conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Carros e Motos

Conheça 5 SUVs seminovos mais econômicos que custam até R$ 50 mil

Publicado

Os SUVs são a onda do momento. Com quase 25% de participação no mercado, os utilitários esportivos têm levado muitos compradores de outros segmentos, como de peruas e hatches médios. Entre outros atributos, têm robustez e altura do solo para enfrentar o asfalto mal conservado.

Como muitos bens de consumo no Brasil, porém, os SUVs custam caro, mas há uma saída para unir bom custo-benefício com menos visitas aos postos de gasolina. Com isso, veja os modelos seminovos mais econômicos, de até R$ 50 mil, com dados de consumo médio, com gasolina e fornecidos pelo Inmetro.

LEIA MAIS: Veja os 5 SUVs compactos mais econômicos com câmbio automático

5– Chevrolet Tracker 1.8 2014 manual:  R$ 46.000 e 10,3 km/l de média


Não é fácil encontrar o Chevrolet Tracker com câmbio manual, mas o carro é um dos SUVs  seminovos que gastam  menos
Divulgação/General Motors

Não é fácil encontrar o Chevrolet Tracker com câmbio manual, mas o carro é um dos SUVs seminovos que gastam menos

 Com motor 1.0 EcoTec, que rende até 144 cv e 18,9 kgfm (etanol), é o modelo mais potente da lista dos SUVs seminovos. Traz de série volante multifuncional, faróis de neblina, computador de bordo e rack de teto. Entretanto, se achar algum mais equipado, por até R$ 50 mil, poderá vir com sistema multimídia MyLink, além de banco de couro, controle de velocidade, câmera de ré, rodas de liga-leve de 18 polegadas, teto solar elétrico e airbags laterais.

Veja Mais:  Algumas marcas dependem de seu carro-chefede vendas. E isso nem sempre é bom

Quanto às suas dimensões, tem 4.25 metros de comprimento, 1.78 m de largura e 1.65 m de altura. O porta-malas tem 306 litros (o menor dessa lista), mas chega aos 735 litros, com os encostros dos bancos traseiros rebatidos. Vale lembrar que no etanol o seu consumo médio cai para 8 km/l.

 LEIA MAIS: Relembre 5 SUVs que não deram certo no mercado brasileiro

 4– Renault Duster 1.6 2014 manual: R$ 39.000 e 10,3 km/l de média


Renault Duster antes de receber os retoques no desenho também faz parte dos SUVs seminovos mais econômicos
divulgação/Renault

Renault Duster antes de receber os retoques no desenho também faz parte dos SUVs seminovos mais econômicos

 O modelo da marca francesa não é dos mais estilosos que se pode encontrar, já que estamos falando do modelo antes da reestilização,  há três anos. Apesar disso, o carro vem com rodas de liga leve, computador de bordo, retrovisores elétricos, sensor de estacionamento traseiro, volante de couro, central multimídia de 7 polegadas e navegação por GPS.

O espaço para as malas é um dos maiores da categoria, com 475 litros. Vem com motor 1.6, de até 115 cv e 15,5 kgfm (etanol), que foi substituído pelo SCe atual, com funcionamento mais suave e silencioso.  Um ponto que se pode levar em conta, caso se identifique com o SUV, é que poucas foram as mudanças até os dias de hoje.

LEIA MAIS: Conheça 5 SUVs seminovos que valem a pena até R$ 60 mil

Veja Mais:  Flagra! Novo Peugeot 208 é visto em testes,ainda disfarçado

3– Ford EcoSport 1.6 2014 manual:  R$ 41.000 e 11 km/l de média


Ford EcoSport com motor 1.6 Sigma, com câmbio manual de cinco marchas é outro dos 5 SUVs mais econômicos
Divulgação

Ford EcoSport com motor 1.6 Sigma, com câmbio manual de cinco marchas é outro dos 5 SUVs mais econômicos

 Precursor do segmento de utilitários esportivos compactos no Brasil, o SUV da Ford adiciona mais economia em relação ao Duster, por praticamente a mesma média de preço entre os seminovos. Como itens de série, a versão básica S vem com ar-condicionado, acionamento elétrico dos vidros e das travas das portas.

O SUV  vem com motor Sigma 1.6, com bloco e cabeçote de alumínio, desenvolve até 115 cv e 15,9 kgfm (etanol), mas rende a colocação de modelo mais lento dessa lista. Acelera até 100 km/h em meros 12,4 segundos e chega aos 180 km/h. Não é um grande destaque em capacidade para as malas, uma vez que conta com medianos 362 litros. Além disso, a tampa traseira abre para o lado, o que exige que não exista um obstáculo muito próximo para pode ser aberta. 

 LEIA MAIS: Conheça os 5 SUVs compactos mais lentos à venda no Brasil

2– Suzuki S-Cross 1.6 2016 manual: R$ 50.000 e 12 km/l de média


Suzuki S Cross  antes da reestilização também faz parte da lista dos SUVs seminovos que menos gastam  gasolina
Divulgação

Suzuki S Cross antes da reestilização também faz parte da lista dos SUVs seminovos que menos gastam gasolina

 O modelo mais caro da lista é quase o mais econômico. Vem equipado com ar-condicionado, sistema multimídia com Bluetooth, rodas de liga leve de 16 polegadas, controles de tração e estabilidade, assistente em rampas, duas ancoragens Isofix para cadeirinhas e seis air bags.

Veja Mais:  Vendas da quinzena mostram três SUVs compactos quaseempatados

Um grande atributo do S-Cross se deve à fabricação da sua carroceria, que incorpora o uso aços de alta resistência para os principais componentes estruturais, tornando-se mais leve e mais seguro contra impactos. Tem 120 cv e 15,5 kgfm (somente gasolina), acelera até 100 km/h em 11,1 segundos e chega aos 180 km/h. Seu espaço de malas é bom, de 440 litros.

LEIA MAIS: Veja os 5 SUVs médios que menos desvalorizam no primeiro ano

1– JAC T5 1.5 2016 manual: R$ 46.000 e 12,2 km/l de média


JAC T5 com caixa manual de cinco marchas é o campeão dos SUVs seminovos que menos gastam combustível
Divulgação

JAC T5 com caixa manual de cinco marchas é o campeão dos SUVs seminovos que menos gastam combustível

 O SUV chinês tem o maior espaço de malas dos cinco selecionados, com nada menos que 600 litros. O carro também é o maior (4,32 m de comprimento) e tem a melhor relação desempenho-economia da lista. Enquanto é o único que passa dos 12 km/l de média, é o mais veloz de velocidade máxima (194 km/h). Isso se deve ao motor de 127 cv e 15,7 kgfm (etanol).

LEIA MAIS: Confira os 5 SUVs compactos com os maiores porta-malas do mercado atual

O vencedor dos SUVs seminovos mais econômicos até R$ 50 mil começa com os seguintes itens de série: vidros, travas e retrovisores elétricos, direção elétrica, ar-condicionado digital, sensor de ré, freios a disco nas quatro rodas e controle de tração. Se encontrar um com o “pack 2”, adiciona controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, rodas de liga leve, luzes diurnas de LED, rack de teto e faróis de neblina. 

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook

Carros e Motos

Veja quais são os 5 scooteres novos mais baratos do Brasil

Publicado

Além das motocicletas street e as cubs (ou utilitárias), os scooteres são definitivamente uma das melhores escolhas que se pode fazer em uma realidade em que se roda por longas horas nas cidades. Mesmo que, de modo geral, as street possam oferecer mais maciez — por conta de sua estrutura possuir quadro, no qual o condutor anda montado — os scooteres mais baratos oferecem uma posição de dirigir onde se guia sentado, e com isso, é possível manter-se em uma postura mais adequada.

LEIA MAIS: Veja quais são as 5 motos mais em conta à venda atualmente no Brasil

E as virtudes dos scooteres mais baratos não param por aí. Há uma melhor proteção contra vento e chuva para as pernas; tal como as “primas” cubs, oferecem maior praticidade quando se tem que ficar parando durante os congestionamentos e nos semáforos; contam com maior capacidade de bagagem e, por muitos, são consideradas mais estilosas.

