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Esportes

Esportes estranhos pelo mundo: Buzkashi, uma versão sangrenta do polo

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Buzkashi, o esporte mais violento do mundo

O buzkashi é considerado o esporte mais violento do mundo, e não é pra menos. Assim como no polo, os jogadores montam em cavalos e tentam acertar o alvo do rival, porém em vez de uma bola, a carcaça de uma cabra decapitada é usada pelos atletas.

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Antes de servir como “bola” no buzkashi , a cabra, ou algumas vezes a bezerra, é decapitada e estripada, suas pernas são cortadas nos joelhos e depois o corpo fica encharcado de água por 24 horas para endurecer a carne e endurecer a pele antes de ser usado no jogo. Após o final da partida, o animal é assado.

Assim como qualquer esporte , existem regras. Aqui elas não são tão complexas, a partir do momento em que agarrou a cabra decapitada, os jogadores, ou “chapandaz”, como são chamados, correm em disparada para atirar o animal na meta adversária, enquanto os rivais tentam recuperar a posse do bicho.

Para roubar a cabra , os chapandaz podem usar paus e chicotes para agredir os cavalos dos adversários, mas não podem atacar diretamente os outros jogadores. São comuns os registros de morte na prática do esporte, geralmente de chapandaz e cavalos que acabam sendo atropelados, podendo sobrar até para os espectadores da disputa.

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Patrocinadores

Os melhores jogadores de buzkashi hoje têm patrocinadores pessoais, que costumam ser ricos influenciadores que anseiam por reputação e sucesso, algo muito parecido com os oligarcas que compram clubes e franquias em outros esportes.

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Além disso, os atletas bem-sucedidos recebem grandes prêmios em dinheiro, terrenos e até lotes de fuzis de assalto AK-47.

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Reprodução / ResoluteSupportMedia/Flickr

O buzkashi é muito popular no Afeganistão


Problemas com o Talibã

Sob o domínio do Talibã, a quantidade de adeptos diminuiu muito, porque o esporte foi considerado imoral, mas após a queda do regime a popularidade da prática voltou a crescer, atingindo milhares de espectadores.

Outro embate do buzkashi na sociedade é contra os ativistas dos direitos dos animais, que são contra o uso da carcaça animal no esporte. Uma mudança para que a prática se torne popular no restante do mundo é discutida, mas não deve acontecer tão cedo.

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Vôlei russo fora dos Jogos Olímpicos?

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Nesta semana a Agência Mundial Antidoping (Wada, sigla em inglês) decidiu banir a Rússia das principais competições esportivas pelos próximos quatro anos. O motivo seria uma suposta manipulação nos dados fornecidos pelo laboratório antidopagem de Moscou à Wada. Se a sanção for confirmada, os russos estariam fora de eventos como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, a Copa do Mundo de Futebol de 2022 e os Mundiais de Vôlei, também em 2022. A decisão ainda pode ser revista pela Corte Arbitral do Esporte, mas não deixa de ser mais um duro golpe na já manchada reputação do esporte russo.

Caso a punição seja de fato aplicada, os torneios olímpicos (vôlei de quadra e de praia) perderiam uma potência. Nas areias, vem da Rússia a atual dupla campeã mundial de vôlei de praia, Viacheslav Krasilnikov e Oleg Stoyanovskiy. Nas quadras os russos formam uma das mais tradicionais escolas da modalidade. No masculino, se contarmos o período da extinta União Soviética, são quatro medalhas de ouro olímpicas, a última delas já como Rússia, com uma virada inacreditável sobre o Brasil nos Jogos de Londres, em 2012. As mulheres também colecionam quatro medalhas douradas, todas conquistadas ainda na época da URSS.

A resolução emitida pela Wada abre a possibilidade para que atletas russos, que consigam provar que estão limpos de doping, possam participar de competições sob uma bandeira neutra. Ainda é cedo para dizer, mas é possível que tenhamos as equipes russas nos Jogos Olímpicos competindo com uniformes neutros, sem direito a hino nem a bandeira hasteada. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) não se pronunciou sobre o caso.

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A medida é extrema e polêmica. Barrar os russos da Olimpíada seria comprar uma briga com um dos principais mercados de vôlei no mundo. Pela tradição e força na história da modalidade, não creio que a FIVB vá bancar a exclusão, do torneio olímpico do Japão, de nomes como o da excepcional Nataliya Goncharova e do experiente levantador Sergey Grankin.

O talentoso, e problemático, Ngapeth

O francês Earvin Ngapeth é um dos grandes nomes do vôlei masculino na atualidade. Basta procurar no Youtube algum dos inúmeros vídeos que mostram suas jogadas inusitadas e habilidosas, além de uma personalidade irreverente e um tanto explosiva. Nos últimos anos o ponteiro ajudou na evolução da França, que se tornou um time com grande potencial (mesmo decepcionando em Jogos Olímpicos e em Mundiais). Pois o mesmo talento que Ngapeth exibe dentro das quadras, ele tem para se meter em encrencas. A última delas foi nesta semana aqui no Brasil.

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Francês Earvin Ngapeth (esquerda) em ação pelo Zenit Kazan – Divulgação/FIVB

Depois de participar do Mundial de Clubes de Vôlei, em Betim, defendendo o Zenit Kazan, da Rússia, o jogador francês foi parar atrás das grades. Ele estava em uma boate na noite de domingo e deu um tapa nas nádegas de uma mulher dentro do recinto. Imagens divulgadas pelo portal de notícias G1 mostram de forma clara a atitude lamentável do atleta. A mulher abusada prestou queixa e o jogador foi preso por importunação sexual. Na terça, ele pagou fiança de R$ 50 mil. Agora, vai responder ao processo em liberdade. Em nota divulgada por seu advogado, o jogador se disse profundamente arrependido, pediu desculpas à mulher assediada e disse que a confundiu com uma conhecida. Após ser solto, Ngapeth chegou à Bélgica a tempo de participar da estreia do Zenit Kazan na Champions League de vôlei na última quarta.

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Este não foi o primeiro caso policial envolvendo o ponteiro. Em 2015 (ano em que a França foi campeã da extinta Liga Mundial), Ngapeth foi detido pela polícia francesa e posteriormente condenado a três meses de prisão ao ser acusado de bater no condutor de um trem. O jogador pagou multa e não precisou cumprir a pena. No mesmo ano, ele atropelou três pedestres em uma estrada de Modena, na Itália, e não parou para prestar socorro. Um ano antes, em 2014, Ngapeth já havia sido detido após brigar em uma boate. Isso sem contar os casos de indisciplina dentro da seleção francesa.

Ngapeth é um jogador experiente, extremamente talentoso e ainda pode ajudar a França a voltar a figurar no pódio das principais competições do mundo. Mas é preciso que se esforce para não ser mais lembrado nas páginas policiais do que nas esportivas.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Flamengo parte em busca do bicampeonato do Mundial de Clubes

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O Flamengo desembarca neste sábado (14) em Doha, capital do Catar, para tentar o bicampeonato do Mundial de Clubes. A equipe do treinador Jorge Jesus vai tentar repetir a façanha de 38 anos atrás do time de Zico e companhia. Representando esta geração vitoriosa, o ex-lateral Leandro foi convidado pela diretoria para viajar junto com o grupo. O voo fretado partiu nesta sexta (13) do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, e deve levar cerca de 15 horas para aterrissar em Doha.

Ouça na Rádio Nacional

Uma boa notícia para a torcida flamenguista é que o time rubro-negro renovou do contrato do meia Éverton Ribeiro até 2023.

“Felicidade renovar por mais quatro anos. Sou muito grato e espero continuar sendo campeão”, comemorou o meio-campo de 30 anos, que chegou ao Flamengo em meados de 2017, após defender o Al Ahli, dos Emirados Árabes. O jogador custou ao clube aproximadamente R$ 22 milhões.

O Fla joga na próxima terça (17) contra o Al Hilal (Emirados Árabes) ou o Espérance (Tunísia): os dois se enfrentam amanhã (14), às 11h (hora de Brasília).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Futebol Feminino: Brasil se candidata a receber Mundial de 2023

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entregou, na última quinta (12), na sede da Federação Internacional de Futebol (Fifa) em Zurique (Suíça) os documentos para apresentar o Brasil como candidato para sediar a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023.

Segundo a CBF, “a proposta do Brasil prevê jogos em oito cidades distribuídas em todas as regiões do país, que também receberam jogos da Copa do Mundo de 2014. São elas: Manaus, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre”.

O Brasil concorre ao direito de sediar o Mundial Feminino de 2023 com Colômbia, Japão e com a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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