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Ford EcoSport e Ranger têm descontos que podem chegar a R$ 25 mil

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Ford EcoSport recebe descontos com a intenção de retomar um pouco de sua popularidade no mercado
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Ford EcoSport recebe descontos com a intenção de retomar um pouco de sua popularidade no mercado

A Rede Ford CAOA, encerra o ano de 2018 com promoção para Ford EcoSport Titanium (R$ 85.500 — desconto de R$ 15 mil) e Ranger XL (R$ 105.700 — desconto de R$ 25.790). O SUV vem equipado com câmbio automático de seis marchas, motor 2.0 de176 cv e 22,5 kgfm, além de um pacote de itens de série que inclui: central multimídia com tela de 8 polegadas, sensor de chuva, sistema de monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, direção elétrica, ar-condicionado automático e digital, luzes diurnas em LED, bancos revestidos em couro, faróis com lâmpadas de xenônio, teto solar elétrico, rodas de liga leve de 17 polegadas, entre outros.

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Já a picape traz cabine dupla, motor 2.2 Diesel de 160 cv e 39,3 kgfm e tração 4×4. A lista de equipamentos inclui diferencial traseiro blocante, controle adaptativo de carga, assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, controle anti-capotamento, direção elétrica, rádio com comando de voz e controles no volante, entre outros. Tanto o Ford EcoSport
2019 na versão titanium quanto o Ford Ranger
2019 na configuração XL Cabine Dupla serão, com esses descontos, dão lugar às ofertas do black friday,
que diminuiram os preços do EcoSport SE 1.5, Focus SE 1.6, Fiesta SE 1.6, Ranger Limited 3.2 e toda a linha Ka.

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Desempenho do Ford EcoSport e do Ranger nas vendas


Se entre os SUVs o Ford EcoSport tenta se recolocar, entre as picapes a montadora aposta no Ranger
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Se entre os SUVs o Ford EcoSport tenta se recolocar, entre as picapes a montadora aposta no Ranger

O EcoSport emplacou um total de 2.994 unidades em novembro. Em 5º lugar no ranking de SUVs, não foi um resultado bastante significativo se comparado à sua média anual, o que explica os descontos para a versão de topo, a com menor saída. Para tomar o líder do segmento Hyundai Creta como referência — o mais vendido entre julho e setembro, e no mês passado — vendeu 5.171 unidades no mesmo mês, ou mais de mil unidades de vantagem em relação ao segundo colocado, o Nissan Kicks (4.040).

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Enquanto isso, o Ranger vendeu 1.572 unidades, o que o coloca em 3º lugar entre as picapes médias. No topo, o Toyota Hilux, com 3.382 emplacamentos. A briga foi acirrada com o VW Amarok, que teve 1.540 unidades. Trata-se de um segmento com pouca participação no mercado (2,19% em novembro e 1,18% no ano), mas que ainda sim representa uma fatia de faturamento considerável para as montadoras.

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Segundo a marca, o  Ford EcoSport
e o Ranger têm condições especiais de financiamento para quem comprar qualquer versão de ambos os modelos, como por exemplo os planos com entrada e saldo em 36 parcelas mensais, com taxa de juros de 0%. Ainda segundo a Ford, entre os descontos de carros
, garante que se trata de uma grande aposta para alavancar as suas vendas.

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Nissan deixa de oferecer as versões 1.0 do March no Brasil

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Nissan March: linha do hatch diminui para conter custos de produção e manter o foco nas versões mais procuradas nas lojas atualmente

A Nissan resolve deixar de produzir as versões com motor 1.0 do hatch March no Brasil, onde o carro passa a ser oferecido apenas com motor 1.6, a partir de R$ 56.490, valor do SV com câmbio manual de cinco marchas. Em seguida, vem o SV automático CVT (R$ 62.190) e o topo de linha é o SL CVT (R$ 65.190).

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A marca começa a reformular sua linha de compactos no mercado brasileiro. Já está confirmada a chegada da nova geração do sedã Versa, vinda do México, a partir de junho. O novo modelo vai conviver com o Nissan V-Drive, que corresponde ao Versa atualmente feito em Resende (RJ), o único modelo da marca com o motor 1.0, de três cilindros.

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Pelo menos por enquanto, o March 1.6 continua sendo fabricado normalmente, mas agora com uma oferta mais exuta, até a chegada de outro modelo, baseado na nova geração do March vendida na Europa e outros mercados. Deverá seguir o estilo do novo Versa mexicano e ter mais espaço e sofisticação que o hatch feito hoje em dia na linha de montagem fluminense.

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Kicks também tera novidades

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Nissan Kicks: versão híbrida e-power deverá ser uma das novidades que a marca deverá lançar no Brasil nos próximos anos

O que também está confirmado é que o SUV compacto Kicks terá uma versão híbrida feita no Brasil até 2022. A fabricante está avançada nas pesquisas que combinam célula a combustível e etanol. O conjunto mecânico deverá ser o mesmo do Note E-Power, que a reportagem de iG Carros já avaliou no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

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Com a nova versão híbrida, o Nissan Kicks poderá ser capaz de fazer até 34 km/l, já que vai se mover apenas com motor elétrico, ficando o a combustão para gerar energia. Agora o desafio é fazer o sistema funcionar com etanol. Pelo visto, será uma das melhores soluções quando o assunto é eletrificação.

Fonte: IG CARROS

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Embate interno: Citroën C3 1.2 de entrada ou 1.6 AT de topo? Temos um vencedor

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Guilherme Menezes/iG Carros

Apesar de ausentes no Citroën C3 Attraction testado (direita), ele vem com o mesmo DRL e os faróis de neblina do Urban Trail (esquerda)

Testamos as versões de entrada e de topo do Citroën C3, hatch que vem amargando a última colocação em vendas no segmento dos hatches compactos. São as versões 1.2 Attraction manual (R$ 55.790) e a Urban Trail (R$ 72.790). No acumulado de 2019, 2.857 unidades foram emplacadas, quase a metade do “irmão” Peugeot 208 (5.608 unidades), que ocupa a 10ª colocação no ranking da Fenabrave.

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Por que isso acontece? Antes de tentar trocar em miúdos, vamos ver com do que ambas as versões do Citroën C3 são recheadas. Na Attraction , o modelo vem com central Multimídia Citroën Connect (com conectividade para celulares), câmera de ré, rodas de liga leve opcionais, volante revestido com couro, airbag lateral, luzes diurnas de LED (DRL), faróis de neblina, entre outros. Para o Urban Trail , são adicionados bancos bordados, aplique plástico nas caixas de roda, molduras plásticas nas laterais, acabamento metálico no volante, pintura com teto preto e rodas de 16″ com desenho exclusivo. Isso para inserir o modelo em uma proposta aventureira.

Nos conjuntos mecânicos, por sua vez, o modelo de entrada com câmbio manual de cinco marchas oferece o motor 1.2 PureTech de três cilindros, que produz até 90 cv e 13 kgfm. De acordo com os dados do Inmetro, o C3 com motor PureTech tem consumo urbano de 10,6 km/l e 14,8 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 11,3 km/l e 16,6 km/l (na mesma sequência). Enquanto isso, o aventureiro migra para o 1.6 de quatro cilindros, que gera até 118 cv e 16,1 kgfm. Segundo o inmetro, tem consumo urbano de 7,6 km/l e 10,9 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 9,3 km/l e 13,2 km/l (na mesma sequência).

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Até aí, são números competitivos ante alguns de seus rivais. Então o que explica a sua impopularidade? O primeiro ponto está na imagem da marca, que principalmente a partir da segunda metade da década que se foi, a PSA precisou a rever alguns conceitos. Os projetistas perceberam que o Brasil não era a França no que diz respeito às demandas do mercado consumidor. Nos anos 90, quando a marca firmou as suas atividades no mercado brasileiro — após a abertura das importações — e nos anos 2000, tecnologias inéditas foram tanto o motivo de grande admiração, quanto de afastar a clientela. Mas e quanto ao C3 especificamente?

Impressões

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O Citroën C3 ainda tem seu espaço entre os rivais? Descobrimos nas impressões

Eis então que chegamos no segundo ponto, o mais decisivo para a avaliação. Um dos seus maiores atributos é certamente a personalidade. Ao olhar para ele, não há quem diga que o carro é apenas mais um — o que ocorre bastante com modelos que parecem praticamente iguais entre si e entre outros carros da mesma marca. Suas linhas são suaves e curvas, o que contribui bastante para um visual sutil, moderno e harmônico. No interior, a mesma coisa: o desenho e a disposição dos componentes não geram a sensação de monotonia, mesmo quando se está cercado de plástico.

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O único porém, para mim, com 1,71 m de altura, é a sua ergonomia. No fim das contas eu achei a correta posição de dirigir, mas não foi tão simples. Pelo fato da base do assento ser levemente inclinada para cima em sua extremidade, os pés não ficam bem apoiados no assoalho, o que gera certa estranheza principalmente na hora de migrar o pé direito entre os pedais. Além disso, pelo fato do ponto H (altura do assento) ser relativamente elevado, ao posicionar o volante para alguém da minha altura, ele acaba por ficar muito próximo das pernas, que dificultam o esterçamento. Mas quando o volante é ajustado para ficar mais alto, o condutor é obrigado a manejá-lo um pouco mais alto que o ideal.

A central multimídia tem tela com boa resolução, o sistema touchscreen também agrada e o manuseio é intuitivo. Um grande ponto positivo é o comando do ar-condicionado não ser integrado à ela, como ocorre com o “irmão” C4 cactus, por exemplo. O pareamento com o celular é feito com facilidade, seja por bluetooth, ou por cabo USB. Entretanto, pelo preço e pela lista de equipamentos presente nos rivais, faz falta itens de segurança como controles eletrônicos de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

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Ao guiá-lo, é possível sentir que absorve bem os impactos do asfalto ruim, ao mesmo tempo que sua direção é macia. Dependendo da velocidade, ela fica mais “pesada” ou mais “leve”, para aumentar a precisão e o conforto quando for mais conveniente. Um ponto que poderia melhorar é o isolamento acústico. Não porque deixou a desejar, mas porque é possível encontrar carros mais silenciosos, na mesma categoria. Em curvas rápidas, é perceptível o movimento de rolagem de carroceria, bem como a sensação de uma baixa rigidez de sua plataforma, que induz uma saída de frente. Mas até aí tudo bem, porque não estamos falando de um esportivo, feito para ser guiado assim.

Attraction vs Urban Trail

Citroën C3 arrow-options
Guilherme Menezes/iG Carros

Após falar sobre o carro, veremos o que cada uma das versões nos oferece

Apesar da semelhança — por serem o mesmo carro — por outro lado, uma versão se diferencia da outra em pontos importantes. A Attraction se destaca pelo seu motor. Ele é mais econômico que o 1.6 e mais esperto também. A sua aceleração de 0 a 100 km/h, feita em 13 segundos, só é mais lenta que os 12,2 segundos do 1.6 pelo fato de que este só é o mais rápido acima dos 70 km/h.

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Quanto ao câmbio dos dois — outro grande diferencial entre eles — o escalonamento das marchas do manual são mais próximas entre si do que no 1.6 automático, o que contribui bastante para as retomadas (além do fato de que o torque máximo do PureTech vem já em 2750 rpm, enquanto no 1.6 chega só em 4750 rpm). Apesar disso, o trambulador do Attraction poderia ter engates mais precisos.

Enquanto isso, o câmbio automático do Urban Trail é muito competente para a economia de combustível no modo Eco, mas peca muito em força, o que obriga o condutor a pressionar o pedal um pouco mais. No modo Sport, ele preserva melhor as respostas do carro, mas não mantém as marchas reduzidas o bastante ao ponto de extrair ao máximo o seu potencial de aceleração. Com isso, o modo Normal é a melhor pedida para um uso geral. Seu funcionamento é suave e conta com boa confiabilidade, uma vez que o componente é produzido pela japonesa Aisin.

Conclusão

Retomando a problemática das vendas do compacto C3, é um carro que teve a sua oportunidade de brilhar, por ser sim um bom carro. Mas com o passar dos anos, a concorrência se modernizou, enquanto o modelo “parou no tempo”, ficando dependente de atualizações menores, sem que isso se traduzisse em uma redução em seus preços.

Na relação custo-benefício, fica claro como o Attraction se sobressai. Isso porque ele não é exatamente inferior ao Urban Trail no que eles se diferem, e ao mesmo tempo custa R$ 17 mil a menos. Inclusive, aos que gostam da marca, por R$ 69.990 (R$ 2.800 a menos do que os R$ 72.790 cobrados pelo Urban Trail), leva-se para casa a versão de entrada do C4 Cactus, um carro de construção e porte superiores em relação ao Citroën C3 .

Fonte: IG CARROS

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Aguardado no Brasil, VW Tarek já é produzido na Argentina

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Reprodução/Twitter

Executivos posam ao lado da linha do VW Tarek, já em produção na Argentina

O VW Tarek deverá ser uma das principais atrações do enxuto Salão do Automóvel de 2020. Conforme a imagem publicada no Twitter do chefe de marketing e vendas da marca alemã, Jürgen Stackmann, as unidades “pré-série” já estão sendo produzidas no Complexo Industrial de Pacheco, na Argentina. Desde que a Spacefox saiu de linha no início do ano passado, a fábrica argentina se concentrava apenas na produção da picape Amarok. 

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O novo SUV da Volkswagen será lançado no começo de 2021 para bater de frente com o Jeep Compass, sucesso absoluto na categoria dos utilitários médios. Podemos esperar pelo motor 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque que já equipa T-Cross, Jetta e Tiguan, com o mesmo câmbio automático de seis velocidades. 

A marca alemã deverá realocar o Tiguan, eliminando as versões de cinco lugares para evitar uma eventual canibalização. O SUV médio, vale lembrar, foi o segundo mais vendido de sua categoria no Brasil em 2019, com 13 mil emplacamentos, perdendo apenas para o Compass.

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Dessa forma, a linha de utilitários esportivos da Volkswagen contará com quatro modelos no começo de 2021: Nivus, T-Cross, Tarek e Tiguan. O Atlas Cross Sport ainda é aguardado para preencher a lacuna deixada pelo Touareg, fechando a gama de SUVs da Volkswagen.

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Fonte: IG CARROS

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