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Saúde

Futuro ministro da Saúde avalia uso de médicos militares para suprir cubanos

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Luiz Henrique Mandetta avalia soluções para o Mais Médicos com médicos militares
Rafael Carvalho/Governo de Transição

Luiz Henrique Mandetta avalia soluções para o Mais Médicos com médicos militares

Escolhido para ser o ministro da Saúde no governo de Jair Bolsonaro, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta já avalia alternativas para suprir a saída dos cubanos do Programa Mais Médicos. Preocupado com a falta de assistência em cidades mais afastadas das capitais, o político cogita utilizar médicos militares no atendimento à população.

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“O governo atual está tentando fazer. Não estou interferindo, porque eles são os atuais. Mas no Brasil profundo, como a gente chama, nessas áreas de dificílimo provimento, vamos ter que pensar em algumas estratégias ao Mais Médicos. Uma delas pode ser o contingente militar que a gente tem. Não é a única. A gente tem várias outras maneiras de fazer indução, mas a gente tem observado os médicos militares como uma possibilidade”, disse o futuro ministro ao jornal O Globo .

Atualmente as Forças Armadas dispensam recém-formados em medicina por excesso de contingente. São homens que fazem o alistamento aos 18 anos, mas acabam liberados para cursarem a faculdade com o compromisso de retorno após a formatura.

Assim que Cuba anunciou a saída de seus profissionais do programa alegando discordâncias com a política de Jair Bolsonaro , o Ministério da Saúde abriu edital para mais de 8 mil vagas a serem preenchidas. De início, tudo parecia um sucesso, com todas as inscrições acontecendo já na primeira semana, mas mais de 300 profissionais desistiram com a alegação de não conseguirem conciliar as horas obrigatórias de dedicação ao programa com outras atividades.

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Desta forma, justamente as cidades mais distantes das capitais e os rincões do País seguem sem atendimento desde que os cubanos se retiraram do programa governamental.

O prazo para as novas inscrições termina exatamente às 23h59 desta sexta-feira  (7). Até esse horário, os profissionais que ainda quiserem disputar por uma das vagas devem escolher as cidades onde vão atuar. 

Ainda segundo o último levantamento do Ministério da Saúde, 2.315 médicos já começaram a trabalhar nos postos antes ocupados por médicos cubanos. Este número representa 27,5% dos que já escolheram as cidades para onde irão.

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 Ao todo, o edital deste ano ofereceu 8.517 vagas para profissionais em todo o País. Dos 8.402 que já foram alocados, existem ainda 1.634 que entregaram os documentos necessários, mas que ainda não iniciaram as suas atividades. A ideia de uso de médicos militares ainda não foi cogitada.

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Saúde

Lente de contato dental pode causar cáries nos dentes?

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Um sorriso perfeito é uma bela maneira de deixar uma boa primeira impressão  e sentir-se bem consigo mesmo. Se seus dentes não são tão bonitos como você gostaria, você pode estar pensando em colocar a famosa lente de contato dental. Elas são uma ótima maneira de cobrir as imperfeições e a cor amarelada dos seus dentes. No entanto, você pode se perguntar se elas são boas para os dentes. Elas podem aumentar as chances de você acabar com cáries?

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Lente contato dental é uma boa solução para ter os dentes perfeitos
shutterstock/Reprodução

Lente contato dental é uma boa solução para ter os dentes perfeitos

A lente de contato dental ou facetas são simplesmente capas de porcelana coladas na frente de seus dentes. Para que as lentes pareçam naturais, será necessário remover uma fina camada de esmalte dos dentes. No entanto, esse processo não aumenta as chances de você ter carie nessa parte desgastada porque a parte de seus dentes que perdeu o esmalte será protegida pela porcelana.

Mas os dentes com as porcelanas ainda podem acumular placa e tártaro, o que significa que eles podem eventualmente desenvolver pequenas infiltrações. Por mais bem adaptadas que essas lentes forem, sempre haverá uma união entre porcelana e dente, e ai que deve existir uma atenção especial, principalmente com a escovação .

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Se cavidades se desenvolvem nesses dentes, eles podem não de suportar suas lentes.

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Quando você começa o tratamento, seu dentista lhe dará algumas dicas sobre como cuidar dos dentes. Doutor Bruno Puglisi recomenda algumas para você:

·         Escove pelo menos duas vezes por dia – ou depois de cada refeição, se possível.

·         Não se esqueça do fio dental. Você não quer que pequenas partículas de alimentos fiquem alojadas entre os dentes e causem danos aos lados de seus dentes brancos.

·         Use enxaguatório bucal duas vezes por dia para combater as bactérias.

·         Não consuma muitos alimentos e bebidas ácidas, como frutas cítricas, café e refrigerante.

·         Cuidado com hábitos de morder canetas e outros que podem quebrar ou soltar as lentes

·         Cuidado com alimentos muito duros ao morder um osso por exemplo

·         A manutenção e limpeza no consultório é o mais importante para que o dentista possa avaliar algum, problema ainda no início, não prejudicando a lente colocada  

As lentes não são ruins para os dentes, elas são uma solução estética fantástica, desde que você tenha todos os cuidados para que ele permaneça por muitos e muitos anos.

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No entanto, se você ainda não tem certeza se deseja se submeter a esse tipo de procedimento com lente de contato dental , tire todas as suas dúvidas com seu dentista antes de iniciar o tratamento.

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Saúde

Mais Médicos: Militares terão maior participação na parte logística do programa

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Militares vão atuar de forma mais intensa no Programa Mais Médicos
Divulgação

Militares vão atuar de forma mais intensa no Programa Mais Médicos

O Ministério da Defesa autorizou o emprego das Forças Armadas em apoio a parte logística do Programa Mais Médicos. A decisão, que foi publicada no Diário Oficial da União(DOU) desta quarta-feira(16), vale para todo o território nacional e detalha a atuação do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, estará no comando das ações envolvendo os profissionais da saúde militares no Mais Médicos , de acordo com o texto publicado no Diário Oficial.

Na portaria publicada, na seção 1, página 19, os militares atuarão para a recepção, hospedagem, transporte e distribuição dos médicos intercambistas e supervisores nos municípios de atuação em apoio ao programa. Haverá um oficial de cada Força para assumir a função de ligação entre os demais e assim trocar informações e definir ações.

De acordo com os coordenadores do programa, os militares participaram do Mais Médicos na recepção dos integrantes do programa em aeroportos e no deslocamento aéreo para capitais e centros de capacitação. O apoio logístico será feito de forma integrada com os ministérios da Saúde e da Educação e Casa Civil.

Vagas do Mais Médicos não foram preenchidas

O último balanço do programa Mais Médicos , divulgado na última sexta-feira (11)pelo Ministério da Saúde, aponta que das 8.517 vagas abertas após a saída dos médico cubanos  1.462 ainda não foram preenchidas, número representa 17,2% dos postos de trabalho.

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Na quinta-feira (10), o prazo para que médicos brasileiros com registro profissional no país se apresentassem nos locais onde escolheram atuar terminou. Nesta fase dos novos editais do Mais Médicos , dos 1.707 que se inscreveram nesta etapa de seleção, 1.087 compareceram aos municípios escolhidos.

As 620 vagas que não foram ocupadas foram somadas a outras 842 que também não tinham sido preenchidas após o fim da primeira etapa, encerrada em 18 de dezembro. Agora, as mais de 1,4 mil vagas serão oferecidas a médicos que têm diploma estrangeiro — mesmo sem a revalidação do documento.

Os brasileiros formados no exterior escolhem os locais de atuação nos dias 23 e 24 de janeiro. Em seguida, se sobrarem vagas, estrangeiros formados fora do país podem escolher municípios onde trabalhar, nos dias 30 e 31 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde, 10.205 médicos brasileiros ou estrangeiros formados no exterior completaram a inscrição de participação no Mais Médicos .

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Saúde

Mulher que acreditava estar “possuída” tinha  uma grave doença no cérebro

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A família da americana Lorina Gutierrez acreditava que ela estava possuída, mas a mulher desenvolveu uma rara doença no cérebro
Reprodução

A família da americana Lorina Gutierrez acreditava que ela estava possuída, mas a mulher desenvolveu uma rara doença no cérebro

A norte-americana Lorena Gutierrez, de 39 anos, começou a apresentar, aparentemente sem motivos, sintomas como alucinações, convulsões e paronoia. Ao longo de dois meses, o quadro da mulher foi piorando e ela começou a ficar muito errática e violenta, o que faz parte de sua família acreditar em causas sobrenaturais. “É como se ela estivesse possuída”, disse Stephen Gutierrez marido de Lorina.

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Primeiro, médicos desconfiaram do abuso de álcool ou drogas. Depois, ela foi internada na ala psiquiátrica de um hospital com suspeita de esquizofrenia. Mas o caso da mulher “possuída”  só foi resolvido após a descoberta de um tumor no ovário.

“Uma noite, quando voltamos do pronto socorro, ela não conseguia dormir, e ficava falando coisas incompreensíveis. Depois, ela dizia: ‘Nós temos que sair daqui’”, relembra Stephen. A partir disso, o quadro da mulher só piorou. “Durante a avaliação psiquiátrica , ela tentou me dar um soco. Isso é muito fora da personalidade dela”, conta o marido.

Após ser internada na ala psiquiátrica de um hospital, a mulher não respondeu ao tratamento e seu quadro continuou a piorar: ela perdeu as habilidades de falar, andar e de se alimentar sozinha. “Quando foi visitar minha esposa, joguei um pouco de água benta nela”, diz Stephen, que tem três filhos com Lorina.

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A mulher foi, então, transferida para o Hospital Presbiteriano Kaseman, na cidade de Albuquerque, onde ela finalmente foi diagnosticada com  encefalite do receptor de NMDA, uma doença cerebral autoimune causada por anticorpos que interrompem canais de ligação no cérebro.

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A mulher acabou desenvolvendo a condição por conta de um tumor nos ovários. O cisto, de 15 por 15 cm, foi retirado e a mulher passou por um forte tratamento com esteróides e plasmaférese  para tentar “limpar” o organismo dos anticorpos que estavam atacando seu cérebro. 

“Eu não me lembro de quase nada desses três meses”, conta Lorina. “Mas foi uma experência muito traumática. Eu era uma mulher de 39 anos que não conseguia falar e estava utilizando fraldas”, relembra a mulher. “Eu posso sofrer um relapso a qualquer momento, pois essa doença não tem cura, é apenas tratável”, explica. Após o tratamento, a mulher ” possuída ” recebeu alta e foi liberada para ficar a família.

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