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Saúde

Consumo de vegetais pode ajudar a prevenir contra diabetes tipo 2, diz estudo

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Manter uma dieta à base de vegetais pode reduzir o risco de diabetes tipo 2, sugere um novo estudo publicado na revista JAMA Internal Medicine e divulgado pela CNN .

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Tigela de vegetais em formato de coração ao lado de medidor de diabetes e estetoscópio arrow-options
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Os vegetais podem reduzir em até 30% o risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo os resultados do estudo

Segundo o dr. Qi Sun, professor associado do Departamento de Nutrição da Harvard T.H. Chan Escola de Saúde Pública em Boston, a pesquisa mostrou que indivíduos com uma dieta baseada em frutas frescas, vegetais, cereais integrais, nozes e legumes e que minimizam o consumo de bebidas açucaradas e carboidratos refinados, diminuem em 30 % o risco de desenvolver diabetes tipo 2 .

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O novo estudo revisou nove estudos publicados anteriormente sobre dietas à base de plantas e o diabetes tipo 2 entre adultos. Esses estudos incluíram um total de 23.544 casos. Após a revisão, os pesquisadores concluíram que uma uma dieta à base de vegetais estava associada a um menor risco de desenvolver a doença.

Nos Estados Unidos mais de 30 milhões de pessoas têm diabetes – cerca de 1 em casa 10 americanos – e até 95% delas têm diabetes tipo 2, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças do país.

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Globalmente o diabetes está em ascensão. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) o número de pessoas com a doença subiu de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014.

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Saúde

Mulher precisa amputar a orelha após anos viciada em sessões de bronzeamento

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A britânica Anthea Smith, 44, diz que é viciada em bronzeamento artificial desde os 14 anos. Em 2010, porém, ela descobriu uma marquinha aparentemente inofensiva em sua orelha esquerda. “O médico descartou que fosse sério, então continuei fazendo minhas sessões regularmente”, conta ela ao portal The Sun. 

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Reprodução/TheSun

Anthea conta como o vício em bronzeamento causou um câncer de pele

O sintoma, porém, era indício de um melanoma – tipo mais comum do câncer de pele – e as sessões de bronzeamento à base de raios ultravioleta agravaram o caso até uma situação extrema, que fez com que a orelha de Anthea precisasse ser amputada. 

“Eu usava principalmente as câmaras artificiais porque o resultado era mais rápido. Não conseguia ficar sem me bronzear e não conhecia os riscos”, explica ela. A biópsia que diagnosticou o câncer de pele em estágio avançado foi feita apenas 5 anos depois do primeiro sinal. 

Leia mais: Conheça os tipos de câncer de pele e saiba como evitá-los

Anthea precisou de duas cirurgias . Na primeira, teve a parte externa do ouvido retirada. “Na segunda, retiraram meu ouvido interno, o ouvido médio, as glândulas salivares do lado esquerdo e todos os meus nódulos linfáticos” diz ela, acrescentando que a perda resultou em surdez e problemas de equilíbrio. 

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“Durante o tratamento eu conheci uma mulher que perdeu o nariz para a doença. Outra que não tinha mais nenhuma das orelhas, foi uma fase que me assustou muito”, recorda Anthea. 

Hoje, ela diz que faz exames regulares para o acompanhamento da doença, cujo tratamento está concluído. Apesar de não haver mais sinais do melanoma, porém, a britânica confessa que vive com medo de uma nova manifestação. “Me sinto culpada porque foi algo que fiz contra mim mesma”, desabafa. 

O que causa o melanoma?

Esse tipo de tumor maligno surge quando os melanócitos, ou seja, as células que produzem a melanina e dão cor e pigmentação à pele, crescem de modo anormal. A  exposição excessiva e constante aos raios solares e bronzeamento sem a proteção adequada, inclusive na infância, é um fator de risco.

Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é outro fator que também deve ser considerado, pois, quanto mais tempo de exposição ao sol, mais envelhecida a pele fica.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ventilador x ar-condicionado: qual é o pior para quem sofre com rinite?

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Chega o verão e, com a necessidade de refrescar os ambientes, uma dúvida é recorrente na vida de quem sofre de alergias respiratórias: ventilador faz mal para a saúde? E o ar-condicionado? Será que algum deles pode piorar as crises de rinite? Para responder as perguntas, consultamos o otorrinolaringologista da Cia. da Consulta, Alexandre Colombini.

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Thinkstock/Getty Images

Ventilador é uma alternativa muito buscada nos dias mais quentes

Antes de qualquer coisa é importante entender que a rinite é causada por uma irritação e inflamação nasal que traz sintomas desagradáveis como congestionamento nasal, vermelhidão, inchaço e coceira. A reação, porém, não deve ser confundida com gripes ou resfriados, que possuem sintomas parecidos. 

“Na verdade o que interessa realmente é a condição de limpeza do ventilador ou do ar-condicionado . Se a gente liga aquele ventilador que passou o ano encostado e está cheio de poeira, ele vai acabar espalhando poeira e ácaros pelo ambiente”, explica o profissional, referindo-se aos alérgenos mais comuns no engatilhamento das crises de rinite. 

Leia mais: Como atenuar crises de alergia?

A mesma recomendação é dada no caso dos condicionadores de ar. “É importante que ele esteja limpo, pois grande parte do ar do ambiente – que interfere na qualidade respiratória – virá dele. Quando sujo, o ar-condicionado espalha microorganismos como vírus e bactérias que ficam retidos no filtro”, reforça Pellegrini. 

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Um adendo, porém, vale para quem prefere o ar-condicionado: o uso frequente e muito prolongado pode, sim, causar danos. “Se usado de maneira muito intensa, ele acaba removendo a umidade do ar , o que também facilita o desenvolvimento das doenças respiratórias”, explica. 

Leia mais: 10 erros para evitar na limpeza de casa

Para ficar de olho na limpeza correta dos climatizadores , não tem mistério: é importante conferir sempre o filtro do ar condicionado, que costuma ficar na parte interna do aparelho, e seguir as orientações do fabricante para a limpeza. Na maioria dos casos, uma lavagem semanal utilizando apenas água é o recomendado.

No caso dos ventiladores, o procedimento é semelhante. A sujeira se mantém acumulada nas grades e na hélice do objeto, mas outras áreas, como a região do motor, também não devem ser esquecidas. Até quem não sofre com rinite vai agradecer por se refrescar sem colocar a saúde em risco com esses cuidados. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Coreia do Sul registra primeira morte por novo coronavírus

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(ANSA) – Enquanto o novo coronavírus (Sars-CoV-2) dá sinais de arrefecimento na China, a epidemia fez suas primeiras vítimas na Coreia do Sul e no navio Diamond Princess, que está em quarentena há mais de duas semanas no Japão.

Leia mais: Médico japonês conta como é o trabalho no navio isolado por coronavírus

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Primeira morte por coronavírus é confirmada na Coreia do Sul

No condado sul-coreano de Cheongdo, um homem de 63 anos que estava internado com pneumonia faleceu na manhã da última quarta-feira (19). Exames mostraram que ele havia contraído a Covid-2019, doença causada pelo Sars-CoV-2.

Até o momento, a Coreia do Sul já confirmou 104 casos do novo coronavírus. No Japão, duas das 634 pessoas contaminadas no Diamond Princess – um casal de cerca de 80 anos – morreram. O navio havia sido isolado em 5 de fevereiro com 3,7 mil indivíduos a bordo, entre passageiros e tripulantes, e passou duas semanas em quarentena.

Leia mais: Número de casos suspeitos no Brasil cai pra dois

As primeiras 443 pessoas desembarcaram na quarta-feira, e a operação de evacuação continuará até sexta, mas apenas para quem testou negativo para o novo coronavírus e não apresentou sintomas. Já na China, a Comissão Sanitária Nacional (NHC) registrou 394 casos e 114 mortes na última quarta, menores valores diários em cerca de um mês. “Nossos esforços estão funcionando”, disse o ministro das Relações Exteriores Wang Yi.

Veja Mais:  Número de mortes pelo novo coronavírus chega a 722 na China

Segundo dados compilados pela Universidade John Hopkins, nos EUA, a epidemia contaminou 75.751 pessoas e matou 2.130. 

Fonte: IG SAÚDE

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