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Conab deve fazer leilões de milho no Mato Grosso

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está finalizando procedimentos para ofertar parte de estoques de milho da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) localizados no Mato Grosso e atender demanda dos criadores, de acordo com a Secretaria de Política Agrícola.

Os preços do milho no estado tiveram forte alta neste início de ano, justificou o secretário Eduardo Sampaio. Nesta primeira quinzena do mês, os preços do produto, na média de R$ 27/60 kg, estão 23% acima do que foi registrado em março do ano passado. A situação, segundo o secretário, se deve à redução na oferta no período de entressafra, dificultando o abastecimento para os consumidores e criadores de aves, suínos e bovinos no estado.

“Para minimizar a situação, trabalhamos para que a Conab lance os leilões de milho no estado ainda neste mês”, informou. Os estoques da Conab são resultado do exercício dos contratos de opção lançados em 2017.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Produtores de florestas plantadas querem mais recursos no Plano Safra

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Entidades privadas e órgãos do governo representativos do setor florestal estiveram reunidos nesta quinta-feira (21), na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva das Florestas Plantadas, em Brasília. Representantes de mais de 30 empresas privadas apresentaram propostas e sugestões para o novo Plano Agrícola e Pecuário (Plano Safra) 2019/2020 para vigorar a partir de 1º de julho deste ano. O setor pleiteia mais recursos e alongamento do pagamento do financiamento do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono).

Outro ponto levantado durante o encontro foi a vinda do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) para a estrutura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Estamos com desafios para organizar essa questão florestal, que saiu da área do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura. Nós vamos, então, fazer com que haja um trabalho de congraçamento de afinidade entre agricultura e meio ambiente. Não há porque ter conflito nessas áreas, já que uma completa a outra”, salientou o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto.

Colatto reforçou que a agricultura vai mostrar ao Brasil que o agricultor brasileiro preserva as florestas, as águas. “Nós precisamos fazer com que o produtor tenha também os benefícios desse processo, porque muitas vezes dentro da legislação, ele acaba sendo aquele que investe e que, realmente, faz um trabalho na área ambiental”.

Criado pela Lei 12.651, o Código Florestal Brasileiro, que foi aprovado em 2012 e até hoje não foi totalmente implementado, prevê que as propriedades brasileiras estejam ambientalmente corretas. “Nós fizemos um Cadastro Ambiental Rural (CAR), falta fazer a Cota de Reserva Ambiental (CRA) e o Plano de Regulação Ambiental (PRA). É um trabalho que nós estamos fazendo com a legislação que temos, regularizando, organizando para que não só em Brasília, mas todos estados tenham o cadastro”.

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Congresso Mundial da Iufro

Com a expectativa de receber representantes de mais de 100 países, Curitiba vai sediar o 25º Congresso Mundial da Iufro (União Internacional de Organizações de Pesquisas Florestais), de 29 de setembro a 5 de outubro, maior encontro de pesquisa florestal do mundo. O evento, que pela primeira vez está sendo realizado na América Latina, já tem inscrições de mais de quatro mil resumos de artigos científicos.

De acordo com o diretor geral do Serviço Florestal, é um momento de o Brasil mostrar o tamanho das suas florestas, o que faz para o meio ambiente, a cobertura florestal que temos de mais de 50% de florestas nativas. “Nós temos que tirar esse estigma de que o Brasil desmata, que não mantém as suas florestas. É o contrário, e nós queremos mostrar isso para o mundo”, enfatizou Valdir Colatto.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Acesso à internet no campo deve ter proposta para ampliação neste ano

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O Secretario de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fernando Camargo, deve entregar a ministra Tereza Cristina neste ano proposta para ampliar a conectividade no campo. Atualmente, informou, é possível acessar a internet em qualquer ponto do país por meio de satélite, “mas a um custo proibitivo para pequenos e médios produtores rurais”.

O secretário e equipe têm discutido alternativas de acesso à rede com empresas públicas e privadas do setor, com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), universidades, como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP.

A necessidade de ampliar o acesso à rede de internet foi um dos assuntos que o secretário tratou na XX Reunião da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, no Mapa, na quarta-feira (20). “É um recurso que pequenos e médios produtores do agronegócio precisam para a melhoria da sustentabilidade, da competitividade e para a motivação da sucessão familiar no campo”, disse o secretário.

Também foi discutida a importância de fazer o acompanhamento e dar suporte técnico ao Projeto de Lei 355/19 de autoria da ministra Tereza Cristina, que institui a Política Nacional de Incentivo à Agricultura de Precisão.

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Tereza Cristina diz a investidores que é hora de olhar para oportunidades de negócios no Brasil

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quinta-feira (21) em Nova York a executivos de grandes fundos de investimento internacionais que o Brasil oferece muitas oportunidades de negócios, por ser um dos poucos países que podem ampliar a produção de alimentos para abastecer o mundo. Em um café da manhã promovido pela XP Investimentos, a ministra reafirmou que há grande necessidade de investimento em obras de infraestrutura e em bioenergia. Explicou que o agronegócio brasileiro vai se beneficiar muito de obras de ferrovias, hidrovias, rodovias, energia e irrigação.

Ao lado do diretor institucional da XP, Fernando Diez, a ministra disse que pretende atuar cada vez mais em conjunto com o Ministério da Infraestrutura para melhorar as condições de armazenamento e de escoamento da safra e, com isso, reduzir custos de produção e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. Ela falou sobre as estratégias de sua gestão à frente do ministério e informou que está fazendo melhorias internas em procedimentos para facilitar a vida dos empresários que já têm ou pretendem iniciar investimentos no país.

No evento, Tereza Cristina também respondeu a perguntas dos investidores sobre a sustentabilidade da produção agropecuária brasileira, os impactos ambientais e as oportunidades de comércio internacional. Foi discutida também a necessidade de divulgar informações corretas sobre o agronegócio brasileiro, pois ainda há muita falta de informação sobre o que acontece no país. “Os empresários querem ter mais informações sobre o ambiente de negócios no Brasil”, explicou Tereza Cristina. Foi o último evento da ministra em Nova York antes do regresso ao Brasil.

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Preço do café

Depois do encontro com os investidores, a ministra esclareceu as declarações que deu a uma agência de notícias sobre o comércio internacional de café. Ela disse que falou apenas generalidades sobre o produto, afirmando que numa hora o mercado está mais favorável e em outros momentos está menos favorável, o que é normal. Mas não avaliou, em momento algum, a atual cotação do café nas bolsas internacionais e nem endossou preços. O que Tereza Cristina reiteradamente tem afirmado é que mesmo em condições adversas, como baixa de preços, o produtor brasileiro em geral se esforça e consegue produzir e manter seu negócio.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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