De todo o modo, são mais vulneráveis a buracos, os condutores sentem mais os solavancos e passam menos confiança ao guidão quando o piso está molhado. Enfim, tudo relacionado aos pneus mais largos e menores. Veja quais são os scooteres mais baratos 0km, sem repetir marca.

5 – Dafra Cityclass 200i: R$ 10.990


Dafra
Divulgação

Esta 200 da Dafra é, por uma boa margem, o modelo com o maior motor entre os scooteres mais baratos

Da lista, o chinês é o que traz o maior motor por uma boa margem. O modelo é, basicamente, o “irmão” menor da mais famosa Citycom 300i, que sai por R$ 19.990. Entre a lista de equipamentos, traz itens como entrada USB, GPS, abertura do compartimento sob o banco na ignição (sem precisar desligar a moto), painel com relógio, indicador de combustível, alerta de manutenção, gancho para sacola e bagageiro já preparado para instalação de um baú.

Veja Mais:  Audi tem estande apenas com carros elétricos no Salão de Genebra

LEIA MAIS: Veja 5 motos com ABS mais vendidas do Brasil que custam até R$ 20 mil

Falando de chassi e conjuntos mecânicos, a Dafra Cityclass é equipada com um motor monocilíndrico injetado, de 199 cc, que desenvolve 13,8 cv e 1,41 kgfm, além da transmissão automática CVT. Enquanto isso, o freio dianteiro traz disco de 240 mm com pinça de três pistões, e o traseiro com 220 mm de disco e um pistão de 35mm.

Já a suspensão, na frente se apoia em um garfo telescópico com 87 mm de curso, enquanto traz dois amortecimentos ajustáveis atrás, com 65,6 mm de curso máximo. As rodas de 16 polegadas são grandes para a sua categoria, algo que favorece a dirigibilidade.

4 – Honda Elite 125: R$ 8.500


Honda Elite
Divulgação

Por conta do peso da marca, é extremamente popular não só em seu segmento, mas entre todas as motos baratas

O scooter surgiu no lugar do Lead recentemente, em dezembro de 2018, e conseguiu superar a antecessora Lead em alguns aspectos. O maior deles foi o motor monocilíndrico de 4 tempos e injeção eletrônica. O único combustível aceito é gasolina, que com o qual gera 9,34 cv e 1,05 kgfm, sob a administração do câmbio automático CVT. Além disso, a fabricante diz que revisou o sistema de suspensão com a intenção de aprimorar o seu equilíbrio e o conforto em terrenos mais irregulares.

LEIA MAIS: Confira quais são as 5 motos mais caras do Brasil, legalizadas para as ruas

Quanto ao visual, o Honda Elite 125 é moderno, diferentemente do design mais convencional do antecessor Lead. Há luzes de LEDs à frente, entretanto, as rodas são pequenas como no antepassado (12 polegadas na dianteira e 10 na traseira).

Veja Mais:  Flagra! Novo Peugeot 208 é visto em testes,ainda disfarçado

Isso indica que o scooter tem vocação bem urbana, mesmo que ainda não prometa dominar tanto os buracos maiores das ruas mal conservadas. O painel digital conta com velocímetro digital, conta-giros analógico, hodômetros total e parcial, além medidor de combustível e relógio.

3 – Yamaha Neo 125: R$ 8.390


Yamaha Neo
Divulgação

Surgiu com design fora do padrão, com cortes futuristas e agressivos na carenagem, e ditou tendência ao segmento

Por quase o mesmo preço da Honda Elite, o Yamaha Neo traz certa vantagem com as suas rodas 14 polegadas, uma vez que promete maior capacidade de lidar com a baixa qualidade do nosso asfalto. Além desse ponto que toca a sua estabilidade, após as mudanças com a chegada da versão atual, o scooter da Yamaha de fato evoluiu, incluindo o seu visual mais moderno.

