conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Economia

Ex-jogador cria marca de roupa e vira “roupeiro” oficial de atletas e famosos

Publicado

A carreira de jogador de futebol profissional não é só glamour como a grande maioria das pessoas possam imaginar. Na realidade, grande parte dos atletas enfrenta uma batalha muito complicada pelo País. A missão fica ainda mais difícil quando falamos de um ex-jogador.

Leia também: Analista de sistemas decide arriscar e abre hamburgueria em São Paulo

No Brasil, nós temos milhares de jogadores espalhados pelos gramados. Muitos deles sobrevivem com um salário baixo e acabam abandonando a carreira depois de não conseguir manter a família. O ex-jogador Mauricio Nassar teve esse destino e precisou se reinventar.

“Sempre tentei jogar como profissional. Me profissionalizei em 2012 pela Matonense em SP, passei pelo Atlético de Sorocaba, Juventus da Mooca e depois fui jogar no Rio de Janeiro, onde atuei pelo Duque de Caxias e Tigres-RJ”, diz o ex-atleta.

Mauricio, hoje com 27 anos, conta que em muitos clubes o planejamento não é o correto e isso reflete no bolso dos jogadores. Em 2015, o atleta se viu vítima desse cenário. “Fui sacar um dinheiro no banco um dia e não tinha nada, fui em outro banco e não tinha limite. Então, eu resolvi desisitir de jogar bola. A gente fica naquela que vai dar certo, que uma hora vai, mas não tem jeito. A idade vai chegando e você precisa ter dinheiro”, segue Mauricio.

Da carreira de jogador, Mauricio só trouxe dívidas. “Eu voltei para São Paulo e fui morar com meus pais, não tinha nada no bolso e precisava me reinventar. Mas eu sempre fui um cara que soube aproveitar oportunidades, isso me ajudou muito”, conta Mauricio.

Veja Mais:  Reforma daPrevidência: “Quem ganha menos, pagará menos”, diz Bolsonaro

Leia também: Casal busca sonho do sucesso na área alimentícia e vê faturamento crescer 100%

A moda entrou na vida do ex-jogador meses depois que ele largou a carreira. “Eu gostava de ter roupa boa e diferente, uma dia resolvi comprar em um site importado. Lembro que comprei 4 camisetas. O dólar estava barato na época e eu acabei gastando pouco. Nisso, alguns caras do meu prédio viram as roupas e acabei vendendo para eles. Comprei por R$ 15 e vendi por R$ 70. Na mesma hora, eu já fui lá e comprei mais. Virou uma bola de neve, eu comprava e já tinha gente pedindo para levar.”

Mauricio conta que chegou a gastar R$ 7 mil com compras no exterior. “Montei uma página no Facebook e vendia tênis, camiseta, calça. Foi aí que pensei a começar a viver disso. Eu ia para baladas, as pessoas viam as roupas e lembravam que era jogador e queriam usar também aquelas roupas que estavam comigo”, lembra.

Nessa época, Mauricio conta que conheceu dois empresários que impulsionaram ainda mais os negócios. “Eles eram varejistas, eu comecei a pegar roupas deles e vender. Eu vendia tanta coisa que parei de comprar de fora e só fazia negócio com eles. Eu vendia 10 pares de tênis por dia, tinha muita pegada e conhecia muita gente”, diz.

Os empresário perceberam a fome de vender que Mauricio tinha e convidaram o ex-jogador para uma sociedade. Eles abriram uma loja de roupa feminina com outra investidora. “Nesse fase, eu já tinha duas lojas minhas e entrei nessa terceira. Eu fazia bastante dinheiro, mas aí veio a crise”.

Veja Mais:  Em garimpo no Pará, 38 pessoas em situação análoga à escravidão são resgatadas

O ex-jogador e agora empresário se viu obrigado a deixar a sociedade sem levar nada. “A loja feminina ia quebrar, eu tinha feito uma baita investimento e deixei tudo ali, saí sem nada. Uma das outras loja que eu tinha foi roubada duas vezes em dois meses e perdi nessa história uns R$ 70 mil. As dívidas vieram com tudo, eu fiquei só com uma loja pequena, não vendia nada e ainda cheio de dívidas. Fiquei mal, tive até depressão”, relata o empresário.

Leia também: Empresária supera infância pobre e fatura R$ 90 milhões com Spa das Sobrancelhas

No final do ano, o empresário pegou os últimos produtos que tinha e junto com o um novo sócio de um gás nas vendas com os últimos produtos que ainda tinha na sua loja.”A gente arrebentou de vender. E foi aí que aconteceu uma coisa que mudou tudo. Tinha muita gente que sabia da minha proximidade com jogadores e famosos e pedia para entregar para eles algumas roupas de outras marcas. Então, eu pensei em fazer isso com a minha própria marca.” afirma Mauricio.

O empresário apresentou a ideia para o sócio e nasceu a Eleggoá . “Eu já tinha uma ideia do logo e montamos um nome que misturava elegância e ego. Comecei a espalhar a nossa marca para um monte de jogar, cantor, gente famosa que eu ia conhecendo, porque era um meio que já tinha vivido”, conta.

Com o aumento das vendas e ajuda de uma ex-namorada, o empresário conseguiu pagar as suas dívidas. “A empresa foi crescendo, o meu sócio fazendo a parte administrativa e eu nas vendas. E fui espalhando a marca entre os famosos, o dia que vi o Gusttavo Lima com a nossa roupa no fantástico, eu vi que tinha virado.”, comemora o empresário.

Veja Mais:  Com prisão de Temer, Ibovespa despenca e dólar vai a R$ 3,80

O empresário diz que mesmo com a empresa andando, ele só viu o retorno depois que começou a tocar o negócio sozinho. “Eu me separei do meu sócio e continuei bombando as vendas, sempre levando roupa para jogadores, cantores, mas a coisa deu tão certo que vem um jogador como Vinícius Júnior do Real Madrid e curte e usa minhas roupas. As coisas vão crescendo com isso. Eu tenho essa sorte de estar no lugar certo com as pessoas certas.”, diz Mauricio.

Ferrugem, Gusttavo Lima, Léo Jaba, Marreta, Vitor Sarro, Turma do Pagode, Pixote e Mc Kekel são alguns dos famosos que levam a roupa e o nome Eleggoá para o mundo todo.” Foi muito imporante esse trabalho de divulgar a marca. Teve uma vez que eu peguei 100 camisas sem que meu sócio soubesse e dei para as pessoas. Isso fez a diferença”, diz o empresário que hoje tem um showroom Anália Franco e também vende por atacado do escritório que montou em casa.

Consolidado, o ex-jogador afirma que ganha muito mais hoje em dia do que na época de atleta profissional. “Eu sou feliz, realizado. Tenho uma vida tranquila com a minha marca. Antes eu era o Mauricio que não deu certo no futebol, mas agora já sou o cara da Ellegoá e é gostoso ouvir isso e ver que tudo deu certo e que estou realizado”, finaliza o empresário.

Comentários Facebook

Economia

Mulher de Carlos Ghosn diz temer Justiça japonesa e pedirá apoio de Bolsonaro

Publicado

Em sua primeira entrevista a um jornal brasileiro, Carole Ghosn – mulher de Carlos Ghosn, ex-presidente da aliança Renault-Nissan, que cumpre prisão domiciliar no Japão – afirma ter medo da maneira como a Justiça japonesa conduz as investigações. O executivo, considerado um dos grandes nomes da indústria automobilística, é investigado por sonegação fiscal e abuso de confiança, entre outros crimes. Carole pretende contatar diretamente o presidente Jair Bolsonaro em busca de apoio para que o marido tenha um julgamento justo.


A estilista relata o episódio da prisão de Ghosn no início de abril, comenta o tratamento dado pela Justiça japonesa a estrangeiros, cobra mais apoio de autoridades brasileiras e critica as denúncias que envolvem familiares do executivo.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Veja Mais:  Guedes celebra apoio dos EUA e diz que adesão à OCDE põe Brasil “na 1ª divisão”
Continue lendo

Economia

Lojistas prometem até 70% de desconto em ações contra impostos altos

Publicado


Gasolina
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Gasolina mais barata será um dos atrativos do “Feirão do Imposto”

Lojistas de 140 cidades de 18 estados do Brasil participarão, neste sábado, do “Feirão do Imposto”, organizado pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje) com o intuito de defender a reforma tributária.

Leia também:  Da Oscar Freire à compra da Avon: a trajetória da Natura até os US$ 11 bilhões

Os descontos serão aplicados em lojas, postos de gasolina e supermercados participantes. De acordo com o Coneja, os descontos serão, em média, de 50%. “O comerciante decidirá quais produtos serão vendidos com isenção de impostos . O empresário subsidiará do bolso o valor pago ao governo”, explica o coordenador da iniciativa, Eduardo Medeiros Pereira.

O Feirão do Imposto  ganhou adeptos nas redes sociais e, já na manhã deste sábado, a hashtag “imposto é roubo” era uma das mais compartilhadas no Twitter dos brasileiros. 

Dia Livre de Impostos


imposto
Divulgação

Dia Livre de Impostos é iniciativa de empresários

Já no próximo dia 30 de maio produtos com descontos referentes a carga tributária serão encontrados em 13 shoppings, em 12 cidades de seis estados por conta do Dia Livre de Impostos, uma iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem que tem como objetivo “conscientizar” os consumidores sobre o peso dos tributos nas compras.

“Em um ranking de 30 países, o Brasil é o 14º que mais arrecada imposto. E está em último como país que melhor retorna o dinheiro para a população”, diz o manifesto do Dia Livre de Impostos . “O brasileiro trabalha em média 153 dias (5 meses) por ano só para pagar impostos. Apenas nos setores de Maquiagem e Eletrônicos as cargas tributárias são de 58% e 43%, respectivamente.”

Veja Mais:  Em garimpo no Pará, 38 pessoas em situação análoga à escravidão são resgatadas

Empresas de vários setores do varejo vão comercializar produtos descontando o valor dos impostos , que normalmente já está embutido na mercadoria. O objetivo é mostrar de forma clara aos clientes como os impostos que incidem sobre as mercadorias e serviços muitas vezes representam grande parte do preço dos produtos.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Suspensa, Avianca pode cancelar mais de 8 mil voos até o fim do ano

Publicado


Avião da Avianca
Pixabay

Mesmo com suspensão, Avianca é obrigada a oferecer opções como reembolso e reacomodação


A Avianca Brasil informou, neste sábado (25), que pode precisar cancelar mais de 8 mil voos até o fim deste ano caso continue proibida de operar. Na sexta-feira (24), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu todos os voos da companhia até que ela comprove ser capaz de para manter suas atividades em segurança.

De acordo com os dados da Avianca , a empresa tem  8.646 voos programados até o fim do ano, uma média de 39 por dia. Todos estão correndo o risco de serem permanentemente cancelados.

Aos que já foram cancelados, a Anac  recomenda que entrem em contato com a companhia aérea e não se desloquem ao aeroporto de partida até que novas informações sejam divulgadas. Obrigada a cumprir a legislação, a empresa deve oferecer opções como reembolso e reacomodação a esses clientes.

Para outras dúvidas sobre o que fazer caso tenha passagem comprada com a companhia aérea , clique aqui .

A crise

A Avianca Brasil está em recuperação judicial desde dezembro de 2018. Seus funcionários, que fizeram greve na semana passada , dizem não estar recebendo salários e nem o depósito do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Hoje, pilotos e comissários paralisaram novamente suas atividades nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ).

Desde que entrou em recuperação judicial, a Avianca já cancelou milhares de voos e suspendeu suas operações em diversos aeroportos . A empresa tem concentrado suas viagens em Congonhas, Santos Dumont, Brasília e Salvador desde o fim do mês passado.

Veja Mais:  Guedes celebra apoio dos EUA e diz que adesão à OCDE põe Brasil “na 1ª divisão”

Leia também: Latam, Gol e Avianca criticam volta de bagagem gratuita

Até dezembro, a  Avianca  Brasil acumulava R$ 493,8 milhões em dívidas. A quarta maior companhia aérea do País atribuiu sua crise à forte recessão econômica enfrentada pelo Brasil nos últimos anos, além do aumento no preço do combustível e da variação do câmbio.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana