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Nacional

Geddel e Lúcio Vieira Lima são alvos de nova denúncia sobre bunker com R$ 51 mi

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Ex-ministro Geddel Vieira Lima foi denunciado pela segunda vez em razão de desdobramentos de investigação sobre bunker
Valter Campanato/Agência Brasil
Ex-ministro Geddel Vieira Lima foi denunciado pela segunda vez em razão de desdobramentos de investigação sobre bunker

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) e o irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crime de peculato. A mãe dos políticos, Marluce Quadros, também consta no ról de denunciados, que inclui ainda mais cinco pessoas. O pedido de abertura de ação penal contra os denunciados será analisado pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes.

A nova denúncia diz respeito à suposta prática de apropriação do salário de assessores parlamentares, o que teria dado prejuízo de R$ 5,2 milhões à Câmara dos Deputados. O esquema foi investigado a partir da descoberta do chamado bunker de Geddel  que escondia R$ 51 milhões, em setembro do ano passado. A apreensão do dinheiro já resultou na abertura de ação penal contra os irmãos por lavagem de dinheiro e associação criminosa
.

De acordo com a PGR, parte do valor encontrado no apartamento usado pela família Vieira Lima em Salvador (BA) era produto da apropriação das remunerações pagas a funcionários da Câmara. O restante do dinheiro, segundo apontaram as investigações, teve origem em esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal e em propina paga pelo Grupo Odebrecht.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, narra na denúncia protocolada nesta quinta-feira (5) que a família Vieira Lima embolsava até 80% dos salários destinados aos secretários parlamentares Job Ribeiro Brandão, Valério Sampaio Sousa Júnior, Cláudia Ribeiro Santana, Milene Pena e Paulo Cezar Batista. A acusação é embasada por provas documentais e testemunhais.

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As investigações revelaram ainda a existência de “funcionários fantasmas” no gabinete de Lúcio Vieira Lima bem como suposta relação criminosa estabelecida a partir de indicações para cargos em comissão pelo parlamentar.

De acordo com as provas coletadas, os assessores do emedebista “atuavam para suprir interesses domésticos, pessoais e de negócios” da família Vieira Lima. Entre as atividades desenvolvidas por esses  funcionários fantasmas
estavam serviços de contabilidade, motorista e até de cuidador.

“Outros funcionários moravam em cidades distantes de Salvador e de Brasília e, confessadamente, nunca exerceram qualquer função relacionada à Câmara dos Deputados, órgão que por anos os remunerou”, pontua Raquel Dodge na denúncia.

Segundo a PGR, somente no caso de Job Ribeiro Brandão foram desviados R$ 4,3 milhões ao longo de 27 anos, período em que, mesmo ocupando o cargo de secretário parlamentar, Job teria se dedicado a prestar serviços que não tinha nenhuma relação com seu cargo.

A informação de que parte do salário era apropriada pelos parlamentares foi confirmada em depoimento por Job Brandão, que também confirmou jamais ter exercido as funções típicas de assessor parlamentar.

“Job tomou posse por procuração e nunca trabalhou nos gabinetes de Lúcio e de Geddel, em Brasília. Nunca trabalhou em sedes de partidos, nem em escritórios de apoio parlamentar no estado de origem (…) Não se dirigia nem interagia com o eleitorado ou lideranças políticas. Nunca teve sua jornada de trabalho ou frequência aferida ou informada à Câmara dos Deputados”, elencou a denúncia.

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Além das informações fornecidas pelo próprio Job, outras testemunhas ouvidas pelos investigadores confirmaram que o assessor parlamentar prestava serviços domésticos e ajudava a gerenciar os negócios da família vieira Lima.

A cerca de Job Brandão, a PGR esclarece que não ofereceu denúncia quanto ao crime de peculato porque o assessor colaborou durante as investigações revelando aspectos do esquema, até então desconhecidos pelo MPF.

Dodge pede, além da condenação dos denunciados, que Geddel, Lúcio e os demais sejam obrigados a ressarcir os cofres públicos por danos materiais e que o valor a ser pago seja corrigido monetariamente desde a data do recebimento indevido. A PGR requer anda que seja decretada a perda da função pública dos acusados que ocupam cargo ou emprego público ou mandato eletivo.

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Menina morre após picada de escorpião; avó passa mal com notícia e também falece

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Menina de 7 anos morreu após ser picada por escorpião. Ao receber a notícia, a avó também faleceu

Uma menina de 7 anos morreu após ser picada por um escorpião , na última segunda-feira (14), em Franco da Rocha , Região Metropolitana de São Paulo. Ao saber da morte da neta, a avó , de 63 anos, passou mal e faleceu no hospital. Elas foram enterradas nesta terça-feira (15) no Cemitério da Paixão, que fica na mesma cidade.

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Por volta das 5h15 da segunda-feira, a menina foi levada para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do município, mas o local não tinha aplicação de soro. A orientação da própria prefeitura de Franco da Rocha é que em casos semelhantes o paciente seja encaminhado para um hospital de referência da região, no caso a Santa Casa de Francisco Morato, cidade vizinha.

Um médico da UPA a transferiu, então, para o Hospital Estadual Dr. Carlos da Silva Lacaz, em Francisco Morato, onde tem uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Quando o soro chegou, cerca de 8h, os médicos aplicaram, mas a criança não resistiu e morreu. No mesmo dia, por volta das 20h40, a avó da menina deu entrada na mesma UPA com uma parada cardiorrespiratória. A equipe médica tentou reanimá-la, mas ela também faleceu.

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A prefeitura da cidade informou ainda que 25 pessoas foram picadas por escorpiões neste ano e que este foi o primeiro caso de morte. A Polícia Civil já investiga se houve falha no atendimento da menina, já que a equipe que a socorreu não seguiu o protocolo.

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Em nota, a prefeitura de Franco da Rocha defendeu os procedimentos da equipe médica  com a menina : “A criança foi atendida de imediato pela equipe de plantão da UPA, que a estabilizou e preparou para transferência. O médico optou pela transferência ao Hospital Estadual Lacaz, também em Francisco Morato, que possui estrutura de UTI e é a referência para atendimento pediátrico na região, onde ela recebeu o soro e não resistiu, vindo a falecer.”

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Idoso é preso ao sair de motel com menina de 11 anos

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PRF / DIVULGAÇÃO
Idoso foi preso após sair com menina de motel

Um idoso de 70 anos foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal após sair de um motel com uma menina de 11 anos na cidade de Ji-Paraná, em Rondônia.

Segundo a PRF, policiais que faziam ronda perceberam o carro saindo de um motel com uma passageira de baixa estatura e interceptaram o veículo. A princípio, o homem afirmou que tinha apenas levado a criança para conhecer o local, mas a menina negou a versão.

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Segundo a vítima, o homem era um vizinho que tinha costume de acompanhar a menina e a mãe na hora de fazer compras, pagando sempre parte dos alimentos. Ele teria desviado do caminho em uma das idas ao mercado, seguido para o motel e cometido os abusos .

Em seguida, o homem ameaçou parar de pagar as compras da família se ela contasse a história para a mãe e ainda deu R$ 60 para a menina não falar nada. O idoso foi preso por estupro de vulnerável e a menina encaminhada ao Conselho Tutelar.

Fonte: IG Nacional
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Menino de 3 anos tem parte do pênis amputada em cirurgia de fimose

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Free Stock Photo / Reprodução
Médico não admitiu o erro e foi encontrado morto dias depois

Um menino de 3 anos teve parte do pênis amputada durante uma cirurgia de fimose na cidade de Malacacheta, em Minas Gerais. O médico responsável não admitiu o erro e foi encontrado morto dias depois do procedimento. 

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A criança foi submetida a uma cirurgia de fimose no hospital Municipal Dr. Carlos Marx. O pai do menino conta que o procedimento, que duraria no máximo 30 minutos, durou cerca de 4 horas. Após pedir para a enfermeira retirar o curativo, não conseguiu visualizar o membro.

Ele afirma ainda que o local estava todo ensanguentado e havia uma espécie de gaze enrolada, simulando que o pênis estaria ali. O médico responsável pelo procedimento foi chamado, mas já havia ido embora. Outro cirurgião presente no local afirmou que não poderia avaliar a criança porque não havia participado da cirurgia. 

No dia seguinte, a criança foi transferida para o hospital de Teófilo Otoni, onde passou por dois novos procedimentos cirúrgicos para reconstrução do membro. O laudo aponta que houve laceração do prepúcio e somente no futuro será possível saber se poderá recorrer a uma prótese. 

O cirurgião responsável foi encontrado morto em casa dias após o procedimento. A causa da morte ainda não foi divulgada. 



Fonte: IG Nacional
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