LEIA MAIS: Veja o que mudou no scooter Honda PCX 2019

Além do motor de 125cc com arrefecimento a ar, que desenvolve 9,8 cv, traz câmbio CVT, pesa apenas 92 kg (ante os 104 da Honda, para efeito de comparação) e 135 mm de altura livre em relação ao solo. Entre os equipamentos — não tão modernos quanto os da Honda — traz medidor de economia de combustível no painel e faróis de LED. Entre os seus acessórios, estão o baú, bagageiro para fixar o baú e capacete aberto que cabe no seu compartimento.

2 – Haojue Lindy 125: R$ 7.487


Haojue
Divulgação

Mesmo que seja o segundo colocado da lista, pode-se dizer que traz o melhor custo-benefício

O “irmão gêmeo de pais diferentes” Suzuki Burgman , que era vendido por R$ 8.280 antes de sair de linha em janeiro deste ano, era como se fosse uma “variante mais refinada” do Haojue Lindy , com diversos componentes e design em comum, uma vez que a montadora chinesa é uma joint venture com a Suzuki.

Veja Mais:  Vendas da quinzena mostram três SUVs compactos quaseempatados

Além disso, por uma boa margem é o scooter mais em conta que se pode comprar na categoria das 125 cc e receberia o nosso “troféu” de melhor custo-benefício — mesmo que seja carburado e conte apenas com ignição eletrônica, pontos onde se começam a perceber algumas diferenças em relação à Burgman.

Entre os seus equipamentos, traz baú de 26 litros que segundo a marca comporta um capacete grande, bagageiro de 11 litros debaixo do banco, porta-objetos com gancho frontal, trava magnética, partida elétrica e descanso de pé dobrável.

Quanto à mecânica e as demais especificações do Haojue Lindy, dispõe de 125 mm de altura livre do solo, rodas de apenas 10 polegadas, 8,4 cv e 0,92 kgfm de potência e torque respectivamente, suspensão convencional (com amortecimento hidráulico e molas helicoidais) e freio a disco na dianteira com pinça de um pistão. Segundo a marca, é capaz de fazer até 35 km/l.

1 – Shineray Retrô EX 50: R$ 7.470


Shineray
Divulgação

Eis a vitoriosa na nossa lista dos scooteres mais baratos! Apesar de ser uma “cinquentinha”

Se a Dafra lá do 5º lugar é, de longe, o modelo com maior motor, este é, também de longe, a opção com o menor. E mesmo que seja apenas “ 1 Big Mac” (R$ 17) mais em conta que a Haojue Lindy, com motor de 125 cc, não há de se negar que é o scooter mais em conta do Brasil.

Entre os seus únicos equipamentos, vem com bagageiro traseiro regulável, rodas de 12 polegadas, freio à disco na dianteira, porta objetos abaixo do assento e suspensão com duplo amortecimento na frente e atrás. Sua distância do solo é de 100 mm.

LEIA MAIS: Yamaha Neo: o scooter volta mais forte e melhor adequado às novas tendências

Já o trem de força do top 1 entre os scooteres mais baratos é composto por partida elétrica por pedal, carburador, sistema de ignição por descarga capacitativa e câmbio CVT. Por último, mas não menos importante, o seu motor é um monocilíndrico de quatro tempos, com duas válvulas, que desenvolve 2,95 cv e 3,4 kgfm.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Renegade, Compass, patinetes e SUVs numa reflexão sobre a liberdade

Publicado


Jeep Renegade
Divulgação

Jeep Renegade: o SUV mais vendido do Brasil em 2019 parte de R$ 79.990, mas 70% de suas vendas são para frotistas

Os Jeep Renegade e Compass estão liderando o mercado de SUVs em 2019 e, por isso, a FCA tem muito a comemorar, certo? Sim. Mas não totalmente, pois existe um novo elemento no mercado da mobilidade: o patinete elétrico.

LEIA MAIS: Peugeot 2008 e o preconceito contra a marca do leão


Patinete
Divulgação

Patinete elétrico compartilhado em Curitiba: um modelo como este da foto pode custar até R$ 4.200.

