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Embate interno: Citroën C3 1.2 de entrada ou 1.6 AT de topo? Temos um vencedor

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Guilherme Menezes/iG Carros

Apesar de ausentes no Citroën C3 Attraction testado (direita), ele vem com o mesmo DRL e os faróis de neblina do Urban Trail (esquerda)

Testamos as versões de entrada e de topo do Citroën C3, hatch que vem amargando a última colocação em vendas no segmento dos hatches compactos. São as versões 1.2 Attraction manual (R$ 55.790) e a Urban Trail (R$ 72.790). No acumulado de 2019, 2.857 unidades foram emplacadas, quase a metade do “irmão” Peugeot 208 (5.608 unidades), que ocupa a 10ª colocação no ranking da Fenabrave.

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Por que isso acontece? Antes de tentar trocar em miúdos, vamos ver com do que ambas as versões do Citroën C3 são recheadas. Na Attraction , o modelo vem com central Multimídia Citroën Connect (com conectividade para celulares), câmera de ré, rodas de liga leve opcionais, volante revestido com couro, airbag lateral, luzes diurnas de LED (DRL), faróis de neblina, entre outros. Para o Urban Trail , são adicionados bancos bordados, aplique plástico nas caixas de roda, molduras plásticas nas laterais, acabamento metálico no volante, pintura com teto preto e rodas de 16″ com desenho exclusivo. Isso para inserir o modelo em uma proposta aventureira.

Nos conjuntos mecânicos, por sua vez, o modelo de entrada com câmbio manual de cinco marchas oferece o motor 1.2 PureTech de três cilindros, que produz até 90 cv e 13 kgfm. De acordo com os dados do Inmetro, o C3 com motor PureTech tem consumo urbano de 10,6 km/l e 14,8 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 11,3 km/l e 16,6 km/l (na mesma sequência). Enquanto isso, o aventureiro migra para o 1.6 de quatro cilindros, que gera até 118 cv e 16,1 kgfm. Segundo o inmetro, tem consumo urbano de 7,6 km/l e 10,9 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 9,3 km/l e 13,2 km/l (na mesma sequência).

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Até aí, são números competitivos ante alguns de seus rivais. Então o que explica a sua impopularidade? O primeiro ponto está na imagem da marca, que principalmente a partir da segunda metade da década que se foi, a PSA precisou a rever alguns conceitos. Os projetistas perceberam que o Brasil não era a França no que diz respeito às demandas do mercado consumidor. Nos anos 90, quando a marca firmou as suas atividades no mercado brasileiro — após a abertura das importações — e nos anos 2000, tecnologias inéditas foram tanto o motivo de grande admiração, quanto de afastar a clientela. Mas e quanto ao C3 especificamente?

Impressões

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O Citroën C3 ainda tem seu espaço entre os rivais? Descobrimos nas impressões

Eis então que chegamos no segundo ponto, o mais decisivo para a avaliação. Um dos seus maiores atributos é certamente a personalidade. Ao olhar para ele, não há quem diga que o carro é apenas mais um — o que ocorre bastante com modelos que parecem praticamente iguais entre si e entre outros carros da mesma marca. Suas linhas são suaves e curvas, o que contribui bastante para um visual sutil, moderno e harmônico. No interior, a mesma coisa: o desenho e a disposição dos componentes não geram a sensação de monotonia, mesmo quando se está cercado de plástico.

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O único porém, para mim, com 1,71 m de altura, é a sua ergonomia. No fim das contas eu achei a correta posição de dirigir, mas não foi tão simples. Pelo fato da base do assento ser levemente inclinada para cima em sua extremidade, os pés não ficam bem apoiados no assoalho, o que gera certa estranheza principalmente na hora de migrar o pé direito entre os pedais. Além disso, pelo fato do ponto H (altura do assento) ser relativamente elevado, ao posicionar o volante para alguém da minha altura, ele acaba por ficar muito próximo das pernas, que dificultam o esterçamento. Mas quando o volante é ajustado para ficar mais alto, o condutor é obrigado a manejá-lo um pouco mais alto que o ideal.

A central multimídia tem tela com boa resolução, o sistema touchscreen também agrada e o manuseio é intuitivo. Um grande ponto positivo é o comando do ar-condicionado não ser integrado à ela, como ocorre com o “irmão” C4 cactus, por exemplo. O pareamento com o celular é feito com facilidade, seja por bluetooth, ou por cabo USB. Entretanto, pelo preço e pela lista de equipamentos presente nos rivais, faz falta itens de segurança como controles eletrônicos de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

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Ao guiá-lo, é possível sentir que absorve bem os impactos do asfalto ruim, ao mesmo tempo que sua direção é macia. Dependendo da velocidade, ela fica mais “pesada” ou mais “leve”, para aumentar a precisão e o conforto quando for mais conveniente. Um ponto que poderia melhorar é o isolamento acústico. Não porque deixou a desejar, mas porque é possível encontrar carros mais silenciosos, na mesma categoria. Em curvas rápidas, é perceptível o movimento de rolagem de carroceria, bem como a sensação de uma baixa rigidez de sua plataforma, que induz uma saída de frente. Mas até aí tudo bem, porque não estamos falando de um esportivo, feito para ser guiado assim.

Attraction vs Urban Trail

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Guilherme Menezes/iG Carros

Após falar sobre o carro, veremos o que cada uma das versões nos oferece

Apesar da semelhança — por serem o mesmo carro — por outro lado, uma versão se diferencia da outra em pontos importantes. A Attraction se destaca pelo seu motor. Ele é mais econômico que o 1.6 e mais esperto também. A sua aceleração de 0 a 100 km/h, feita em 13 segundos, só é mais lenta que os 12,2 segundos do 1.6 pelo fato de que este só é o mais rápido acima dos 70 km/h.

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Quanto ao câmbio dos dois — outro grande diferencial entre eles — o escalonamento das marchas do manual são mais próximas entre si do que no 1.6 automático, o que contribui bastante para as retomadas (além do fato de que o torque máximo do PureTech vem já em 2750 rpm, enquanto no 1.6 chega só em 4750 rpm). Apesar disso, o trambulador do Attraction poderia ter engates mais precisos.

Enquanto isso, o câmbio automático do Urban Trail é muito competente para a economia de combustível no modo Eco, mas peca muito em força, o que obriga o condutor a pressionar o pedal um pouco mais. No modo Sport, ele preserva melhor as respostas do carro, mas não mantém as marchas reduzidas o bastante ao ponto de extrair ao máximo o seu potencial de aceleração. Com isso, o modo Normal é a melhor pedida para um uso geral. Seu funcionamento é suave e conta com boa confiabilidade, uma vez que o componente é produzido pela japonesa Aisin.

Conclusão

Retomando a problemática das vendas do compacto C3, é um carro que teve a sua oportunidade de brilhar, por ser sim um bom carro. Mas com o passar dos anos, a concorrência se modernizou, enquanto o modelo “parou no tempo”, ficando dependente de atualizações menores, sem que isso se traduzisse em uma redução em seus preços.

Na relação custo-benefício, fica claro como o Attraction se sobressai. Isso porque ele não é exatamente inferior ao Urban Trail no que eles se diferem, e ao mesmo tempo custa R$ 17 mil a menos. Inclusive, aos que gostam da marca, por R$ 69.990 (R$ 2.800 a menos do que os R$ 72.790 cobrados pelo Urban Trail), leva-se para casa a versão de entrada do C4 Cactus, um carro de construção e porte superiores em relação ao Citroën C3 .

Fonte: IG CARROS

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BMW desiste do Salão de Milão por causa do novo coronavírus

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BMW R18 é a próxima novidade que a marca vai revelar, depois de amanhã, dia 3

A divisão de motos da BMW Motorrad emite um comunicado onde declina dos salões internacionais Intermot e EICMA (Salão de Milão), previstos para outubro e novembro de 2020. Ainda que a realização dos dois eventos — assim como o de diversos ao redor do mundo — possa sofrer alterações de agenda, devido ao novo coronavírus, a fabricante fez o adiantamento.

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A justificativa da BMW Motorrad é justamente a incerteza gerada pela pandemia. Isso não significa, no entanto, que a fabricante não tem novidades para revelar: a marca diz que os lançamentos previstos para os dois eventos serão apresentados ao mundo em plataformas alternativas. Vale lembrar que, para depois de amanhã (3) está prevista a apresentação oficial da R18, nova rival das Harley-Davidson.

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Esses meios alternativos, nas plataformas digitais, têm sido a maior alternativa encontrada pelas marcas, principalmente de automóveis, que fizeram inclusive com que o Salão do Automóvel de SP fosse adiado para 2021, devido às baixas na popularidade e no apelo das mostras no Brasil e no Mundo — independente de coronavírus.

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Veja o comunicado oficial da BMW abaixo:

“Devido à imprevisibilidade gerada pela pandemia do novo coronavírus e a incerteza das consequências, a BMW Motorrad não participará das edições 2020 dos salões Intermot, em outubro na cidade de Colônia, e do EICMA , marcado para novembro em Milão. A decisão foi tomada tendo como base a segurança, a previsibilidade e a transparência para todos os nossos parceiros envolvidos nos salões”.

“Vamos realizar as estreias mundiais e exibir as motos que estariam nos salões em plataformas alternativas durante o segundo semestre de 2020. Para isso, a marca vai utilizar mais os próprios formatos e os canais digitais de comunicação.” finaliza a nota da BMW .

Fonte: IG CARROS

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FCA adiará lançamento da nova picape Strada para junho ou julho

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Presidente da FCA, Antonio Filosa, conta um pouco sobre os planos da empresa diante da crise gerada pelo coronavírus

Diante da crise gerada pela pandemia do coronavírus, o presidente da FCA, Antonio Filosa, deu o posicionamento da empresa para os seus próximos lançamentos. O executivo confirmou que a nova Fiat Strada e os SUVs inéditos de Fiat e Jeep ainda devem ser apresentados em 2020, em junho ou julho, mas com possibilidade de adiamento. O que se observa, a partir disso, é que os investimentos previstos pela FCA para o ano não devem ser afetados. A única hipótese seria a postergação conclusão.

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Segundo Filosa, alguns lançamentos serão adiados, inclusive o da nova  Fiat Strada . Portanto, ciclo de novos produtos que ia de 2018 a 2024, agora será concluído em 2025. Ainda conforme o executivo, a fábrica de motores em Betim (MG) está 60% pronta, mas agora terá que ser inaugurada apenas no começo do ano que vem.

Os novos SUVs da Fiat e da Jeep virão, mas a FCA analisa qual será o melhor momento para lançá-los. Idem para as renovações de gama, que abrangem inovações em transmissões e motores. 

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Antonio Filosa ressalta a necessidade de cautela diante do cenário econômico, o que pode interferir em alguns prazos

Quanto ao mercado, o executivo afirmou que é difícil fazer previsões ainda, mas acredita em uma queda de 40% nas vendas de 2020 em relação a 2019. O mercado caiu 90% na segunda semana de março. Na Argentina, 100%. Os mais otimistas falam em 35% (de queda ao fim do ano), mas não dá para fugir disso. 

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Lançamento mais aguardado do ano para a FCA

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Fiat Strada 2021 tem linhas que lembram a Toro e quatro portas, algo inédito entre as picapes leves no Brasil

Após 24 anos sendo produzida praticamente sobre a mesma plataforma, a picape compacta finalmente receberá sua segunda geração. Como fica claro pela imagem, a Strada será uma junção de várias identidades visuais. Os faróis dianteiros não negam suas inspirações no Argo , com LEDs DRL e uma grande grade frontal. O logo agora segue a nova linguagem visual da marca. A traseira, por sua vez, é mais achatada, sem área arredondada como na Fiat Toro.

Há também logotipo da Fiat na tampa traseira, deixando a maçaneta de abertura para cima. Como na rival Volkswagen Saveiro, agora a Fiat Strada tem para-choques de plástico. As lanternas traseiras são totalmente inspiradas na Toro, por outro lado, a Strada vem com luz de ré na parte inferior e iluminação de LED apenas nas versões mais caras. Na versão Volcano vem com rack de teto integrado ao santantônio e às barras de proteção do vidro traseiro.

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Além disso, a picape revela elementos estruturais de Mobi, Fiorino e Uno, ao contrário de antes, que partia do Palio. Do subcompacto Mobi vêm as portas, enquanto para-brisa e parte da plataforma são compartilhados também com Fiorino e Uno. A plataforma mantém a suspensão com feixe de molas da Strada convencional na traseira. Do, estão os faróis espichados com um filete de LEDs na parte superior, que podem ser de iluminação diurna ou apenas luz de posição.

As versões de entrada da Fiat Strada 2021 manterão o motor 1.4 Fire flex, de 88 cv e 12,5 kgfm. Com ele, seguirá com direção hidráulica. O objetivo por trás disso é manter os custos baixos para atrair frotistas. Já as opções mais caras virão com o 1.3 Firefley do Argo e do Cronos associado à assistência elétrica. Com 109 cv e 14,2 kgfm, gera menos que os 132 cv e 18,9 kgfm do 1.8 atual, por outro lado trata-se de um conjunto bem mais eficiente.

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Câmbio manual de cinco marchas será padrão na Fiat Strada , porém uma versão com câmbio automático CVT deverá ser oferecida em 2021, quando os motores Firefly turbo começarem a ser ofertados no mercado. A novidade não tem, até o momento, previsão de ganhar os motores turbo.

Fonte: IG CARROS

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Ford lança versão Storm da Ranger com apelo aventureiro

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Ford Ranger Storm chega para brigar com as picapes médias com apelo aventureiro, mais voltadas para uso fora do asfalto

A Ford apresenta a Ranger Storm, nova versão da picape que começa a ser vendida no Brasil pelo preço sugerido de R$ 150.900. Entre as novidades, destaca-se o visual mais voltado para uso fora do asfalto, baseado no modelo conceitual que chegou a ser mostrado no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo.

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Começa com a grade dianteira com o nome Storm, exatamente como na versão topo de inha do SUV compacto EcoSport. Além disso, a Ford Ranger Storm conta com faixas capô e nas laterais, alargadores de paralamas, estribos, rodas e santantônio, tudo na cor preta.

As mudanças na Ford Ranger Storm em relação às outras versões continuam com as As lanternas traseiras com lentes escurecidas são emprestadas da série especial global Wildtrak. Ela conta ainda com dois acessórios especiais – snorkel e capota marítima – que como oferta de lançamento serão dados como cortesia aos 60 primeiros compradores da picape.

O conjunto mecânico inclui motor turbodiesel 3.2, de cinco cilindros, com 200 cv e 47,9 kgfm de torque que funciona com tração 4×4 e câmbio automático de cinco marchas. Para ajudar a passar por trechos de terra, os pneus da picape média são Pirelli Scorpion AT Plus,feitos para rodar 60% fora de estrada e 40% no asfalto.

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Mais detalhes da Ford Ranger Storm

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No interior da Ford Ranger Storm 2020 um dos destaques é a central multimídia com tela sensível ao toque, de 4,2 polegadas

Na lista de equipamentos a picape também tem controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida, controle de oscilação de reboque, assistência de frenagem de emergência e luzes de emergência em frenagens bruscas, além de sistema anticapotamento e controle adaptativo de carga.

Como toda a linha 2020, o novo modelo tem um ajuste de suspensão que melhora a dirigibilidade e o conforto tanto no asfalto como fora de estrada. E a caçamba conta com um sistema de assistência que facilita a abertura e fechamento da tampa.

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Por dentro, entre os destaques há ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia SYNC 3 com tela de 8 polegadas, painel configurável com duas telas de 4,2 polegadas. Veja abaixo o vídeo de divulgação da Ford Ranger Storm 2020.


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Fonte: IG CARROS

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