conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Saúde

Entenda a diferença entre o colesterol bom e o colesterol ruim

Publicado

Runner's

Nós ouvimos falar a todo instante sobre colesterol. Já sabemos, por exemplo, que praticar atividade física é importante não apenas para a saúde do coração, mas também para manter o colesterol sob controle. Mas, afinal, o que é o colesterol e quais os diferentes tipos?

Leia também: 10 alimentos com vitamina B12 para incrementar sua alimentação e sua saúde

Tigela em formato de coração com alimentos bons para o colesterol dentro arrow-options
shutterstock
O colesterol é importante para o funcionamento do organismo, mas deve ter seus níveis controlados

O colesterol é uma substância semelhante à gordura, cerosa, produzida por seu corpo e encontrada em alimentos de origem animal. Ele é usado para várias funções vitais, como servir como base para hormônios, ajudar a formar a estrutura das células e produzir vitamina D”, explica Joyce Oen-Hsiao, diretora de cardiologia clínica da Yale Medicine.

Então, é claro que o nosso corpo precisa de colesterol para funcionar. Mas Oen-Hsiao ressalta que quando os níveis ficam muito altos, pode haver um acúmulo nos vasos sanguíneos, causando problemas à saúde. Inclusive entre os corredores.

Aqui está tudo o que você precisa saber sobre colesterol e dicas para manter os níveis a seu favor.

Tipos de colesterol

Dentro de você, o colesterol se locomove por meio de lipoproteínas. Existem dois tipos principais de lipoproteínas, e é importante entender as diferenças entre o colesterol “bom” e o “ruim”.

Colesterol LDL

O colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) é o que chamamos de colesterol “ruim” , porque é o tipo que se deposita nas artérias. “Esses depósitos de colesterol podem se acumular ao longo do tempo e causar possíveis bloqueios”, diz Oen-Hsiao.

Essa condição pode levar ao aumento do risco de ataque cardíaco e derrame, reduzindo o fluxo sanguíneo. Quanto menor o número de colesterol LDL, menor o risco.

Um bom parâmetro a ser seguido é estar com menos de 130 mg/dL. Mas isso se você ainda não sofre com diabetes ou enrijecimento das artérias. Vale lembrar ainda que os níveis de colesterol LDL tendem a aumentar com a idade. Por isso o acompanhamento – através de exames de sangue – é tão importante.

O LDL tem um parceiro problemático chamado lipoproteína (a) ou Lp (a), que parece realmente adorar grudar nas paredes das artérias. Comportamentos saudáveis, como manter uma dieta nutritiva, parecem ter pouco impacto na Lp (a). O que isso significa? Que ela é amplamente controlada por fatores genéticos.

Colesterol VLDL

O colesterol VLDL é outro tipo de lipoproteína preocupante produzida pelo fígado e liberada no sangue. Oen-Hsiao explica que a principal diferença entre VLDL e LDL é que eles são compostos de diferentes porcentagens de colesterol, proteína e triglicerídeos – uma forma de gordura presente nos alimentos.

Veja Mais:  OMS aponta que 25% dos adolescentes que vivem com HIV têm depressão

“O VLDL transporta mais triglicerídeos, enquanto o LDL contém mais colesterol“, diz ela. Portanto, se você comer muitas refeições gordurosas, ele será absorvido como triglicerídeos, o que pode levar a um aumento no VLDL.

Enquanto os triglicerídeos transportados pelo VLDL são usados pelas células do corpo para gerar energia, Oen-Hsiao diz que o excesso também pode levar ao acúmulo de placas nas artérias . “O VLDL acaba sendo transformado em LDL, então, quanto mais partículas VLDL no corpo, mais LDL o corpo pode produzir”, acrescenta Oen-Hsiao.

Não existe uma maneira simples e direta de medir seus números de colesterol VLDL, e é por isso que normalmente não é mencionado durante uma triagem de rotina.

Colesterol HDL

O colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL) é considerado colesterol “bom” , porque transfere o colesterol de volta para o fígado, que depois o libera do corpo. Esse processo evita que ele se acumule como placa nas artérias. Por isso, são desejados níveis mais altos de colesterol HDL, pois reduzirão o risco de doenças cardiovasculares. Segundo os médicos,  uma boa meta a ser buscada é 60 mg/dL ou mais.

Com tudo isso dito, o que você precisa saber é que os números por si só não são suficientes para prever seu risco de problemas cardíacos. Em vez disso, são parte de uma equação maior que inclui muitos outros fatores, incluindo idade, status de fumante e estresse.

“Se uma pessoa tem níveis elevados de colesterol, ela pode tentar mudar o estilo de vida por três a seis meses antes de verificar novamente os níveis de colesterol“, aconselha Oen-Hsia.

Como manter seu colesterol sob controle

Existem duas maneiras importantes de manter seus níveis de colesterol na faixa saudável.

Leia também: Veja quais são os alimentos que ajudam a dormir e o quais evitar na sua dieta

Coma bem

Um estudo publicado no JAMA descobriu que uma dieta rica em alimentos que ajudam a reduzir o colesterol diminuem ainda mais os números de LDL do que uma dieta voltada simplesmente para a redução do consumo de gordura saturada. Embora não exista um superalimento que possa melhorar drasticamente sua taxa de colesterol bom/ruim, existem certos padrões alimentares que podem render muito. Confira alguns deles abaixo.

Veja Mais:  Composto da maconha pode servir como antibiótico

Feijões

Cumbuca de feijão arrow-options
shutterstock
O feijão é uma fonte de fibras solúveis, as quais são importantes para reduzir os níveis de colesterol

Segundo Hailey Crean, especialista certificado em obesidade e controle de peso, a fibra solúvel se liga aos sais biliares no trato digestivo, leva-os para fora do corpo. “Como a bile é produzida a partir do colesterol no fígado, remover mais do corpo também resulta em menos colesterol na circulação”.

Feijões e lentilhas são as principais fontes de fibras solúveis para reduzir o colesterol. Além disso, pesquisas mostram que comer esses alimentos regularmente pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL (do tipo “ruim”) . Outras fontes de fibra solúvel incluem aveia, cevada, linhaça, sementes de chia e certas frutas, como maçãs e frutas cítricas.

Gordura

Tábua com azeite, abacate, oleaginosas e salmão arrow-options
shutterstock
Algumas gorduras, como o ômega 3, podem ajudar a controlar os triglicerídeos, levando a uma queda no nível de VLDL

Parece estranho, mas comer gordura pode ajudar a manter seus números de colesterol sob controle. Mas apenas as gorduras certas fazem isso. Sabe-se que o ômega-3 encontrado em peixes gordurosos como salmão e sardinha podem ajudar a reduzir o número de triglicerídeos, que se manifesta como uma queda nos níveis de VLDL. Parece que essas gorduras aumentam a entrega de triglicerídeos ao fígado para remoção do corpo.

Crean também pontua a gordura monoinsaturada como outra gordura que é um triturador de colesterol. Pesquisas indicam que comer mais gordura monoinsaturada pode melhorar nossa proporção de HDL para LDL, melhorando a saúde do coração.

Os pesquisadores de Harvard descobriram que entre quase 130.000 pessoas, aqueles que substituíram 5% das calorias diárias que ingeriam gordura saturada por calorias de gordura monoinsaturada se tiveram um risco 15% menor de doenças cardíacas. “Excelentes fontes de gordura monoinsaturada incluem azeite, abacate e nozes como amêndoas”, diz Crean.

Uma revisão publicada na revista Nutrients mostrou que existem evidências suficientes para dizer que a adição de avelãs ricas em gordura monoinsaturada à dieta pode ajudar a reduzir os números de colesterolLDL. Enquanto outra revisão mostrou que a ingestão de abacates pode reduzir os níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicerídeos.

Berries

Tigela com frutas vermelhas arrow-options
shutterstock
As frutas vermelhas contêm antioxidantes que aumentam o nível de colesterol bom e reduzem o de colesterol ruim

Mais um pouco de ciência pela saúde do coração: o consumo mais alto de antocianinas, antioxidantes encontrados em frutas, incluindo mirtilos, amoras, uvas escuras e cerejas, aumentou o número de colesterol HDL e, ao mesmo tempo, reduziu o número de LDL. Aparentemente, as antocianinas reduzem a atividade do CETP, uma proteína que transfere o colesterol das moléculas de HDL para LDL, o que o seu coração não quer.

Veja Mais:  Como evitar e tratar problemas na coluna causados por malas e bolsas pesadas?

Proteína vegetal

Vegetais, legumes e grãos ricos em proteína vegetal sobre um fundo branco arrow-options
shutterstock
A proteína vegetal pode ser uma boa substituta para a carne vermelha se você quer reduzir seus níveis de colesterol

Para manter as doenças cardíacas afastadas, considere reduzir o consumo de carne. Quando pesquisadores de Harvard T.H. Chan School of Public Health e da Purdue University analisaram as dietas de 1.800 indivíduos, eles descobriram que a ingestão mais alta de proteínas vegetais como tofu, feijão, lentilha e sementes resultou em níveis mais baixos de colesterol total e LDL (“ruim”) em comparação com dietas que incluíam mais carne vermelha.

Uma ingestão maior de carne vermelha estava ligada a níveis mais altos de triglicerídeos, que podem aumentar a quantidade de VLDL em movimento no corpo.

Ela acrescenta que comer mais proteínas vegetais também garante o benefício adicional de ser mais rico em fibras, o que também pode ajudar a diminuir o colesterol.

Pouco açúcar

Sugar Free escrito sobre o pó do açúcar arrow-options
shutterstock
Reduzir o consumo de açúcar é outra boa forma de reduzir o nível de triglicerídeos e, consequentemente, de VLDL

Não há problema em se abastecer com géis nas suas corridas mais longas, mas sua dieta geral deve ter pouco açúcar. Quando você enche o seu sistema com açúcar simples (glicose), alguns são usados para gerar energia, mas Crean adverte que o excesso é usado para produzir triglicerídeos. Isso pode aumentar o risco de doenças cardíacas e resistência à insulina, um fator que contribui para o diabetes.

A melhor maneira de diminuir seus níveis de VLDL é diminuir seus triglicerídeos. Portanto, cortar o açúcar adicionado de sua dieta é um bom primeiro passo.

Praticar atividade física regularmente

Pessoas praticando pliometria arrow-options
shutterstock
Praticar exercícios regularmente traz inúmeros benefícios para o corpo, inclusive o controle do colesterol

Uma pesquisa no American Heart Journal descobriu que, independentemente da dieta, a prática regular de atividade física pode ter efeitos benéficos nos níveis de LDL e HDL, tamanho do LDL (tamanho menor e mais denso das partículas de LDL é mais preditivo de doença cardíaca) e triglicerídeos.

Segundo os especialistas, um motivo é que a prática de exercício mantém o seu peso sob controle. E isso é essencial, já que pessoas com sobrepeso tendem a ter níveis piores de colesterol e triglicerídeos.

Leia também: 6 alimentos para hemorroida que ajudam a melhorar dor e outros incômodos

Mas não se esqueça de fazer alguns intervalados. Pois a pesquisa mostra que o HIIT pode ser especialmente útil para melhorar os níveis de colesterol. Além disso, considere levantar um pouco de peso algumas vezes por semana: treinos de resistência melhoram nossa proporção músculo-gordura, o que também faz parte da equação para números saudáveis de colesterol em homens e mulheres.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook

Saúde

“Meu peito vazava um fluido verde”: 5 sinais do câncer de mama além dos caroços

Publicado

Women's Health

Você sabia que é possível detectar sinais de câncer de mama que não têm nada a ver com caroços? Foi o que aconteceu com a norte-americana Meghan Hall, de 34 anos, que descobriu seu diagnóstico sem que ela ou seu médico tivessem sentido a presença de algum nódulo.  “Eu notei algo verde escorrendo na frente da minha camiseta. Eu não pensei nada sobre, até que tentei tirá-la e vi que ela estava presa ao meu mamilo”, relata Meghan. “Meu peito estava vazando um fluido verde.”

Leia também: 5 pontos essenciais sobre câncer de mama que você precisa saber agora

câncer de mama arrow-options
shutterstock
Confira cinco sinais do câncer de mama que vão além dos caroços e saiba como identificar cada um deles corretamente

É isso mesmo: o sintoma de câncer de mama de Meghan foi um fluido verde que saiu de seus mamilos – e sua experiência não foi a única. De acordo com a pesquisa preliminar apresentada na conferência de 2016 do UK National Cancer Research Institute’s (NCRI), no Reino Unido, uma em cada seis mulheres que descobriu o câncer foi com base em um sintoma menos óbvio que a presença de um caroço, como anormalidades nos mamilos e perda de peso, por exemplo.

“É importante ficar atenta a quaisquer mudanças que possam estar ocorrendo, além de acompanhar suas mamografias e exames anuais”, diz Neelima Denduluri, doutora e presidente associada do The U.S. Oncology Network Breast Committee (EUA).

Veja Mais:  OMS aponta que 25% dos adolescentes que vivem com HIV têm depressão

“Por isso a importância de examinar seus seios como um todo, acompanhando sempre sua aparência e como você os sente. Assim, será possível notar qualquer alteração, independentemente de ser câncer ou não”, acrescenta. Ela indica abaixo outros possíveis sintomas da doença.

5 sinais de câncer de mama que não têm nada a ver com caroços

1. Pele com escamação, irregular ou inflamada

Você conhece seus peitos e todas as suas pequenas peculiaridades. “Portanto, se você notar alguma mudança em sua aparência normal, preste atenção”, orienta Debra Patt, ginecologista e obstetra especialista em câncer de mama no Texas Oncology, do The US Oncology Network (EUA). “Qualquer sinal incomum, vermelhidão, inchaço, ondulação ou rugas na pele da mama ou ao redor do mamilo deve ser verificado pelo seu médico”, explica ela.

2. Alterações no mamilo

“Somente manequins têm mamilos perfeitos, pontudos e bem comportados. A realidade é que nós, pessoas normais, temos que lidar com diferentes cores e tamanhos, posições, texturas e pelos” diz Neelima. “Tudo isso é normal, desde que você já conheça seus seios dessa forma”, completa.

Ela explica: se os seus mamilos têm um formato diferente desde que se desenvolveram, eles simplesmente são assim. Contudo, se eles mudaram repentinamente, é necessário procurar um médico. Qualquer mudança nos mamilos, incluindo cor e textura, precisa ser verificada para descartar o câncer. “E, diga-se de passagem, mamilos com pelos não têm nada a ver com câncer e são totalmente normais! Uma em cada três mulheres tem, mesmo que não admita”, acrescenta.

Veja Mais:  Longe da meta, Brasil tem dia D da vacinação de crianças contra sarampo e pólio

3. Vazamento pelo mamilo

Há algo mais preocupante do que seus seios esguicharem líquidos quando não há um bebê envolvido? “É normal ‘perder’ leite durante a gravidez, durante a amamentação, e até um ano após o desmame do bebê. Contudo, se você notar qualquer vazamento em qualquer outro momento, você precisa ser avaliada por um médico”, diz Debra.

Leia também: Homens representam 1% dos casos de câncer de mama no Brasil; veja sintomas

“Líquidos aleatórios, especialmente vermelho, verde ou se tiver algum odor, podem significar que você está com um problema, incluindo câncer de mama ou da glândula pituitária (ou hipófise, glândula pertencente ao sistema endócrino)”, explica ela.

4. Inchaço com dor

Seios inchados e doloridos também podem estar ligados ao câncer de mama. “Tudo está relacionado com o tamanho e a localização do tumor, que pode ser responsável por uma mudança de tamanho ou formato do seu peito”, explica Debra.

“A maioria das mulheres que relatam dor nas mamas não tem câncer. Contudo, se isso não tiver relação com seu ciclo menstrual, você não está amamentando ou esse incômodo não desaparece, vá ao médico”, acrescenta.

5. Alterações que não estão relacionadas aos seus seios

Dor nas costas, no pescoço e perda de peso inexplicável são outros sintomas que levaram mulheres a procurar atendimento médico e obter o diagnóstico de câncer de mama, segundo o estudo do NCRI. Isso porque essa doença pode se espalhar antes de ser detectada, causando sintomas em partes do corpo que não têm relação com os seios.

Veja Mais:  Número de mortos pelo Ebola no Congo sobe para 865

Leia também: Câncer de mama: crença nos mitos piora estigma sobre a doença

“Não é possível identificar todos os possíveis sinais de câncer de mama – essa lista seria longa demais para ser significativa. Então, quando se trata de detecção precoce, você é sua melhor arma”, aponta Neelima. “No geral, qualquer alteração persistente e perceptível deve ser verificada por um médico”, completa.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Homem que sentia dor ao fazer xixi tem bala removida da bexiga após 18 anos

Publicado

Um americano de 42 anos que sentia dor ao fazer xixi e ejacular teve uma bala removida de sua bexiga após 18 anos. À época do ferimento, em 1990, os médicos decidiram não operá-lo para não danificar sua saúde. Com o passar do tempo, contudo, uma pedra na bexiga foi formada ao redor do projétil, ficando grande demais para passar pela uretra.

Leia também: Condição rara deixou instrutora de pilates sem fazer xixi por dois anos

Homem segurando a virilha com dor arrow-options
shutterstock
A dor ao fazer xixi e ejacular era causada por uma bala alojada na bexiga do homem desde 1990

O caso foi publicado no periódico científico Urology Case Reports por Joanna Marantidis, da Frank H. Netter MD School of Medicine da Quinnipac University e Grace Biggs, da Griffin Faculty Physicians em Derby, Connecticut.

Segundo as autoras do relato, os casos de ferimentos a bala no sistema urinário/reprodutivo, como o que fazia o paciente sentir  dor ao fazer xixi,  são considerados raros, correspondendo a cerca de 10% dos 2,8 milhões de pacientes de traumatismo que dão entrada nos hospitais americanos.

Leia também: Entenda o que a cor do seu xixi pode dizer sobre sua saúde

Os procedimentos usados para tratar a dor ao fazer xixi

Para retirar a bala e a pedra na bexiga  foi realizada uma cistolitolapaxia, procedimento que consistiu em fragmentar o cálculo com um laser de 1000 μm (equivalente a 1 mm). De acordo com o relato, tanto os fragmentos do projétil  como da pedra foram eliminados pela uretra.

Veja Mais:  Composto da maconha pode servir como antibiótico

Apenas um dos restos da bala, que era afiado demais, não pode ser eliminado seguramente pelo canal urniário. Para terminar de remover os fragmentos, foi realizada uma cistolitotomia , na qual uma incisão foi feita logo abaixo do umbigo para remover um pedaço da bala que media aproximadamente 30 x 25 mm.

Na conclusão, as autoras lembraram que, embora este não seja um caso isolado , ele é um dos que teve maior intervalo entre a data do ferimento e a remoção do projétil de que se tem conhecimento.

Leia também: Faz mal ficar com muita vontade de fazer xixi? Veja o que dizem os médicos

Segundo elas, o procedimento correto para os clínicos deveria ser tratar o ferimento de imediato da melhor maneira possível e, em seguida, considerar a remoção completa da bala para evitar complicações a longo prazo, como a pedra na bexiga que causava dor ao fazer xixi e ejacular no paciente em questão.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Neurocientista ensina como não deixar o estresse levar à depressão

Publicado

Você sabia que o estresse pode ser a porta de entrada para doenças mentais como a depressão e a ansiedade ? Essa é a conclusão de cientistas foi detalhadamente explicada pelo  neurocientista, Dean Burnett, no jornal The Guardian neste domingo (13). 

Leia também: Preconceito ainda impede que pessoas busquem tratamento contra depressão

estresse arrow-options
shutterstock
O estresse pode causar esgotamento cerebral e levar à depressão

O especialista afirma que o estresse é o primeiro estágio de uma luta ou fuga. “Uma reação clássica ao perigo, o reflexo arraigado que nos obriga a enfrentar o perigo de frente ou a gritar com ele”, escreveu. Porém, a resposta não se resume a sim ou não. Existem os sistemas neurológico, bioquímico e o cérebro que trabalham em conjunto.

Você já deve ter percebido que nosso corpo é uma máquina. Qualquer pequeno defeito acaba refletindo em outras áreas e pode causar uma “ pane ”.

Quando o cérebro decide que o estresse é necessário, o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal) libera algumas substâncias químicas em nosso organismo, como o cortisol no sangue, que causa aumento da frequência cardíaca e tensão muscular e a glicocorticoide.

Só que o HPA não sabe como interromper os estímulos dessas substâncias e é a partir daí que vem a depressão. “Aqueles que sofrem de depressão crônica e muitos dos que já morreram pela doença demonstraram ter níveis significativamente elevados de glicocorticoides, cortisol e outros produtos químicos de estresse no sangue e nos tecidos”, afirma o Dr. Burnett.

Veja Mais:  Óleo de coco é “puro veneno”, diz professora de Harvard sobre riscos do alimento

Dentre os sintomas físicos da depressão está o ganho de peso, a hipertensão, um sistema imunológico suprimido e problemas cardíacos . Todos esses problemas advêm de um fenômeno aliado ao estresse chamado excitotoxidade , pelo qual muita atividade danifica e prejudica os neurônios.

Da excitoxidade vem outra anomalia: a neuroplasticidade . Esse fenômeno acontece pelo uso excesso do cérebro e os cientistas acreditam que essa seja uma parte essencial da depressão.

O que causa o estresse e como lidar com ele?

yoga arrow-options
shutterstock
Aprender a respirar com técnicas de yoga pode ser útil no combate ao estresse

No artigo do Dr. Burnett, ele cita um curso chamado “ manuseio do estresse ” ministrado em Cardiff e que se baseia nos trabalhos do psicólogo Jim White. Os frequentadores do curso aprendem pequenos passos e progresso incremental para superar seus problemas.

Entre as causas do estresse justificadas no curso e pelo Dr. Burnett estão:

  • Falha em atender as expectativas;
  • Ter que fazer mais do que podemos suportar;
  • Perda de status;
  • Perda de padrão de vida;
  • Perda de segurança;
  • Perder alguém importante

“Perguntas como “sobre o que você deve se estressar?” não fazem sentido. Graças a forma como nosso cérebro funciona, se você não gosta de algo ou não quer que isso aconteça, ele pode e vai estressa-lo”, explica o médico.

E quais são os métodos para superar o estresse ? No curso apenas 10 letras dão o tom da recuperação. “ Enfrente seus medos . Seja mais ativo. Cuidado com o que você bebe”. Segundo Barnett, a bebida indicada não é apenas as alcoólicas, mas também a cafeína que deixa o cérebro ativo por muitas horas.

Veja Mais:  Longe da meta, Brasil tem dia D da vacinação de crianças contra sarampo e pólio

Na área científica, a técnica de biofeedback ou neurofeedback já está sendo implementada em pacientes afetados pelo estresse. O procedimento funciona da seguinte forma: a pessoa é conectada a monitores que exibem saídas físicas do corpo como frequência cardíaca, tensão muscular, condutâncias da pele e ondas cerebrais. O objetivo é identificar as ações que ocorrem no inconsciente para que as pessoas possam controlá-las com as mentes conscientes.

Leia também: Ansiedade engloba distúrbios como as fobias e a síndrome do pânico

Exercícios de respiração, exercícios físicos e até ter adotar um pet podem ajudar contra o  estresse . Mas o mais importante é lembrar-se do conselho do Dr. Burnett. “Dê a eles [neurônios] tempo para reabastecer depois de serem levados ao limite e eles ficarão bem”.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana