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Enfermeira decide adotar recém-nascida que não recebia visitas no hospital

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A enfermeira Liz Smith adotou a pequena Gisele depois que a recém-nascida passou cinco meses internada no hospital Franciscan Children’s, na cidade de Brighton, nos Estados Unidos, onde Liz trabalhava, sem receber nenhuma visita. Ao portal Bored Panda , a mulher enfatiza que sentiu uma ligação instantânea com a criança, e a visitava todos os dias após o trabalho.

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Reprodução/Bored Panda

Liz Smith, enfermeira, adotou a pequena Gisele após a recém-nascida passar cinco meses internada sem receber visitas


Gisele nasceu prematura após 29 semanas de gestação, equivalente a seis meses. O bebê também recebeu o diagnóstico de síndrome de abstinência neonatal, devido a dependência química dos pais. No tempo em que ficou internada, a menina não recebeu nenhuma visita, e a enfermeira, então, decidiu adotar a pequena.

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Liz Smith tem 45 anos e contou ao site que sempre quis ser mãe, mas os tratamentos de fertilidade não deram certo e ela desistiu de tentar engravidar. A enfermeira também confessou que relutava ao considerar a ideia de adotar uma criança , mas seu pensamento mudou quando conheceu Gisele.

Liz diz que o hospital oferecia o melhor atendimento possível para ajudar a recém-nascida a se recuperar, entretanto, a mulher declara que ela precisava de um lar estável para ter melhores condições de vida. Gisele, agora com 2 anos, ainda passou um ano em um orfanato até ser adotada, em outubro de 2018.

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Apesar de não ter gerado um filho – como desejava –, Liz atualmente defende que adotar alguém que não tem um lar é um dos caminhos para obter a família que muitos sonham.

Fonte: IG Delas
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Isabel Hickmann sobre cirurgia do lábio leporino do filho: “Difícil aceitar”

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Desde o nascimento do seu primeiro filho, Francisco, Isabel Hickmann usa as redes sociais para falar e conscientizar sobre lábio leporino. No domingo (14), a modelo publicou uma foto no Instagram comentando sobre a cirurgia de correção da deformidade que o pequeno passou.

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Isabel Hickmann e filho com lábio leporino arrow-options
Reprodução/Instagram

Desde que o primeiro filho nasceu, Isabel Hickmann usa as redes sociais para conscientizar sobre lábio leporino

Segundo Isabel, Francisco ainda deve passar por mais três procedimentos para corrigir o lábio leporino . “O começo do quebra-cabeça, afinal temos um pálato, uma fenda completa do lado esquerdo e surpresa quando os dentinhos nascerem. Mas uma coisa de cada vez, ele segura a minha mão, eu seguro a mão dele e a gente segue juntos”, explica a mãe.

A cirurgia aconteceu há pouco mais de dez dias e, de acordo com a mãe, as melhorias na qualidade de vida do filho já podem ser observadas. “Já vemos inúmeras diferenças principalmente na hora de comer e mamar. Estética? Por alguns foi notado, outros passou despercebido nos últimos stories da mamãe. O que eu sei é que meu filho continua LINDO!!!”, diz.

Apesar de ser uma porta-voz da deformidade, Isabel revela que não foi fácil aceitar a cirurgia e a mudança na aparência do filho. “Ele nasceu perfeito, ele viva bem assim. Algumas dificuldades, mas nenhuma limitação. Sou daquelas q nem o cabelo branco eu faço questão de pintar. E meu sorriso… ele se vai. Foi muito, mas MUITO difícil aceitar isso”, fala.

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“Até que tive um momento de lucidez e entendi q esse sentimento era egoísmo meu. Francisco ganha qualidade de vida com essa mudança”, completa.

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Entenda o que é, as causas e o tratamento do lábio leporino

De acordo com a Associação Brasileira de Fissuras Lábio Palatinas (ABFLP), o lábio leporino é uma deformidade congênita , ou seja, a criança já nasce com ela. “É caracteriza pela abertura no lábio superior de um ou dos dois lados, com uma abertura no palato (céu da boca). Ocorre entre a 4ª e a 12ª semanas de gravidez”, explicam no site da organização.

As causas costumam ter origem genética e podem ser intensificadas por fatores ambientais. “Os fatores ambientais são nutricionais (carência de minerais e vitaminas), químicos (drogas, fumo e álcool utilizados pela gestante), endócrino (alterações hormonais), atômicos (radiações) e infecciosos (contato com doenças infecciosas no primeiro trimestre de gestação)”.

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Mas, como saber que meu filho nascerá assim? A deformidade pode ser identificada a partir da 22ª semana de gestação (cinco meses e meio) através de um exame de ultrassom morfológico. Segundo a ABFLP, crianças com fissuras lábio palatinas podem ter dificuldade de alimentação e desenvolvimento da fala.

O tratamento é feito por uma equipe interdisciplinar após o nascimento do bebê para acompanhar os procedimentos cirúrgicos e o desenvolvimento da fala e facial da criança. Geralmente, cirurgia plástica do lábio leporino é feita aos três meses de vida e a do palato até os 12 meses

Fonte: IG Delas
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Mãe comemora evolução da filha com tumor raro após médico ter sugerido aborto

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Durante a gestação, Wendy Wong, de 41 anos, da cidade de Newcastle upon Tyne, na Inglaterra, foi aconselhada pelos médicos a abortar após a filha, Savannah, ser diagnosticada com um tumor raro no rosto. A mãe, no entanto, decidiu ignorar e seguiu com a gravidez. Hoje, a pequena, de cinco anos, é feliz e saudável.

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Reprodução/Facebook/Alex Wong

Wendy Wong conta que, durante a gravidez, um médico sugeriu que ela abortasse por conta de uma condição rara da filha

“Quando eu estava grávida de 22 semanas, um médico que me disse que havia um caroço no pescoço do meu bebê e que ele precisaria de algumas semanas para fazer uma pesquisa sobre o que poderia ser”, conta a mãe para a agência Caters News Agency , de acordo com informações do The Sun

No entanto, duas semanas depois, ela e o marido, Alex, voltaram no médico, que sugeriu para Wendy abortar e disse que eles poderiam “começar de novo”. O profissional ainda informou que o bebê iria morrer dentro dela ou logo após o nascimento. 

Depois disso, o casal, que agora vive em Nevada, nos Estados Unidos, decidiu buscar uma segunda opinião. O outro médico disse que já viu muitos casos piores, o que os deixou animados para seguir com a gravidez. Savannah veio ao mundo com higroma cístico, uma malformação do sistema linfático.

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“Há muitas mães solteiras e famílias que pensam que não podem ter um bebê com essa condição e eu quero dizer a elas que é possível administrar isso e que olho para a minha filha como prova”, aponta Wendy. 

“Estamos contente que não fizemos o aborto”

Assim que nasceu, a menina precisou ficar dois meses no hospital. Em seguida, ela foi liberada e está em um tratamento experimental. No mês passado, completou cinco anos. O pai explica que a filha está bem e que assisti-la brincar é a melhor parte de tudo isso. “Vê-la fazer qualquer coisa nos proporciona muita alegria”, diz. 

Wendy relata que muitas mães lhe enviam mensagem perguntando sobre sua filha e a realidade da sua condição. “Eu apenas digo a eles que não há nada que impeça um filho de ter uma vida completamente plena, e Savannah é uma prova disso”, aponta.

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“Se eu pudesse voltar no momento em que o médico me disse para eu me livrar dela, eu o chamaria de um monte de nomes desagradáveis. Estamos contente que não fizemos o aborto e agora temos nossa filha maravilhosa em nossas vidas”, finaliza a mãe

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Fonte: IG Delas
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Você está mesmo passando tempo com seu filho ou só está perto dele fisicamente?

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Quem não queria passar mais tempo com seu filho, ter todo o tempo do mundo para estar mais perto dele? Bem, independentemente do quanto a gente se dedica, sempre é bom poder estar mais presente, né não? Mas uma coisa é importante saber, anota aí, mamãe: uma coisa é estar verdadeiramente com o filho, e outra – bem diferente – é estar ao lado dele apenas fisicamente. Já parou pra pensar nisso?

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mãe e filho brincando na grama arrow-options
Arquivo pessoal

Como você passa o tempo com seu filho? Que tal aproveitar de fato e deixar o celular e os problemas de lado?

Lembro quando, falando sobre passar tempo com seu filho , uma mãe me disse: “Meu Deus, eu nunca havia pensado assim… Eu não trabalho e passo o dia todo com minha bebê, mas estou sempre estressada fazendo as coisas da casa e, quando estou perto dela, fico no celular… Eu realmente achei que estava com ela o dia inteiro. E, na verdade, não estou nem por um minuto”.

Bingo! Era isso que eu estava fazendo essa mãe entender. Não estava com a filho nem por um minuto, não tinha verdadeiramente tempo com o filho, mas dizia aos quatro ventos – e a ela própria – que estava com a menina 24h por dia.

Mas, vamos lá, uma coisa temos que entender: ter filho hoje em dia não é como no tempo da nossa avó, quando as mães não trabalhavam fora de casa e se dedicavam quase que exclusivamente aos filhos.

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A psicóloga Macira Sotero, especializada em terapia familiar, lembra que a pós-modernidade trouxe, junto com as tecnologias de informação e do conhecimento, várias atividades que não faziam parte do nosso repertório cotidiano. “Precisamos aprender línguas, praticar esportes, fazer ginástica, cuidar da nossa imagem estética, nos divertir, manter um relacionamento social com parentes e amigos e, claro, trabalhar”, diz.

Agora ficou difícil, né? Se a gente tem todo o direito – e tem mesmo! – de ter tantas atividades assim e tempo para nós mesmas, quando é que vamos cuidar desses meninos, curtir os filhos ? A resposta é simples, e a gente já falou nisso por aqui: não é quantidade de tempo que conta, e ,sim, a qualidade.

E a gente ainda pode ir além nessa questão de estar ao não com a criança, viu? Até porque podemos passar muito tempo cuidando das necessidades físicas do filho, como banho, troca de fraldas, papinhas… e nada disso significa estar atenta às necessidade emocionais, onde realmente a conexão materna é significativa.

E aí, ficou pensativa? Será que você está com seus filhos no dia a dia ou cuida só das obrigações? Sim, sim, eu sei que a rotina muitas vezes é cansativa. Eu sei mesmo, pode apostar! Isso de fazer bolsa da escola todo dia, separar a roupa do judô, colocar pra lavar o que voltou sujo, conferir a tarefa de casa, preparar o jantarzinho,… ai, a fralda acabou! E tem que comprar remédio porque ele tá tossindo à noite… Vixe, já cansei só de escrever.

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E o pior, quando a gente chega em casa, e tem aquele tempinho para brincar no chão com o filho, o cansaço já está no limite. Melhor dar um tablet para a criança, porque ainda tenho um monte de coisa pra fazer em casa… Não é assim?

Então não, você NÃO está com seu filho no dia a dia. Não está tendo tempo com o filho. Ainda mais se, quando você consegue aqueles minutinhos preciosos para ficar coladinha com ele, o celular está junto, aí você dá aquela conferida nas redes sociais ou… “Ah, é a única hora que tenho para responder aos grupos de mensagens”. Sim, mamãe, mas é também a única hora que você separou para seu filho. E não é para tomar banho que ele está chamando sua atenção. É porque ele quer você, a sua atenção.

Para dedicar tempo aos filhos , não tem jeito, tem que deixar outras coisas de lado. “É preciso aprender a priorizar o tempo juntos e qualificar esse tempo com sensibilidade às necessidades físicas e emocionais da criança. Portanto, o essencial não depende só das horas passadas juntos, mas da segurança e confiança estabelecida nesse laço materno, na construção desse vínculo estruturador que lastreará todas as futuras relações dessa criança. No entanto, como em qualquer tarefa, para alcançar qualidade é preciso administrar o tempo, assumir compromisso, e ter dedicação”, explica Macira Sotero.

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Aí, quando a gente fala em ser mãe ou pai, a gente está falando em fazer escolhas. Isso mesmo: escolhas! Se você tem coisa demais no seu dia a dia, vai ter que aprender a reorganizar essa rotina para inserir o item “filho” nela. Se existem demandas demais no seu dia a dia atual, a questão crucial é questionar se todas essas atividades são necessárias. É saber diferenciar o essencial do supérfluo. O urgente do fundamental. Se for o caso, questione se você – e, se for o caso, o pais da criança também – pode trabalhar menos enquanto os filhos são pequenos. Dá para os pais revezarem o tempo com os filhos?

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Psicólogos lembram que é importante dar todas as condições emocionais para que a criança possa lidar, lá na frente, com os embates da vida. Viu o poder da sua presença e do tempo com seu filho ? De sentar no chão, de dar carinho, de brincar, de dar atenção? Então, se organize, não se preocupe com a “quantidade de tempo”, mas comece a perceber a qualidade do tempo que estão junto. Sim, e deixa esse celular de lado e vai curtir esse filhote!

Fonte: IG Delas
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