Para ocuparem, respectivamente, a oitava e a décima posições no ranking de vendas, o Renegade e o Compass estão sendo vendidos com altos descontos. São as chamadas vendas diretas, feitas em lotes para frotistas. Na média, esse tipo de venda já responde por 40% dos negócios da indústria automobilística. No caso dos SUVs da Jeep, porém, é muito maior: o Jeep Renegade tem 70% de suas vendas feitas com altos descontos e o Jeep Compass tem 64%.

Esse fenômeno está ocorrendo porque o automóvel está deixando rapidamente de ser um símbolo de liberdade. O fordismo (sistema de produção em série iniciado em 1913) deu tão certo que simplesmente não há mais espaço nas ruas das grandes cidades. Até mesmo em estradas o espaço está cada vez mais reduzido.

LEIA MAIS: Por que os preços da Renault e da Fiat estão baixando no Brasil?

Veja Mais:  Algumas marcas dependem de seu carro-chefede vendas. E isso nem sempre é bom

Carro: sinônimo de liberdade


Jeep Compass
Divulgação

Compass: o segundo SUV mais vendido da Jeep custa R$ 103.990 e ocupa a décima posição no ranking geral

Andar de carro sempre foi um símbolo de liberdade. Tanto que o escritor francês Jean Baudrillard, em sua obra O Sistema dos Objetos, classificou o automóvel como “o objeto sublime”, conforme relato em meu livro Revolução no Jornalismo Automotivo (disponível no site da Amazon nos formatos impresso ou e-book).

Baudrillard escreveu que possuir um carro é como possuir um passaporte para a liberdade. Se o deslocamento é “uma necessidade” do ser humano e a velocidade representa “um prazer”, a posse de um automóvel é quase um diploma de cidadania. “A carta de motorista é a credencial desta nobreza mobiliária cujos costados são a compreensão e a velocidade máxima”, diz Baudrillard.

Embora seja um ícone do capitalismo e fundamental para o deslocamento dos indivíduos que movimentam a economia, o automóvel só tem o papel que tem porque a sociedade o fez assim. Ninguém nasce precisando de um carro. Não existem necessidades materiais que sejam naturais para o ser humano.

LEIA MAIS: Kwid e Zoe representam os dois extremos da Renault

Por isso, cabe a pergunta: será que a liberdade ainda está num automóvel? As montadoras tentam de todas as formas nos convencer que um SUV é o atual espírito de liberdade. Ele seria para os dias atuais o que um Ford Mustang conversível foi para o fim dos anos 60, por exemplo. Ou que o um Chevrolet Corvette representou para os jovens americanos no pós-guerra dos anos 50.

Veja Mais:  Honda HR-V volta a ser o SUV mais vendido do Brasil em outubro. Veja ranking

Mas, vejam que incoerência, a maioria dos SUVs é feito para o trânsito urbano! Ou seja: nem precisa de tração 4×4. São muitas as pessoas que compram SUVs com esse espírito. Mas não são todas. E cada vez mais a população das grandes cidades do mundo está adotando as bicicletas e os patinetes elétricos como a melhor forma de mobilidade. É a nova febre no Brasil, seguindo o que acontece na Europa.


Yellow
Divulgação

Patinete elétrico da Yellow: modelo compartilhado virou uma febre nas principais cidades brasileiras.

Agora, vamos a um detalhe importantíssimo: a questão financeira. O Jeep Renegade mais em conta sai por R$ 79.990. Ele vem com aquele motor 1.8 flex amarrado e beberrão. Com a gasolina no preço que está, não é nada animador. Já o Compass mais acessível custa R$ 103.990. Ele tem motor 2.0 e entrega mais status ao seu dono do que o Jeep Renegade. Mas será que esse status ainda tem o valor que tinha perante alguns setores da sociedade? Ou será que status mesmo é comprar um patinete elétrico e sair por aí driblando o trânsito?

LEIA MAIS: Jetta encosta no Cruze. Será que finalmente teremos briga entre os sedãs?

Um patinete elétrico desses que a gente vê nas calçadas para serem compartilhados pode custar entre R$ 2.000 e R$ 4.200. Estou pegando exemplos de um modelo da MobGo e outro da InMotion. Mas existem patinetes elétricos muito mais baratos. No site do Mercado Livre, por exemplo, é possível encontrar patinetes tipo E-Scooter ou Look Young por R$ 800 divididos em 12x de R$ 75.

Veja Mais:  Flagra! Novo Peugeot 208 é visto em testes,ainda disfarçado

Claro que um patinete elétrico não faz o que um carro faz. Menos ainda se esse carro for um SUV 4×4, como algumas versões do Renegade e do Compass. Porém, o patinete também não desvaloriza horrores, não fica 90% do tempo parado, não paga estacionamento, não tem IPVA, não tem seguro que custa o olho da cara, não requer manutenção caríssima nem outros empecilhos financeiros que têm afastado principalmente os jovens da compra de carros.

Apesar do Jeep Renegade e do Compass, é diante disso tudo que algumas montadoras estão absolutamente envolvidas com o futuro da mobilidade, como é o caso da Toyota, da Honda e da Nissan. Elas ainda mantém o discurso de que o carro é liberdade, mas já perceberam que, em muitos carros, a liberdade é exatamente o oposto: estar fora do carro. Num patinete elétrico, por exemplo.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Agora híbrido, novo Toyota RAV4 chega a partir de R$ 165.990

Publicado

Motor Show



Toyota RAV4 branco
Divulgação

Toyota RAV4 da nova geração ganha linhas arrojadas e deve chamar atenção no mercado diante dos rivais


A Toyota divulgou os preços do RAV4 Hybrid, variação híbrida da nova geração do SUV médio-quase-grande e que estreia no mercado brasileiro em duas versões, com preços que partem de R$ 165.990. As vendas estão previstas para começar no dia 13 de junho.
Clique aqui para conferir aqui a avaliação completa
, feita na Itália por nossos parceiros da Quattroruote.

LEIA MAIS:  Veja 5 carros que vão mudar ou sair de linha até o fim do semestre

Esse novo Toyota RAV4 2019 é montado sobre a base modular TNGA, a mesma usada pelo Prius e na geração mais recente do Corolla, mas na variação K (TNGA-K), mais sofisticada (a do Prius e Corolla é a TNGA-C, também do Lexus UX).

Nas duas versões oferecidas, o Toyota RAV4 Hybrid está equipado com um motor 2.5 a gasolina e outro elétrico, que desenvolvem a potência conjunta de 222 cv. Já o câmbio é automático, do tipo e-CVT. De acordo com a Toyota, o modelo é capaz de percorrer até mil quilômetros apenas com um tanque de gasolina.

A configuração mais acessível é a S Hybrid. De série, traz itens como faróis de LED, sete airbags, bancos de couro com regulagem elétrica para o motorista, bancos de couro com sistema de ventilação nos assentos dianteiros, seletor de modos de condução, ar-condicionado automático de duas zonas, chave presencial, volante multifuncional e sistema multimídia com tela de 7″.

Veja Mais:  Algumas marcas dependem de seu carro-chefede vendas. E isso nem sempre é bom

LEIA MAIS:  Novo Toyota RAV4 é revelado em NY, com mudanças no visual e na mecânica

Já a versão SX Hybrid sai por R$ 179.990 e adiciona itens como teto solar panorâmico, carregador de celular por indução, abertura motorizada da tampa do porta-malas, piloto automático adaptativo e o pacote de segurança Toyota Safety Sense II, que estreia as tecnologias semiautônomas da marca no Brasil (frenagem automática, farol alto automático, alerta de mudança de faixa, assistente de permanência em faixa e piloto automático adaptativo).

O novo Toyota RAV4 foi avaliado na última bateria de crash tests do Latin NCAP, obtendo a pontuação máxima de cinco estrelas (
leia mais aqui
).

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana