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Saúde

Em São Paulo, acesso a UBS é desigual e há menos postos de saúde que o indicado

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Morte temporária? Método de animação suspensa é usado em humanos pela 1ª vez

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Os filmes de ficção científica estão mais próximos da realidade. No começo desta semana foi revelado durante um simpósio na Academia de Ciências de Nova York que médicos americanos “congelaram” um paciente durante cirurgia.

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Animação Suspensa foi utilizada em humanos pela primeira vez

O procedimento de “animação suspensa” – quando existe uma hipotermia induzida – foi utilizado num pronto-socorro de Baltimore, nos Estados Unidos, para evitar a morte da vítima. A ideia é injetar soro gelado na artéria aorta do paciente para que sua temperatura interna chegue entre 10ºC e 15ºC.

A respiração e os batimentos cardíacos reduzem tanto que nem os aparelhos conseguem detectar. Mas por que recorrer a esse tipo de procedimento? A animação suspensa , ou técnica de preservação e ressuscitação de emergência (EPR), foi desenvolvida para ser utilizada em cirurgias com pacientes gravíssimos.

Como o organismo funciona em câmera lenta, a chance de sobrevivência da vítima durante uma operação é maior. Caso o paciente tenha perdido muito sangue, com o EPR os médicos conseguem ganhar um tempo extra para reverter a situação. Após os procedimentos, os médicos reaquecem o corpo e reanimam o coração do paciente.

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A técnica é nova e não é 100% segura, já que durante o “congelamento” pode ocorrer algum problema e o paciente vir a morte , mas de acordo com os relatos da Academia de Nova York o primeiro procedimento foi um sucesso.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Médicos usam podcasts para divulgarem dicas de saúde: “Ótimo canal de diálogo”

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2019, dizem, é o ano do podcast no Brasil. Nunca o formato de programa de áudio, que pode ser ouvido por streaming ou baixado para celular ou computador, foi tão popular por aqui. Rendendo-se ao formato, profissionais de saúde vêm encontrando nele uma maneira de dividir seu conhecimento e oferecer  dicas de saúde  e beleza aos pacientes.

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Formato de podcasts cresceu no Brasil em 2019 e deve continuar em alta no ano que vem

Para Apolônia Sales, foi uma questão de aderir a mais mídia. Dermatologista com 12 anos de atuação, há quatro ela produz vídeos para seu canal no YouTube, que tem quase 12 mil inscritos, e, em julho, publicou o primeiro episódio do podcast “Dra. Apolonia Sales”, em que fala de cuidados com a pele e os cabelos .

“Eu já tinha vontade de gravar um podcast, mas depois de um curso de cirurgia plástica que fiz este ano em Nova York com a Lara Devgan, conheci o programa dela e decidi fazer o meu”, conta, referindo-se à cirurgiã plástica americana que tem um dos podcasts de estética mais populares do mundo, o “Beauty bosses”.

A facilidade de produzir e consumir o formato foi seu maior estímulo. “Para ver um vídeo, a pessoa tem que estar prestando atenção. O podcast dá para ouvir no carro, na academia. E a gravação também é mais simples. Para fazer vídeos eu preciso da câmera, de luz, de preparar o local de gravação”, compara. “Ainda vou fazer os vídeos, mas penso em expandir o podcast.”

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No atual formato do programa, Apolônia fala por três ou quatro minutos. A duração mais curta (bem abaixo da média brasileira, que é de 65 minutos, segundo uma pesquisa da agência de jornalismo e produção de conteúdo digital Volt Data Lab) foi pensada para não cansar os ouvintes. Para gravar, Apolônia usa o celular e o esboço de um roteiro que ela mesma prepara. A edição é feita por um profissional.

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Segundo uma pesquisa do Ibope divulgada em maio, pelo menos 50 milhões de brasileiros (40% dos 120 milhões de usuário de internet do país) já ouviram um podcast. Sendo assim, há um enorme público potencial para o formato. Por isso, Apolônia já pensa em mexer no modelo do programa no ano que vem.

Ouvinte de podcasts, ela revela alguns que lhe servem de referência. “Ouço o “Beauty, by Dr. Kay” e o “Master of scale”. Brasileiros ouço menos, até porque não existem muitos na área de saúde.”

“Este é um ótimo canal de diálogo”

Márcia Linhares, dermatologista que também lançou seu programa este ano, acredita que a pouca oferta de conteúdo em áudio sobre saúde no Brasil se deve a um certo conservadorismo dos médicos, mas crê que o cenário tende a mudar. “O médico precisa abrir a cabeça e entender que este é um ótimo canal de diálogo”, diz . 

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O “Dra. Márcia Linhares”, lançado em outubro, é semanal e já abordou temas como os cuidados na hora de aplicar botox e tratar das celulites. Foi ouvindo audiolivros que Márcia percebeu o poder desse tipo de mídia. As pautas são sugeridas por seus seguidores no Instagram:

“As pessoas mandam muitas mensagens em privado no Instagram com dúvidas. Achei que responder de maneira mais ampla poderia ser um serviço público interessante. E só preciso do silêncio do consultório e do meu celular para gravar.”

Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, ela explica alguns cuidados que um médico precisa ter na hora de gravar. “Não podemos fazer propagandas de marcas, receitar nem sugerir tratamentos. O material deve ser apenas informativo.”

O endocrinologista Henrique Passos está lançando seu podcast este mês, no qual entrevista outros profissionais de saúde:

“A ideia é que eu seja uma espécie de guia para apresentar ao público outros profissionais. Já entrevistei um preparador físico, um nutricionista e um psicólogo. O objetivo é promover conhecimento, para evitar que as pessoas cometam erros como tomar hormônios para melhorar o desempenho na atividade física ou fazer dieta sem acompanhamento.”

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Henrique ouve podcasts de educação financeira, sobre mercado de trabalho e de notícias. Para ele o momento é de crescimento desta mídia. “Praticamente não existiam podcasts sobre saúde no Brasil no começo do ano. A tendência é que esse número seja cada vez maior.”

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Febre, náuseas e até desmaios: saiba o que é envenenamento solar e como evitá-lo

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Bolhas, envelhecimento precoce da pele, risco maior de desenvolver câncer de pele e por aí vai. Esses são alguns dos problemas que a radiação do sol pode causar. No entanto, há, ainda, um outro perigo conhecido como envenenamento solar, que pode levar o paciente apresentar diversos sintomas, como exaustão e até mesmo desmaios. 

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O envenenamento solar vai além da queimadura e, em casos mais graves, a pessoa pode até desmaiar; saiba o que é

“O envenenamento solar é uma reação a uma queimadura grave que afeta todo o corpo e os sintomas podem durar de algumas horas, em casos mais leves, a dias, em casos mais graves”, ressalta Claudia Marçal, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Nesse caso, a radiação solar lesiona o tecido cutâneo e deixa a pele avermelhada e sensível. Além disso, a condição pode provocar bolhas, desconforto, coceira, ardência, elevação da temperatura da pele, inflamação e ressecamento. Em situações de queimaduras severas, a condição pode provocar dores de cabeça, febre, calafrios e fadiga.

“Quando sua pele queima, ela fica inflamada e isso causa a vermelhidão e a hipersensibilidade. Mas, dependendo da exposição do corpo aos raios ultravioleta e a susceptibilidade da pele, as queimaduras podem causar também uma inflamação sistêmica em todo o corpo, com urticária, erupções e bolhas”, pontua Claudia.

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Pessoas que passam longos períodos expostas ao sol sem a fotoproteção adequada são as mais afetadas pelo envenenamento solar, que é mais comum de acontecer na praia. Isso porque a radiação não vem apenas diretamente do sol. A dermatologista destaca que a areia e a água também refletem o UVA e UVB.

 “A radiação ultravioleta B deixa a pele vermelha, inflamada e queimada, danificando a epiderme e é mais abundante entre 10h e 16h. Seu grau de proteção é medido pelo FPS e é uma radiação que pode furar o bloqueio dos filtros químicos e aumentar o risco de cancerização”, destaca a profissional.

Estou com envenenamento solar! E agora?

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Dermatologista explica o que pode ser feito se você estiver com envenenamento solar

De imediato, após sentir que o corpo foi ‘envenenado’ pela radiação solar, a primeira orientação é sair do sol e voltar para o local em que estiver hospedado. “O ideal é gradualmente esfriar a pele com uma compressa fria ou um banho frio”, diz Claudia. “Evitar o sol por vários dias também é recomendado”, completa.

Depois, é hora de procurar atendimento médico, em que um anti-inflamatório pode ser receitado. “Além disso, o paciente deve manter-se bem hidratado para ajudar a reduzir a inflamação sistêmica e acelerar a cicatrização da queimadura solar. Se não for detectado, o envenenamento solar pode levar à desidratação grave, que requer hospitalização”, pontua a médica.

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Durante a consulta, o especialista pode indicar também uma loção pós-sol. “Devemos utilizá-la após a exposição solar sempre que a pele estiver avermelhada, sensível, com ardência ou se houve abuso por falta de FPS adequado ou muitas horas em exposição, o que causará desconforto, ressecamento e inflamação”, orienta Claudia.

O objetivo do produto é promover conforto, hidratação imediata com sensação de frescor, amenizar a inflamação e diminuir a vermelhidão , assim como recuperar o tecido cutâneo lesionado pela radiação solar. O item possui em sua composição camomila, aloe vera, vitaminas E e B5 e outros extratos que ajudam acalmam a pele e ajudam em sua recuperação.

Na hora da aplicação, áreas como áreas como a região do peitoral, ombros, costas, braços, mãos e pés devem ser priorizadas. Para a face e pescoço, devem ser utilizados produtos específicos e, no caso de ardência e desconforto, Claudia recomenda utilizar água termal para potencializar o efeito na forma de compressas ou na forma de spray. 

No caso de receitas caseiras, a dermatologista sugere usar amido de milho para aliviar os sintomas de ardência, desconforto e vermelhidão. “Deve ser diluído em água, no chamado banho coloidal. Em média, seis colheres de sopa cheias para dois litros de água”, pontua a especialista, que recomenda sempre buscar ajuda médica. 

Hidratar a pele também é importante nesse processo. “Ativos hidratantes à base de ácido hialurônico e silício, vitaminas e óleos terapêuticos de reparo como de óleo de argan, calêndula, girassol e orquídea melhoram a hidratação evitando que a pele fique ressecada e descame, também promovendo o reparo e regeneração epidermal”, completa.

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O que fazer, afinal, para evitá-lo?

A principal dica é ir à praia ou estar em exposição solar direta nos horários recomendados: até às 10h e depois das 16h, pois existe uma menor incidência da radiação ultravioleta B durante esse período. Além tentar respeitar esses horários, é importante não esquecer de passar protetor solar 30 minutos antes da exposição solar direta. 

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Por fim, a dermatologista sugere, além do uso de chapéus, bonés e roupas com FPS 50, quando necessário, a reaplicação do protetor a cada duas horas ou após 20 minutos na água e na quantidade correta. Ao seguir essas recomendações, é possível evitar, ao máximo, as chances de sofrer  envenenamento solar

Fonte: IG Saúde
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