passou por uma reestruturação em sua composição, passando de 30 para 28 membros titulares representantes de órgãos e instituições governamentais e da sociedade civil organizada e de usuários da água.

Participam do Conselho as Secretarias de Estado de Meio Ambiente; Infraestrutura e Logística; Planejamento e Gestão; Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários; Saúde; Ciência, Tecnologia e Inovação; Desenvolvimento Econômico e Educação.

Também fazem parte do Cehidro o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UFMT); Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea/MT) e Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Já entre os representantes da sociedade civil organizada e usuários de água estão Associação Brasileira de Engenharia Sanitária; Associação Brasileira de Águas Subterrâneas; Associação Matogrossense dos Municípios; Federações da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt); Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

O Conselho é representado, ainda, por entidades não governamentais, Comitês de Bacia Hidrográfica e empresas nos segmentos de abastecimento/ saneamento, pesca, turismo e lazer, hidrovia e aquicultura.

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A Resolução Nº 121, publicada no dia 13 de fevereiro, nomeou, além dos titulares, os membros e as entidades suplentes.  No dia 12 de fevereiro foi publicado no Diário Oficial o Decreto Nº 362 que regulamenta o Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Mato Grosso e unifica a legislação, que era regulamentada até então por três decretos, tornando-a mais simplificada.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Argentinos conhecem Mato Grosso para investir em amendoim

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Um grupo de empresários argentinos está em Mato Grosso conhecendo a potencialidade do estado para a produção e industrialização de amendoim. Nesta terça-feira (18.02), eles estiveram em reunião na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) para entender melhor o Estado e os números do Observatório do Desenvolvimento referentes à produção agrícola.

Mato Grosso teve dois anos de pico de produção de amendoim – em 2005 e em 2011, com 18 mil toneladas e 15 mil toneladas, respectivamente. Depois destes anos, houve um declínio que culminou com produção de 165 toneladas em 2017. Desde lá, observa-se novamente um crescimento do interesse do produtor rural pelo amendoim.

“Entre 2015 e 2020, vimos um acréscimo de 458% na área destinada à leguminosa e de 279% na área, pelos dados apresentados pela equipe técnica. Há um grande potencial para esta produção no estado, mas é preciso da indústria estabelecida para compensar os custos”, afirma César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico.

O secretário informou que a Zona de Processamento de Exportações (ZPE) pode ser uma alternativa viável para o investimento, pois além dos incentivos fiscais, tem diferenciação na carga tributária federal e municipal para as empresas nela instaladas e que está em fase de implantação para o próximo ano. Explicou que o Porto de Cáceres também estará em operação até o meio deste ano e, ainda, as vantagens do gás natural para as indústrias com segurança após o contrato firme assinado com a Bolívia.

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De acordo com Afrânio César Migliari, secretário executivo da Associação de Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir), esta é a primeira visita a Mato Grosso para a provável instalação de planta industrial e produção de amedoim. “Pelo que vimos, na Argentina eles não tem mais para onde expandir e precisam de mais áreas”, disse.

Participaram da reunião o secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio, Walter Valverde, o superintendente de Política Agrícola e Crédito, Eldo Leite Orro Gattass, os representantes da Prodeman Guillermo Cavigliasso, Alvaro Garcia, Jorge Fico, das Indústrias Colombo Luiz Antonio Vizeu, Rodolfo Souza, da Aprofir Laura Silva, Fernanda Vilella, do Observatório do Desenvolvimento da Sedec Sérgio Leal e Carlos Bolzan.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

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Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Fonte: GOV MT

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