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Financiamento da produção aumentou 14% em relação ao semestre anterior

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Nos primeiros seis meses de financiamento da produção agropecuária, os agricultores tomaram R$ 87,9 bilhões nas instituições financeiras do Sistema Nacional de Crédito Rural. A contratação do crédito rural teve incremento de 14% em comparação com igual período anterior.

Na linha de financiamento do custeio foi aplicado R$ 51,2 bilhões, alta de 15%. A industrialização cresceu 6%, totalizando R$ 3,7 bilhões, e a comercialização teve alta de 1% em relação à safra passada, somando R$ 14,7 bilhões. Os investimentos tiveram incremento de 28%, alcançando R$ 18,3 bilhões.

Quanto aos programas de investimento, o Moderagro (Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais) teve destaque no período analisado, com alta de 193%, representando aplicação de R$ 744 milhões. O Prodecoop (Programa de Desenvolvimento Cooperativo para agregação de valor à produção agropecuária) também tem incremento favorável de 178%, com R$ 622 milhões.

O diretor de Crédito Rural da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antonio Luis de Moraes, destacou o bom resultado alcançado pelos programas prioritários de investimento, cujas contratações mantiveram forte expansão. Estes financiamentos se situaram em R$ 712 milhões, um aumento de 93%, no âmbito do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), em R$ 1,2 bilhão e 85% no Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC) e em R$ 691 ou 67% no Programa de Inovação Tecnológica na Propriedade (Inovagro).

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O crédito para a atividade agrícola atingiu R$ 63,4 bilhões e a pecuária R$ 24,4 bilhões.

Quanto às fontes de recursos, a poupança rural controlada representou R$ 28,6 bilhões, com participação de 33% nas contratações do crédito rural. Em seguida, vem os Recursos Obrigatórios, com R$ 17,5 bilhões e participação de 20%.

Quanto aos recursos das Letras de Crédito do Agronegócio, as LCA’s registraram aplicação de R$ 15 bilhões, sendo que R$ 11,3 bilhões a taxas de juros favorecidas e R$ 3,7 bilhões a taxa livre de mercado.

Os números da contratação de julho a dezembro de 2018 constam do Relatório de Financiamento Agropecuário de liberação de recursos da safra 2018/2019 divulgado pela Secretaria de Política Agrícola, nesta quarta-feira (9).

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
imprensa@agricultura.gov.br

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Ministra pretende criar política para o setor leiteiro

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse nesta quinta-feira (17) a representantes da cadeia produtiva do leite e de órgãos de governo ligados ao segmento que o setor precisa sair da gangorra do sobe e desce de renda, com medidas de curto e longo prazo capazes de trazer equilíbrio à atividade. Uma das primeiras ações que a ministra quer implementar é a criação de uma política para o setor na Câmara Setorial do Leite e Derivados, que será incluída no Plano Plurianual (PPA) a ser lançado em abril. “O Ministério vai ouvir todos os segmentos para uma ação conjunta em relação ao leite”, observou.

O preço do leite pago ao produtor melhorou em dezembro, com a redução das importações, lembrou. “Mas o setor precisa de apoio e não podemos deixar mais produtores saírem do mercado por causa de importações que aviltam os preços, principalmente na entrada da safra”.

“Estamos muito preocupados com o setor e precisamos achar um caminho, devido à importância econômica e social do segmento leiteiro”, afirmou. A ministra destacou ainda a importância da extensão rural para os criadores, tanto na melhoria da produtividade como na qualidade do leite.

Tereza Cristina informou que está buscando uma solução para as importações de leite junto às autoridades argentinas, mas alertou que o Brasil não pode criar cotas no Mercosul. “Eles também têm problemas lá com seus produtores, e nós temos que achar uma solução inteligente”.

O presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, lembrou que o governo brasileiro precisa se manifestar até o dia 6 de fevereiro sobre a renovação ou não do processo antidumping contra a Nova Zelândia e União Européia. Até a data, serão mantidas as tarifas de 14,8% para as importações de leite da UE e 3,9% da Nova Zelândia.

Veja Mais:  Ministra pretende criar política para o setor leiteiro

 O executivo Marcelo Martins reivindicou acelerar a elaboração do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para iniciar as exportações de leite para o México e a China,  opções que considera importantes para escoamento da produção brasileira. 

 

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

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Conab aponta queda na produção de café

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A produção de café no Brasil diminuir neste ano, devendo ficar entre 50,48 e 54,48 milhões de sacas beneficiadas, devido à influência da bienalidade negativa dos cafezais – processo natural em que a planta se recupera do maior direcionamento de energia para a frutificação na safra passada, sobretudo na espécie arábica.

O volume total perde cerca de nove milhões de sacas para a safra 2018, quando houve a maior colheita da série histórica do grão.

Os números são do 1º Levantamento da Safra de Café, divulgado nesta quinta-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Também a área de produção teve redução de 1,2% comparada à da última safra, estando calculada em 1.842 mil hectares.

A produção do arábica está estimada entre 36,12 e 38,16 milhões de sacas, apresentando redução comparativa à colheita passada (de 23,9% a 19,6%).

Já o conilon cresce a uma taxa de 1,3% a 15,2%, com possibilidade de atingir entre 14,36 e 16,33 milhões de sacas, ajudado por situações climáticas favoráveis e por não sofrer nesta safra os impactos do ciclo bienal.

“Tivemos um clima favorável, ainda que, no princípio da safra, lá no início, tenha ocorrido crises climáticas.  Seguindo assim nós podemos chegar nesses níveis estimados pela Conab”, disse o diretor de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Silvio Farnese.

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O estado mais prejudicado pelo fenômeno da bienalidade negativa é o estado de Minas Gerais, responsável por mais da metade do volume colhido no país, devendo colher entre 26,4 e 27,7 milhões de sacas ante os 33,36 milhões da safra passada, que foi de bienalidade positiva.

O destaque da produção estadual é a região Sul do estado, que tem perspectiva de produção entre 14,49 e 15,18 milhões de sacas.

O Espírito Santo, que responde pela maior produção do café conilon com cerca de 65% do total do país, deve registrar entre 12,48 e 14,73 milhões de sacas, semelhante às da safra anterior, com seus 13,74 milhões de sacas.

Em relação ao mercado internacional, Farnese comentou que houve pequena reação no últimos dias. “Os preços já estão subindo em dólar por libra e peso. Há possibilidade, no arábica, de fortalecimento em função da menor oferta”.

 

Veja íntegra do estudo

 

Mais informações para a imprensa:

Gerência de Imprensa

(61) 3312-6338/6344/6393/2256/6364/6389

imprensa@conab.gov.br

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Brasil vai exportar material genético bovino e bubalino para o Suriname

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento recebeu nesta segunda-feira (15), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Suriname, a aprovação do Certificado de Saúde Animal para exportação de sêmen e embriões bovinos e bubalinos in vivo e in vitro àquele país.

As tratativas com o Suriname iniciaram em novembro de 2016, para alinhar a certificação firmada pelo Ministério nos embarques de sêmen bovino aos controles operacionais realizados pelas centrais de coleta e processamento deste material. A negociação também teve o objetivo de possibilitar as exportações de embriões bovinos “in vivo” e “in vitro”, que até então não podiam ser comercializadas para o Suriname, pois não havia acordo sanitário.

Em 2015, o Ministério, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), uniram esforços para mapear oportunidades para ampliar mercados importadores de material genético bovino. A estratégia deu certo devido aos avanços sanitários do Brasil, principalmente o reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) do país ser livre da febre aftosa com vacinação.

Contribuiu também o melhoramento genético realizado nos últimos 50 anos, com a formação de rebanho de origem taurina e zebuína de alto desempenho, além do desenvolvimento de técnicas de transferência de material genético no campo, e o investimento feito pelos centros de coleta e processamento de sêmen e embriões em tecnologia e de biosseguridade, para atender as especificações internacionais.

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Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

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