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Equipes feminina e masculina do Brasil levam ouro no Mundial Militar de Judô

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Equipe feminina do Brasil levou medalha de ouro no Mundial Militar
Reprodução/ Twitter @RededoEsportebr

Equipe feminina do Brasil levou medalha de ouro no Mundial Militar

Na tarde desta quinta-feira (08), os grupos feminino e masculino do Brasil conquistaram a medalha de ouro no 38º Mundial Militar de Judô na disputa por equipes. O evento iniciou-se no dia 06 de novembro e vai até o dia 12, no Rio de Janeiro.

A primeira decisão do dia foi da equipe feminina. A equipe composta por Maria Suelen Altheman, a campeã olímpica Rafaela Silva, Jéssica Pereira, Ellen Santana e Aléxia Castilhos passou pela Sérvia, China e Rússia até chegar a disputa da medalha de ouro .

O adversário da decisão feminina foi a seleção da França. Em cinco lutas (vitórias de Rafaela e Jéssica), as brasileiras se saíram melhor e fecharam o placar em 3 a 2 com Maria Suelen forçando três penalidades da oponente francesa.

Poucos minutos depois, foi a vez dos homens pisarem no tatame para disputar o ouro contra os Russos. David Moura da categoria acima de 90 kg foi o primeiro a disputar a luta e perdeu de Tamerlan Bashaev. O segundo confronto foi na categoria 66 kg e o brasileiro Alim empatou a disputa.

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Na terceira luta, Marcelo Contini perdeu para Georgii Elbakiev e a Rússia ficou a frente. Em seguida, Eduardo Yudy voltou a empatar o placar e, repetindo as lutas femininas, o embate da decisão foi definido pela quantidade de punições aos lutadores. Eduardo Bettoni conseguiu que Mikhail fosse punido três vezes e o ouro foi garantido.

O Mundial Militar de Judô está sendo organizado pela Marinha do Brasil e realizado no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), construído para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

São 200 atletas de 20 países disputando o evento que faz parte do calendário do Conselho Internacional do Esporte Militar – CISM. Além da medalha de ouro do Brasil na disputa por equipes, 18 atletas do país participarão das competições individuais entre sexta-feira e sábado.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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Rafael Nadal comemora boa forma física e classificação no Australian Open

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Rafael Nadal está classificado para as oitavas de final do Australian Open
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Rafael Nadal está classificado para as oitavas de final do Australian Open

Recuperado de uma cirurgia no tornozelo, o tenista espanhol Rafael Nadal se classificou para as oitavas de final do Australian Open após vencer o jovem Alex de Minaur nesta sexta-feira (18) e comemorou o bom início de ano.

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“O poder de ganhar hoje foi uma notícia muito boa para mim e poder vencer em três sets (parciais 6/1, 6/2 e 6/4) é melhor ainda”, confirmou Rafael Nadal . “De Minaur vinha de sete vitórias seguidas. Se somarmos que ele joga em casa e que o público está com ele, o fez um rival bem complicado”, ressaltou.

Após a partida, o atual número 2 do mundo do tênis também comentou sobre sua forma física. “Consegui ganhar as partidas com grande firmeza. Estou muito contente pela forma que consegui. Não é fácil depois de estar muito tempo sem poder competir. Não digo que esteja aqui pronto para ganhar o torneio porque cada partida é diferente e não se sabe o que acontecerá na próxima”.

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Rafael Nadal pegará o tcheco Tomás Berdych pelas oitavas de final do Australian Open . O jogo será disputado no domingo (20), com horário ainda a definir. Os outros confrontos de oitavas que já estão confirmados são entre Tsitsipas e Federer; Cilic e Bautista; Tiafoe e Dimitrov.

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A terceira rodada da fase de grupos ainda terá seis partidas neste sábado entre Fábio Fognini x Pablo Busta; Pierre-Hugues Herbert x Milos Raonic; Djokovic x Shapovalov; Coric x Krajinovic; Zverev x Bolt e Pouille x Popyrin.

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Em toda sua carreira, Rafael Nadal disputa 24 Grand Slam, vencendo 17 vezes. Na Austrália foi campeão apenas em 2009 e chegou na final em outras três oportunidades perdendo duas para Djokovic, atual número 1 do mundo, e a outra para Roger Federer.

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