conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Portal Agro

Cresce número de registros de produtos biológicos para uso agrícola

Publicado

Em 2018 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) bateu o recorde no registro de defensivos de baixa toxicidade: 52 novos produtos de um total de 450 registrados. Estes agrotóxicos de baixa toxicidade – menos nocivos à saúde humana – são aqueles que contém organismos biológicos, microbiológicos, bioquímicos, semioquímicos ou extratos vegetais, e podem até mesmo ser usados na agricultura orgânica.

Em 2017 foram registrados 40 produtos de baixa toxicidade somando 405 registrados; em 2016 foram 39 biológicos e 277 no total. “A variedade de produtos beneficia muitas culturas, pois a maior parte deles são registrados para um ou mais alvos biológicos, independente da cultivar onde estas pragas são encontradas”, explica o chefe da Divisão de Registro de Produtos Formulados da Secretaria de Defesa Agropecuária, Bruno Cavalheiro Breitenbach.

Segundo Breitenbach “o recorde de registro de produtos menos tóxicos é resultado da política adotada pelo governo federal de priorizar a análise dos processos de registro destes produtos”. Ele disse ainda que há uma maior demanda dos produtores rurais brasileiros por alternativas menos agressivas ao meio ambiente e ao consumidor.

Com a nova política de priorizar os produtos biológicos, a demora para o registro destes produtos foi reduzida drasticamente. Atualmente o tempo médio entre o pedido de registro pelo interessado e a conclusão do processo varia de três a seis meses.
Atualmente existem 1.345 pedidos de registro de agrotóxicos em análise no Mapa. Além do Ministério também analisam os pedidos os Ministérios da Saúde, do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Veja Mais:  Financiamento do agro teve juros menores e mais operações contratadas

Vespas
Exemplos de defensivo biológico são algumas espécies de vespas ou fungos que ao serem liberados nas lavouras atacam unicamente as lagartas que causam danos às culturas. O produtor brasileiro pode então dispensar o uso de produtos químicos para travar uma guerra biológica com as pragas, onde quem ganha é o bolso do produtor, a sociedade e o meio-ambiente.

Na avaliação de Breitenbach o mercado dos produtos biológicos tende a aumentar pois têm sido observados volumes cada vez maiores de investimentos em pesquisa e desenvolvimento, bem como um aumento do número de empresas que atuam neste segmento.

Mais informações à Imprensa:

Coordenação geral de Comunicação Social

Janete Pires
imprensa@agricultura.gov.br

Comentários Facebook

Portal Agro

Ministra pretende criar política para o setor leiteiro

Publicado

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse nesta quinta-feira (17) a representantes da cadeia produtiva do leite e de órgãos de governo ligados ao segmento que o setor precisa sair da gangorra do sobe e desce de renda, com medidas de curto e longo prazo capazes de trazer equilíbrio à atividade. Uma das primeiras ações que a ministra quer implementar é a criação de uma política para o setor na Câmara Setorial do Leite e Derivados, que será incluída no Plano Plurianual (PPA) a ser lançado em abril. “O Ministério vai ouvir todos os segmentos para uma ação conjunta em relação ao leite”, observou.

O preço do leite pago ao produtor melhorou em dezembro, com a redução das importações, lembrou. “Mas o setor precisa de apoio e não podemos deixar mais produtores saírem do mercado por causa de importações que aviltam os preços, principalmente na entrada da safra”.

“Estamos muito preocupados com o setor e precisamos achar um caminho, devido à importância econômica e social do segmento leiteiro”, afirmou. A ministra destacou ainda a importância da extensão rural para os criadores, tanto na melhoria da produtividade como na qualidade do leite.

Tereza Cristina informou que está buscando uma solução para as importações de leite junto às autoridades argentinas, mas alertou que o Brasil não pode criar cotas no Mercosul. “Eles também têm problemas lá com seus produtores, e nós temos que achar uma solução inteligente”.

O presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, lembrou que o governo brasileiro precisa se manifestar até o dia 6 de fevereiro sobre a renovação ou não do processo antidumping contra a Nova Zelândia e União Européia. Até a data, serão mantidas as tarifas de 14,8% para as importações de leite da UE e 3,9% da Nova Zelândia.

Veja Mais:  Nota de pesar – Ueze Elias Zahran

 O executivo Marcelo Martins reivindicou acelerar a elaboração do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para iniciar as exportações de leite para o México e a China,  opções que considera importantes para escoamento da produção brasileira. 

 

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

Conab aponta queda na produção de café

Publicado

A produção de café no Brasil diminuir neste ano, devendo ficar entre 50,48 e 54,48 milhões de sacas beneficiadas, devido à influência da bienalidade negativa dos cafezais – processo natural em que a planta se recupera do maior direcionamento de energia para a frutificação na safra passada, sobretudo na espécie arábica.

O volume total perde cerca de nove milhões de sacas para a safra 2018, quando houve a maior colheita da série histórica do grão.

Os números são do 1º Levantamento da Safra de Café, divulgado nesta quinta-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Também a área de produção teve redução de 1,2% comparada à da última safra, estando calculada em 1.842 mil hectares.

A produção do arábica está estimada entre 36,12 e 38,16 milhões de sacas, apresentando redução comparativa à colheita passada (de 23,9% a 19,6%).

Já o conilon cresce a uma taxa de 1,3% a 15,2%, com possibilidade de atingir entre 14,36 e 16,33 milhões de sacas, ajudado por situações climáticas favoráveis e por não sofrer nesta safra os impactos do ciclo bienal.

“Tivemos um clima favorável, ainda que, no princípio da safra, lá no início, tenha ocorrido crises climáticas.  Seguindo assim nós podemos chegar nesses níveis estimados pela Conab”, disse o diretor de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Silvio Farnese.

Veja Mais:  Financiamento do agro teve juros menores e mais operações contratadas

O estado mais prejudicado pelo fenômeno da bienalidade negativa é o estado de Minas Gerais, responsável por mais da metade do volume colhido no país, devendo colher entre 26,4 e 27,7 milhões de sacas ante os 33,36 milhões da safra passada, que foi de bienalidade positiva.

O destaque da produção estadual é a região Sul do estado, que tem perspectiva de produção entre 14,49 e 15,18 milhões de sacas.

O Espírito Santo, que responde pela maior produção do café conilon com cerca de 65% do total do país, deve registrar entre 12,48 e 14,73 milhões de sacas, semelhante às da safra anterior, com seus 13,74 milhões de sacas.

Em relação ao mercado internacional, Farnese comentou que houve pequena reação no últimos dias. “Os preços já estão subindo em dólar por libra e peso. Há possibilidade, no arábica, de fortalecimento em função da menor oferta”.

 

Veja íntegra do estudo

 

Mais informações para a imprensa:

Gerência de Imprensa

(61) 3312-6338/6344/6393/2256/6364/6389

imprensa@conab.gov.br

Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

Brasil vai exportar material genético bovino e bubalino para o Suriname

Publicado

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento recebeu nesta segunda-feira (15), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Suriname, a aprovação do Certificado de Saúde Animal para exportação de sêmen e embriões bovinos e bubalinos in vivo e in vitro àquele país.

As tratativas com o Suriname iniciaram em novembro de 2016, para alinhar a certificação firmada pelo Ministério nos embarques de sêmen bovino aos controles operacionais realizados pelas centrais de coleta e processamento deste material. A negociação também teve o objetivo de possibilitar as exportações de embriões bovinos “in vivo” e “in vitro”, que até então não podiam ser comercializadas para o Suriname, pois não havia acordo sanitário.

Em 2015, o Ministério, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), uniram esforços para mapear oportunidades para ampliar mercados importadores de material genético bovino. A estratégia deu certo devido aos avanços sanitários do Brasil, principalmente o reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) do país ser livre da febre aftosa com vacinação.

Contribuiu também o melhoramento genético realizado nos últimos 50 anos, com a formação de rebanho de origem taurina e zebuína de alto desempenho, além do desenvolvimento de técnicas de transferência de material genético no campo, e o investimento feito pelos centros de coleta e processamento de sêmen e embriões em tecnologia e de biosseguridade, para atender as especificações internacionais.

Veja Mais:  Campanha incentiva consumo moderado de vinho

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana