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Nacional

Criador do Escola Sem Partido discorda de texto que está sendo votado na Câmara

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Criador do movimento Escola sem partido, Miguel Nagib foi conversar com o relator do projeto, deputado Flavinho (PSC)
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Criador do movimento Escola sem partido, Miguel Nagib foi conversar com o relator do projeto, deputado Flavinho (PSC)

Fundador do movimento Escola sem Partido , o procurador de Justiça de São Paulo Miguel Nagib foi à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (6) pedir que o relator do projeto de lei que recebeu o mesmo nome, deputado Flavinho (PSC-SP), retire do texto a proibição para tratar de questões de gênero nas escolas.

Nesta quinta-feira (6) haveria mais uma tentativa de votação do substitutivo da Escola sem partido apresentado por Flavinho na comissão especial que discute a matéria na Câmara, mas isso não ocorreu. Nagib, então, encontrou o parlamentar no plenário da Casa e teve com ele uma breve conversa no café do local.

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 “O substitutivo tem artigos que se contradizem; está errado, não pode ficar assim. Eu acho que essa lei não pode proibir conteúdos, nem questão de gênero, ela deve estabelecer que seja qual for o conteúdo, ele tem que ser apresentado sem dogmatismo, sem proselitismo, que são abordagens próprias da religião”, disse Miguel Nagib .

O tempo está cada vez mais apertado para que o projeto seja aprovado na atual legislatura, o que é o desejo daqueles que são favoráveis ao texto. Já aqueles que são contrários, querem que o projeto seja arquivado, o que ocorrerá caso a aprovação na comissão especial não seja ainda este ano. Nagib acredita que a supressão do artigo que trata de gênero vai facilitar a aprovação.

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O procurador explica que o próprio substitutivo estipula, no Artigo 2º, que o poder público “não se imiscuirá no processo de amadurecimento sexual dos alunos nem permitirá qualquer forma de dogmatismo ou proselitismo na abordagem das questões de gênero”.

Depois, ressaltou Nagib, o texto apresenta uma contradição, no artigo 6º, quando diz: “A educação não desenvolverá políticas de ensino, nem adotará currículo escolar, disciplinas obrigatórias, nem mesmo de forma complementar ou facultativa, que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo ‘gênero’ ou ‘ orientação sexual ’.”

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Após a conversa, o deputado Flavinho disse que irá analisar a possibilidade de mudança na redação, mas que não abre mão da proibição de que escolas tratem de orientação sexual.

“Questão de orientação sexual, questões de gênero, que são questões filosóficas, ideológicas, não são permitidas de serem tratadas no ambiente escolar, se não for de forma científica. Como não há ciência sobre isso, ele [o substitutivo] impõe uma limitação para o trato da questão”, diz.

Ele acrescenta, no entanto, que não há proibição no projeto da Escola sem partido “de se tratar de questões da sexualidade, dentro do ambiente próprio, da faixa etária própria. Não há nenhuma proibição como essa no substitutivo”.

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*Com Agência Brasil

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Nacional

Em São Paulo, manifestantes pedem que “os 57 milhões de votos” sejam respeitados

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Manifestantes em São Paulo
João Cesar Diaz

Em São Paulo, manifestantes pedem reforma da Previdência, apoio ao pacote anticrime e tem críticas ao Centrão e STF

O Centrão, bloco de partidos do Congresso, e o Supremo Tribunal Federal (STF) são dois dos principais alvos dos manifestantes que se reúnem na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (26), em ato de apoio ao presidente Bolsonaro .

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Pouco antes das 14h, horário marcado para o início, a manifestação reunia menos gente dos que os protestos realizados no mesmo local em 2015 e 2016 a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Nove carros de som de diferentes movimentos foram estacionados ao longo de nove quarteirões da avenida. Vestidos de camisa amarela e enrolados em bandeiras do Brasil, os manifestantes se misturam às pessoas que usam a avenida como área de lazer aos domingos.

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Por volta das 13h30, o caminhão que reunia mais público era o do movimento Brasil Conservador. No carro de som, havia uma foto de Bolsonaro e uma de Olavo de Carvalho, o guru do governo. “O Centrão só quer dinheiro, mas o Brasil é do povo brasileiro”,  puxava o grito um dos líderes em cima do carro de som.

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Os manifestantes também pediam a reforma da Previdência e a CPI da Lava-Toga. A presença do líder do PSL no Senado, Major Olímpio, que estava no meio do público, foi anunciada.

Em outro caminhão, de responsabilidade de diversos movimentos, como o Direita São Paulo e o Avança Brasil, as faixas defendiam a MP 870 (medida provisória da reforma administrativa do governo), a aprovação do pacote anticrime do ministro da Justiça Sergio Moro e o repúdio ao Centrão.

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Em uma outra faixa com a foto de Bolsonaro, os manifestantes pedem que “respeitem os 57 milhões de votos”.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

“Povo está indo às ruas defender o futuro dessa nação”, diz Bolsonaro sobre atos

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presidente Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro também disse que pela “primeira vez na história” um presidente está cumprindo promessas de campanha


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, neste domingo (26), que o povo está nas ruas nos  atos pró-governo para “defender o futuro da nação” e dar um recado para à velha política. A declaração foi dada durante uma vista a Igreja Batista Atitude da Barra, no Rio de Janeiro.

“Hoje é dia que o povo está indo às ruas para defender o futuro dessa nação. Com firme propósito de dar recado para aqueles que teimam, com velhas práticas, não deixar que esse povo se liberte. Agradeço mais uma vez a consideração e a simpatia de todos”, disse Bolsonaro

Ele disse, ainda, que “pela primeira vez na história do Brasil” um presidente está cumprindo o que prometeu durante a campanha. “Os problemas se avolumam. Se fosse só eu a sofrer, estava feliz. Mas quem está ao meu lado, seja parente ou não, também sofre. São 208 milhões de pessoas às quais eu devo obediência, lealdade e o norte que tem que ser dado para o futuro do nosso país Não há um dia sequer que eu não agradeça a Deus pela minha vida. Somente com a força de vocês, nós poderemos governar”.

Pelo Twitter,  o presidente também apoiou o comparecimento nos atos . Na semana passada, Bolsonaro afirmou que  não participaria das  manifestações  convocadas em apoio ao seu mandato. O presidente teria dito que não iria aos atos para demonstrar “respeito pelo cargo e por suas resposabilidades”.

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“Idiotas úteis”

No último dia 15, manifestantes contrários ao governo de Bolsonaro também realizaram protestos por todo o Brasil contra os cortes de gastos com Educação. Na data, o presidente chamou os protestantes da oposição de “militantes”, “idiotas úteis” e “massa de manobra”

“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil”, disse  Bolsonaro .

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Defesa Civil monitora movimento de barragem em mina de Barão de Cocais

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Barão de Cocais
Divulgação/Vale

Por risco de rompimento em barragem da Vale em Barão de Cocais, 500 pessoas foram evacuadas da cidade

A Defesa Civil continua monitorando a movimentação do talude norte da mina de Gongo Soco, da mineradora Vale, em Barão de Cocais (MG), a 100 quilômetros de Belo Horizonte. A previsão da Agência Nacional de Mineração (ANM) era de que o rompimento da barragem ocorreria até ontem, sábado, dia 25.

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De acordo com Juvenal Caldeira, secretário municipal do Desenvolvimento Econômico da cidade e membro efetivo da Defesa Civil municipal, o risco de rompimento do talude, que funciona como uma parede de contenção para a barragem , segue no nível 3, o mais alto.

“O receio de toda a cidade é que o talude venha descer”. Segundo ele, o temor é que isso “cause vibração e afete a montanha”, o que pode impactar a barragem Sul Superior, 1,5 quilômetro abaixo da contenção. A movimentação do talude chegou a 20 centímetros em alguns pontos, um centímetro acima do observado anteriormente.

Caldeira assinala que 400 pessoas que vivem nas comunidades de Socorro, Tabuleiro, Piteira e Vila do Congo, que eventualmente podem ser afetadas, já foram retiradas. A população da Barão de Cocais participou de dois simulados para emergência. Os 16 postos de saúde da cidade estão equipados com geradores de energia, em caso de suspensão do fornecimento de luz, e há sete caminhões pipa com água potável à disposição da população de Barão de Cocais .

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Abaixo da barragem Sul Superior, a cerca de um quilômetro, estão sendo montados blocos de granito dentro de telas. Além disso, teve início o trabalho de terraplanagem para erguer um novo muro de contenção de 35 metros de altura, 400 metros de extensão na parte superior, com 10 metros de espessura e aterrado cinco metros abaixo do nível do solo. A construção deverá levar até um ano. Esse novo muro é um ponto anterior às comunidades cujos moradores foram removidos.

Fonte: IG Nacional
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