conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Geddel e Lúcio Vieira Lima são alvos de nova denúncia sobre bunker com R$ 51 mi

Publicado

Ex-ministro Geddel Vieira Lima foi denunciado pela segunda vez em razão de desdobramentos de investigação sobre bunker
Valter Campanato/Agência Brasil

Ex-ministro Geddel Vieira Lima foi denunciado pela segunda vez em razão de desdobramentos de investigação sobre bunker

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) e o irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crime de peculato. A mãe dos políticos, Marluce Quadros, também consta no ról de denunciados, que inclui ainda mais cinco pessoas. O pedido de abertura de ação penal contra os denunciados será analisado pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes.

A nova denúncia diz respeito à suposta prática de apropriação do salário de assessores parlamentares, o que teria dado prejuízo de R$ 5,2 milhões à Câmara dos Deputados. O esquema foi investigado a partir da descoberta do chamado bunker de Geddel  que escondia R$ 51 milhões, em setembro do ano passado. A apreensão do dinheiro já resultou na abertura de ação penal contra os irmãos por lavagem de dinheiro e associação criminosa .

De acordo com a PGR, parte do valor encontrado no apartamento usado pela família Vieira Lima em Salvador (BA) era produto da apropriação das remunerações pagas a funcionários da Câmara. O restante do dinheiro, segundo apontaram as investigações, teve origem em esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal e em propina paga pelo Grupo Odebrecht.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, narra na denúncia protocolada nesta quinta-feira (5) que a família Vieira Lima embolsava até 80% dos salários destinados aos secretários parlamentares Job Ribeiro Brandão, Valério Sampaio Sousa Júnior, Cláudia Ribeiro Santana, Milene Pena e Paulo Cezar Batista. A acusação é embasada por provas documentais e testemunhais.

Veja Mais:  Professor acusado de oferecer notas altas a alunas em troca de sexo é afastado

As investigações revelaram ainda a existência de “funcionários fantasmas” no gabinete de Lúcio Vieira Lima bem como suposta relação criminosa estabelecida a partir de indicações para cargos em comissão pelo parlamentar.

De acordo com as provas coletadas, os assessores do emedebista “atuavam para suprir interesses domésticos, pessoais e de negócios” da família Vieira Lima. Entre as atividades desenvolvidas por esses  funcionários fantasmas estavam serviços de contabilidade, motorista e até de cuidador.

“Outros funcionários moravam em cidades distantes de Salvador e de Brasília e, confessadamente, nunca exerceram qualquer função relacionada à Câmara dos Deputados, órgão que por anos os remunerou”, pontua Raquel Dodge na denúncia.

Segundo a PGR, somente no caso de Job Ribeiro Brandão foram desviados R$ 4,3 milhões ao longo de 27 anos, período em que, mesmo ocupando o cargo de secretário parlamentar, Job teria se dedicado a prestar serviços que não tinha nenhuma relação com seu cargo.

A informação de que parte do salário era apropriada pelos parlamentares foi confirmada em depoimento por Job Brandão, que também confirmou jamais ter exercido as funções típicas de assessor parlamentar.

“Job tomou posse por procuração e nunca trabalhou nos gabinetes de Lúcio e de Geddel, em Brasília. Nunca trabalhou em sedes de partidos, nem em escritórios de apoio parlamentar no estado de origem (…) Não se dirigia nem interagia com o eleitorado ou lideranças políticas. Nunca teve sua jornada de trabalho ou frequência aferida ou informada à Câmara dos Deputados”, elencou a denúncia.

Veja Mais:  Polícia Federal vai investigar negócios suspeitos de Guedes com fundos de pensão

Além das informações fornecidas pelo próprio Job, outras testemunhas ouvidas pelos investigadores confirmaram que o assessor parlamentar prestava serviços domésticos e ajudava a gerenciar os negócios da família vieira Lima.

A cerca de Job Brandão, a PGR esclarece que não ofereceu denúncia quanto ao crime de peculato porque o assessor colaborou durante as investigações revelando aspectos do esquema, até então desconhecidos pelo MPF.

Dodge pede, além da condenação dos denunciados, que Geddel, Lúcio e os demais sejam obrigados a ressarcir os cofres públicos por danos materiais e que o valor a ser pago seja corrigido monetariamente desde a data do recebimento indevido. A PGR requer anda que seja decretada a perda da função pública dos acusados que ocupam cargo ou emprego público ou mandato eletivo.

Comentários Facebook

Nacional

País asiático envia carta ao Parlamento Europeu defendendo morte de homossexuais

Publicado


Sultanato de Brunei aprova pena de morte para homossexuais
Divulgação

Sultanato de Brunei aprova pena de morte para homossexuais


O sultanato de Brunei, localizado no sudeste da Ásia, voltou a defender o novo código penal que prevê que homossexuais e adúlteros sejam mortos por apedrejamento. Nesta segunda-feira (22), o país enviou uma carta de quatro páginas ao Parlamento Europeu defendendo a decisão do sultão Hassanal Bolkiah, que está no poder desde 1967.

Leia também: País asiático aprova morte por apedrejamento para homossexuais e adúlteros

No documento, o Brunei pede que o Parlamento Europeu ajude o país a convencer o restante do mundo que a “tolerância, o respeito e o entendimento” do sultanato sejam respeitados na questão com homossexuais . Em defesa do novo código penal, o sultão afirma que atua pelos valores das “linhagens familiares”.

O código ainda prevê a amputação de membros como punição para roubos e furtos. As leis valem para crianças e turistas. A homossexualidade já era considerada um crime no pequeno sultanato, mas não havia pena capital.

Leia também: Padres homossexuais representam 80% do Vaticano, garante jornalista francês

O código penal de Brunei foi baseado na sharia, conjunto de leis islâmicas que são consideradas extremistas por especialistas e defensores dos direitos humanos. Apesar de cerca de um terço da população de Brunei não ser de religião muçulmana, eles também estão sujeitos à sharia.

Leia também: “Homossexuais serão felizes se eu for presidente”, diz Bolsonaro em entrevista

Veja Mais:  Lava Jato pede aumento na pena de Lula no processo do sítio de Atibaia

A Anistia Internacional divulgou um comunicado oficial e apelou para que Brunei “trave imediatamente os seus planos para a aplicação de punições perversas no seu Código Penal, em conformidade com as suas obrigações em termos de direitos humanos”. Eles também afirmaram que os outros países devem “condenar urgentemente a decisão do Brunei de pôr em prática estas penas cruéis contra os homossexuais “.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Número de acidentes em rodovias cai 11% no feriado da Semana Santa, diz PRF

Publicado


prf
Divulgação/PRF-SC

Polícia Rodoviária Federal registrou 759 acidentes em rodovias federais durante os quatro dias da Semana Santa neste ano

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 759 acidentes em rodovias federais durante os quatro dias da Semana Santa neste ano. O número é 11% menor que o de 2018, quando foram contabilizados 854 acidentes.

Os dados divulgados pela PRF indicam também uma redução nas vítimas fatais, passando de 70 no ano passado para 50 em 2019. O número de pessoas feridas, no entanto, cresceu: de 905 para 962.

Leia também: Criminoso sequestra ônibus e mantém passageiros reféns na rodovia Rio-Santos

Além dos acidentes, a polícia rodoviária também divulgou dados sobre fiscalização. Nos quatro dias do feriado, a PRF aplicou 35.077 multas, sendo os delitos de ultrapassagem irregular e excesso de velocidade os mais registrados.

Apesar das reduções nos número de acidentes e de vítimas fatais, a PRF registrou um aumento de 26% no número de condutores dirigindo alcoolizados. Foram 980 neste ano, em comparação com os 760 do ano passado.

Leia também: Carro roubado é perseguido por 16 km em SP e motorista tenta fugir a pé; assista

As multas por transportar crianças em desacordo com a legislação também cresceu, passando de 470 em 2018 para 512 neste ano. Foram aplicados ainda 2.615 autos de infração e 11.507 flagrantes de excesso de velocidade por meio de radares. De acordo com a PRF, 105.245 pessoas e 109.324 veículos foram fiscalizados durante o feriado da Páscoa

Veja Mais:  Eduardo Leite (PSDB) é eleito governador do Rio Grande do Sul, com 53% dos votos

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Gilmar Mendes diz que viu com naturalidade censura de reportagem sobre Toffoli

Publicado


ministro Gilmar Mendes
Rosinei Coutinho/SCO/STF – 29.8.18

Gilmar Mendes defendeu decisão do ministro Alexandre de Moraes

 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta segunda-feira (22) que viu com naturalidade a decisão do ministro Alexandre de Moraes em retirar a reportagem que citava o presidente do Supremo, Dias Toffoli, do ar. O magistrado está em Lisboa para participar de um congresso organizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), no qual é sócio, e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Foi feita uma avaliação de que talvez ali houvesse uma “fake news”, porque talvez o documento não existisse. Verificou-se que o documento existia e por isso se  cancelou a intervenção. A ideia de “fake news” se alimenta no próprio marco regulatório da internet, de tirar conteúdos que não existem. Foi essa a inspiração do ministro Alexandre de Moraes. Verificado que o documento existia, ele cancelou a decisão”, disse Gilmar Mendes .

O ministro afirmou ainda que vazamentos seletivos feitos por agentes públicos constituem crime. “Eu sei que a mídia trata disso com muita naturalidade porque é subsídio para as suas atividades, mas nós temos de reconhecer que isso se trata de um crime quando é praticado por um agente público. E isso tem acontecido com uma certa frequência no Brasil e é preciso que haja uma responsabilização”, defendeu.

Leia também: Inquérito de Toffoli contra “fake news” é questionado em duas ações no Supremo

Veja Mais:  Renan Calheiros discutiu com JBS nomeação em ministério quando presidia Senado

Para o ministro, as corporações não punem os agentes que cometem os vazamentos e “não fazem questão de descobrir os autores”. “Isto é crime e deve ser tratado com a devida seriedade. E é isso que se está a reclamar já há algum tempo. Mas, em geral, as reclamações são encaminhadas para essas corporações e elas se autoprotegem, não punem esses agentes e não fazem questão de descobrir os autores do mau feito. Isso precisa acabar”. 

Gilmar afirma ainda que a citação ao presidente da Corte não tinha ligação com a atividade que ele exercia enquanto advogado-geral da União. “O Dias Toffoli é referido ali como o amigo do amigo, isso nada tem a ver com a atividade que ele exercia na AGU, não tem nenhuma referência a atividade. O que se queria criar era uma suspicácia que está engajado em um processo de descredenciamento do Supremo Tribunal Federal”, argumentou o ministro.

Segundo o magistrado, o STF vem sendo “alvo de ataques sistemáticos nas redes sociais” e  “ataques por parte, inclusive, de pessoas que integram forças-tarefas e outros grupamentos”.

Leia também: Bolsonaro parabeniza Alexandre de Moraes por revogar censura à reportagem

“Há um repúdio claro do Tribunal a este tipo de prática. Nós não podemos admitir que organizações que fazem parte de um estamento estatal se convolem em milícias. Isso não pode ocorrer. O ministro Alexandre de Moraes achou, com base no regimento interno, que era o momento de ter uma resposta institucional para esses ataques”, concluiu Gilmar Mendes .

Veja Mais:  ‘Eleição de extremos’ faz partidos preferirem neutralidade a apoio a PT ou PSL

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana