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Economia

Gastos com infraestrutura chegam a 0,4% do PIB em 2018, o menor nível em 10 anos

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Por causa do rombo nas contas, o governo precisa cortar gastos discricionários, como os investimentos em infraestrutura
Arquivo/Agência Brasil
Por causa do rombo nas contas, o governo precisa cortar gastos discricionários, como os investimentos em infraestrutura

Os investimentos públicos em infraestrutura – rodovias, aeroportos e portos, por exemplo – somaram R$ 27,875 bilhões em 2018, o equivalente a 0,4% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, segundo dados corrigidos pela inflação e divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional. Patamar é o menor desde 2008, quando chegou a R$ 20,386 bilhões.

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Desde o início da vigência da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241, também chamada de PEC do teto de gastos, o governo não pode permitir que as despesas totais (com algumas exceções) cresçam acima da inflação registrada até junho do ano anterior. Como os gastos obrigatórios estão cada vez maiores, é preciso cortar despesas discricionárias – como os investimentos em infraestrutura
– para reequilibrar as contas.

Sancionado por Michel Temer (MDB), o teto de gastos tem como objetivo conter os sucessivos déficits anotados nos últimos anos. De 2014 a 2017, o rombo nas contas públicas superou os R$ 100 bilhões e, em 2018, o déficit primário, que não leva em consideração os juros da dívida pública, somou R$ 120 bilhões. Boa parte do resultado negativo é justificada pela Previdência, uma despesa obrigatória cujo rombo chegou a R$ 195 bilhões no ano passado.

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O governo de Jair Bolsonaro (PSL), assim como o de Temer, defende uma reforma da Previdência
justamente para diminuir esse déficit e, assim, abrir espaço para outras despesas. O texto da reforma é prioridade da equipe econômica de Bolsonaro e deve ser apresentado ao Congresso Nacional nas próximas semanas, segundo divulgado por integrantes do governo.

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Para o Tesouro, os números referentes aos investimentos em infraestrutura “ilustram a importância de uma ampla revisão das despesas obrigatórias e da rigidez orçamentária”. “É importante também”, completa o órgão público, “o fortalecimento das instituições de gestão do investimento público e um esforço de priorização de projetos para adequação ao cenário fiscal”.

Avaliação do FMI


No período de 1995 a 2015, segundo relatório do FMI, o investimento público no Brasil foi, em média, de 2% do PIB
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No período de 1995 a 2015, segundo relatório do FMI, o investimento público no Brasil foi, em média, de 2% do PIB

No fim do ano passado, o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou um relatório com uma avaliação sobre a gestão do investimento público no Brasil. O estudo concluiu que o investimento público do Brasil ficou abaixo da média dos países emergentes e da América Latina nas duas últimas décadas.

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No período de 1995 a 2015, segundo o documento, o  investimento público
 no Brasil foi, em média, de 2% do PIB. Os países emergentes, por sua vez, registraram média de 6,4% e os países da América Latina, de 5,5%.

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Em 2015, o estoque de capital público era de apenas 35% do PIB, enquanto a média das economias emergentes e latino-americanas ficou em 92% e 86%, respectivamente. “Ao longo das décadas, muitas iniciativas de investimento público foram lançadas para suprir essas necessidades, mas ainda existe uma carência significativa de infraestrutura no País”, explicou o FMI.

De acordo com a instituição internacional, a recente  recessão
 econômica somada à grande diminuição das receitas são as grandes responsáveis pelo aumento do endividamento do Brasil, que ultrapassou a média dos outros emergentes. “Com a rigidez orçamentária e o aumento dos gastos obrigatórios, isso reduz o espaço fiscal para gastos de capital [investimentos]”, acrescentou.

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No relatório, o FMI também faz sugestões para melhorar o nível dos investimentos públicos no Brasil. Entre elas, se destacam o (a):

  • Fortalecimento das instituições de gestão do investimento público;
  • Criação de um espaço fiscal para o investimento público por meio da revisão dos gastos obrigatórios;
  • Priorização estratégica do investimento público e desenvolvimento de uma carteira de projetos de alta qualidade, classificados por ordem de prioridade;
  • Aprimoramento da coordenação entre os governos federal, estadual e municipal no  planejamento
     de investimentos e revisão dos mecanismos de financiamento;
  • Estabelecimento de um processo novo e rigoroso para a avaliação, aprovação e seleção de propostas dos principais projetos de investimento público;
  • Atualização da estrutura de aquisições dos principais projetos, removendo barreiras à participação estrangeira;
  • Melhora do quadro estratégico das PPP (Parcerias Público-Privadas) e concessões, aperfeiçoando a independência das  agências regulatórias
     e desenvolvendo abordagens sistemáticas para planejamento de manutenção, orçamento e execução.
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Fonte: IG Economia
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Economia

Mega-Sena: veja o resultado do concurso 2207 desta quarta-feira

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Sorteio desta quarta-feira (13) pode pagar R$ 6,5 milhões para quem acertar as seis dezenas

A Caixa Econômica sorteou nesta quarta-feira (13) as seis dezenas do concurso 2.207 da Mega-Sena. 

Confira os números sorteados:  06, 10, 11, 43, 53, 55

Ninguém acertou os números e por isso o prêmio que já estava acumulado em R$ 6,5 milhões foi agora para R$ 10,5 milhões

O próximo sorteio acontece no sábado (16) . As apostas podem ser feitas em todas as lotéricas do País.

No sorteio 2.207, desta quarta-feira,  39 apostas acertaram a Quina, ou seja, cinco número e ganhanham, cada uma, R$ 49.905,76.

Já 2.736 apostas foram ganhadoras da quadra e vão receber individualmente  R$ 1.016,25.

Já imaginou ganhar a Mega-Sena? Veja como prêmios são pagos com segurança

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas.

Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

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Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a  Surpresinha  – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada  Teimosinha .

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Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente  R$ 3 milhões  para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números  do volante.

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a  46%  da arrecadação.

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Desse total, 35% são  distribuídos  entre os acertadores dos seis números sorteados; 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

Fonte: IG Economia
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Economia

Confira: Renault divulga recall de dois modelos por problemas no airbag

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A Renault do Brasil divulgou o recall de veículos da marca modelos Duster e Duster Oroch, com data de fabricação entre 14/9/16 e 19/6/19.

Renault Duster arrow-options
Divulgação
Renault Duster é um dos modelos envolvidos no programa de recall

Segundo a empresa a correção será no Airbag Motorista e será necessária “devido a uma não conformidade identificada pelo fornecedor da Renault, a estrutura do airbag não suporta a tensão térmica”.

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A montadora informa que “em caso de colisão com a necessidade de abertura do airbag, o componente pode não ser acionado ou ser acionado de forma ineficiente, o que em casos extremos pode ocasionar lesões graves e/ou fatais aos ocupantes”.

Renault Duster Oroch arrow-options
Divulgação
Unidades do Renault Duster Oroch fabricados entre 2016 e 2019 podem apresentar problema no airbag

Confira os chassis (não sequencial) das unidades envolvidas e que devem procurar uma concessionária da Renault:

Duster

HJ474607 até HJ600336

KJ746823 até KJ797677

LJ002318 até LJ995785

Duster Oroch

HJ499387 até HJ589223

KJ526365 até KJ799840

LJ002342 até LJ998632

Os proprietários devem agendar uma verificação do airbag em uma concessionária da Renault. Os endereços podem ser pesquisados aqui . A verificação e possível troca do equipamento não tem custo para o dono do veículo. Também não há prazo final para fazer a avaliação. 

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A montadora ainda informa que o procedimento de “verificação e/ou a troca do componente” demora em torno de uma hora. 

Para agendamento e mais informações a empresa disponibiliza, além de seu site , o telefone 0800 055 5615.

Reparação

O Procon-SP orienta que os consumidores que sofreram algum tipo de acidente, pela falha identificada pela montadora “poderão solicitar, por meio do Judiciário, a reparação dos danos eventualmente sofridos”.

O órgão de defesa do consumidor também ressalta que a Renault “deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor”, diz a nota do Procon-SP.

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A entidade mantém, desde 2002, um banco de dados com informações sobre todas as campanhas de recalls realizadas no Brasil.


Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar fecha em R$ 4,185, segunda maior cotação da História

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL
Dólar

O dólar comercial fechou em alta de 0,42% contra o real nesta quarta-feira, a R$ 4,185 para venda, na segunda maior cotação já registrada na História. Pesou sobretudo a instabilidade política na América Latina, com a escalada dos protestos no Chile e o cenário político na Bolívia , além de declarações conflitantes do presidente americano Donald Trump sobre o estágio das negociações comerciais com a China . Na Bolsa, o índice de referência Ibovespa recua 0,9%, aos 105.790 pontos.

A cotação de fechamento do dólar nesta quarta-feira foi a maior desde o recorde de R$ 4,195 registrado em 13 de setembro do ano passado, durante a corrida eleitoral.

Na terça-feira, o dólar à vista fechou em alta de 0,58%, a R$ 4,16, fortalecido pela aversão a risco nos mercados da América Latina. O dólar futuro de maior liquidez operava em alta de 0,14% nesta sessão, a R$ 4,18.

Em declarações mistas, Trump repetiu que os negociadores dos EUA e chineses estão “próximos” de uma “fase um” de um acordo comercial, mas também afirmou que aumentaria as tarifas dos produtos chineses “substancialmente” se não chegassem a um consenso.

Além disso, Trump também “não comentou o adiamento, por seis meses, da imposição de tarifas sobre carros europeus”, que era muito aguardado por investidores, segundo analistas da Terra Investimentos.

No cenário doméstico, dados do varejo indicaram sinais de recuperação no setor, que registrou o melhor resultado para setembro em dez anos, quadro que poderia beneficiar empresas do segmento de consumo.

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Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil está em negociação com a China sobre a possibilidade de livre comércio entre os dois países. Os líderes dos cinco países do BRICS realizam encontro em Brasília para discutir o estímulo de investimentos entre os países, dentre outras pautas econômicas.

Fonte: IG Economia
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